domingo, 24 de outubro de 2010

CARNE VIVA

Já faz algum tempo que estes fatos acontecerão em minha vida, estes acontecimentos me marcarão, porque foi algo extraordinariamente inesperado; eu estava morando de aluguel e de favores, enquanto esperava ser contemplada pelas casas populares financiadas pela prefeitura no bairro Jd. Célia, enquanto isso, estava sobrevivendo como podia, com meus parcos recursos provenientes do meu "trabalho" e da ajuda financeira dada pelo governo como o auxilio doença; nesta época eu já estava sozinha, morando apenas com meu "filho", meu lindo e frágil "filho", minha grande e esperada 'Victoria' em minha vida; éramos felizes, bom... pelo menos ele parecia estar feliz, pois tinha muitos amigos, primos e colegas, confesso que nestes últimos anos, minha família tem me ajudado e muito, devem estar com a consciência pesada ou já estão contando com o inevitável em minha vida, o importante é que meu "filho" não estava só, mas eu sim, e me sentia muito carente, mas de maneira nenhuma deixava isto transparecer para ninguém, nem mesmo para mim; e a vida continuava com seus longos e febris dias, até que certo dia, ao navegar pela Internet, resolvi entrar em uma daquelas comunidades composta em sua maioria de homens e homossexuais portadores de doenças infecciosas, e qual foi minha surpresa em reconhecer um rosto conhecido, já tinha visto ele em um dos meus trabalhos sociais em um grupo de teatro que eu frequentava já fazia alguns anos, e assim como eu, ele também estava sempre acompanhando a trajetória de uma banda independente daqui de uberlândia; criei coragem e passamos a nos corresponder pelo SMS, e nossas conversas com o tempo, passaram a ser cada vez mais intima e picante, até que não aguentando mais suas insistentes investidas, decidi encontra-lo para podermos nos ver frente a frente pela primeira vez, afinal de contas, o que eu tinha a perder não é mesmo?
No dia e hora marcada, lá estava eu com meu coração nas mãos, não sei bem o porque, afinal de contas, não é surpresa para mim, sair com pessoas desconhecidas e estranhas, mas acho que eu estava em busca de algo mais, quem sabe um namoro sério ou até um romance destes que só se encontra em filmes... Ao chegar no local marcado, pude vê-lo de longe e notei que ele também parecia estar ansioso e com receio; me aproximei, trocamos sorrisos, beijinhos no rosto e cumprimentos; e não demorou muito para a conversa se tornar menos formal e passamos a sorrir com mais satisfação e tocarmos de leve o braço, rosto e mãos um-do-outro; seu sorriso era maravilhoso, e mais lindo ainda era seus olhos claros, ele era apenas alguns poucos anos mais velho do que eu, éramos jovens solitários, fadados a uma dura cruz, em busca de um pouco de paz e quem sabe satisfação; a noite seguia ligeiro, infelizmente as horas parecem correr quando estou tendo meus raros momentos de prazer; e para não deixar a noite terminar com o fim de um copo vazio de vodka, aceitei seu convite, e fomos em direção a sua casa, e lá chegando, ele foi logo me conduzindo até seu quarto e sem nenhuma palavra, abraçou-me pela cintura e veio em minha direção com seus lábios quentes e carnudos, e depois de muitos e muitos dias sozinha, decidi deixar as coisas acontecerem, deixei então as coisas rolarem, e aquele beijo forte e molhado, foi substituído por mãos que tiravam toda minha roupa, que por sua vez eram substituídos novamente por bocas que chupavam, mordiam e lambiam meu corpo, e mais uma vez eram substituídos por dedos que apertavam, massageavam e se inseriam dentro de mim; eu estava extasiada, contente, tremula... Havia meses que não sentia aquela sensação, aquele arrepio, aquele tesão. Quando dei por mim, já estava completamente nua, húmida e prestes a ser devorada por aquele rosto amigo e corpo completamente estranho; era minha vez agora, de ter o grosso falo daquele homem em minha boca, era minha vez de dar-lhe um pouco de tudo aquilo que havia aprendido, era minha vez de saciar aquele homem desesperado por sexo e paixão, e ao retirar sua roupa, me deparei com um falo extremamente grosso e torto para um lado, seu cajado era