quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

O SACANA DO MEU CUNHADO, SACANEOU MEU CUZINHO.

Eu me considero uma pervertida, mas jamais imaginaria que o namorado da minha irmã caçula, também fosse um filho de uma puta sacana, quem não o conhece, acha que ele não passa de play-boy, riquinho e mimado, confesso que o desgraçado é lindo, e tem um corpo de dar inveja a qualquer um, mas quem o conhece, como eu o conheci, sabe que ele é pervertido e extremamente depravado; vou relatar um fato que se sucedeu há muitos anos atrás, quando ele era apenas o namorado da minha maninha, confesso que meu corpo se estremeceu toda quando o vi pela primeira vez na sala de nossa insalubre casa, ele estava sentado junto da minha irmã, roçando suas mãos pelos seios empinados da vadia, tenho que concordar que senti uma pontada de inveja da minha irmazinha caçula, afinal de contas era sempre ela quem arrumava os rapazes mais lindos e ricos para namorar, eu como sempre tinha que me contentar com as sobras; me critiquem quem nunca teve inveja nesta vida? quem nunca sentiu ciumes? quem nunca desejou algo melhor, pelo menos uma vez nesta desprezível e miseravel vida? a verdade era que a vadiazinha era e sempre foi linda, com seus cabelos loiros, grandes e encaracolados, sempre bem cuidados, combinavam perfeitamente com seu rosto de traços finos e delicados, que só eram superados pelo seu corpo perfeitamente escultural, na realidade ela não se parecia em nada comigo ou com nossa irmã mais velha, a única coisa que tínhamos em comum era a vadia de nossa mãe e é claro o rabo avantajado de família.




Minha irmazinha se chama ANAIR da ... Mas naquele momento ela não passava de uma vadia, vagabunda, filha de uma puta, foi com estes pensamentos medonhos e com uma inveja insana que me tranquei dentro de nosso quarto, enquanto a safada estava sendo apalpada e alisada por aquele gato no sofá de nossa sala; naquela noite, decidi que não queria mais ficar com restos e nem sobras, queria participar do banquete como todo mundo faz, e não me importava o que teria que fazer para conseguir meu lugar ao sol, foi então que resolvi que já era hora de ir atraz dos meus objetivos, e com certeza iria começar por tomar o desgraçado da "santinha" da minha maninha caçula.






Logo que o play-boy foi embora, corri para sala e fingindo estar interessada, fui logo perguntando quem era o gato? e bobinha como uma mula, minha maninha me colocou a par de tudo, me contou tudo sobre o fulano, e o que ela fez para agarrar o safado; e sem perder tempo, fui logo elaborando uma forma de conhecer melhor o filhinho de papai, e mostrar a ele que havia algo muito melhor que a mosca morta da minha maninha. Se passarão algumas semanas e minha irmã viajou para casa de nossa mãe, mas seu namorado não pôde ir por causa da faculdade, na época ele era universitário, foi então que peguei o numero de seu telefone e liguei para o filho da mãe, perguntando se ele poderia vir em minha casa naquela noite, pois eu precisava conversar com alguém, e se ele não se importaria de passar um tempo comigo para que eu pudesse desabafar um pouco... O viado ficou todo empolgado, notei pela sua voz a euforia por traz de sua conversa melosa e complascente, ele sabia que eu estava sozinha e o quanto eu era sapeca, já que quando ele estava com minha maninha, eu fazia questão de usar mini-saias e shorts curtíssimos, só para me mostrar e despertar o desejo do desgraçado; Não demorou muito para o desgraçado aparecer, ele mal esperou a noite cair e lá já estava ele, lindo, cheiroso e extremamente charmoso em sua roupa cara e de marca famosa, pedi para que ele entrasse e se sentasse no sofa, pois eu tinha acabado de tomar banho e ainda estava me arrumando, o viado estava com o sorriso mais sacana do mundo, como se já soubesse o que iria acontecer naquela noite... Eu havia tomado um longo banho e me depilada toda, estava com a bucetinha totalmente raspada, e profundamente cheirosa, devido ao sabonete líquido e de higiene interna, usado para lavar e perfumar a bucetinha de uma garota; coloquei um fio-dental de cor branca, juntamente com um shortinho estampado e uma blusinha transparente, que deixavam os bicos dos meus seios, transparecerem por sobre o fino tecido de algodão.






Ao voltar para sala, notei que o safado me comia com os olhos, sentei ao seu lado no sofá, e como quem não quer nada, perguntei o porque ele não quiz viajar com minha irmã? e com um sorriso sarcastico ele respondeu: Porque eu queria estar aqui com você! sorrimos e voltamos a jogar mais conversa fora, não demorou muito para ele começar a me elogiar, sempre me comparando com a puta da minha irmã, "você é mais cheirosa do que sua irmã, você tem um corpo mais desenvolvido do que sua irmã, você é mais"... Estava cansada de ouvir falar da minha irmã, e subitamente falei de forma imperativa: Você não consegue esquecer minha irmã mesmo estando aqui sozinho comigo? foi como se eu tivesse dado uma marretada no viado, e imediatamente ele contornou dizendo: Me desculpe, não foi esta a minha intensão, eu só estava querendo dizer que estou muito mais afim de você e com muito mais tesão, do que eu jamais senti pela sua maninhã... Agora sim eu havia ficado feliz, havia conseguido ludibriar o idiota, a ponto de faze-lo trocar uma vadia por outra, e sem pensar duas vezes perguntei: Se você esta tão interessado, porque continua ai parado, só me olhando? Só mesmo assim para o viadinho ter a iniciativa de se jogar sobre mim e colocar sua boca sobre a minha, num beijo desesperado e forte.






Voces não imaginão que boca deliciosa aquela, foi uma das melhores e mais gostosa saliva, lingua e hálito que já experimentei, eu chupava seus lábios com sede e fome, queria ser devorada, deflorada, comida por aquele gostoso da cabeça aos pés, meu tesão era tanto, que quando dei por mim, estava completamente nua, apenas com meu fio-dental na altura dos joelhos, o desgraçado já havia retirado minha blusa e short, e se encontrava neste momento com seus dedos dentro de mim, e seus dentes cravados em meus seios, chupando-os de forma violenta e extremamente prazerosa, eu já havia tirado sua camisa e aberto sua calça, minhas mãos procuravam desesperadas pelo cacete daquele macho, forcei então sua roupa para baixo e retirei sua calça, deixando exposto um membro pequinininho e flacido, em meio a uma floresta de pelos pubianos, no inicio fiquei meio constrangida, pois esperava um homem muito bem dotado, tirando por base aquele corpo de Deus do Olimpo; foi então que me levantei colocando minha bucetinha no rumo de seu rosto, ao mesmo tempo em que me aproximei de seu pintinho e coloquei-o em minha boca, iniciando um delicioso boquete enquanto minhas mãos seguravam seu cacete punhetando-o de forma que, aos poucos seu membro começa a ganhar vida, vai ficando maior e mais grosso, mais duro e firme, até que o vejo completamente rijo, em toda sua plenitude, com mais ou menos 19 cm de pica, não era nada muito impresionante, afinal de contas eu já fui presenteada por homens com falos incrivelmente grandes e grossos, mais não custava nada mentir um pouco, e fingir surpresa com o tamanho de seu delgado cajado; abri um sorriso largo ao mesmo tempo em que elogiava o tamanho "enorme" de seu caralho, eu engolia sua pica por inteiro, colocando-o completamente em minha garganta, chupando e lambendo-o da cabeça a base, eu deixava-o completamente molhado e quanto mais eu salivava, mais o filho da mãe gostava; enquanto eu engolia todo seu membro, sua lingua buscava de forma desesperada, alcançar meu útero de tão profundo que o miseravel lambia e chupava minha xana, sentia seus dedos e sua lingua brigarem para entrar dentro de mim, podia sentir a força em que ele fazia para me sentir o mais profundo possível, ele colocava seus dedos dentro de mim, sem nenhum pudor nem respeito, abria toda minha carne sem compaixão, ao mesmo tempo em que balbuciava palavrões, chingando-me de tudo quanto era nome e me pedindo para sentar em seu caralho; retirei então seu cacete duro da minha boca e me virei novamente, desta vez colocando seu emperdigado membro de uma só vez em minha racha, cavalgava em seu cacete como uma verdadeira amazonas, levantava meu quadril e descia forte, enterrando todo seu membro em meu interior, suas mãos percorrião minha enorme bunda, abrindo minhas nadegas e massageando meu cuzinho rosado, que já piscava forte de tesão; enquanto eu subia e descia sobre seu cacete, fazia questão de juntar uma porção de saliva em minha boca e escarrava toda dentro da sua, o viado estava amando aquilo; e quanto mais forte eu cuspia em sua boca, mais ele amava, mais forte ele me comia, mais fundo seus dedos adentravam em meu cuzinho; notei que o viado estava prestes a gozar, pedi então para ele me foder forte por traz, implorando para ser enrabada por aquele "pausão" enorme; imediatamente ele retirou seu membro de dentro de mim, e me colocou de quatro sobre o sofa, e sem piedade, forçou aquela cabeçorra para dentro do meu anus, e com apenas duas ou tres estocadas, seu cajado já estava completamente enterrado em meu rabinho, ele me fodia com força e violência, e quanto mais perverso o filho da puta era, mais eu gemia e berrava de tesão, sentia ele retirar parte do seu mastro do meu cu e enfia-lo novamente de forma rápida e voraz, estava completamente esterica só de pensar que meu cunhado estava esfolando meu cuzinho, suplicava para que ele gozasse em meu cuzinho arregaçado, e sem demora começo a sentir os jatos de porra invadirem meu reto, os gemidos do meu cunhado eram fortes e altos, e quanto mais eu pedia para ele gozar, mais porra ele depositava em meu rego; permanecemos um bom tempo naquela possição, até que a ultima gota de semem fosse deixada em meu cu, e quando eu estava prestes a me levantar, ele pediu para que eu continuasse naquela possição, pois tinha uma surpresa para mim, foi então que comecei a sentir um jato de líquido muito quente e abundante invadir meu intestino, o desgraçado estava urinando dentro do meu cu, que delicia de sensação, havia tanta urina, que não demorou muito e meu intestino estava completamente tomado e inundado com sua seiva, e já não suportando mais tamanha quantidade de seu alcalino e insipido suco, seus liquidos começarão a descer pelas minhas nadegas e pernas em uma cascata forte de mijo e porra, Aiiiiii que sensação libertadora de prazer, o desgraçado havia gozado em meu cu, e como se não bastasse, ainda estava sacaneando com ele, inundando-o com sua urina quente e abundante; só depois de despejar todo seu suco em mim, foi que ele retirou seu falo já flacido e murcho de dentro do meu rabo, enquanto os últimos resquicios de seu sumo escorriam pelo meu corpo e se depositavam sobre o velho sofa.






