sábado, 13 de março de 2010

CONTRADIÇOES DE UMA BUCETA CARENTE

As vezes me pergunto: O que é pior? A dor física ou emocional? A ferida na carne ou no espírito? O sacrifício do corpo ou da alma? não tenho respostas para tais indagações, a verdade é que já esprementei ambas, e confesso que as duas são dolorosas, e se for para escolher, escolho não sentir nenhuma delas; pois acredito que a intensa dor física, com o tempo minam nossas forças e nossa juventude, acabam com nossa alegria e esperança, mata nossa alma e espírito; e da mesma forma a dor sentimental, a desilusão amorosa, a paixão do espírito que é a força vital que alimenta nossa alma, a centelha que todos conhecem como amor, que ao se apagar, apaga também a chama da vida.





Já faz algum tempo que tenho me desiludido com os homens, eu tento, eu me declaro, eu me entrego, mas eles insistem em me ferir e machucar, mentem a todo momento, me usam quando bem querem e me desprezam quando mais preciso; estou cansada de procurar a felicidade sobre a cama de um homem; estou cansada de sempre me dar, e nunca, nunca, nunca receber; estou cansada de me levantar todas as manhãs e acordar pior do que quando me deitei. O mais bizarro, é que eu amo aquele corpo forte, bonito, rígido, tenso; eu amo o calor de seus braços, a grossura de suas pernas, o tamanho avantajado do seu tronco e peito; eu fico completamente ardida com seu pénis, saliva e dedos; eu choro diante da sua ausência, e fico completamente atordoada com o perfume de seu travesseiro e nuca. Perdõe a contradição da minha buceta, mas apesar de amar o falo emperdigado e enrijecido de um homem, ela tem se mostrado cada vez mais carente e sedenta pelos cuidados de uma mulher.




Não tenho vergonha de dizer o quanto estou carente e precisada, não sou adepta da hipocrisia, por isso não me conformo com a solidão e com o estar só, e se digo que não quero mais homens em minha vida, não é porque deixei de ama-los, pelo contrario, o motivo é que aos poucos estou morrendo de paixão; mesmo se esta minha declaração, estivesse em um oltdoor, mesmo assim eles não me compreênderiam; é esta então minha razão de tentar encontrar um pouco de felicidade, entre as pernas de uma menina, mesmo que meus sentimentos não sejam correspondidos por alguma mulher, elas são mais sensíveis, sinceras e verdadeiras com os próprios sentimentos; não digo que não vou me magoar, apenas acredito, e ainda tenho esperança de encontrar nas curvas e fendas do corpo feminino, o prazer que tanto busco em minha vida.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

VIDA LONGA VIDA

Pensei que este ano seria melhor do que o ano passado, acreditei que as mudanças, os estudos, o trabalho, meu esforço... Me levariam a um patamar superior, a uma vida melhor, a uma situação de conforto; mas por enquanto, tenho notado que o ano não iniciou como eu esperava, como eu tanto almejava; sonhos são dificeis de se realizar, e os meus parecem rastejar a passos lentos, acredito que minhas ações estão dando sim, alguns frutos, mas não o bastante, não o ideal; gostaria de mudar de vida da noite para o dia, mas sabemos que isto não acontece, por mais que você queira, reze, peça ou implore, a vida jamais será justa; aprendi que: a vida é dura com quem é dura com ela, a vida é cruel com os bons, a vida é injusta com os que pregam a justiça, a vida é trágica com os fracos e acima de tudo, a vida é extremamente covarde com os mansos e generosos. Porra quanta dor ainda será preciso eu sentir, antes que a vida me leve? quantos homens ainda terei que chupar? quanto sexo ainda terei que fazer? quanta humilhação ainda terei que suportar nesta insuportavel vida?
Ser mulher, é ser sozinha, sempre, mesmo quando estamos dividindo a mesma casa, o mesmo quarto, a mesma cama com um homem, ainda assim estamos sozinhas, caminhamos sozinhas dia-apos-dia, pensamos estar segura com nossos maridos e esposos, que nos prometeram cuidar e nos proteger, mas no final, enfrentamos a dor e os problemas de forma solitaria, queria acreditar que nós mulheres somos o sexo forte, mas se isto fosse verdade, porque eu me desabo em prantos quando estou sozinha? porque preciso tanto de um homem do meu lado? porque me sinto mais feliz quando estou sendo violada? Ser mulher é antes de mais nada: "Caminhar pelo vale da sombra da morte" e "Temer todo mal cometido pelo homem", sinceramente, ser mulher é antes de mais nada, ser feliz com a infelicidade batendo a todo momento em nossa porta.
Não é sempre, mas as vezes, existem dias que me sinto mais sozinha, mais carente, mais triste... Geralmente as sextas e sábados meus dias são silenciosos; agradaveis, mas silenciosos, introspectivos, solitarios; talvez porque são estes os dias que tiro para pensar e refletir na semana que passou, no mês que se foi, em mais um ano de luta, em uma vida que é no mínimo agonizante; eu digo que levo uma vida de agonia, pois estou sempre esperando o pior, o provavel, o inevitavel, há tempos deixei de ter esperança, há tempos deixei de acreditar, há tempos deixei de ter fé, poís a vida já me mostrou que o pior cego é aquele que não quer enxergar, e ter fé no dias de hoje, e tentar ludibriar a si próprio, é enganar a si mesmo, é acreditar numa mentira que você gostaria que se tornase verdade, afinal de contas, há um ditado popular que diz: Uma mentira contada mais de 1000 vezes, acaba se tornando realidade, Mas sabemos que isto não é verdade, poís uma mentira será sempre uma mentira. Finais de semana deviam ser sagrados, deviam ser compartilhados com quem amamos, deviam ser dias de descanso e paz... Mas não para mim, pois são estes os dias que reservo para falar com Deus, são estes os dias de súplicas e pedidos, são estes os dias em que me curvo e me prosto diante do meu opressor, do meu aniquilador, da minha santa e sagrada DOR. São nos finais de semana, que me pego em profundos devaneios em relação ao meu passado, de quando eu era linda, jovem e esbanjava vida, de uma época em que eu era o centro das atenções, de um passado repleto de vida, sonhos e contradições, de um tempo em que minhas lágrimas eram sinônimos de prazer extremo, de uma luxúria incontrolável, de um êxtase quase que divino; Talvez retornar ao passado em meus pensamentos e lembranças, seja a única forma de continuar forte, ativa, feliz; quem sabe seja esta a minha forma de fugir do presente, e parar , por apenas um instante, de pensar no futuro, num futuro no mínimo surpreendente.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