extremamente avantajado e emperdigado, mas completamente torto para a direita, e parecia que aquela cabeçorra iria estourar de tão inchada e vermelha; segurei aquele monstro com uma das mãos e o coloquei em minha boca, sua cabeça mal entrava por entre meus dentes, era difícil engolir aquele músculo inchado, mas aos poucos, aprendi a ajeitar aquele colosso em minha garganta e passei a manipular e sugar forte aquele homem, eu salivava mais do que uma cadela no cio, podia sentir suas grossas e calibrosas veias pulsarem por sobre aquele chumaço de carne, o cheiro e o gosto forte daquele homem, parecia dizer que algo de ruim estava por acontecer, e já não aguentando mais, retirei seu cajado da minha boca, deitei sobre o colchão e arreganhei minhas pernas, imediatamente aquele homem veio e se posicionou sobre mim e lentamente pincelou seu mastro inchado na portinha da minha bucetinha molhada e aos poucos introduziu aquela cabeçorra enorme em meu interior, e não demorou muito para todo aquele monstro estar esfolando minha vagina branquinha, meu Deus, como eu estava desesperada por aquilo, aquele mastro entrava e saída do meu interior, de forma bruta e violenta, deixando minha xana inchada e vermelha, e quanto mais ele metia, mais forte e profundo eu queria, implorava para ser empalada, estava com meu corpo e pernas escancaradas, implorando para ser consumida, seu ferro adentrava em meu interior, machucando e esfolando as frágeis paredes da minha vagina, que apesar de estar completamente lubrificada, sentia o desconforto daquele chumaço de carne torto, adentrar e se alojar com violência em meu interior, me restava então gemer e gozar de prazer e tesão; seus movimentos são fortes e profundos, o corpo grosso e enrijecido de seu instrumento, começa a ferir as paredes de minha bucetinha, seu cajado extremamente torto, entra rasgando minha vagina inchada, era como se uma mão estivesse entrando e se alojando em meu útero, eu podia sentir o pulsar de suas artérias contra minha bucetinha vermelha, que com o passar do tempo, foi ficando cada vez mais seca e ardida, a partir daquele momento, o prazer colossal que sentia, transformou-se em dores agonizantes de algo áspero e duro adentrar em meu interior, queria que aquele homem gozasse vigorosamente em meu interior para que as dores da fricção de seu cajado e minha bucetinha cessassem, mas ele parecia um maquina insaciável, com seu órgão ardendo de tão quente; minhas entranhas pareciam estar completamente rasgada devido seu imenso falo retorcido que teimava em se alojar forte e incansável em meu interior, eu suplicava para que ele gozasse logo ou que tirasse seu cajado da minha bucetinha e o colocasse em minha boca, mas ele queria era me ver sofrer, e quanto mais alto eu gemia de dor, mais forte e rápido ele inseria seu vergalhão obliquo em minha racha, até que ele retira de forma violenta seu cacete cabeçudo da minha buceta e o coloca no rumo de minha boca, e rapidamente joga uma quantidade enorme de porra quente e ardida em minha boca, rosto e corpo, seu leite era grosso e abundante, eu mal conseguia condiciona-la em minha boca, ela escorria por todo meu corpo, e seu cheiro e gosto apesar de muito forte não me incomodavam, pois estava feliz por ele ter tirado aquele instrumento de tortura do meu interior; bebi o máximo que consegui daquele sémem forte, o restante se espalhou por todo meu rosto e corpo, imediatamente coloquei meus dedos sobre minha vagina, derrepente um frio percorreu minha espinha, olhei para baixo, abri os grandes lábios da minha buceta que estava completamente inchada e vermelha e me assustei com o rombo e o estrago que aquele mastro retorcido havia feito com minha xana, ela estava em carne viva, literalmente falando, não havia sangue, mas podia-se ver que a pele da parede da minha bucetinha havia se rompido e uma grande área dela estava extremamente edemaciada; que dor, que calor, que fogo... Com certeza aquela foi uma trepada que eu estava almejando há muitos e muitos meses, mas só não contava com a possibilidade de ver e ter minha buceta na carne viva.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