Inicialmente, eu queria tomar o namorado da minha irmã, mas depois daquela noite, notei que não era aquilo que eu queria para mim, ele era bonito, mas não era completo, ele era sacana, mas não um sádico, ele era rico, mas não poderoso, afinal de contas, todos sabem que eu adoro uma sacanagem e principalmente uma perversão, mas sinceramente, fora o fato do meu cunhado ter urinado em meu cú, nada mais foi tão interessante a ponto de perder a amizade da minha maninha querida, por este motivo, decidimos guardar segredo sobre o ocorrido, e que manteria minha boca fechada, desde que, ele voltasse a sacanear me cuzinho novamente, a qualquer dia e hora que eu quiser.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

CATIVO DO MEU CORPO

Há muitos anos atrás, quando eu ainda morava de aluguel com minhas irmãs em um casebre insalubre na -IAN- conheci um garoto que mudaria para sempre minha vida, eu não sabia, nem mesmo fazia ideia que daquele dia em diante, minha vida jamais seria a mesma, eu me tornaria uma pessoa... não digo melhor, talvez mais forte, mais resistente, menos ingénua, passaria a ver a vida e o mundo com mais clareza, ele me fez ver, ou melhor, sentir na pele o amargo gosto da realidade, o insípido sabor da amargura, a fria e alcalina sensação do estar sozinha, abandonada, desamparada, mas nenhuma destas palavras se comparavam com as perguntas que martelavam e esmiuçavam minha mente e alma 24 horas por dia: O PORQUÊ VOCÊ ME DEIXOU? O QUE FIZ DE ERRADO? O QUE FAÇO PARA TRAZE-LO DE VOLTA? Por vários meses, busquei incansavelmente estas respostas, recorrendo a lembranças, a fragmentos de memória, palavras ditas, gestos incompreendidos... Mas não encontrei a resposta; compreendi então, que o erro não estava em mim, eu não havia feito nada de errado, eu tinha me entregado de corpo e alma àquela relação, mas o que eu era, o que eu tinha, o que eu fazia, nunca era o bastante, ele queria mais, ele almejava algo que naquele momento eu não poderia lhe dar, ele queria mais do que minha carne, mais do que meus presentes baratos, mais que meu espírito apaixonado; ele queria que eu fosse outra pessoa, na verdade, independente do que eu fizesse, ele precisava apenas de uma desculpa para dizer que não me queria, que ele jamais me quis.
Hoje consigo ver isto claramente, tão claro quanto um dia ensolarado de verão, mas naquele tempo não, naquele tempo meus olhos estavam encobertos pelo véu da inexperiência, da inocência, da mais cândida e imaculada paixão; foi a partir daí que eu me forjei, a partir daí que eu deixei de ser vítima, a partir daí que compreendi que minha força e poder não estavam nas palavras apaixonadas, nem no amor incondicional das poesias, muito menos nesta casca de bondade e educação; mas jazia escondida entre minhas pernas, no meio das minhas coxas, em cada cavidade e curva do meu corpo, em cada movimento firme e cadenciado do meu quadril; Há se eu tivesse consciência disto naquele tempo, quem me dera ter conhecimento das coisas que hoje sei naquela época, talvez hoje tudo fosse diferente, talvez hoje eu também estaria compartilhando um pouco da sua felicidade, e quem sabe ele dividindo um pouco da minha dor; o importante é que a lição foi aprendida, e sei que se existisse a possibilidade de voltar no passado, eu teria levado-o para meu quarto infecto, tirado sua calça jeans, libertando seu mastro inchado daquela incomoda roupa e colocaria-o em minha boca, chuparia seu cacete com vontade e maestria, sugando e lambendo aquela cabeça extremamente grande e vermelha, lubrificando-o com minha saliva e língua, fazendo-o tocar fundo minha garganta, punhetaria seu cajado com minhas mãos enquanto minha língua percorreria seu instrumento da cabeça até sua grossa base, deixando-o louco de tesão e no limite de uma ereção; tiraria então toda minha roupa e deixaria seus olhos e mãos percorrerem cada curva e silhueta do meu corpo, mostraria de maneira orgulhosa e satisfeita minhas cavidades rasadas e mornas, aproximaria minha pele clara e macia do seu corpo para que pudesse sentir o calor e o perfume que emanam da minha carne, tocaria o bico dos meus seios com minhas mãos oferecendo-os para serem chupados, e abriria meus poros e buracos com meus próprios dedos e logo em seguida colocaria-os em sua boca para que pudesse sentir todo o meu gosto; me deitaria sobre a cama puxando seu corpo e colando-o ao meu enquanto o beijaria, lançando minha língua e minha saliva dentro de sua boca e sorvendo ao mesmo tempo, todo seu lábio, pescoço e orelhas, enquanto minhas mãos desesperadas, segurariam forte seu cajado duro, conduzindo-o até a portinha da minha molhada e precisada bucetinha, introduzindo lentamente sua cabeçorra inchada em minha vagina flamejante e carente, receberia todo seu viril instrumento em minha abertura, faria com que seu cajado desliza-se gostoso pela minha vagina, abrindo-a e massageando todo meu interior febril, em um vai-e-vêm que me faria enlouquecer, não teria vergonha nem timidez em relação ao meu tesão, cravaria minhas unhas em suas costas, pernas e nadega, forçando-o a me penetrar cada vez mais forte e profundo, deixaria-o lamber chupar e morder meus seios, coloca-lo todo na boca e cravar seus dentes gulosos na base chupando-os forte e dolorido, até deixar meus mamilos duros e pontudos; e quando eu estivesse prestes a gozar, me posicionaria sobre seu corpo, implorando para que ele chupe meu grelo ao mesmo tempo que sua língua invadiria minha gruta já encharcada e completamente escancarada; e despejaria de forma violenta e abundante, todo meu orgasmo e gozo extremo sobre seu corpo, despejaria uma cascata de líquidos literalmente falando em seu rosto, encharcaria e inundaria sua boca com todo meu mel; e mesmo com minhas pernas tremulas, minha respiração ofegante e meu corpo ainda em convulsão, ficaria de quatro, empinaria minha bundinha e suplicaria para que ele colocasse seu cajado em meu cuzinho, seguraria seu falo com minha mão e empurraria aquela cabeçorra grossa, vagarosamente em meu anús, e lentamente empurraria minha bunda de encontro ao seu cajado, introduzindo cada centímetro de seu pau em meu reguinho, sentindo todo o calibre de seu músculo recoberto de grossas veias, enlargecer e distender meu esfincter, e alucinada, pediria para ele me comer forte, meter seu pausão sem dó em meu cu, implorando para ser rasgada, e finalmente berraria entre súplicas e gemidos até sentir seu caldo quente e grosso invadir meu intestino, num gozo forte e profundo; retiraria seu cacete do meu cú esfolado e levaria-o imediatamente á minha boca, lambendo, chupando e bebendo as ultimas gotas de seu leite, engoliria todo seu cajado melado, sugando e limpando os últimos resíduos até a completa flacidez de seu membro.
Acredito que, meu erro não foi o que fiz, mas o que deixei de fazer, reconheco que fui infeliz em minha empreitada, me fazendo de santa, obediente, boa garota... Sendo que na verdade, o que ele queria, era que eu fosse uma puta na cama, uma vadia entre quatro paredes, uma cachorra debaixo dos lençois, ou seja, ele queria nada mais nada menos que eu fosse eu mesma; desta forma então, eu teria feito dele meu dependente, meu cão submisso, mais um escravo do meu sexo, mais um insano pelo meu corpo, mais um cativo entre minhas pernas.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

VAGABA NÃO! PROFISSIONAL DO SEXO.