ANJO OU DEMÔNIO, CEU OU INFERNO, DEUS OU DIABO. NÃO HÁ O QUE ESCOLHER

"Quero paixão, prazer, bebedeira e todo mal. Quero ver rostos, roçar em corpos e se possível beber um benedictine ardente. Quero conhecer pessoas perversas e ser intimo delas. Quero ver você duro, sentir você grosso e não me abalar com você grande. Quero morder seu corpo, rasgar sua carne, beber seu sangue. Quero fumar um pouco, tomar um trago, picar meu braço. Quero sentir na veia o calor do sangue subir na cabeça. Quero viver mais um pouco, me aproveitar de você como um todo, exaurir meu corpo. Quero surrar o mais fraco e ficar com quem vence. Quero tremer, arrepiar , gemer, gritar. Quero dizer mentiras, ocultar a verdade, falar bobagem, ouvir sacanagem. Quero a brisa em meus cabelos, o vento em meu rosto, molhar meu corpo. Quero a garupa de sua moto, o estofado de seu carro, o sofá de sua sala, o colchão de sua cama. Quero brincar com sua cara e ser severa com sua carne. Quero abrir a boca, morder a vida e ser despedaçada por ela".
CARNAVAL, uma festa que celebra a vontade e os desejos da carne, período em que as pessoas se sentem no direito de trepar em demasia, violentar, trair, sobrepujar; semana em que muitos morrem, se ferem, machucam e se contaminam; dias de euforia, bebedeira, correria; noites de pecado, prazer, luxúria e glória; momentos intensos de pura rendição a música, a dança, ao beijo, e as mãos; dias de entrega, de êxtase, de revelador suor; período em que abraçamos o diabo e contemplamos sua face; e foi justamente neste período, a muitos anos atrás, que algo surpreendente aconteceu, eram dias furiosos de carnaval, já estava pronta para a dor, a insonia e ao álcool, foi ai que, quando eu menos esperava, quando estava prestes a sentir o doce e morno hálito do diabo, momentos finais de agonizante espera, que tive um encontro com DEUS. Hoje ao fechar os olhos, penso: Melhor seria não ter o conhecido, talvez assim sua fúria fosse mais branda, talvez minha ignorância aplacaria sua íra, quem sabe não serias tão severo com sua filha... Tudo bem se não queres me ajudar, pois sei que não sou digna de alcançar sua misericordia, gostaria então que fosses neutro, imparcial e não tomes partido contra minha integridade física, não me açoite e nem levante suas poderosas mãos sobre mim; MALDITO o dia em que nasci, todos a minha volta estão sorrindo neste momento, lagrimas existem apenas em meu rosto, e quem disse que o sol é para todos? BLASFÊMIA são as únicas palavras que sãem naturalmente da minha boca dia após dia, quem disse que não tenho o direito de ser amarga, nutrir-me de rancor, extrapolar minha ira? por quê tenho que aceitar calada meu destino? por quê não posso querer mais da vida? Sou eu quem vou dizer quando parar, sou eu quem vou tomar as rédeas da minha história, sou eu quem faço as regras a partir de agora. Não me mande ficar calada, se há tanto o que dizer, não me impeça de enxergar o que esta a minha frente, ouça meu alarido quando a última trombeta tocar, mas não me diga o quanto errei, pois o senhor errou primeiro comigo.
Como eu havia dito, meu encontro com DEUS, foi algo inesperado, casual, quase que acidental, pois estava preparada para curtir o carnaval em uma pequena cidade aqui da nossa região, se não me engano, estavamos no ano de 1994, mas por força maior, fui obrigada a permanecer reclusa em minha casa, e sem poder viajar, me ví coagida a continuar na tosca cidade de Uberlândia, e sinceramente, carnaval em uberlândia só dá Preto, Pobre e Puta; sem alternativa fui forçada a acompanhar minha irmã mais velha até uma igreja que ela frequentava já fazia algum tempo, não me lembro bem, mas creio que estava possessa e vermelha de ódio, pois aquele era o último lugar que eu gostaria de estar naquele momento; mas no final daquela reunião, quando já estava descendo suas escadas, eis que eu vejo a Criatura que iria mudar para sempre meu destino, o Homem que tomaria para si minha vida , o Deus que atormentaria minha alma e espírito para sempre, o Incredulo que me faria crer na divindade do amor, o Anjo que despertaria meus demônios, o Santo que me abandonaria no mais árido deserto, o Salvador que me condenaria a uma vida de eterna dor e sofrimento...
Aqueles dias, foram dias felizes, dias de paz, dias de paixão, dias de calmaria, de uma calmaria morbita como aquelas que antecedem a tempestade, uma tempestade forte e duradoura, cujo rastro de destruição, se faz presente até os dias de hoje, cujas feridas abertas, ainda não se cicatrizarão, cuja febre permanece latente em meu sangue e a dor pulsa incompreendida entre minhas pernas; Aqueles foram dias de aprendizado, dias de crescimento, dias de entendimento, dias em que eu vi e vivi o mais próximo da face de Deus, dias em que as amarras se soltaram e o escuro véu que cobria meus olhos caíram; dias em que a pulpa transformou-se em borboleta, o ceu tornou-se vermelho e compreendi que o inferno é aqui mesmo na terra; dias em que quando eu mais precisei de Deus, e implorei pela sua presença em minhas orações, e seus ouvidos pareciam não me escutar, e tu não se fizeste presente... Foi então que o diabo me acolheu.

O FILHO DA FILHA DE UMA FILHA DA PUTA.

Já dizia um velho ditado que: "filho de peixe, peixinho é". Nestas simples palavras, reside uma grande verdade, pautada no mais puro e simplório conhecimento popular; isto quer dizer que: você é o espelho de seus país, você será igualzinho a eles amanhã, você não passa de uma miniatura de seus progenitores; se eu me ater a estes fatos, creio que sou igualzinha a minha "querida" e "amada" mãezinha, nem melhor, nem pior, simplesmente igual; resumindo, amanhã, eu serei o que ela é hoje, ou melhor, eu sou hoje, o que ela era ontem, entenderam?
Diante de tal esclarecimento, gostaria de compreender o que faz uma mulher escorraçar sua própria filha de casa, o que faz uma mãe maldizer e amaldiçoar sua própria cria, o que faz uma mãe odiá-la, pelo que você é, se você não passa de uma copia fiel do que ela foi um dia? palavras fortes estas, para caracterizar a mãe que tenho, a mãe que um dia me expulsou de casa, a mãe que um dia bateu em minha cara e me chamou de vagabunda, perdida e rameira, a mãe que um dia não mais me aceitou como sua filha... Eu não guardo rancor, e nem fico me alimentando e remoendo esta tragédia em meu passado, prefiro olhar para frente, e tentar compreender, o que esta acontecendo com meu "filho", o porquê ele é o que é, e a cada dia que passa, ele esta se transformando em uma pessoa cada vez mais parecida comigo, em todos os sentidos; vejo agora, que eu sou o retrato do que minha mãe foi um dia, e meu "filho" esta se tornando uma cópia do que eu sou hoje; agora é tarde para arrependimentos, agora é tarde para concertar o que não pode ser concertado, agora é tarde para para tentar ser o que não sou... Algo dentro de mim, grita com uma voz surda, o futuro certo e tortuoso que minha própria cria irá trilhar neste mundo miserável e cada vez mais pagão; mas quem sou eu para critica-lo ou renuncia-lo, quem sou eu para dar-lhe lição de moral, já que a imoralidade reside entre minhas pernas e de todos os meus antepassados, quem sou eu para mostrar qual caminho seguir, se eu mesma não sei que caminho estou trilhando; uma coisa é certa, a luxúria, a depravação, a dor insaciável da carne e o calor agonizante em cada cavidade e poros do meu corpo, são passados de geração a geração; O desejo descomunal por homens bem dotados e irresistivelmente canalhas, a insensatez e insanidade diante do sexo fácil e o ardor que tenho entre as pernas, são os mesmos que minha mãe tinha, e é o mesmo que meu "filho" carrega; por isso, não o culpo pelo que ele esta se tornando, não o culpo pela vida depreciativa e vulgar que ele esta levando, não o culpo por estar sendo severamente subjugado por sádicos e violentos homens e carniceiros, afinal de contas, antes de mais nada, ele é minha grande "vitória".
Meus olhos se enchem d'água quando vejo seu franzino corpo repleto de marcas, hematomas e arranhões, cuja desculpa para suas feridas, são as brincadeiras na escola; mas aquela voz surda que grita dentro de mim, me atormenta constantemente, querendo revelar a verdade, mesmo eu não querendo acreditar, pois tenho medo do que possa descobrir, por isso prefiro fechar meus olhos para a verdade que brada nos olhos tristes do meu "filho", nas roupas que pouco escondem o seu corpo, na voz fina e delicada que sai de sua boca, na ausencia de boas pessoas e verdadeiros amigos em sua vida... Que frio é este que percorre minha espinha quando começo a pensar nestas coisas? é como se eu pudesse voltar os anos e rever novamente minha vida , na adolescencia perdida do meu "filho", ou no passado obscuro, tortuoso e incestuoso da vadia, puta e ramera da matriarca da família, cujo única herança que ela nos deixa além de seu sobrenome, é o desgraçado estigma de ser filho da filha de uma filha da puta.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

O SACANA DO MEU CUNHADO, SACANEOU MEU CUZINHO.

Eu me considero uma pervertida, mas jamais imaginaria que o namorado da minha irmã caçula, também fosse um filho de uma puta sacana, quem não o conhece, acha que ele não passa de play-boy, riquinho e mimado, confesso que o desgraçado é lindo, e tem um corpo de dar inveja a qualquer um, mas quem o conhece, como eu o conheci, sabe que ele é pervertido e extremamente depravado; vou relatar um fato que se sucedeu há muitos anos atrás, quando ele era apenas o namorado da minha maninha, confesso que meu corpo se estremeceu toda quando o vi pela primeira vez na sala de nossa insalubre casa, ele estava sentado junto da minha irmã, roçando suas mãos pelos seios empinados da vadia, tenho que concordar que senti uma pontada de inveja da minha irmazinha caçula, afinal de contas era sempre ela quem arrumava os rapazes mais lindos e ricos para namorar, eu como sempre tinha que me contentar com as sobras; me critiquem quem nunca teve inveja nesta vida? quem nunca sentiu ciumes? quem nunca desejou algo melhor, pelo menos uma vez nesta desprezível e miseravel vida? a verdade era que a vadiazinha era e sempre foi linda, com seus cabelos loiros, grandes e encaracolados, sempre bem cuidados, combinavam perfeitamente com seu rosto de traços finos e delicados, que só eram superados pelo seu corpo perfeitamente escultural, na realidade ela não se parecia em nada comigo ou com nossa irmã mais velha, a única coisa que tínhamos em comum era a vadia de nossa mãe e é claro o rabo avantajado de família.