GEMIDOS NOTURNOS

Quando ainda era muito jovem, passava noites e noites acordada, em festas, bares, luais, shows, e tudo mais que a noite poderia oferecer, confesso que eu aproveitei minha juventude ao extremo, não perdi um minuto se quer da minha energia e vitalidade; e quem for capaz de me condenar, saiba que trepei demais, fui feliz e realizada, não existem fantasias que eu não conheça e nem fetiches a serem realizados, saiba que não existe dor maior do que a frustração de não conhecer o sabor e o ardor da carne, do sexo e do orgasmo, e quanto a este quesito, tenho consciência do quanto fui feliz, do quanto chorei de tesão e do quanto gemi de prazer... È claro que o prazer e o orgasmo não duram para sempre, para ser honesta ele acaba com o findar da noite, com o nascer do dia, com o romper de uma nova manhã; o importante è que, eu gozei, e isto para mim jà basta. Mas tudo isto ficou para traz, assim penso eu; querendo ou não, tenho agora mais responsabilidades, mais medo, mais dor... Não que eu tenha deixado de sentir o forte gosto, aroma e sabor do sexo, da depravação e da luxuria, pelo contrario, nunca senti tanto desejo e anseio pelo sexo sádico, imundo e pervertido, como sinto agora com meus trinta e poucos anos, só que agora, minhas noites continuam recheadas de gemidos fortes e atrozes, soluços e lagrimas, sangue e saliva, mas não de prazer, mas de dor e tormento, DOR E TORMENTO!

sábado, 18 de setembro de 2010

COURO MARCADO.

Como toda mulher, eu também sou vaidosa, principalmente quando o assunto é meu corpo, por motivos óbvios procuro manter meu corpo sempre lindo, bem cuidado, hidratado, cheiroso, gostoso... Mas com certeza, o que chama a atenção, alem dos meus seios e bunda, é a imensa tatuagem que tenho nas costas, afinal de contas, que puta não tem o couro marcado? que vaca não tem a marca de seu dono em suas costas? que cadela não lambe as mãos que o alimenta? Reconheço que no inicio da minha juventude, ter uma tatuagem no corpo era mera vaidade, uma forma de fazer parte de um grupo, uma necessidade alienada de ser aceita e me mostrar; hoje vejo que ter serpentes desenhadas em minha carne, tornou-se mais do que uma simples tatuagem, tornou-se parte do meu caráter e da minha índole; Qual outra figura poderia estar estampada em meu couro a não ser minha própria personalidade? Desde os tempos mais remotos, a cobra é vista como um animal dissimulado, ardiloso, astuto, sagaz e enganador, e como vocês bem sabe, estas são algumas das minhas principais qualidades, afinal de contas, eu não raramente me faço de doente para desferir meu fel e ódio, me encontro sempre com minha cara no chão, rastejando minha carne e corpo pela lama, em busca de algo que nunca encontro, quase sempre me faço de vítima, quando na realidade sou eu a verdadeira responsável e só me satisfaço, quando estou com minha "cloaca" recheada de imundície e dejetos; Hoje reconheço que não poderia ter escolhido figura melhor para marcar meu couro, afinal de contas que outro animal se pareceria tanto comigo, já mutilei dezenas de pessoas com meu veneno, já enganei milhares e milhares de vezes aqueles que me amavam, já me fiz de vitima só para destilar meu fel contra muitos inocentes, já engoli centenas de víboras como eu, e por fim, já fui capaz de morder com minha boca imunda, as mãos que um dia me alimentaram; Por todas estas qualidades intrínsecas em minha personalidade é que afirmo que não poderia existir figura melhor para representar meu verdadeiro eu, do que as cobras que marcam meu couro.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