Quem me conhece, sabe que não sou santa, nem faço questão de ser, mas nem por isso tenho que ser obrigatoriamente, a ovelha negra da família, nem por isso tenho que ser a perdida, a sem juízo, a sem vergonha, a vagabunda... Tenho que concordar que não levo uma vida de acordo com os preceitos da religião, e nem sou um bom exemplo a ser seguido, mas isto não faz de mim uma safada, uma piranha, mais uma prostituta neste mundo de meu Deus; Eu não sou uma vagaba qualquer, eu não sou mais uma puta barata, eu não sou uma ramera de bera de estrada, não... Eu sou tudo aquilo que sempre desejei ser, eu sou o mais puro e verdadeiro reflexo da minha alma, eu simplesmente sou honesta e verdadeira comigo mesma; enquanto outras fingem ser o que não são, eu sou quase que obrigada a fingir não ser o que sou.
O mundo esta cheio de prostitutas e piranhas que fazem sexo, simplesmente porque precisam, não tem estudo nem profissão; mulheres que passam por dificuldades e até mesmo fome; garotas que preferem vender seu corpo, ao invés de passar 8 horas diárias atrás de um balcão em busca de um salário de fome; meninas que abrem suas pernas por apenas míseros trocados... As desculpas são muitas, em sua grande maioria, o fator econômico é sem dúvida o grande motivo para uma garota se tornar uma mulher de vida fácil; No meu caso a lógica não é esta, confesso que já passei por momentos difíceis, períodos em que mal tinha o que comer, dias em que trepava com qualquer pessoa que estivesse disposta a me pagar um prato de comida; mas os anos foram passando, e as coisas foram melhorando, me tornei universitaria, engravidei de um playboy bem de vida, moro em um local previlegiado, estou com a vida estavel; e mesmo assim não consigo largar a vida que eu levava; não trepo por dinheiro, mas também não o recuso; não consigo ser simplesmente uma dona de casa, sou uma dama da noite; não consigo ser mulher de um só homem, sou a amante de todos aqueles que me querem e me desejam; não consigo me contentar com o sexo comedido e floreado de amor e ternura, tenho que ser penetrada com vontade e desejo, tenho que ser comida de todas as formas possíveis, tenho que ser possuida com violência e loucura; não consigo ser esposa, mãe e boa filha, mas tenho consciência que nasci para ser amante, piranha e uma verdadeira filha de uma puta; não consigo apenas ter prazer numa relação, tenho que gozar e chegar ao orgasmo extremo; não consigo ser apenas penetrada, tenho que ser invadida, violentada, subjugada; não consigo ser simplesmente uma vagaba qualquer, tenho que ser a melhor puta, vadia e safada na cama de um homem, tenho que ter a buceta e a bunda mais quente e apetitosa que alguem já experimentou, tenho que ser a melhor profissional do sexo que os meninos, homens e marmanjos já tiverão em suas camas.

sábado, 19 de dezembro de 2009

PRELÚDIO DO PASSADO COM UM TOQUE DE AUTO-PIEDADE

Quem nunca chorou de dor, tristeza ou amor? quem nunca chorou de desilusão, ódio ou paixão? quem nunca chorou ao ver a pessoa amada partir, morrer ou sofrer? quem nunca chorou pelo espinho cravado na carne, pela pimenta respingada nos olhos ou pelo peso das mãos de seus inimigos sobre suas cabeças? quem nunca chorou ao cair, se ferir ou se cortar? quem nunca chorou ao sentir o fio da navalha em sua garganta, a arma apontada para sua cabeça ou a faca encravada em suas costas? quem nunca chorou ao ficar encurralada, presa na lama ou caida em um abismo? quem nunca chorou ao ter a carne dilacerada, a pele rasgada ou seu corpo violado? quem nunca chorou diante do ladrão, perseguida pelos seus algozes e carrasco ou vitima de um estrupador? quem nunca chorou pela febre em sua carne, pela infecção em seu sangue ou pelas feridas em seu intestino? quem nunca chorou ao brigar, apanhar ou perder? quem nunca chorou ...








Veja meus olhos, as lágrimas insistem em rolar pelo meu rosto, o que antes eram verdes e grandes, tornaram-se vermelhos e cansados, para alguns o choro pode durar uma única noite, mas para quem é portadora de um estigma incuravel, o choro é constante, meu tormento é insano, minha dor é tremenda, minha solidão é arrebatadora, meu corpo é nafasto, é negro o que me cerca e rodeia, minhas mãos são imundas, meu hálito é pestilento, meu filho é maldito e minha vida é uma desgraça. Mas não são estes substantivos, o motivo de minhas lágrimas, mas sim a certeza de que o que me espera é ainda pior, ainda mais desesperador, muito mais agonizante; eu não estou me referindo sobre a morte ou a possibilidade de ir para o inferno, NÃO, estou falando sobre o amanhã, sobre o que a vida ainda me reserva nestes dias breves que ainda me restão, sobre o futuro certo, sem segredos ou surpresas, aguardando apenas a passagem desta calmaria antes da tempestade, eu me considero uma mulher forte e valente, forte porque permaneci de pé, enquanto outros se prostrarão e cairam, valente porque não me faço de vítima, reconheço minha responsabilidade diante da minha irresponsabilidade, bem, creio que não há motivos para ter grandes perspectiva em relação a minha pessoa, mas acredite, eu vivi, e porque não dizer vivo intensamente, gloriosamente e ousadamente, e não seria exagero dizer que fui completamente insana em minha trajetória, cuja plenitude da vida só não foi maior que a indecencia e a libertinagem entre minhas pernas, gozei descaradamente, abusei em demasia do meu próprio corpo, fiz o que muitas mulheres sonham em fazer, mas não tem a coragem de realizar, explorei todo meu orgasmo, mesmo que para isso fosse preciso, muita das vezes, ser submetida a servidão, ao abuso e a violência, e só Deus sabe o quanto gozei, me entreguei de todas as formas imaginaveis e inimaginaveis pelo homem, alcancei infinitas vezes o clímax e o extase extremo, e como se não bastasse, tive enterrada em cada buraco, poro ou abertura do meu corpo, membros de tamanho, cor, forma e espessuras dilacerantemente incontaveis, e exprementei todo tipo de líquido e secreções expelidas pelo ser humano, tive em minha boca o mais grosso e abundante semem, como também o mais amargo e pútrido fel vertido pela carne, me deleitei diante das virgens meninas, em meio ao seu rosado e encharcado sexo, e seus duros e pontudos seios, assim como, saciei toda a minha fome de perversão e sandices, no colo de jovens e insaciaveis meninos.

O ESPIRITO VADIO DOS NATAIS PASSADOS.

NATAL, para alguns esta data tem um significado especial, estes ultimos dias que antecedem o ano novo, serão de festas e alegrias, para outros, apenas mais uma desculpa para encherem suas caras com cerveja e cachaça, mas para mim, esta época significa solidão, dias furiosos em que me entrego a pensamentos tristes, época em que olho para tráz e vejo que nada mudou, que nada consegui, mais um ano desperdiçado, mais um ano de tremendo vazio... NATAL, o que esta data significa, a não ser a celebração decadente daqueles que ainda acreditam e tem esperança, daqueles que fazem fortuna com o comercio e com a exploração dos pobres e semi-analfabetos, período em que gastamos o que não temos, comemos o que não podemos e compramos um amontoado de badulaques e coisas superfulas, sem sabermos como pagar. Então me pergunto mais uma vez, o que é o natal?
Infelizmente eu tenho que comprar uma MERDA qualquer para meu filho e meu marido, talvez eu me lembre dos meus pais, irmãs e amigos, claro não posso me esquecer da minha sobrinha e seu jeito maroto de conseguir as coisas fácil, e se sobrar alguns trocados, talvez eu alimente minha vaidade com uma quinquilharia qualquer, quem sabe uma roupa ou sapato vagabundo, ou talvez mais um perfume barato ou uma lingerie brega e cafona; não importa, o que interessa é que eu, mesma não gostando, sou vítima deste dia memoravel em que sou obrigada a estar com quem não quero e fingir gostar do ambiente e das pessoas que me cercam, beber com meus falsos amigos e compartilhar a mesa com minha família pilantra e sangue-suga, ter que sorrir e escancarar meus dentes amarelos para meu marido pestilento, e beijar sua boca fétida como prova de agradecimento e gratidão pelo presente miseravel que ele me deu, abraçar forte meu filho que nem sequer vai me agradecer pelo presente que recebeu de mim, presente este que não sei nem mesmo como vou pagar, e mesmo assim sou obrigada a ver seus olhos descontentes, chorosos e tristes por não ter ganhado o presente que queria, e ao invéz disto terá que se conformar com o "carrinho" fulera que pude comprar, ao invés da "boneca barbie" tão sonhada por ele.
Me sinto exausta só de pensar nesta semana que se aproxima, deito então em minha cama surrada, fecho meus olhos em meu quarto escuro e sombrio e choro de saudades do tempo em que eu era livre, do tempo em que eu me preparava para ser sodomisada e abusada por vários homens, do tempo em que eu tinha cada poro do meu corpo preênchido por dedos e linguas insaciaveis, de um tempo em que eu dava, mas tambem recebia, de um tempo em que eu era chamada de vagabunda, puta, piranha, safada, vaca, cadela, vadia, prostituta, meretriz, galinha, rameira, rapariga, quenga e muitos outros nomes indecentes e depreciativos, mas que me qualificavam como uma mulher soberba e realizada na cama, de um tempo em que eu urrava de prazer a cada festa de final de ano, e me sentia alegre, feliz e realizada, mesmo que por um breve momento, mesmo que por apenas aqueles momentos em que estava sendo penetrada, momentos felizes em que estava completamente dopada pelo álcool e pela maconha, mesmo assim eu sabia o que era ser desejada, violada, serviciada e submetida ao verdadeiro ESPIRITO NATALINO, que nada mais é do que, o sacrificio do seu proprio corpo, a entrega voluntaria da sua própria carne aos lobos e carniceiros que te cercam, a busca desesperada pelo goso divino... EU FUI A OFERENDA E O ALIMENTO DE MUITOS. Mas hoje, veja só o estado em que me encontro, triste, inconsolada, vazia, carente e muito, muito sozinha, e sobrevivo me alimentando dos restos do meu passado glorioso, em que o NATAL era mais do que especial, era a época em que eu tinha minha fé e esperanças renovadas e acreditava cegamente que minha vida mudaria, mudaria para melhor.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