Minha irmazinha se chama ANAIR da ... Mas naquele momento ela não passava de uma vadia, vagabunda, filha de uma puta, foi com estes pensamentos medonhos e com uma inveja insana que me tranquei dentro de nosso quarto, enquanto a safada estava sendo apalpada e alisada por aquele gato no sofá de nossa sala; naquela noite, decidi que não queria mais ficar com restos e nem sobras, queria participar do banquete como todo mundo faz, e não me importava o que teria que fazer para conseguir meu lugar ao sol, foi então que resolvi que já era hora de ir atraz dos meus objetivos, e com certeza iria começar por tomar o desgraçado da "santinha" da minha maninha caçula.






Logo que o play-boy foi embora, corri para sala e fingindo estar interessada, fui logo perguntando quem era o gato? e bobinha como uma mula, minha maninha me colocou a par de tudo, me contou tudo sobre o fulano, e o que ela fez para agarrar o safado; e sem perder tempo, fui logo elaborando uma forma de conhecer melhor o filhinho de papai, e mostrar a ele que havia algo muito melhor que a mosca morta da minha maninha. Se passarão algumas semanas e minha irmã viajou para casa de nossa mãe, mas seu namorado não pôde ir por causa da faculdade, na época ele era universitário, foi então que peguei o numero de seu telefone e liguei para o filho da mãe, perguntando se ele poderia vir em minha casa naquela noite, pois eu precisava conversar com alguém, e se ele não se importaria de passar um tempo comigo para que eu pudesse desabafar um pouco... O viado ficou todo empolgado, notei pela sua voz a euforia por traz de sua conversa melosa e complascente, ele sabia que eu estava sozinha e o quanto eu era sapeca, já que quando ele estava com minha maninha, eu fazia questão de usar mini-saias e shorts curtíssimos, só para me mostrar e despertar o desejo do desgraçado; Não demorou muito para o desgraçado aparecer, ele mal esperou a noite cair e lá já estava ele, lindo, cheiroso e extremamente charmoso em sua roupa cara e de marca famosa, pedi para que ele entrasse e se sentasse no sofa, pois eu tinha acabado de tomar banho e ainda estava me arrumando, o viado estava com o sorriso mais sacana do mundo, como se já soubesse o que iria acontecer naquela noite... Eu havia tomado um longo banho e me depilada toda, estava com a bucetinha totalmente raspada, e profundamente cheirosa, devido ao sabonete líquido e de higiene interna, usado para lavar e perfumar a bucetinha de uma garota; coloquei um fio-dental de cor branca, juntamente com um shortinho estampado e uma blusinha transparente, que deixavam os bicos dos meus seios, transparecerem por sobre o fino tecido de algodão.






Ao voltar para sala, notei que o safado me comia com os olhos, sentei ao seu lado no sofá, e como quem não quer nada, perguntei o porque ele não quiz viajar com minha irmã? e com um sorriso sarcastico ele respondeu: Porque eu queria estar aqui com você! sorrimos e voltamos a jogar mais conversa fora, não demorou muito para ele começar a me elogiar, sempre me comparando com a puta da minha irmã, "você é mais cheirosa do que sua irmã, você tem um corpo mais desenvolvido do que sua irmã, você é mais"... Estava cansada de ouvir falar da minha irmã, e subitamente falei de forma imperativa: Você não consegue esquecer minha irmã mesmo estando aqui sozinho comigo? foi como se eu tivesse dado uma marretada no viado, e imediatamente ele contornou dizendo: Me desculpe, não foi esta a minha intensão, eu só estava querendo dizer que estou muito mais afim de você e com muito mais tesão, do que eu jamais senti pela sua maninhã... Agora sim eu havia ficado feliz, havia conseguido ludibriar o idiota, a ponto de faze-lo trocar uma vadia por outra, e sem pensar duas vezes perguntei: Se você esta tão interessado, porque continua ai parado, só me olhando? Só mesmo assim para o viadinho ter a iniciativa de se jogar sobre mim e colocar sua boca sobre a minha, num beijo desesperado e forte.






Voces não imaginão que boca deliciosa aquela, foi uma das melhores e mais gostosa saliva, lingua e hálito que já experimentei, eu chupava seus lábios com sede e fome, queria ser devorada, deflorada, comida por aquele gostoso da cabeça aos pés, meu tesão era tanto, que quando dei por mim, estava completamente nua, apenas com meu fio-dental na altura dos joelhos, o desgraçado já havia retirado minha blusa e short, e se encontrava neste momento com seus dedos dentro de mim, e seus dentes cravados em meus seios, chupando-os de forma violenta e extremamente prazerosa, eu já havia tirado sua camisa e aberto sua calça, minhas mãos procuravam desesperadas pelo cacete daquele macho, forcei então sua roupa para baixo e retirei sua calça, deixando exposto um membro pequinininho e flacido, em meio a uma floresta de pelos pubianos, no inicio fiquei meio constrangida, pois esperava um homem muito bem dotado, tirando por base aquele corpo de Deus do Olimpo; foi então que me levantei colocando minha bucetinha no rumo de seu rosto, ao mesmo tempo em que me aproximei de seu pintinho e coloquei-o em minha boca, iniciando um delicioso boquete enquanto minhas mãos seguravam seu cacete punhetando-o de forma que, aos poucos seu membro começa a ganhar vida, vai ficando maior e mais grosso, mais duro e firme, até que o vejo completamente rijo, em toda sua plenitude, com mais ou menos 19 cm de pica, não era nada muito impresionante, afinal de contas eu já fui presenteada por homens com falos incrivelmente grandes e grossos, mais não custava nada mentir um pouco, e fingir surpresa com o tamanho de seu delgado cajado; abri um sorriso largo ao mesmo tempo em que elogiava o tamanho "enorme" de seu caralho, eu engolia sua pica por inteiro, colocando-o completamente em minha garganta, chupando e lambendo-o da cabeça a base, eu deixava-o completamente molhado e quanto mais eu salivava, mais o filho da mãe gostava; enquanto eu engolia todo seu membro, sua lingua buscava de forma desesperada, alcançar meu útero de tão profundo que o miseravel lambia e chupava minha xana, sentia seus dedos e sua lingua brigarem para entrar dentro de mim, podia sentir a força em que ele fazia para me sentir o mais profundo possível, ele colocava seus dedos dentro de mim, sem nenhum pudor nem respeito, abria toda minha carne sem compaixão, ao mesmo tempo em que balbuciava palavrões, chingando-me de tudo quanto era nome e me pedindo para sentar em seu caralho; retirei então seu cacete duro da minha boca e me virei novamente, desta vez colocando seu emperdigado membro de uma só vez em minha racha, cavalgava em seu cacete como uma verdadeira amazonas, levantava meu quadril e descia forte, enterrando todo seu membro em meu interior, suas mãos percorrião minha enorme bunda, abrindo minhas nadegas e massageando meu cuzinho rosado, que já piscava forte de tesão; enquanto eu subia e descia sobre seu cacete, fazia questão de juntar uma porção de saliva em minha boca e escarrava toda dentro da sua, o viado estava amando aquilo; e quanto mais forte eu cuspia em sua boca, mais ele amava, mais forte ele me comia, mais fundo seus dedos adentravam em meu cuzinho; notei que o viado estava prestes a gozar, pedi então para ele me foder forte por traz, implorando para ser enrabada por aquele "pausão" enorme; imediatamente ele retirou seu membro de dentro de mim, e me colocou de quatro sobre o sofa, e sem piedade, forçou aquela cabeçorra para dentro do meu anus, e com apenas duas ou tres estocadas, seu cajado já estava completamente enterrado em meu rabinho, ele me fodia com força e violência, e quanto mais perverso o filho da puta era, mais eu gemia e berrava de tesão, sentia ele retirar parte do seu mastro do meu cu e enfia-lo novamente de forma rápida e voraz, estava completamente esterica só de pensar que meu cunhado estava esfolando meu cuzinho, suplicava para que ele gozasse em meu cuzinho arregaçado, e sem demora começo a sentir os jatos de porra invadirem meu reto, os gemidos do meu cunhado eram fortes e altos, e quanto mais eu pedia para ele gozar, mais porra ele depositava em meu rego; permanecemos um bom tempo naquela possição, até que a ultima gota de semem fosse deixada em meu cu, e quando eu estava prestes a me levantar, ele pediu para que eu continuasse naquela possição, pois tinha uma surpresa para mim, foi então que comecei a sentir um jato de líquido muito quente e abundante invadir meu intestino, o desgraçado estava urinando dentro do meu cu, que delicia de sensação, havia tanta urina, que não demorou muito e meu intestino estava completamente tomado e inundado com sua seiva, e já não suportando mais tamanha quantidade de seu alcalino e insipido suco, seus liquidos começarão a descer pelas minhas nadegas e pernas em uma cascata forte de mijo e porra, Aiiiiii que sensação libertadora de prazer, o desgraçado havia gozado em meu cu, e como se não bastasse, ainda estava sacaneando com ele, inundando-o com sua urina quente e abundante; só depois de despejar todo seu suco em mim, foi que ele retirou seu falo já flacido e murcho de dentro do meu rabo, enquanto os últimos resquicios de seu sumo escorriam pelo meu corpo e se depositavam sobre o velho sofa.