SANTAS NÃO GOZAM

Já me perguntei um milhão de vezes, porque fico postando fatos que marcaram minha vida, ou que simplesmente fazem parte do meu cotidiano, mas até hoje, não sei bem ao certo o motivo, acredito que seja uma forma de me mostrar, dar minha cara a tapa, receber elogios ou críticas, quem sabe? talvez seja apenas uma forma de me tornar imortal na lembranças de meus leitores, já que minha vida será dolorosamente efémera neste mundo, ou quem sabe seja esta minha forma de destilar minha dor e ódio para com aqueles que de alguma forma usufruirão do meu corpo mas matarão meu espírito, talvez minhas palavras sejam minha única forma de esquecer um pouco minha realidade e reviver os bons dias de minha juventude, dias de alegria e felicidade, prazeres e paixões, mas também dias de dor e tormento, angustia e sofrimento, mas como dizia o poeta: "melhor é caminhar por caminhos tortuosos, do que não caminhar"; isto sim é o resumo da minha vida, eu vaguei e continuo perambulando por entre pedras e espinhos, mas continuo...
Na vida, muito aprendemos, e muito ensinamos, hoje em dia, não tenho vergonha de demonstrar o amor incondicional para com meu "filho", todos os dias que o vejo, o abraço e digo que o amo, estou sempre mandando e-mail ou postando em seu orkut, o quanto ele é importante para mim e o quanto estou orgulhosa dele, tento não mostrar a ele a dor que aos poucos me consome, acho que desta forma o protejo dos dias furiosos que virão; não é fácil para uma mãe, mostrar ao filho a realidade desta vida, não é fácil para ninguém, esconder nossos segredos, desejos e instintos mais imundos daqueles que nos amam; eu sei que a vida vai ensina-lo a ser forte, e também estou tranquila pois sei que ele conseguirá caminhar com suas próprias pernas, se por ventura algum dia eu vier faltar; um dia ele saberá quem sua mãe realmente era, espero que ele me perdõe pelos dias que falhei e pelas noites em que não estava em casa para protege-lo, eu bem que tentei ser uma mãe comum, assim como as outras, eu até que tentei aquece-lo nas frias noites de inverno, eu ate que tentei deixar as pedras, eu ate que tentei ficar sozinha; mas não ter quem também me aqueça neste mundo tenebroso de meu Deus, foi para mim uma loucura, desespero insuportável, tormento insano e incontrolável, é por este motivo, que a noite torna-se minha amiga, é na madrugada que me realizo, são as ruas que me acolhem e me protegem, é o suor de um corpo exausto que mata minha sede e o gosto forte da ereção de um homem que me alimenta; mesmo que eu deixe meus cabelos crescerem, frequente uma igreja e passe os finais de semana com minha família, isto não mudará minha essência e nem me tornará uma pessoa melhor, pois a tempos aprendi uma grande lição, a de que SANTAS NÃO GOZAM, e esta é uma verdade universal e absoluta, e minha escolha eu já fiz a muito tempo; entre cheirar a batina de um padre ou seguir os passos de um pastor, prefiro me lambuzar no lamaçal da luxuria, me afogar no mar da depravação e ser arrebatada pelos braços da degeneração.
Quem me vê nesta roupagem de boa mãe, filha querida e amiga amorosa, desconhece o que aflora em minha alma, por de traz destes grandes olhos verdes, corpo frágil e iluminado sorriso; a puta que se esconde em minhas entranhas e se contorce entre minhas pernas, é pura e verdadeira, ela é destituída de qualquer preconceito ou discriminação, ela não julga e nem aponta seus dedos, ela é sincera em relação aos prazeres, dores, amores e paixões, ela sacrifica seu próprio corpo, para o prazer alheio e sua própria satisfação; diferente da boa pessoa que tenho que me tornar, quando me encontro com minha família, irmãs ou amigos, esta sim é mentirosa, atrevida e imunda, pois se disfarça de santa para alcançar a gloria dos homens.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

O INICIO DO FIM - final.