A PUTA DE ONTEM É A MESMA PUTA DE AMANHÃ

Esta semana, assisti a um filme intrigante e ao mesmo tempo, esclarecedor, o filme falava sobre um tio e seu sobrinho que atravessavam o oeste dos EUA para levar 500 cabeças de cavalos para o exercito americano, e em meio a esta aventura, algumas chinesas virgens que haviam sido compradas para serem prostitutas em um bordel, um peão que tocava violino e uma velha puta, surgem em seus caminhos, no perigoso e implacavel oeste selvagem; mas o que me chamou a atenção, forão os 4 estagios ou lugares pelo qual uma puta passa no decorrer de sua vida.
1º- casas de luxo e prostibulos de primeira classe. (reservado a garotas novas e bonitas)
2º- tavernas, bares e prostibulos baratos. (reservados a putas baratas e não tão novas)
3º- ruas, calçadas e estabulos. (são as putas que se vendem por um prato de comida ou um lugar para dormir, geralmente são velhas e sujas)
4º- chiqueiros. (locais imundos onde ficam as putas velhas, tuberculosas, sifiliíticas e com toda sorte de doenças e pestes, são vadias repugnantes as margens da sociedade, excluidas pela doença, velhice e mal cheiro, este é o ultimo local de uma puta imunda, antes de sua cova).
Fazendo um paralelo com os dias atuais, vemos que pouca coisa mudou, ou quase nada para ser honesta; falando por mim, vejo que já passei por todos estes lugares... Já estive em locais chiques e bem frequentados quando era mais jovem, onde a elite da sociedade e a classe mais jovem se encontram para um happy-hour nos finais de tarde, locais refinados e descontraidos onde os universitarios se encontram para uma badalada noite de sabado; Com o tempo, passei a frequentar locais baratos,onde as festas eram regadas a alcool e drogas, e as pessoas eram cada vez mais esquizitas e estranhas; Nestes ultimos anos, passei a frequentar as avenidas, ruas e BRs para sustentar meus vícios e fetiches, trepo com qualquer um em troca de uma carona ou uma aconchegante boleia para descansar meu corpo surrado e trêmulo de frio; Atualmente, fico recolhida com meu corpo debilitado e mal-cheiroso, em um lugar insípido, nojento e fétido, com meu corpo carregado com as cicatrizes do tempo e com feridas que assolam constantemente minha carne, estou reclusa em minha própria casa, em minha zona particular, em meu próprio chiqueiro imundo podre, fétido e promiscuo, excluida e repudiada, carregada de doenças e pestes como a tuberculose, síflis, meningite e lepra, comprêendo agora que minha casa é minha ultima morada antes da minha insignificante partida, meu pardieiro final, meu tranquilo e derradeiro CHIQUEIRO.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

MEU LINDO E NEGRO CAPITÃO DO CONGADO

Mês retrasado comemorou-se o dia da padroeira do Brasil, dia de nossa senhora da Conceição Aparecida, e como é tradição, todo ano, a festa de congado se realiza nesta mesma data em uma grande festa em frente a igreja de nossa senhora do rosário, Não sou religiosa, mas a possibilidade de reencontrar "velhos amigos", me fizerão despertar cedo neste domingo e caminhar ao encontro dos muitos ternos que se reunião no centro da cidade, em uma mistura de cores e batuques contagiantes.


Eu adoro ir para rua, caminhar por entre corpos de negros fortes, suados e tremulos pelo esforço de seu batuque e fé, fico me ensinuando como uma cadela no cio, fingindo gostar da folia e das músicas, escondida por de trás de uma câmera fotografica, clicando corpos que reluzem ao estafante sol da manhã, finjo captar cada dança, cada movimento, cada bandeira... Mas na verdade, meu único interesse é: Satisfazer minha luxúria no colo de um negro. E qual o melhor lugar de se conhecer um negro afim de comer uma branquinha, do que em uma congada? aqueles pretos quando me vêem, ficam todos assanhados, querendo colocar seu instrumento suado e colossal dentro de mim, dizendo gracejos, olhando famintos, passando discaradamente suas mãos em meu corpo magrinho e cheiroso, com um perfume visivelmente barato, mas que deixa qualquer marmanjo com pensamentos indescritiveis, divagando sobre a possibilidade de me levarem para suas casas e me rasguarem toda, com sua brutalidade viril no meio de suas pernas.



Não demorou muito, para eu avistar o negro mais gostoso de toda aquela festa, era um capitão forte, que vinha desfilando lindo em sua majestral roupa branca, com seus braços rígidos orquestrando com firmesa seus suditos, que bradavam e tocavam fortes seus instrumentos. Eu quiz aquele negro assim que coloquei meus olhos nele, seu corpo forte, alto e molhado pelo suor de seu desempenho, fizerão com que minha calcinha se encharcasse imediatamente, e minha bucetinha se contraísse de desejo e tesão; com minha camera em mãos, fiquei bem na frente daquele colosso negro, fotografando sua orquestral entrada, com meu sorriso safado e desejoso, ficava me insinuando claramente para aquele preto, que retribuia com olhares e sorrisos, a cada investida minha.

Não demorou muito para eu me aproximar do meu pretendente preto, disse que estava fazendo um trabalho para a faculdade, o que não era mentira, e gostaria de entrevista-lo, ele aceitou o convite e foi logo me elogiando, como não sou santa e nem me faço de rogada, já fui logo tocando seu braço forte e musculoso, sem pêlos, apenas gotas de suor lubrificavam sua negra pele, e descaradamente levei meus dedos ate minha boca e chupei-os, sentindo o forte gosto do meu preto, não demorou muito, e já estavamos nos agarrando, beijando e sentindo aquele corpo suado me abraçar forte, como se quissesse me devorar naquele momento, decidimos sair daquele lugar e rumamos em direção a avenida Rio Branco, onde adentramos em um hotel chamado Miramar, e foi lá que senti o verdadeiro sabor do meu preto.



Minha primeira atitude, foi retirar a calça daquele preto e abocanhar seu cacete já duro, colocando-o todo em minha garganta, segurava forte aquele instrumento grosso e calibroso em minhas mãos, ao mesmo tempo em que escancarava minha boca para alojar aquele musculo de cabeça roxa e corpo rodeado de veias calibrosas, sorvia todo seu caldo, lambuzando seu cacete com minha saliva e sentindo o cheiro e o gosto forte de suas secreções; ele já estava prestes a explodir, quando derrepente, ele retirou seu cacete da minha boca, ajoelhou-se sobre meu corpo e colocou toda sua lingua aspera e morna em minha cavidade, lambendo, chupando e mordendo meu grelo, fui a loucura com aquela boca sedenta, que bebia todo meu liquido, deixando-me tremula de tesão, agora era eu que já não me aguentava mais, segurei forte os cabelos do meu preto, puxando-o para cima e implorei para sentir seu cajado enorme entre minhas pernas; e que sensação maravilhosa sentir aquele colosso inchado abrir lentamente minha carne, penetrando carinhosamente minha bucetinha encharcada, sua vara deslizava gostosa pela minha gruta, em um movimento de vai e vêm constante; o "perfume" do meu negro, incendiou todo o quarto, seus hormonios, suores e secreções se espalhavam por todo o quarto, empreguinando-se por todo meu corpo, eu delirava de prazer a medida que meu preto acelerava seu movimento, me penetrando forte, rápido e profundo com seu cajado extremamente liso e lubrificado, meu tesão era tanto que eu não sabia se gemia ou gritava, chorava ou sorria, escancarava ainda mais minhas pernas ou fechava, era um misto de sentimentos e sensações que a melhor forma de descrever seria compara-lo com áquela sensação de alivio ao entrarmos no banheiro após uma espera agonizante e interminavel de dor-de-barriga. Minha boca estava completamente aberta, como se quisesse exprimir algo, chingar, gritar, berrar... E já não aguentando mais de tesão, gozei violentamente, em espasmos incontrolaveis, me entregando por inteira para aquele negro que continuava bombando seu cajado duro em meu interior, ao mesmo tempo em que eu suplicava para ele gozar em minha boca, estava sedenta para sentir o gosto daquele preto, e não demorou muito, para eu ser surpreendida por uma quantidade consideravel de porra em minha garganta, mas o que me marcou, foi o gosto forte daquele semem grosso, nunca havia antes bebido uma porra tão forte como aquela, seu aspecto gelatinoso e repleta de grumos, encheu minha boca, eu mau conseguia engolir aquele liquido quente e de cheiro muito forte, aos poucos fui consumindo todo seu ranço, engolindo em pequenas golfadas até sua completa dissolução; "confesso que naquela mesma noite, passei toda a madrugada vomitando e com dores estomacais horriveis"; ao terminar de beber todo o semem do meu preto, desabei exausta sobre a cama, deitada completamente nua abraçada com meu negro homem, que alisava meu corpo molhado com suas mãos enormes, ao mesmo tempo em que seus grossos e asperos dedos penetravam meu cuzinho, ele se possicionou sobre meu corpo enquanto admirava minha bunda grande e branquinha, ele bem que me pediu, implorou, suplicou para comer meu cú, mas eu não estava preparada para dar o cú naquele momento, porém deixei o sacana brincar com minha bundinha, na qual ele ficava enfiando seus dedos calejados e grossos em meu cú, abria e lambia, enfiava novamente e tirava... aquela foi uma manhã maravilhosa, em que eu senti o verdadeiro gosto do meu negro capitão.