Inicialmente, eu queria tomar o namorado da minha irmã, mas depois daquela noite, notei que não era aquilo que eu queria para mim, ele era bonito, mas não era completo, ele era sacana, mas não um sádico, ele era rico, mas não poderoso, afinal de contas, todos sabem que eu adoro uma sacanagem e principalmente uma perversão, mas sinceramente, fora o fato do meu cunhado ter urinado em meu cú, nada mais foi tão interessante a ponto de perder a amizade da minha maninha querida, por este motivo, decidimos guardar segredo sobre o ocorrido, e que manteria minha boca fechada, desde que, ele voltasse a sacanear me cuzinho novamente, a qualquer dia e hora que eu quiser.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

CATIVO DO MEU CORPO

Há muitos anos atrás, quando eu ainda morava de aluguel com minhas irmãs em um casebre insalubre na -IAN- conheci um garoto que mudaria para sempre minha vida, eu não sabia, nem mesmo fazia ideia que daquele dia em diante, minha vida jamais seria a mesma, eu me tornaria uma pessoa... não digo melhor, talvez mais forte, mais resistente, menos ingénua, passaria a ver a vida e o mundo com mais clareza, ele me fez ver, ou melhor, sentir na pele o amargo gosto da realidade, o insípido sabor da amargura, a fria e alcalina sensação do estar sozinha, abandonada, desamparada, mas nenhuma destas palavras se comparavam com as perguntas que martelavam e esmiuçavam minha mente e alma 24 horas por dia: O PORQUÊ VOCÊ ME DEIXOU? O QUE FIZ DE ERRADO? O QUE FAÇO PARA TRAZE-LO DE VOLTA? Por vários meses, busquei incansavelmente estas respostas, recorrendo a lembranças, a fragmentos de memória, palavras ditas, gestos incompreendidos... Mas não encontrei a resposta; compreendi então, que o erro não estava em mim, eu não havia feito nada de errado, eu tinha me entregado de corpo e alma àquela relação, mas o que eu era, o que eu tinha, o que eu fazia, nunca era o bastante, ele queria mais, ele almejava algo que naquele momento eu não poderia lhe dar, ele queria mais do que minha carne, mais do que meus presentes baratos, mais que meu espírito apaixonado; ele queria que eu fosse outra pessoa, na verdade, independente do que eu fizesse, ele precisava apenas de uma desculpa para dizer que não me queria, que ele jamais me quis.
Hoje consigo ver isto claramente, tão claro quanto um dia ensolarado de verão, mas naquele tempo não, naquele tempo meus olhos estavam encobertos pelo véu da inexperiência, da inocência, da mais cândida e imaculada paixão; foi a partir daí que eu me forjei, a partir daí que eu deixei de ser vítima, a partir daí que compreendi que minha força e poder não estavam nas palavras apaixonadas, nem no amor incondicional das poesias, muito menos nesta casca de bondade e educação; mas jazia escondida entre minhas pernas, no meio das minhas coxas, em cada cavidade e curva do meu corpo, em cada movimento firme e cadenciado do meu quadril; Há se eu tivesse consciência disto naquele tempo, quem me dera ter conhecimento das coisas que hoje sei naquela época, talvez hoje tudo fosse diferente, talvez hoje eu também estaria compartilhando um pouco da sua felicidade, e quem sabe ele dividindo um pouco da minha dor; o importante é que a lição foi aprendida, e sei que se existisse a possibilidade de voltar no passado, eu teria levado-o para meu quarto infecto, tirado sua calça jeans, libertando seu mastro inchado daquela incomoda roupa e colocaria-o em minha boca, chuparia seu cacete com vontade e maestria, sugando e lambendo aquela cabeça extremamente grande e vermelha, lubrificando-o com minha saliva e língua, fazendo-o tocar fundo minha garganta, punhetaria seu cajado com minhas mãos enquanto minha língua percorreria seu instrumento da cabeça até sua grossa base, deixando-o louco de tesão e no limite de uma ereção; tiraria então toda minha roupa e deixaria seus olhos e mãos percorrerem cada curva e silhueta do meu corpo, mostraria de maneira orgulhosa e satisfeita minhas cavidades rasadas e mornas, aproximaria minha pele clara e macia do seu corpo para que pudesse sentir o calor e o perfume que emanam da minha carne, tocaria o bico dos meus seios com minhas mãos oferecendo-os para serem chupados, e abriria meus poros e buracos com meus próprios dedos e logo em seguida colocaria-os em sua boca para que pudesse sentir todo o meu gosto; me deitaria sobre a cama puxando seu corpo e colando-o ao meu enquanto o beijaria, lançando minha língua e minha saliva dentro de sua boca e sorvendo ao mesmo tempo, todo seu lábio, pescoço e orelhas, enquanto minhas mãos desesperadas, segurariam forte seu cajado duro, conduzindo-o até a portinha da minha molhada e precisada bucetinha, introduzindo lentamente sua cabeçorra inchada em minha vagina flamejante e carente, receberia todo seu viril instrumento em minha abertura, faria com que seu cajado desliza-se gostoso pela minha vagina, abrindo-a e massageando todo meu interior febril, em um vai-e-vêm que me faria enlouquecer, não teria vergonha nem timidez em relação ao meu tesão, cravaria minhas unhas em suas costas, pernas e nadega, forçando-o a me penetrar cada vez mais forte e profundo, deixaria-o lamber chupar e morder meus seios, coloca-lo todo na boca e cravar seus dentes gulosos na base chupando-os forte e dolorido, até deixar meus mamilos duros e pontudos; e quando eu estivesse prestes a gozar, me posicionaria sobre seu corpo, implorando para que ele chupe meu grelo ao mesmo tempo que sua língua invadiria minha gruta já encharcada e completamente escancarada; e despejaria de forma violenta e abundante, todo meu orgasmo e gozo extremo sobre seu corpo, despejaria uma cascata de líquidos literalmente falando em seu rosto, encharcaria e inundaria sua boca com todo meu mel; e mesmo com minhas pernas tremulas, minha respiração ofegante e meu corpo ainda em convulsão, ficaria de quatro, empinaria minha bundinha e suplicaria para que ele colocasse seu cajado em meu cuzinho, seguraria seu falo com minha mão e empurraria aquela cabeçorra grossa, vagarosamente em meu anús, e lentamente empurraria minha bunda de encontro ao seu cajado, introduzindo cada centímetro de seu pau em meu reguinho, sentindo todo o calibre de seu músculo recoberto de grossas veias, enlargecer e distender meu esfincter, e alucinada, pediria para ele me comer forte, meter seu pausão sem dó em meu cu, implorando para ser rasgada, e finalmente berraria entre súplicas e gemidos até sentir seu caldo quente e grosso invadir meu intestino, num gozo forte e profundo; retiraria seu cacete do meu cú esfolado e levaria-o imediatamente á minha boca, lambendo, chupando e bebendo as ultimas gotas de seu leite, engoliria todo seu cajado melado, sugando e limpando os últimos resíduos até a completa flacidez de seu membro.
Acredito que, meu erro não foi o que fiz, mas o que deixei de fazer, reconheco que fui infeliz em minha empreitada, me fazendo de santa, obediente, boa garota... Sendo que na verdade, o que ele queria, era que eu fosse uma puta na cama, uma vadia entre quatro paredes, uma cachorra debaixo dos lençois, ou seja, ele queria nada mais nada menos que eu fosse eu mesma; desta forma então, eu teria feito dele meu dependente, meu cão submisso, mais um escravo do meu sexo, mais um insano pelo meu corpo, mais um cativo entre minhas pernas.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

VAGABA NÃO! PROFISSIONAL DO SEXO.