... Como estava dizendo, aquele era o início de um novo começo, não o inicio de uma nova paixão ou amor, apenas o inicio de mais uma grande e ardente aventura, sempre adorei me relacionar com mulheres, talvez porque sejam menos egoísta, ou quem sabe mais compreênsivas do que os homens, mas a verdade é que nunca amei uma mulher como já amei um homem, mas naquele momento, eu não estava apenas carente, eu estava sozinha, eu também me encontrava tão perdida quanto aquela menina; e sentir o perfume de seus cabelos, o sabor de sua saliva e o frescor de seu hálito, fez com que meus pelos se eriçassem por todo meu corpo, e a cada chupada de sua boca sobre minha língua, fazia com que minhas mãos percorressem sedentas cada curva, cada saliência de seu corpo; não me recordo que roupa ela usava, lembro-me apenas de ter em minhas mãos, um dos seios mais lindos que já vi, eram incrivelmente empinados, branquinhos e dotados de pequenas aureolas morenas, era impossível resistir, cai imediatamente de boca sobre sua pele morna e chupei com força cada um daqueles delicados bicos, mordia, sugava e os apertava com meus dentes, e a cada mamada, ouvia-se apenas os gemidos histéricos daquela linda menina; enquanto minha boca devorava faminta os seios daquela jovem, minhas mãos já haviam retirado toda sua roupa, deixando-a apenas de calcinha, só então reparei que esta se encontrava completamente ensopada, foi então que o perfume de seu sexo exalou-se pela sala e com minhas mãos tremulas, abri suas pernas, coloquei sua calcinha de lado e alisei sua fenda coberta por ralos pelos castanhos, meus dedos deslizavam suaves pela borda melada de sua vagina, hora entravam fundo em sua gruta, outras vezes apenas massageava o grelo duro e inchado de sua buceta; parei de morder seus seios e escorreguei minha língua em direção a sua vulva e ao me aproximar, abri os grandes lábios de sua vagina e pincelei forte minha língua de encontro aquela carne morna e húmida, quanto mais forte e mais fundo minha língua ia, mais forte tornava sua respiração e gemidos; não demorou muito para sentir suas pernas tremerem descontroladas e o mel de sua vagina pulsar forte em minha boca; com sua boca escancarada, seus gemidos eram agora gritos agonizantes de um gozo intenso, sua bucetinha pulsava forte, abrindo e fechando, despejando gotas cristalinas de seu orgasmo sobre minha língua que insistia em lamber, chupar e morder sua carne rosada e húmida.
Ela estava ainda se recuperando de seu orgasmo, quando me levantei e comecei a retirar minha camiseta e short; minha vagina, assim como a dela, ardia em brasas, e com minha bucetinha depilada e completamente encharcada, subi sobre o velho sofá e me agachei sobre sua boca, abrindo minha vulva e oferecendo minha gruta a sua língua, imediatamente senti sua boca me comer forte, enfiando sua língua e seus dedos em meu interior, lambendo e chupando minha cavidade e carne, meus dedos desesperados apertavam meus próprios seios, beliscando forte meus mamilos pontudos e duros, minhas pernas mal conseguiam se aguentar abertas, e já convulsionando, despejei forte meu gozo sobre o rosto e boca daquela linda garota, eu apertava minha bucetinha forte contra a boca e dentes daquela jovem; seus dedos eram enterrados até o talo em minha fenda, podia senti-los tocar meu útero; permaneci naquela posição até a ultima gota do meu gozo se esvair pela boca da minha menina, lentamente ela retirou seus dedos da minha fenda e deslizei meu corpo pelo seu corpo e ficamos deitadas juntas, eu por cima e ela por baixo me abraçando, por uns 10 minutos, ofegantes, suadas e completamente realizadas; foi então que ela olhou direto para mim e disse: Quero mais, quero muito mais... Com um pequeno sorriso no canto da boca e com meus dentes superiores mordendo o lábio inferior, em completa aprovação daquela deliciosa proposta, falei ofegante e imperativamente: chama agora seu namorado para cá, e vamos dar para ele o que ele realmente merece; com sua boca aberta, claramente surpresa ela disse: Ai meu Deus, não sei não, tenho medo, o que ele vai achar?
Segura do que eu queria, falei: Confia em mim, ele não só vai gostar, como fará tudo o que você pedir pro resto da vida; ajudei-a a se levantar, vestimos nossas roupas e mesmo percebendo sua indecisão, insisti para que ela apenas o convidasse para minha casa, pois teria uma surpresa para ele; fomos até o portão e rapidamente ela atravessou a rua e entrou para dentro, deixei meu portão aberto e corri para meu quarto, tirei algumas coisas que estavam jogadas sobre a cama, fechei as janelas e quando me virei, minha menina juntamente com seu namorado já apontavam na porta da sala; com um sorriso no rosto, pedi que entrassem e fui logo me apresentando para meu vizinho, agradável e gentil, ele me comprimentou mas permaneceu com seu semblante surprezo por aquela repentina visita, percebendo que sua namorada também se encontrava muda e assustada, falei sem rodeios nem cerimonias: Eu te chamei aqui, porque já faz algum tempo que estou interessada em você, e ao conversar com sua namorada, elas me disse que o namoro de vocês anda um pouco frio, por isso tenho uma proposta a fazer para você: Eu adoraria fazer sexo com você, mas com uma condição, sua namorada tem que participar de tudo, topa?
Sem saber o que estava acontecendo, ou não acreditando no que acabara de ouvir, ele olhava interrogativo para sua namorada e gesticulando com as mãos em sinal de incompreensão, disse gaguejando: como assim fazer sexo comigo? Foi então que sua namorada segurou seu rosto com as duas mãos, olhou em seu olhos e disse: Eu quero ver você comer ela, e quero que você veja ela me comer! Surpreso mas com um sorriso que somente em raras ocasiões podia ser visto, ele imediatamente respondeu: É claro que topo.