sexta-feira, 9 de outubro de 2009

CASADA CARENTE, MAS FALTANDO POUCO PARA ME TORNAR SOLTEIRA FELIZ.

Estou feliz pois estou confiante e esperançosa que minha vida vai melhorar de agora para frente, recentemente fiz uma prova de proficiência (proflin) em lingua estrangeira (espanhol) e fui aprovada, esta prova é o início de minha batalha para entrar no mestrado da UFU, o edital acabou de sair e já tenho orientador e projeto engatilhado, falta apenas me preparar um pouco mais, para me sair bem na prova. Estou ansiosa para ver meu nome estampado na lista de aprovados e provar para todo mundo, que ainda tenho forças para me levantar, e continuar com minha cabeça erguida até meu último sopro de vida; Pessoas vão se assustar, quando verem que uma puta, safada, ramera e barata, conseguiu uma cadeira na elite dos discentes da UFU; verei olhos vermelhos de furia e ódio por não compreênderem como uma davassa, vadia e doente conseguiu algo que muitos tentaram, mas poucos alcançaram; contemplarei a dor nos olhos daqueles que me desejaram tanto mal, e torceram para que eu fracassasse, quando olharem em meu rosto, e contemplarem um sorriso de triunfo e gloria; e então, poderei deitar minha cabeça sobre meu travesseiro e dormir em paz, sabendo que naquela noite, meus pesadelos darão lugar aos mais lindos e desejados sonhos, afinal de contas, eu mais do que ninguêm, preciso, mereço um pouco de paz, segurança, esperança... Imaginem a alegria do meu esposo, a felicidae do meu filho, o orgulho dos meus pais, e é claro, minha sensação de ter ido além, ter ultrapassado todas as barreiras, ter me superado quando o mundo disse não.
Para muitos, isto pode não parecer grande coisa, mas para mim, que vim de um cortiço pestilento e de um putero barato, chegar a fazer mestrado em uma universidade federal, é motivo de grande alegria e felicidade, nem eu mesma esperava tanto de mim, mas estou disposta a vencer mais esta batalha, e conseguir tudo aquilo que é meu de direito, eu já fiz tantas coisas, e nenhuma delas me levou a lugar nenhum, ou melhor, me deixarão cada vez mais atolada na lama com minha cara enfiada em um chiqueiro, mas não me arrependo de nada que eu fiz e muito menos do que ainda irei fazer, a vida é curta, e a minha é mais curta ainda, por isso farei qualquer coisa, sem medir as consequências para conquistar o que eu sempre desejei, que nada mais é do que meu espaço ao sol, quero dinheiro, bons carros, um apartamento lindo, frequentar lugares interessantes, fazer viagens incriveis, e se não for pedir muito, gostaria de um homem lindo que saiba como agradar uma mulher, pois estou cansada de ter que me contentar com o brocha que esta do meu lado, mas convenhamos, é melhor me satisfazer com um homem que põe comida em minha mesa, do que me satizfazer com um que só sabe me fazer gozar em minha cama.
Meu marido que me perdõe, mais assim que conseguir minha independencia financeira, meto-lhe o pé no meio do rabo e deixo novamente um homem de verdade meter sua rola em minha racha, e é claro, em minha bunda!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

ME OFERECI DESCARADAMENTE; E MESMO ASSIM ELE NÃO ME QUIZ

Uma das maiores tristezas em minha vida, mas não a única, foi quando me vi apaixonada pelo homem perfeito, daquele dia em diante, eu me entreguei completamente nos braços daquela criatura, todos meus pensamentos voltaram-se exclusivos para ele, seus desejos se tornaram os meus desejos, seus problemas passaram a atormentar minha alma, suas alegrias se tornaram meu maior prémio, meu ar passou a depender de sua respiração... Como vocês podem ver, eu me apaixonei violentamente, verdadeiramente, desgraçadamente... A paixão, o amor, o desejo, o ódio, e varios outros sentimentos que invadem nossa alma e corpo, nos fazem arrepender amargamente, esta é uma verdade incontestavel; para uns, a dor vem ligeira, forte como um tornado, destruindo e arrazando tudo de bom que um dia existiu, para outros ela tarda, mas jamais falha, ela vem mansa, quase que imperceptível, mas quando se instala, deixa um vazio tão grande, tão profundo, que você raramente consegue se erguer novamente, estas são as marcas deixadas pelo amor intempestuoso daquelas que amam sozinhas, daquelas cujo o amor não são correspondidos com a mesma medida, daquelas que sofrem caladas nas solitarias noites em suas casas, daquelas que caminhão sem rumo e sem destino por nossas ruas e avenidas...
Por todos estes motivos, farei hoje uma oração a todos os deuses, para que transforme seu corpo perfeito em uma massa de carne pútrida, fétida e imunda, pois assim meus desejos mais insanos não sobrepujarão minha lucidez, minha sensatez, minha comedida sobriedade, rogarei então, para que o inferno tenha piedade do seu espirito maldito, de sua alma nojenta, de seu corpo doente e infectado, porque eu, não terei!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

PAPAI FEZ COMIGO, O MESMO QUE FEZ COM A MAMÃE.

Já postei em meu bloog, o dia em que papai molestou-me pela primeira vez, tocando, alisando e passando sua mão imunda e aspera em minha xoxotinha, porém naquele dia eu não fui estuprada nem violentada por ele, mas os anos foram passando, e as lembranças ruins desaparecendo com o tempo, restando apenas fragmentos desconexos, do dia em que papai tirou minha calcinha e ficou massageando minha bucetinha infantil, eu estava com mais ou menos 6 ou 8 anos naquela época, mas a medida que fui crescendo e me tornando adolescente, fui aos poucos me distanciando gradualmente do meu pai, eu tinha muito respeito por ele, tanto que mal conseguia olhar em seus olhos, mas algo dentro de mim, presentia que ele me olhava diferente, com olhos de cobiça; certo dia enquanto estava tomando banho, notei que havia alguem atráz da porta do banheiro, me observando pelo buraco da fechadura, não posso provar que era meu pai que estava me observando, mas algo dentro de mim tinha certeza que era ele que estava do outro lado da porta me observando e se masturbando... Eu já estava com mais ou menos 16 anos, quando papai veio visitar eu e minha irmã aqui em uberlândia, eu havia sido expulsa de casa pela minha mãe com 15 anos, e estava morando em um cortiço, juntamente com minha irmã mais velha, lembro-me que fiquei super feliz de ver e abraçar meu pai, já fazia mais de ano que não via ninguêm mais da minha família, e ter meu pai perto de mim, me deu segurança, estava carente e muito sozinha, aquele dia, foi um dia muito feliz em minha vida.



O cortiço em que eu morava, havia apenas 3 comodos, uma cozinha conjugada com a sala, um quarto em que dormia eu e minha irmã, e um banheiro fedorento do lado de fora, fechado com uma velha porta de madeira, tivemos então que colocar um lençol sobre o velho sofá e forra-lo, para que meu pai pudesse ficar hospedado com a gente; apesar de tentar recepciona-lo da melhor forma possível, notei o quanto o senhor OTERO M, estava constrangido e visivelmente desconfortavel por estar naquele local, mais aos poucos fomos deixando ele mais avontade e fizemos questão de lhe dizer que não era encomodo nenhum tê-lo conosco; a semana prosseguiu normalmente, até que chegou o final de semana, e minha irmã mais velha, disse que iria viajar a trabalho, mas eu sabia muito bem que ela iria era dar para o patrão o final de semana inteiro, foi então que um frio súbito percorreu minha espinha, e percebi que iria ficar sozinha com meu pai, por todo o final de semana; lembranças ruins, voltaram como em passe de mágica a assombrar meus pensamentos, e tive medo de que ele pudesse tentar alguma coisa comigo, já que eu era uma adolescente muito bonita, sapeca e de corpo perfeito, que atiçava o tesão de qualquer homem.