Quem me conhece, sabe que não sou santa, nem faço questão de ser, mas nem por isso tenho que ser obrigatoriamente, a ovelha negra da família, nem por isso tenho que ser a perdida, a sem juízo, a sem vergonha, a vagabunda... Tenho que concordar que não levo uma vida de acordo com os preceitos da religião, e nem sou um bom exemplo a ser seguido, mas isto não faz de mim uma safada, uma piranha, mais uma prostituta neste mundo de meu Deus; Eu não sou uma vagaba qualquer, eu não sou mais uma puta barata, eu não sou uma ramera de bera de estrada, não... Eu sou tudo aquilo que sempre desejei ser, eu sou o mais puro e verdadeiro reflexo da minha alma, eu simplesmente sou honesta e verdadeira comigo mesma; enquanto outras fingem ser o que não são, eu sou quase que obrigada a fingir não ser o que sou.
O mundo esta cheio de prostitutas e piranhas que fazem sexo, simplesmente porque precisam, não tem estudo nem profissão; mulheres que passam por dificuldades e até mesmo fome; garotas que preferem vender seu corpo, ao invés de passar 8 horas diárias atrás de um balcão em busca de um salário de fome; meninas que abrem suas pernas por apenas míseros trocados... As desculpas são muitas, em sua grande maioria, o fator econômico é sem dúvida o grande motivo para uma garota se tornar uma mulher de vida fácil; No meu caso a lógica não é esta, confesso que já passei por momentos difíceis, períodos em que mal tinha o que comer, dias em que trepava com qualquer pessoa que estivesse disposta a me pagar um prato de comida; mas os anos foram passando, e as coisas foram melhorando, me tornei universitaria, engravidei de um playboy bem de vida, moro em um local previlegiado, estou com a vida estavel; e mesmo assim não consigo largar a vida que eu levava; não trepo por dinheiro, mas também não o recuso; não consigo ser simplesmente uma dona de casa, sou uma dama da noite; não consigo ser mulher de um só homem, sou a amante de todos aqueles que me querem e me desejam; não consigo me contentar com o sexo comedido e floreado de amor e ternura, tenho que ser penetrada com vontade e desejo, tenho que ser comida de todas as formas possíveis, tenho que ser possuida com violência e loucura; não consigo ser esposa, mãe e boa filha, mas tenho consciência que nasci para ser amante, piranha e uma verdadeira filha de uma puta; não consigo apenas ter prazer numa relação, tenho que gozar e chegar ao orgasmo extremo; não consigo ser apenas penetrada, tenho que ser invadida, violentada, subjugada; não consigo ser simplesmente uma vagaba qualquer, tenho que ser a melhor puta, vadia e safada na cama de um homem, tenho que ter a buceta e a bunda mais quente e apetitosa que alguem já experimentou, tenho que ser a melhor profissional do sexo que os meninos, homens e marmanjos já tiverão em suas camas.

sábado, 19 de dezembro de 2009

PRELÚDIO DO PASSADO COM UM TOQUE DE AUTO-PIEDADE

Quem nunca chorou de dor, tristeza ou amor? quem nunca chorou de desilusão, ódio ou paixão? quem nunca chorou ao ver a pessoa amada partir, morrer ou sofrer? quem nunca chorou pelo espinho cravado na carne, pela pimenta respingada nos olhos ou pelo peso das mãos de seus inimigos sobre suas cabeças? quem nunca chorou ao cair, se ferir ou se cortar? quem nunca chorou ao sentir o fio da navalha em sua garganta, a arma apontada para sua cabeça ou a faca encravada em suas costas? quem nunca chorou ao ficar encurralada, presa na lama ou caida em um abismo? quem nunca chorou ao ter a carne dilacerada, a pele rasgada ou seu corpo violado? quem nunca chorou diante do ladrão, perseguida pelos seus algozes e carrasco ou vitima de um estrupador? quem nunca chorou pela febre em sua carne, pela infecção em seu sangue ou pelas feridas em seu intestino? quem nunca chorou ao brigar, apanhar ou perder? quem nunca chorou ...








Veja meus olhos, as lágrimas insistem em rolar pelo meu rosto, o que antes eram verdes e grandes, tornaram-se vermelhos e cansados, para alguns o choro pode durar uma única noite, mas para quem é portadora de um estigma incuravel, o choro é constante, meu tormento é insano, minha dor é tremenda, minha solidão é arrebatadora, meu corpo é nafasto, é negro o que me cerca e rodeia, minhas mãos são imundas, meu hálito é pestilento, meu filho é maldito e minha vida é uma desgraça. Mas não são estes substantivos, o motivo de minhas lágrimas, mas sim a certeza de que o que me espera é ainda pior, ainda mais desesperador, muito mais agonizante; eu não estou me referindo sobre a morte ou a possibilidade de ir para o inferno, NÃO, estou falando sobre o amanhã, sobre o que a vida ainda me reserva nestes dias breves que ainda me restão, sobre o futuro certo, sem segredos ou surpresas, aguardando apenas a passagem desta calmaria antes da tempestade, eu me considero uma mulher forte e valente, forte porque permaneci de pé, enquanto outros se prostrarão e cairam, valente porque não me faço de vítima, reconheço minha responsabilidade diante da minha irresponsabilidade, bem, creio que não há motivos para ter grandes perspectiva em relação a minha pessoa, mas acredite, eu vivi, e porque não dizer vivo intensamente, gloriosamente e ousadamente, e não seria exagero dizer que fui completamente insana em minha trajetória, cuja plenitude da vida só não foi maior que a indecencia e a libertinagem entre minhas pernas, gozei descaradamente, abusei em demasia do meu próprio corpo, fiz o que muitas mulheres sonham em fazer, mas não tem a coragem de realizar, explorei todo meu orgasmo, mesmo que para isso fosse preciso, muita das vezes, ser submetida a servidão, ao abuso e a violência, e só Deus sabe o quanto gozei, me entreguei de todas as formas imaginaveis e inimaginaveis pelo homem, alcancei infinitas vezes o clímax e o extase extremo, e como se não bastasse, tive enterrada em cada buraco, poro ou abertura do meu corpo, membros de tamanho, cor, forma e espessuras dilacerantemente incontaveis, e exprementei todo tipo de líquido e secreções expelidas pelo ser humano, tive em minha boca o mais grosso e abundante semem, como também o mais amargo e pútrido fel vertido pela carne, me deleitei diante das virgens meninas, em meio ao seu rosado e encharcado sexo, e seus duros e pontudos seios, assim como, saciei toda a minha fome de perversão e sandices, no colo de jovens e insaciaveis meninos.

O ESPIRITO VADIO DOS NATAIS PASSADOS.

NATAL, para alguns esta data tem um significado especial, estes ultimos dias que antecedem o ano novo, serão de festas e alegrias, para outros, apenas mais uma desculpa para encherem suas caras com cerveja e cachaça, mas para mim, esta época significa solidão, dias furiosos em que me entrego a pensamentos tristes, época em que olho para tráz e vejo que nada mudou, que nada consegui, mais um ano desperdiçado, mais um ano de tremendo vazio... NATAL, o que esta data significa, a não ser a celebração decadente daqueles que ainda acreditam e tem esperança, daqueles que fazem fortuna com o comercio e com a exploração dos pobres e semi-analfabetos, período em que gastamos o que não temos, comemos o que não podemos e compramos um amontoado de badulaques e coisas superfulas, sem sabermos como pagar. Então me pergunto mais uma vez, o que é o natal?
Infelizmente eu tenho que comprar uma MERDA qualquer para meu filho e meu marido, talvez eu me lembre dos meus pais, irmãs e amigos, claro não posso me esquecer da minha sobrinha e seu jeito maroto de conseguir as coisas fácil, e se sobrar alguns trocados, talvez eu alimente minha vaidade com uma quinquilharia qualquer, quem sabe uma roupa ou sapato vagabundo, ou talvez mais um perfume barato ou uma lingerie brega e cafona; não importa, o que interessa é que eu, mesma não gostando, sou vítima deste dia memoravel em que sou obrigada a estar com quem não quero e fingir gostar do ambiente e das pessoas que me cercam, beber com meus falsos amigos e compartilhar a mesa com minha família pilantra e sangue-suga, ter que sorrir e escancarar meus dentes amarelos para meu marido pestilento, e beijar sua boca fétida como prova de agradecimento e gratidão pelo presente miseravel que ele me deu, abraçar forte meu filho que nem sequer vai me agradecer pelo presente que recebeu de mim, presente este que não sei nem mesmo como vou pagar, e mesmo assim sou obrigada a ver seus olhos descontentes, chorosos e tristes por não ter ganhado o presente que queria, e ao invéz disto terá que se conformar com o "carrinho" fulera que pude comprar, ao invés da "boneca barbie" tão sonhada por ele.
Me sinto exausta só de pensar nesta semana que se aproxima, deito então em minha cama surrada, fecho meus olhos em meu quarto escuro e sombrio e choro de saudades do tempo em que eu era livre, do tempo em que eu me preparava para ser sodomisada e abusada por vários homens, do tempo em que eu tinha cada poro do meu corpo preênchido por dedos e linguas insaciaveis, de um tempo em que eu dava, mas tambem recebia, de um tempo em que eu era chamada de vagabunda, puta, piranha, safada, vaca, cadela, vadia, prostituta, meretriz, galinha, rameira, rapariga, quenga e muitos outros nomes indecentes e depreciativos, mas que me qualificavam como uma mulher soberba e realizada na cama, de um tempo em que eu urrava de prazer a cada festa de final de ano, e me sentia alegre, feliz e realizada, mesmo que por um breve momento, mesmo que por apenas aqueles momentos em que estava sendo penetrada, momentos felizes em que estava completamente dopada pelo álcool e pela maconha, mesmo assim eu sabia o que era ser desejada, violada, serviciada e submetida ao verdadeiro ESPIRITO NATALINO, que nada mais é do que, o sacrificio do seu proprio corpo, a entrega voluntaria da sua própria carne aos lobos e carniceiros que te cercam, a busca desesperada pelo goso divino... EU FUI A OFERENDA E O ALIMENTO DE MUITOS. Mas hoje, veja só o estado em que me encontro, triste, inconsolada, vazia, carente e muito, muito sozinha, e sobrevivo me alimentando dos restos do meu passado glorioso, em que o NATAL era mais do que especial, era a época em que eu tinha minha fé e esperanças renovadas e acreditava cegamente que minha vida mudaria, mudaria para melhor.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