Sem perder tempo, fiz um sinal de aprovação com minha cabeça para sua namorada, que colocou suas mãos dentro da camiseta de seu namorado, afagando o corpo atlético de seu homem, enquanto beijava agradecida a boca de seu macho, aos poucos ela subiu sua camiseta e a retirou, e enquanto ela abria o ziper de sua calça, e a retirava; eu da mesma forma retirava peça por peça da roupa de sua namorada, que rapidamente ficou completamente nua; quando olhei seu namorado completamente nú, fiquei com minha boca completamente aberta, devido a grandiosidade e perfeição daquele jovem; comecei então a me despir na frente daquele homem, que se encontrava duro, com seu falo sendo manipulado pela sua namorada, em uma vigorosa punheta, recheada de lambidas e chupadas; Mais uma vez minha vagina inundou-se com meu liquido e ao ficar completamente pelada, abracei minha menina por traz e passei a alisar todo o corpo eriçado da minha jovem amiga, bem devagar ela virou-se de frente para mim, e beijou-me ardente, como uma virgem se entregando pela primeira vez ao seu grande amor, lentamente, conduzi meu lindo casal para meu quarto e ao me aproximar daquele jovem homem, segurei seu falo com minhas duas mãos e sem perder tempo, coloquei toda sua cabeçorra molhada em minha boca, pedi para que ele se deitasse na cama, e continuei sobre aquele macho saboreando a textura de sua vara, enquanto sua namorada enfiava sua língua faminta em minha bucetinha ensopada, deitada de quatro sobre as pernas daquele homem, abri o máximo que podia minhas pernas e empinei meu quadril e minha bunda em direção a boca perversa da minha menina, que lambia meu cuzinho, mordia meu grelo e enfiava desesperada seus dedos em minha racha, minha vagina ardia de desejo e fome, queria sentir aquele chumaço de músculo, abrir minha carne e esfolar minha pele, tirei então seu cajado da minha boca e me posicionei sobre o seu quadril e lentamente desci meu corpo em direção ao seu ferro ardente, que aos poucos foi-se alojando centímetro por centímetro em minha cavidade, passei a cavalgar freneticamente sobre aquela rola, enquanto minha menina alisava minhas pernas e bunda com suas mãos, seus dedos passeavam sedentos na porta do meu ânus, massageando e lubrificando meu buraquinho, enquanto aquela tora entrava vigorosa em minha fenda, rasgando minha carne e tocando fundo a entrada do meu útero; foi então que pela primeira vez nosso homem gemendo, implorou para que eu parasse de cavalgar pois ele estava preste a gozar em mim, pedi então para minha menina se deitar, pois agora era minha vez de come-la por inteiro com minha boca e dedos, ansiosa ela se deita com suas perninhas arreganhadas, e oferece sua bucetinha molhada de tesão, sem perder tempo, me coloco sobre seu corpo em um gostoso 69, e passo a lamber e a masturbar minha menina, enfiando meus dedos em sua vagina e apertando freneticamente seu grelo, seu corpo parece convulcionar, levantando, abaixando e rebolando seu quadril, enquanto introduzo fundo meus dedos lambuzados em sua fenda, seu homem se coloca atrás de mim, e aponta sua grossa e inchada rola no rumo do meu cuzinho, quando sinto sua cabeçorra abrir meu ânus, grito de desespero e tesão, ao mesmo tempo em que estou sendo enrabada, minha menina esfrega alucinada seus dedos em minha bucetinha, enfiando dois, três, quatro dedos de uma só vez em minha bucetinha, descontrolada, começo a rebolar freneticamente, forçando e enfiando cada vez mais fundo aquele colosso em meu rabo, enquanto meus dedos castigam a vagina inchada da minha menina, pois estou agora com vários dedos de uma das mãos em sua buceta, enquanto a outra começa a explorar aquele cuzinho fechadinho e repleto de finas penugens, completamente molhadas pelo seu suco e seiva, meus dedos entram gulosos em seu cuzinho apertado, que engole um a um dos meus delgados e longos dedos, ao passo que suas pregas, aos poucos vão sendo dilaceradas com a brutalidade dos meus movimentos, pois meus dedos teima em se alojar cada vez mais fundo nas duas fendas daquela doce menina; a brutalidade que imponho a aquele juvenil corpo, é porque estou prestes a gozar forte com aquele cacete atolado até o talo em meu ânus, ele bomba forte, tirando e colocando cada vez mais forte e profundo, seu mastro em meu cú, até que não aguento mais e começo a jorrar literalmente sobre minha menina, gozo tão forte e violentamente, que começo a urinar literalmente sobre minha jovem adolescente, meu tesão é redobrado quando sinto jatos vigorosos de semêm invadirem meu intestino, sua porra é quente e em abundância, e não demora muito para ele preencher completamente meu rabinho dilacerado, e nossa orgia torna-se completa, quando minha menina no auge do seu prazer, goza intensamente, inundando e contraindo seus músculos sobre meus dedos, que são devorados literalmente falando, pela febril mucosa que recobre sua vagina e seu ânus.
Aquela foi uma noite inesquecível em minha vida, e acredito que na vida daquele jovem casal também, gostaria de dizer que somos amigos até hoje, mas não seria verdade; depois daquele dia, tivemos outros encontros, iguais ou mais intenso do que este primeiro, porém alguns meses depois tive que me mudar daquela casa, pois estava difícil pagar o aluguel; Apartir dai, nunca mais os vi novamente, espero que eu tenha reacendido ou pelo menos contribuído para a paixão entre aqueles dois jovens; no mais, creio que apartir daquele dia, eu me tornei uma nova pessoa, apartir daquele dia passei a pensar com menos intensidade no homem que havia me abandonado, apartir daquele dia passei a sentir falta do seu corpo, com um pouco menos de loucura, apartir daquele dia, passei a ama-lo como a um homem, e não como a um Deus, aquele dia tornou-se o inicio do fim da minha insana enfermidade.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