Era final da tarde de um sábado, estava me preparando para tomar meu banho, quando papai entra pela porta carregando em suas mãos um amontoado de sacolas repletas de compras do supermercado, fiquei muito feliz e aliviada, pois na geladeira havia somente agua fria e nada mais, prometi então a meu pai, que iria preparar um jantar especial para ele após meu banho; me retirei e fui para o banheiro juntamente com meus fantasmas do passado, que insistiam em me tirar o sossego com pensamento da minha infância; após o banho preparei uma refeição caprichada para nós e logo depois, fomos assistir TV na sala, acompanhados de uma garrafa de vinho tinto suave, a noite foi se esvaindo, assim como todo o vinho, e quando dei por mim, a garrafa já estava completamente vazia, decidi então que já estava na hora de ir para meu quarto dormir, e com uma " boa noite" como despedida, me levantei e entrei para meu quarto, e antes mesmo de começar a trocar minha roupa, percebo a porta se abrir e a figura estarrecedora do meu pai adentrar furtivamente para dentro do meu quarto, assustada, pergunto o que ele deseja, e sem dizer uma única palavra, ele puxa a ponta de seu cinto para o lado e começa a retirar sua calça, desabotoando e descendo seu ziper, completamente amendrontada, começo a chorar e pedir para que meu pai pare o que esta fazendo, e a medida que ele vai se aproximando de mim, mais intensa se torna minhas lagrimas e meu clamor, completamente paralisada pelo medo e susto, sinto apenas aquelas mãos grossas e asquerosas tocar meu braço, e me puxar de encontro aquele corpo flacido e desnudo, coberto apenas por uma relachada cueca velha e sua camisa toda aberta cobrindo apenas seu ombro e costa; seu hálito forte de alcool se aproxima do meu rosto, numa tentativa forçada de me beijar os lábios, cuja boca murcha e coroada de cacos de dentes podres e amarelados, força sua lingua imunda em minha boca, lambendo e despejando sua saliva fétida em todo meu rosto, desesperada, tento me desvencilhar do senhor OTERO M; que enlaça meu corpo com seus braços, e me prende de forma a apertar meu franzino e delicado corpo, contra seu corpo repleto de pêlos e surrado pelos anos de serviço pesado, mas que ainda guarda uma força incrivel; ao mesmo tempo em que suas mãos percorrem todo meu corpo, apalpaldo e apertando minhas carnes, aos poucos sinto seu cajado ficar cada vez maior e mais grosso, e a medida que suas mãos tiram minha blusa e meu short, ele desce sua cueca e encosta seu cacete fétido e emperdigado em meu corpo, e neste momento, meu corpo não se segura mais, e começo a tremer toda de pavor e medo; meu pai então me empurra para cima da cama, e abre minhas pernas enfiando suas pernas no meio das minhas, e rapidamente sobe sobre meu corpo e empurra seu cajado extremamente duro dentro de mim, penetrando violentamente minha bucetinha, e afundando de maneira violenta seu mastro em meu interior; da minha boca só se ouve choro e gemidos, numa incomprenção inexplicavel do porquê um pai estaria violentando sua própria filha? de sua boca ouço palavras de exortação e repreênção, como se ele estivesse me dando uma lição, ou me ensinando algo, e a medida que ele esbraveja o quanto eu fui uma filhinha má, e que ele como meu pai vai me dar uma lição, ele movimenta seu corpo pesado sobre o meu, em um vai e vêm interminavel, forçando cada vez mais seu instrumento grosso para dentro de mim, sinto sua verga adentrar completamente em meu canal vaginal, alojando-o furioso em minhas entranhas e tocando com a cabeça inchada de seu membro, o fundo do meu útero, me fazendo sentir dores agonizantes; mais o pior não é ser violentada, extuprada e serviciada pelo proprio pai, mais ter que ouvir que ele esta me dando uma lição por ter sido uma garotinha safada, uma putinha barata e uma ramera de primeira que deu para o próprio irmão... e como se não fosse o bastante, ele se gabava de estar fazendo o mesmo que fazia com minha mãe, e que iria me fazer hurrar como uma cadela e beber da própria porra que me criou...
Ouvir estas palavras, me encherão de nojo e vergonha, e a dor que se apoderou da minha alma, foi maior que a dor imposta em meu corpo, que estava sendo castigado e abusado pelo membro enrijecido e emperdigado do meu próprio pai, eu estava sendo empalada, literalmente dizendo; aquele velho metia em minha racha com uma fome voraz, usando meu corpo como se ele fosse dono, ou tivesse pagado uma fortuna para tê-lo, e quanto mais me desespero, mais ele arreganha minhas pernas para o lado e para cima, forçando cada vez mais fundo, seu instrumento inchado, de encontro ao meu útero ferido e inflamado; após horas de agonia e sofrimento, meu "amado" pai retira seu cacete ardido de dentro da minha arregaçada bucetinha, segura-o com sua mão direita e despeja seu caldo quente e abundante, sobre todo meu corpo, dando-me um banho de semem da cabeça aos pés, e após despejar todo seu leite sobre minha carne, aproxima seu cacete já flacido e mole do meu rosto e pincela aquela cabeçorra lambuzada de porra em minha boca, me fazendo sentir o gosto forte de sua ereção, ao mesmo tempo em que ele me obriga a chupar seu falo parcialmente amolecido, seus dedos esparramam sua porra pelo meu corpo, lambuzando meus seios, barriga e virilha, e como se não bastasse, seus dedos grossos e totalmente lambuzados, rumarão em direção a minha vagina, e novamente tive a buceta preenchida e invadida pelo meu pai, seus dedos entravam e saiam da minha racha, massageando e explorando todo meu interior, seus dedos grossos, percorriam toda minha região perianal, as vezes invadindo meu cuzinho, abrindo minha carne e enfiando um, dois, até três dedos de uma só véz em meu cuzinho, outras vezes, invadia minha buceta, me masturbando violentamente, introduzindo quase todos seus dedos em meu interior, após introduzir todos seus dedos em meus orificios, meu pai retirou-se da cama, lambendo seus próprios dedos que acabara de sair do meu interior, sorvendo os ultimos residuos dixados pela minha bucetinha e cuzinho, chupando os ultimos resquiceos do meu corpo e carne; eu estava exausta, ferida e sem lágrimas para chorar, minha mente estava tomada de um sentimento indescritivel de raiva, medo, fúria, nojo, desespero...
Mas meu corpo, pela primeira vez após muitos e muitos meses, estava satisfeito e exausto, apesar da dor descumunal entre minhas pernas, um calor maior e mais intenso, se aflorou da minha vagina, e daquele dia endiante, eu nunca mais deixei de gozar.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

O SILÊNCIO FALA MAIS ALTO.

Meu mundo é estranho e estarrecedor, confesso que não é facil ser quem eu sou, mas desistir seria não só sinal de fraqueza, seria uma confirmação da minha mediocridade, da minha fragilidade diante dos problemas, da minha fraqueza perante meus inimigos, da minha covardia em relação a dor e ao sofrimento, da minha facilidade de me vender barato para qualquer um...
Por este motivo, eu finjo ser feliz e permaneço com minha cabeça erguida, mesmo que minha alma e meu espirito estejam prostrados, curvados e mergulhados no pó e atolada na mais podre lama, mesmo assim, eu ainda encontro forças para continuar, gritando por socorro, desesperada por ajuda, bradando por compaixão e paz; e nas horas ferozes de dor e sofrimento, quando minhas imensuraveis fraquezas calam até mesmo minha voz, são estes momento de intenso e ensurdecedor silêncio, que melhor exprimem o que e quem eu sou.

terça-feira, 9 de junho de 2009

GOZEI E MIJEI, E COMO SE NÃO BASTASSE, CAGUEI

A vida sempre nos guarda surpresas, algumas boas, outras ruins, o importante é que devemos sempre aprender, devemos sempre estar atenta ao que pode nos acontecer, ao inesperado e ao inevitavel; reconheço que quando era mais jovem, não me importava muito com que iria se suceder, estava no alge da minha juventude, no ápice da minha vaidade, no cume das minhas proesas e experiências, achava que já conhecia tudo que se podia conhecer de um homem, do sexo, das fantasias, dos fetiches, das depravações... Até que algo extremamente novo, inimaginavel e extremamente absurto, aconteceu comigo; Devia estar com meus 18 ou 19 anos quando isto aconteceu, havia acabado de conhecer um rapaz, ele era muito educado, vinha de boa família e visivelmente inesperiente, ele era branco, magro, alto, cursava o ensino médio, e ficava com o pau extremamente duro, quando nos beijavamos, podia sentir seu cacete se avolumar a medida que me aproximava de seu corpo e colocava minha lingua em sua boca; ele até que tentava disfarçar o volume em sua calça, mas envergonhado e constrangido, não tinha como esconder o tamanho e a grossura de sua rola dentro daquela calça, confirmando a vontade e o desejo de me comer e colocar todo seu lindo e grosso cacete em minha bucetinha rosada e depilada.