A PUTA DE ONTEM É A MESMA PUTA DE AMANHÃ

Esta semana, assisti a um filme intrigante e ao mesmo tempo, esclarecedor, o filme falava sobre um tio e seu sobrinho que atravessavam o oeste dos EUA para levar 500 cabeças de cavalos para o exercito americano, e em meio a esta aventura, algumas chinesas virgens que haviam sido compradas para serem prostitutas em um bordel, um peão que tocava violino e uma velha puta, surgem em seus caminhos, no perigoso e implacavel oeste selvagem; mas o que me chamou a atenção, forão os 4 estagios ou lugares pelo qual uma puta passa no decorrer de sua vida.
1º- casas de luxo e prostibulos de primeira classe. (reservado a garotas novas e bonitas)
2º- tavernas, bares e prostibulos baratos. (reservados a putas baratas e não tão novas)
3º- ruas, calçadas e estabulos. (são as putas que se vendem por um prato de comida ou um lugar para dormir, geralmente são velhas e sujas)
4º- chiqueiros. (locais imundos onde ficam as putas velhas, tuberculosas, sifiliíticas e com toda sorte de doenças e pestes, são vadias repugnantes as margens da sociedade, excluidas pela doença, velhice e mal cheiro, este é o ultimo local de uma puta imunda, antes de sua cova).
Fazendo um paralelo com os dias atuais, vemos que pouca coisa mudou, ou quase nada para ser honesta; falando por mim, vejo que já passei por todos estes lugares... Já estive em locais chiques e bem frequentados quando era mais jovem, onde a elite da sociedade e a classe mais jovem se encontram para um happy-hour nos finais de tarde, locais refinados e descontraidos onde os universitarios se encontram para uma badalada noite de sabado; Com o tempo, passei a frequentar locais baratos,onde as festas eram regadas a alcool e drogas, e as pessoas eram cada vez mais esquizitas e estranhas; Nestes ultimos anos, passei a frequentar as avenidas, ruas e BRs para sustentar meus vícios e fetiches, trepo com qualquer um em troca de uma carona ou uma aconchegante boleia para descansar meu corpo surrado e trêmulo de frio; Atualmente, fico recolhida com meu corpo debilitado e mal-cheiroso, em um lugar insípido, nojento e fétido, com meu corpo carregado com as cicatrizes do tempo e com feridas que assolam constantemente minha carne, estou reclusa em minha própria casa, em minha zona particular, em meu próprio chiqueiro imundo podre, fétido e promiscuo, excluida e repudiada, carregada de doenças e pestes como a tuberculose, síflis, meningite e lepra, comprêendo agora que minha casa é minha ultima morada antes da minha insignificante partida, meu pardieiro final, meu tranquilo e derradeiro CHIQUEIRO.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

MEU LINDO E NEGRO CAPITÃO DO CONGADO

Mês retrasado comemorou-se o dia da padroeira do Brasil, dia de nossa senhora da Conceição Aparecida, e como é tradição, todo ano, a festa de congado se realiza nesta mesma data em uma grande festa em frente a igreja de nossa senhora do rosário, Não sou religiosa, mas a possibilidade de reencontrar "velhos amigos", me fizerão despertar cedo neste domingo e caminhar ao encontro dos muitos ternos que se reunião no centro da cidade, em uma mistura de cores e batuques contagiantes.


Eu adoro ir para rua, caminhar por entre corpos de negros fortes, suados e tremulos pelo esforço de seu batuque e fé, fico me ensinuando como uma cadela no cio, fingindo gostar da folia e das músicas, escondida por de trás de uma câmera fotografica, clicando corpos que reluzem ao estafante sol da manhã, finjo captar cada dança, cada movimento, cada bandeira... Mas na verdade, meu único interesse é: Satisfazer minha luxúria no colo de um negro. E qual o melhor lugar de se conhecer um negro afim de comer uma branquinha, do que em uma congada? aqueles pretos quando me vêem, ficam todos assanhados, querendo colocar seu instrumento suado e colossal dentro de mim, dizendo gracejos, olhando famintos, passando discaradamente suas mãos em meu corpo magrinho e cheiroso, com um perfume visivelmente barato, mas que deixa qualquer marmanjo com pensamentos indescritiveis, divagando sobre a possibilidade de me levarem para suas casas e me rasguarem toda, com sua brutalidade viril no meio de suas pernas.



Não demorou muito, para eu avistar o negro mais gostoso de toda aquela festa, era um capitão forte, que vinha desfilando lindo em sua majestral roupa branca, com seus braços rígidos orquestrando com firmesa seus suditos, que bradavam e tocavam fortes seus instrumentos. Eu quiz aquele negro assim que coloquei meus olhos nele, seu corpo forte, alto e molhado pelo suor de seu desempenho, fizerão com que minha calcinha se encharcasse imediatamente, e minha bucetinha se contraísse de desejo e tesão; com minha camera em mãos, fiquei bem na frente daquele colosso negro, fotografando sua orquestral entrada, com meu sorriso safado e desejoso, ficava me insinuando claramente para aquele preto, que retribuia com olhares e sorrisos, a cada investida minha.

Não demorou muito para eu me aproximar do meu pretendente preto, disse que estava fazendo um trabalho para a faculdade, o que não era mentira, e gostaria de entrevista-lo, ele aceitou o convite e foi logo me elogiando, como não sou santa e nem me faço de rogada, já fui logo tocando seu braço forte e musculoso, sem pêlos, apenas gotas de suor lubrificavam sua negra pele, e descaradamente levei meus dedos ate minha boca e chupei-os, sentindo o forte gosto do meu preto, não demorou muito, e já estavamos nos agarrando, beijando e sentindo aquele corpo suado me abraçar forte, como se quissesse me devorar naquele momento, decidimos sair daquele lugar e rumamos em direção a avenida Rio Branco, onde adentramos em um hotel chamado Miramar, e foi lá que senti o verdadeiro sabor do meu preto.



Minha primeira atitude, foi retirar a calça daquele preto e abocanhar seu cacete já duro, colocando-o todo em minha garganta, segurava forte aquele instrumento grosso e calibroso em minhas mãos, ao mesmo tempo em que escancarava minha boca para alojar aquele musculo de cabeça roxa e corpo rodeado de veias calibrosas, sorvia todo seu caldo, lambuzando seu cacete com minha saliva e sentindo o cheiro e o gosto forte de suas secreções; ele já estava prestes a explodir, quando derrepente, ele retirou seu cacete da minha boca, ajoelhou-se sobre meu corpo e colocou toda sua lingua aspera e morna em minha cavidade, lambendo, chupando e mordendo meu grelo, fui a loucura com aquela boca sedenta, que bebia todo meu liquido, deixando-me tremula de tesão, agora era eu que já não me aguentava mais, segurei forte os cabelos do meu preto, puxando-o para cima e implorei para sentir seu cajado enorme entre minhas pernas; e que sensação maravilhosa sentir aquele colosso inchado abrir lentamente minha carne, penetrando carinhosamente minha bucetinha encharcada, sua vara deslizava gostosa pela minha gruta, em um movimento de vai e vêm constante; o "perfume" do meu negro, incendiou todo o quarto, seus hormonios, suores e secreções se espalhavam por todo o quarto, empreguinando-se por todo meu corpo, eu delirava de prazer a medida que meu preto acelerava seu movimento, me penetrando forte, rápido e profundo com seu cajado extremamente liso e lubrificado, meu tesão era tanto que eu não sabia se gemia ou gritava, chorava ou sorria, escancarava ainda mais minhas pernas ou fechava, era um misto de sentimentos e sensações que a melhor forma de descrever seria compara-lo com áquela sensação de alivio ao entrarmos no banheiro após uma espera agonizante e interminavel de dor-de-barriga. Minha boca estava completamente aberta, como se quisesse exprimir algo, chingar, gritar, berrar... E já não aguentando mais de tesão, gozei violentamente, em espasmos incontrolaveis, me entregando por inteira para aquele negro que continuava bombando seu cajado duro em meu interior, ao mesmo tempo em que eu suplicava para ele gozar em minha boca, estava sedenta para sentir o gosto daquele preto, e não demorou muito, para eu ser surpreendida por uma quantidade consideravel de porra em minha garganta, mas o que me marcou, foi o gosto forte daquele semem grosso, nunca havia antes bebido uma porra tão forte como aquela, seu aspecto gelatinoso e repleta de grumos, encheu minha boca, eu mau conseguia engolir aquele liquido quente e de cheiro muito forte, aos poucos fui consumindo todo seu ranço, engolindo em pequenas golfadas até sua completa dissolução; "confesso que naquela mesma noite, passei toda a madrugada vomitando e com dores estomacais horriveis"; ao terminar de beber todo o semem do meu preto, desabei exausta sobre a cama, deitada completamente nua abraçada com meu negro homem, que alisava meu corpo molhado com suas mãos enormes, ao mesmo tempo em que seus grossos e asperos dedos penetravam meu cuzinho, ele se possicionou sobre meu corpo enquanto admirava minha bunda grande e branquinha, ele bem que me pediu, implorou, suplicou para comer meu cú, mas eu não estava preparada para dar o cú naquele momento, porém deixei o sacana brincar com minha bundinha, na qual ele ficava enfiando seus dedos calejados e grossos em meu cú, abria e lambia, enfiava novamente e tirava... aquela foi uma manhã maravilhosa, em que eu senti o verdadeiro gosto do meu negro capitão.


sexta-feira, 9 de outubro de 2009

CASADA CARENTE, MAS FALTANDO POUCO PARA ME TORNAR SOLTEIRA FELIZ.

Estou feliz pois estou confiante e esperançosa que minha vida vai melhorar de agora para frente, recentemente fiz uma prova de proficiência (proflin) em lingua estrangeira (espanhol) e fui aprovada, esta prova é o início de minha batalha para entrar no mestrado da UFU, o edital acabou de sair e já tenho orientador e projeto engatilhado, falta apenas me preparar um pouco mais, para me sair bem na prova. Estou ansiosa para ver meu nome estampado na lista de aprovados e provar para todo mundo, que ainda tenho forças para me levantar, e continuar com minha cabeça erguida até meu último sopro de vida; Pessoas vão se assustar, quando verem que uma puta, safada, ramera e barata, conseguiu uma cadeira na elite dos discentes da UFU; verei olhos vermelhos de furia e ódio por não compreênderem como uma davassa, vadia e doente conseguiu algo que muitos tentaram, mas poucos alcançaram; contemplarei a dor nos olhos daqueles que me desejaram tanto mal, e torceram para que eu fracassasse, quando olharem em meu rosto, e contemplarem um sorriso de triunfo e gloria; e então, poderei deitar minha cabeça sobre meu travesseiro e dormir em paz, sabendo que naquela noite, meus pesadelos darão lugar aos mais lindos e desejados sonhos, afinal de contas, eu mais do que ninguêm, preciso, mereço um pouco de paz, segurança, esperança... Imaginem a alegria do meu esposo, a felicidae do meu filho, o orgulho dos meus pais, e é claro, minha sensação de ter ido além, ter ultrapassado todas as barreiras, ter me superado quando o mundo disse não.
Para muitos, isto pode não parecer grande coisa, mas para mim, que vim de um cortiço pestilento e de um putero barato, chegar a fazer mestrado em uma universidade federal, é motivo de grande alegria e felicidade, nem eu mesma esperava tanto de mim, mas estou disposta a vencer mais esta batalha, e conseguir tudo aquilo que é meu de direito, eu já fiz tantas coisas, e nenhuma delas me levou a lugar nenhum, ou melhor, me deixarão cada vez mais atolada na lama com minha cara enfiada em um chiqueiro, mas não me arrependo de nada que eu fiz e muito menos do que ainda irei fazer, a vida é curta, e a minha é mais curta ainda, por isso farei qualquer coisa, sem medir as consequências para conquistar o que eu sempre desejei, que nada mais é do que meu espaço ao sol, quero dinheiro, bons carros, um apartamento lindo, frequentar lugares interessantes, fazer viagens incriveis, e se não for pedir muito, gostaria de um homem lindo que saiba como agradar uma mulher, pois estou cansada de ter que me contentar com o brocha que esta do meu lado, mas convenhamos, é melhor me satisfazer com um homem que põe comida em minha mesa, do que me satizfazer com um que só sabe me fazer gozar em minha cama.
Meu marido que me perdõe, mais assim que conseguir minha independencia financeira, meto-lhe o pé no meio do rabo e deixo novamente um homem de verdade meter sua rola em minha racha, e é claro, em minha bunda!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

ME OFERECI DESCARADAMENTE; E MESMO ASSIM ELE NÃO ME QUIZ

Uma das maiores tristezas em minha vida, mas não a única, foi quando me vi apaixonada pelo homem perfeito, daquele dia em diante, eu me entreguei completamente nos braços daquela criatura, todos meus pensamentos voltaram-se exclusivos para ele, seus desejos se tornaram os meus desejos, seus problemas passaram a atormentar minha alma, suas alegrias se tornaram meu maior prémio, meu ar passou a depender de sua respiração... Como vocês podem ver, eu me apaixonei violentamente, verdadeiramente, desgraçadamente... A paixão, o amor, o desejo, o ódio, e varios outros sentimentos que invadem nossa alma e corpo, nos fazem arrepender amargamente, esta é uma verdade incontestavel; para uns, a dor vem ligeira, forte como um tornado, destruindo e arrazando tudo de bom que um dia existiu, para outros ela tarda, mas jamais falha, ela vem mansa, quase que imperceptível, mas quando se instala, deixa um vazio tão grande, tão profundo, que você raramente consegue se erguer novamente, estas são as marcas deixadas pelo amor intempestuoso daquelas que amam sozinhas, daquelas cujo o amor não são correspondidos com a mesma medida, daquelas que sofrem caladas nas solitarias noites em suas casas, daquelas que caminhão sem rumo e sem destino por nossas ruas e avenidas...
Por todos estes motivos, farei hoje uma oração a todos os deuses, para que transforme seu corpo perfeito em uma massa de carne pútrida, fétida e imunda, pois assim meus desejos mais insanos não sobrepujarão minha lucidez, minha sensatez, minha comedida sobriedade, rogarei então, para que o inferno tenha piedade do seu espirito maldito, de sua alma nojenta, de seu corpo doente e infectado, porque eu, não terei!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

PAPAI FEZ COMIGO, O MESMO QUE FEZ COM A MAMÃE.

Já postei em meu bloog, o dia em que papai molestou-me pela primeira vez, tocando, alisando e passando sua mão imunda e aspera em minha xoxotinha, porém naquele dia eu não fui estuprada nem violentada por ele, mas os anos foram passando, e as lembranças ruins desaparecendo com o tempo, restando apenas fragmentos desconexos, do dia em que papai tirou minha calcinha e ficou massageando minha bucetinha infantil, eu estava com mais ou menos 6 ou 8 anos naquela época, mas a medida que fui crescendo e me tornando adolescente, fui aos poucos me distanciando gradualmente do meu pai, eu tinha muito respeito por ele, tanto que mal conseguia olhar em seus olhos, mas algo dentro de mim, presentia que ele me olhava diferente, com olhos de cobiça; certo dia enquanto estava tomando banho, notei que havia alguem atráz da porta do banheiro, me observando pelo buraco da fechadura, não posso provar que era meu pai que estava me observando, mas algo dentro de mim tinha certeza que era ele que estava do outro lado da porta me observando e se masturbando... Eu já estava com mais ou menos 16 anos, quando papai veio visitar eu e minha irmã aqui em uberlândia, eu havia sido expulsa de casa pela minha mãe com 15 anos, e estava morando em um cortiço, juntamente com minha irmã mais velha, lembro-me que fiquei super feliz de ver e abraçar meu pai, já fazia mais de ano que não via ninguêm mais da minha família, e ter meu pai perto de mim, me deu segurança, estava carente e muito sozinha, aquele dia, foi um dia muito feliz em minha vida.