Apesar de gostar da sua companhia , eu achava que ainda não estava pronta para transar com ele, ele era legal e bonitinho, mas eu queria mais, eu queria um homem lindo, com dinheiro, carro, corpo atlético, experiente... enfim, um galã de novela, mais os dias foram passando, e quem eu queria, não estava me querendo, tive então que apelar para minha segunda opção, estava com ele a pouco tempo, algumas semanas apenas, mas já pareciamos como verdadeiros namorados, falavamos todos os dias pelo telefone, ficavamos sempre juntos nos finais de semana, íamos todos os domingos para a igreja, e no sabado geralmente, ficavamos em minha humilde casa, as vezes assistíamos TV, outras vezes íamos ao shopping, mas em sua maioria, ficavamos apenas nos beijando e nos tocando, até que resolvi que já era hora de abrir minhas pernas para ele e oferecer minha buceta, e ensinar-lhe as maravilhas de um sexo gostoso. Decidi então que no sábado da próxima semana, iria transar com ele, abri então minha bolsa e tirei um preservativo e entreguei para ele, dizendo-lhe o que o esperava na próxima semana... Ele nunca me disse como foi a semana que antecedeu nosso encontro, mas garanto que ele estava super ansioso, deve ter perdido noites e mais noites de sono, os dias demoravam a passar, a semana era eterna, até que chegou o bendito dia, porém eu, não estava me sentindo muito bem, havia acordado para trabalhar cedo, e meu estomago já dava sinais que algo não estava bem, e a coisa só piorou com o tempo, e logo depois do almoço, uma dor de estomago e uma diarreia fortíssima tomou conta de mim, no final da tarde estava deitada no sofá suando frio e indo no banheiro de 30 em 30 minutos, estava me sentindo fraca e meu anus já estava todo esfolado devido a forte diarreia; até que ouço meu namorado bater na porta, com um sorriso largo e visivelmente ansioso pela sua tão esperada noite, envergonhada e constrangida, não falei nada sobre a grande dor de barriga que assolava meu corpo, disse apenas que estava com uma cólica e uma dor no estomago horrivel, o que não era mentira; percebi imediatamente em seu rosto, sua grande decepção, acredito que ele estava aguardando ansioso por aquele dia, e justo agora eu não estava me sentindo bem, apesar da decepção estampada em seu rosto, ele foi muito compreensivo e carinhoso, sentou-se no sofa, colocou minha cabeça em seu colo e passou a alisar meus cabelos, tocando com suas mãos quentes e carregadas de ternura, todo meu rosto, acariciando meus braços, beijando minha face e se prontificando a me ajudar no que fosse precisso, lentamente eu fui me estabilizando, e a dor começou a dar lugar a um tesão incrivel, não é sempre que as pessoas são carinhosas comigo, e naquele momento eu comecei a me sentir segura, e quando dei por mim, suas mãos já estavão alisando meus seios e apertando forte meus bicos rosados e pontudos, ao mesmo tempo em que sentia algo extremamente grande, grosso e duro, se avolumar no interior de sua calça, bem rente a minha cabeça, e sem pensar duas vezes, abri seu ziper e botão, empurrei sua cueca para o lado e contemplei aquela pica enorme, sua jeba era incrivelmente grande e grossa, estava maravilhada com o instrumento do meu namorado, estava orgulhosa com a potencia do seu falo, escancarei minha boca e coloquei aquela cabeçorra inchada e vermelha em minha garganta, chupando e lambendo todo aquele mastro, eu salivava como uma cadela no cio, lubrificando todo aquele cacete, sugando e punhetando aquele mastro emperdigado e enrijecido, e quanto mais forte eu chupava seu cacete, mais forte ele apalpava e beliscava meus seios, minha buceta já piscava de tesão, estava completamente molhada, a dor havia passado, estava apenas insegura devido a forte diarreia, mas o tesão estava falando mais alto, eu queria sentir todo aquele instrumento grande e calibroso em minha racha, eu queria mostrar para ele o quanto eu era gostosa e boa de cama; e rapidamente fui me lavantando, peguei sua mão e puxei-o para meu quarto, fechei a porta e comecei a tirar toda minha roupa, ficando completamente peladinha na sua frente, ele estava boquiaberta com que estava vendo, meu corpo era realmente de tirar o folego, e antes mesmo de chegar na cama, meus peitos já estavam sendo mamado e chupado com força pelo meu macho, que tambem já havia tirado toda sua roupa e me presenteava com a linda visão de seu corpo branco e magro dotado de um cacete imenso, que chegava a ser desproporcional ao seu fransino corpo; me deitei na cama, abri minhas pernas, expondo minha bucetinha completamente depilada, e pedi para que ele me chupasse todinha, e não demorou muito para que meu gozo inundasse sua boca, ao sentir sua lingua quente em meu interior, lambendo e chupando meu grelo e carne, gozei freneticamente, despejando meu líquido no interior de sua boca, o qual bebeu todo meu mel, enquanto eu tremia toda em espasmos fortissimos, aos poucos ele veio para cima de mim, e mal havia terminado de gozar, e ele já estava chupando e mordendo meus peitos, enquanto ele tentava sem sucesso, colocar sua jeba em minha bucetinha, arreganhei mais ainda minhas pernas e segurando seu cacete incrivelmente inchado, conduzi seu mastro até a portinha da minha racha, e comecei a forçar sua cabeçorra contra minha pequena abertura, apesar de estar toda ensopada, seu cacete entrava com dificuldade em meu interior, devido o grande calibre de sua vara, mais aos poucos minha carne foi cedendo e sem demora todo aquele colosso já deslisava gostoso em minha cavidade, senti minha buceta ser dilacerada lentamente por aquele mastro, enquanto ele me penetrava, mas nem bem começou a entrar dentro de mim, e já senti um caldo extremamente quente invadir o interior da minha buceta e útero, o desgraçado nem bem colocou sua rola em mim, e já havia gozado, senti seu cacete pulsar em minha bucetinha arregaçada, ao mesmo tempo que sua porra invadia todo meu interior; decepcionada, comecei a lamentar e esbravejar com ele, não pelo fato dele ter tido ereção rápido demais, mais sim por não ter colocado a camisinha que eu havia dado a ele e ainda por cima ter gozado dentro de mim, não me lembro bem as palavras que proferia naquele momento, mas nervosa, comecei a xingar o pobre coitado de tudo quanto era nome, o que eu não esperava, era a fúria com que ele segurou meu pescoço e começou a apertar minha garganta, ele estava completamente possesso, não se parecia mais com aquele namorado carinhoso e meigo de alguns minutos atráz; me recordo claramente da transformação do meu homem, e do medo que senti quando olhei para seu rosto ensopado de suor e seus olhos cerrados, furioso e justificadamente violentos, calei minha boca imediatamente, ao passo que agora, é ele que inicia a me tratar de forma bruta e violenta, falando e xingando furioso, enquanto continua a apertar minha garganta contra o colchão, e rapidamente, segura seu cacete semi-endurecido e força violentamente contra minha bucetinha, alojando-o ferozmente dentro de mim, e com brutalidade, inicia novamente a me penetrar, colocando todo seu falo de uma só vez, dentro da minha lambuzada racha, seu instrumento mais uma vez, fica duro feito aço e grosso como um hidrante, e devido a violência em que estou sendo penetrada, meu corpo começa a tremer descontroladamente, com minhas pernas completamentes arreganhadas e colocadas para cima, sinto as fortes estocadas de seu cacete em meu útero, e a dor a medida que vai ficando mais forte, diminui meu controle sobre meus musculos e carnes, até que ele força de maneira brutal seu membro em meu interior, fazendo com que eu não me segure mais, e comece a urinar intensamente, expelindo jatos de urina que vão saindo a medida que seu cacete entra e sai da minha bucetinha, o fato de ter urinado, deve-se a dor tremenda imposta pelas estocadas profundas e violentas impostas por aquele cacete dentro de mim, que feriu não só minha vagina, como machucou-me internamente inclusive o colo do meu útero, e não satisfeito pela dor que me causara, retirou seu cajado de dentro da minha bucetinha, ergueu ainda mais minhas pernas para cima e apontou seu cacete no rumo do meu cuzinho; implorando, pedi para ele parar pois eu não estava me sentindo bem, eu suplicava e tentava sair daquele colchão gelado e completamente molhado de urina, mas ele não me dava atenção, e derrepente começo a sentir seu cacete imenso e inchado, forçar entrada em meu anús, e completamente dominada por ele, não consigo impedir que ele me penetre, só sinto o momento em que ele força de maneira violenta e brutal, seu cacete contra meu cú, fazendo com que aquela cabeçorra inchada e gigante, rasgue meu sfincter e penetre de uma só vez em meu rabinho, e mais uma vez, perco completamente o controle sobre meu corpo, e a medida que ele vai penetrando cada vez mais fundo e mais forte em meu cuzinho, dilacerando de forma covarde meu cuzinho rozado e esfolando violentamente com seu cacete imenso, todo o interior do meu intestino, fazendo com que eu não me segure e comece a evacuar enquanto ele continua a me comer, grito e esperneio muito, mas já é tarde demais, começo a cagar forte, expelindo um líquido amarelado e com cheiro muito forte, que aos poucos começa a lambuzar a cama, minhas pernas e corpo, e é claro, todo seu cacete, e mesmo com tudo isso, ele parece não importar, pois continua a colocar seu falo todo cagado em meu reto, forçando cada vez mais rápido e profundo, enquanto sai os últimos residuos de fezes do meu cú, ele retira seu cajado imundo do meu rabo, desce minhas pernas e coloca seu cajado sujo, novamente em minha buceta e continua sodomizando meu corpo, penetrando e sujando toda minha bucetinha ferida, e não demora muito, seus movimetos vão se intensificando, ficando cada vez mais rápido e profundo, e mais uma vez, sinto seu semem invadir meu interior, seu cajado duro, contrai violentamente, expelindo as últimas gotas de seu leite morno, ao retirar seu monstro de dentro de mim, um pouco de sua porra juntamente com fezes e outros líquidos saem da minha bucetinha inchada, ferida e suja.
Neste dia, eu aprendi uma valiosa lição, "não faça com os outros o que voce não quer que aconteça com você", eu xinguei, maltratei e humilhei meu namorado, e ele me pagou com a mesma moeda, me fazendo gozar, mijar e até cagar de dor e prazer.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

A DOR DE SE GOZAR SOZINHA

Voces não são capazes de imaginar o quanto é triste a solidão de uma mulher, a minha tristeza teima em invadir meu peito a todo momento, mas são nos finais de semana, que minha dor se acentua; são os finais de tarde das sextas-feiras, hora em que me sinto mais carente e sozinha, são nestes momentos que costumo colocar meu rosto para fora de casa ou da janela, e apenas olhar para rua, ver as pessoas euforicas, umas chegando do trabalho, outras saindo, e algumas simplesmente conversando, algumas acompanhadas de seus esposos e namorados, outras em grupos de amigos, mas nunca sozinhas, e neste momento a solidão bate forte, as lagrimas não se contentam em apenas cair, mas insistem em queimar as maças do meu rosto, deixando um nó em minha garganta e uma inveja profunda em meu peito; retorno então novamente para a proteção fria e insipida da minha casa e adentro para o banheiro, na esperança de que um bom e quente banho, leve com suas águas, pensamentos ruins e tristes que inundão minha mente e esfolam minha carne, deixo o chuveiro ligado enquanto as mornas águas saboreiam meu corpo magro, com contornos delicados porém firmes, molhando minha pele, aquecendo minha carne ao mesmo tempo que diminui minha ansiedade e tristeza; minhas mãos percorem todo meu corpo, despejando sobre ele o gostoso aroma de sabonete, enquanto meus cabelos recebem o mesmo tratamento com champoos e cremes de perfume e textura incomparavel; e em meio a tanta solidão e carência, meus dedos percorem meus delicados, pequenos e pontudos seios, massageando e apertando minha própria carne, beliscando de forma firme e ao mesmo tempo carinhosa, meus rosados e duros bicos, e a medida que a água desce serpenteando meu corpo, meus dedos percorem indescentemente minha barriga, umbigo e vagina, abrindo meus grandes lábios e lavando delicadamente toda minha bucetinha rosada, geralmente a temperatura em que ela se encontra é bem superior do que a da própria água que a banha, e imersa em pensamentos que envolvem sexo, homens e prazer, inicio quase que inconcientemente, tocar e massagear minha propria buceta, enfiando delicadamente meus dedos em minha vagina, masturbando-me lentamente, sentindo o calor intenso da minha carne, meus líquidos se misturam com a água do chuveiro, tornando a penetração de meus dedos em meu interior, cada vez mais fácil e profundo, me deixando cada vez mais ofegante e feliz, a medida que vou introduzindo 3, 4 dedos dentro da minha buceta, me masturbando cada vez mais forte, e a medida que almento a velocidade e a profundidade dos meus dedos, almentam também meu gozo e orgasmo, sendo obrigada a me deitar no chão do banheiro diante da força e intensidade da minha ereção, meu gozo é tão forte que perco completamente as forças em minhas pernas, e fico completamente encolhida no frio azulejo, enquanto minha buceta pulsa em contrações fortes sobre meus dedos, enquanto minha vagina expele o mais quente e doce líquido, meus olhos vertem a mais cristalina e salgada lágrima de meus olhos, confirmando o quanto me tornei carente e sozinha nesta vida.

terça-feira, 2 de junho de 2009

MEU AMADO E PEQUENO BROCHA

O que leva uma mulher a se apaixonar por um homem? certamente quando um homem é bonito, inteligente, formoso, rico, engraçado, bom de cama, bem dotado... fica fácil entender por que nos apaixonamos tão rapido e cegamente por qualquer uma destas qualidades, mas o dificíl de explicar é quando nos vimos atraidas por um homem destituido de todos estes adjetivos, um homem completamente subtraído de qualquer beleza física ou conhecimento intelectual, um homem medíocre, que nem mesmo sabe corresponder aos apelos e desejos sexuais de uma fêmea, é esta a figura masculina que tenho em minha casa, é este o tipo de homem com quem me deito e me levanto dia-após-dia, é esta a criatura que tolero entre as minhas pernas... A razão por ter me apaixonado por tão desprezivel e vil criatura é simples, Foi ele o único a estender suas mãos quando eu mais precisei, Foi ele o único a me comer quando ninguêm mais queria, Foi ele o único a cuidar do meu filho e trata-lo como uma grande "victoria" em minha vida e não uma decepção ou desgraça, Foi ele que colocou um teto sobre minha cabeça e comida sobre minha mesa... Por tudo isso, fica fácil compreender o porque me apaixonei por um homem feio, desprezivel, doente e broxa. Meu Deus, as vezes me pergunto se mereço passar pelo que estou passando, as vezes me pergunto até quando serei escrava desta gratidão, as vezes me pergunto se já não paguei minha dívida para com ele... Me perdõe "Rogi", espero que você jamais leia estas palavras que aqui estão, compreendo o quanto elas são fortes e até mesmo injustas, mas preciso desabafar, e este é o único lugar onde sou livre e verdadeira, e mesmo que você se sinta ferido e magoado, saiba que eu me feri primeiro, saiba que sou eu a grande derrotada desta história.
Logo eu, a melhor de todas as amantes, a mais devassa de todas as mulheres, a mais dependente de todo tipo de sexo sádico, sujo e depravado, que me entrego por completa diante de um grande e grosso cacete, que adora ser ferida e abusada por homens insaciaveis e indecentementes pervertidos. Imagine então minha dor e frustração diante da realidade de ter que conviver com "Rogi" um homem de pênis minusculo, e que ainda por cima, não consegue mais dar no couro, me obrigando a me alimentar de velhas lembranças, de quando minha buceta era invadida constantemente por orgãos colossais e formidaveis, e minha bundinha sofria lacerações descomunais diante de tão dolorosa penetração, mas ai sim, eu era feliz, ai sim eu não chorava de dor, mas de um prazer indescritível e imensuravel.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

DIA APÓS DIA EU AGRADEÇO A MÃO QUE ME AÇOITA

Eu me espanto todas as vezes que vou até a medicina aqui de Uberlândia; alguns anos atrás fiquei internada por alguns dias devido um acidente, e logo depois veio o resultado de que eu estava gravida e para completar minha situação, foi neste período que descobri que estava contaminada com a famosa "doença das putas", e em meio a tanta turbulência e problemas, passei a olhar mais para as pessoas que estavam a minha volta, pessoas deitadas em macas fétidas, com cobertas e lençois imundos, amontoadas de sacos e sacolas com restos de alimentos, pessoas com semblante sofrido e cabeças cabisbaixas, pessoas que sofrem e gemem de dor, pessoas pobres e necessitadas, pessoas como eu... Mas havia naquele recinto, jovens e distintas pessoas trajando seu alvo e perfumado jaleco branco, empunhando em seu pescoço o conhecido aparelho de estetoscópio, perambulando pelos corredores do PS com ar altivo, superior, tratando com desdenho e deslexo, os pobres e miseraveis que ali estavam, que imersos em total ignorância e desespero, sentião-se aliviados e gratos por estarem sendo tratados, mesmo que com desprezo e desconsideração por parte dos residentes e acadêmicos de medicina, mas ainda sim, gratos por não estarem sozinhos, por ter alguêm velando por eles, por ter um "médico" cuidando de suas feridas...
Inocentes e sofridas almas, desgraçados desde o dia em que nasceram, pelejam pela vida e por um pouco de dignidade, beijando agradecidos as mãos que os atormentam e os açoitam... é assim que vejo nossa tosca sociedade, é assim que me vejo, quando preciso dos nossos "ilustres" doutores, que na verdade não passam de alunos inseguros e perdidos em sua própria vaidade, pessoas que despresam seu próprio semelhante, jovens que só são o que são, porque toda a sociedade, inclusive eu, pagamos seus longos anos de estudos e dedicação, e que no final de tudo isto, ao invés de agradecer a sociedade e todos aqueles que derão seu sangue e suor para eles se formarem, me tratam como se eu estivesse devendo favores a eles ou pior, como se eles estivessem fazendo um favor para mim; quão enganados eles estão, pois na verdade, não fazem um décimo de sua obrigação e dever, são pessoas que devião tratar melhor a sociedade que os sustentam, e não se sentirem superiores a nós, que damos nosso sangue, suor e carne, para mante-los empunhando suas esporas e azorragues sobre nossos lombos.