O cortiço em que eu morava, havia apenas 3 comodos, uma cozinha conjugada com a sala, um quarto em que dormia eu e minha irmã, e um banheiro fedorento do lado de fora, fechado com uma velha porta de madeira, tivemos então que colocar um lençol sobre o velho sofá e forra-lo, para que meu pai pudesse ficar hospedado com a gente; apesar de tentar recepciona-lo da melhor forma possível, notei o quanto o senhor OTERO M, estava constrangido e visivelmente desconfortavel por estar naquele local, mais aos poucos fomos deixando ele mais avontade e fizemos questão de lhe dizer que não era encomodo nenhum tê-lo conosco; a semana prosseguiu normalmente, até que chegou o final de semana, e minha irmã mais velha, disse que iria viajar a trabalho, mas eu sabia muito bem que ela iria era dar para o patrão o final de semana inteiro, foi então que um frio súbito percorreu minha espinha, e percebi que iria ficar sozinha com meu pai, por todo o final de semana; lembranças ruins, voltaram como em passe de mágica a assombrar meus pensamentos, e tive medo de que ele pudesse tentar alguma coisa comigo, já que eu era uma adolescente muito bonita, sapeca e de corpo perfeito, que atiçava o tesão de qualquer homem.



Era final da tarde de um sábado, estava me preparando para tomar meu banho, quando papai entra pela porta carregando em suas mãos um amontoado de sacolas repletas de compras do supermercado, fiquei muito feliz e aliviada, pois na geladeira havia somente agua fria e nada mais, prometi então a meu pai, que iria preparar um jantar especial para ele após meu banho; me retirei e fui para o banheiro juntamente com meus fantasmas do passado, que insistiam em me tirar o sossego com pensamento da minha infância; após o banho preparei uma refeição caprichada para nós e logo depois, fomos assistir TV na sala, acompanhados de uma garrafa de vinho tinto suave, a noite foi se esvaindo, assim como todo o vinho, e quando dei por mim, a garrafa já estava completamente vazia, decidi então que já estava na hora de ir para meu quarto dormir, e com uma " boa noite" como despedida, me levantei e entrei para meu quarto, e antes mesmo de começar a trocar minha roupa, percebo a porta se abrir e a figura estarrecedora do meu pai adentrar furtivamente para dentro do meu quarto, assustada, pergunto o que ele deseja, e sem dizer uma única palavra, ele puxa a ponta de seu cinto para o lado e começa a retirar sua calça, desabotoando e descendo seu ziper, completamente amendrontada, começo a chorar e pedir para que meu pai pare o que esta fazendo, e a medida que ele vai se aproximando de mim, mais intensa se torna minhas lagrimas e meu clamor, completamente paralisada pelo medo e susto, sinto apenas aquelas mãos grossas e asquerosas tocar meu braço, e me puxar de encontro aquele corpo flacido e desnudo, coberto apenas por uma relachada cueca velha e sua camisa toda aberta cobrindo apenas seu ombro e costa; seu hálito forte de alcool se aproxima do meu rosto, numa tentativa forçada de me beijar os lábios, cuja boca murcha e coroada de cacos de dentes podres e amarelados, força sua lingua imunda em minha boca, lambendo e despejando sua saliva fétida em todo meu rosto, desesperada, tento me desvencilhar do senhor OTERO M; que enlaça meu corpo com seus braços, e me prende de forma a apertar meu franzino e delicado corpo, contra seu corpo repleto de pêlos e surrado pelos anos de serviço pesado, mas que ainda guarda uma força incrivel; ao mesmo tempo em que suas mãos percorrem todo meu corpo, apalpaldo e apertando minhas carnes, aos poucos sinto seu cajado ficar cada vez maior e mais grosso, e a medida que suas mãos tiram minha blusa e meu short, ele desce sua cueca e encosta seu cacete fétido e emperdigado em meu corpo, e neste momento, meu corpo não se segura mais, e começo a tremer toda de pavor e medo; meu pai então me empurra para cima da cama, e abre minhas pernas enfiando suas pernas no meio das minhas, e rapidamente sobe sobre meu corpo e empurra seu cajado extremamente duro dentro de mim, penetrando violentamente minha bucetinha, e afundando de maneira violenta seu mastro em meu interior; da minha boca só se ouve choro e gemidos, numa incomprenção inexplicavel do porquê um pai estaria violentando sua própria filha? de sua boca ouço palavras de exortação e repreênção, como se ele estivesse me dando uma lição, ou me ensinando algo, e a medida que ele esbraveja o quanto eu fui uma filhinha má, e que ele como meu pai vai me dar uma lição, ele movimenta seu corpo pesado sobre o meu, em um vai e vêm interminavel, forçando cada vez mais seu instrumento grosso para dentro de mim, sinto sua verga adentrar completamente em meu canal vaginal, alojando-o furioso em minhas entranhas e tocando com a cabeça inchada de seu membro, o fundo do meu útero, me fazendo sentir dores agonizantes; mais o pior não é ser violentada, extuprada e serviciada pelo proprio pai, mais ter que ouvir que ele esta me dando uma lição por ter sido uma garotinha safada, uma putinha barata e uma ramera de primeira que deu para o próprio irmão... e como se não fosse o bastante, ele se gabava de estar fazendo o mesmo que fazia com minha mãe, e que iria me fazer hurrar como uma cadela e beber da própria porra que me criou...
Ouvir estas palavras, me encherão de nojo e vergonha, e a dor que se apoderou da minha alma, foi maior que a dor imposta em meu corpo, que estava sendo castigado e abusado pelo membro enrijecido e emperdigado do meu próprio pai, eu estava sendo empalada, literalmente dizendo; aquele velho metia em minha racha com uma fome voraz, usando meu corpo como se ele fosse dono, ou tivesse pagado uma fortuna para tê-lo, e quanto mais me desespero, mais ele arreganha minhas pernas para o lado e para cima, forçando cada vez mais fundo, seu instrumento inchado, de encontro ao meu útero ferido e inflamado; após horas de agonia e sofrimento, meu "amado" pai retira seu cacete ardido de dentro da minha arregaçada bucetinha, segura-o com sua mão direita e despeja seu caldo quente e abundante, sobre todo meu corpo, dando-me um banho de semem da cabeça aos pés, e após despejar todo seu leite sobre minha carne, aproxima seu cacete já flacido e mole do meu rosto e pincela aquela cabeçorra lambuzada de porra em minha boca, me fazendo sentir o gosto forte de sua ereção, ao mesmo tempo em que ele me obriga a chupar seu falo parcialmente amolecido, seus dedos esparramam sua porra pelo meu corpo, lambuzando meus seios, barriga e virilha, e como se não bastasse, seus dedos grossos e totalmente lambuzados, rumarão em direção a minha vagina, e novamente tive a buceta preenchida e invadida pelo meu pai, seus dedos entravam e saiam da minha racha, massageando e explorando todo meu interior, seus dedos grossos, percorriam toda minha região perianal, as vezes invadindo meu cuzinho, abrindo minha carne e enfiando um, dois, até três dedos de uma só véz em meu cuzinho, outras vezes, invadia minha buceta, me masturbando violentamente, introduzindo quase todos seus dedos em meu interior, após introduzir todos seus dedos em meus orificios, meu pai retirou-se da cama, lambendo seus próprios dedos que acabara de sair do meu interior, sorvendo os ultimos residuos dixados pela minha bucetinha e cuzinho, chupando os ultimos resquiceos do meu corpo e carne; eu estava exausta, ferida e sem lágrimas para chorar, minha mente estava tomada de um sentimento indescritivel de raiva, medo, fúria, nojo, desespero...
Mas meu corpo, pela primeira vez após muitos e muitos meses, estava satisfeito e exausto, apesar da dor descumunal entre minhas pernas, um calor maior e mais intenso, se aflorou da minha vagina, e daquele dia endiante, eu nunca mais deixei de gozar.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

O SILÊNCIO FALA MAIS ALTO.

Meu mundo é estranho e estarrecedor, confesso que não é facil ser quem eu sou, mas desistir seria não só sinal de fraqueza, seria uma confirmação da minha mediocridade, da minha fragilidade diante dos problemas, da minha fraqueza perante meus inimigos, da minha covardia em relação a dor e ao sofrimento, da minha facilidade de me vender barato para qualquer um...
Por este motivo, eu finjo ser feliz e permaneço com minha cabeça erguida, mesmo que minha alma e meu espirito estejam prostrados, curvados e mergulhados no pó e atolada na mais podre lama, mesmo assim, eu ainda encontro forças para continuar, gritando por socorro, desesperada por ajuda, bradando por compaixão e paz; e nas horas ferozes de dor e sofrimento, quando minhas imensuraveis fraquezas calam até mesmo minha voz, são estes momento de intenso e ensurdecedor silêncio, que melhor exprimem o que e quem eu sou.