O INICIO DO FIM - 1º parte.

Era um dia como outro qualquer, não me lembro se era final de semana ou feriado, só sei que não tinha que trabalhar naquele dia, acordei, o sol já devia estar alto, pois o calor já tomava conta do meu quarto, rolei de um lado para o outro numa tentativa fútil de espantar minha preguiça, não estava cansada, apenas não queria deixar minha cama, permaneci deitada com meus grandes olhos verdes abertos, não olhava nada, apenas fitava um ponto qualquer da parede, quando derrepente, como sempre acontece, a sua imagem tomou conta dos meus pensamentos novamente, nada em especial, apenas imagens distorcidas do seu rosto, de nossa vida juntos, do seu corpo que tanto eu desejei; Isto que eu sinto, parece mais uma enfermidade, pois tentar esquece-lo, é uma batalha a muito tempo perdida, e olha que já fiz de tudo para ser feliz, mas acho que este tormento, levarei para sempre comigo, enquanto vida tiver; Rapidamente, me levantei da cama, queria esquecer você, ou melhor, apenas não me lembrar da dor e da solidão, entrei para o banheiro, fiz xixi, lavei meu rosto, escovei meus dentes e penteei meus cabelos, gosto de tomar banho antes de iniciar meu dia, mas não aquele dia, naquele dia eu queria ver pessoas, não precisava conversar, apenas ver pessoas, por isso, tirei a calcinha que estava vestida, coloquei um shortinho básico e um top confortável, fui até a cozinha, não tenho o habito de fazer café, por isso um pequeno copo com leite e achocolatado está de bom tamanho, precisava comprar pão, passei então a procurar moedas, pois não estava disposta a trocar as notas que tinha em minha carteira, ajuntei alguns centavos e sai em direção a venda mais próxima, e comprei dois pães franceses, que com um pouco de margarina tornariam minha mesa, um verdadeiro banquete matinal.





Ao terminar de comer, tirei a mesa, coloquei o copo sobre a pia e pensei, o que fazer agora? não tinha amigos por perto, não havia lugares para ir, nem a quem telefonar, simplesmente me senti perdida diante do "não ter o que fazer", isto é raro em minha vida, e em meio aquele ócio desconcertante, decidi ouvir um pouco de musica, liguei o som e abri as janelas, e acredito que milhares de outros vizinhos se encontravam naquela mesma posição em que eu me encontrava, pois musicas de todos os géneros e estilos, ardiam alto de varias casas, e um barulho borbulhante parecia invadir a rua, que aos poucos se intensificavam com a presença de pessoas fazendo compras, crianças chorando, buzinas, alarmes... Abri o portão da minha casa e de cara avistei meu vizinho que morava logo em frente, ele estava lavando seu carro, e assim como eu, vestia apenas um short e uma camiseta branca, ele devia ter naquela época, pouco mais de 20 anos, era homem formado, braços e pernas grossas, bem torneadas, cabelos pretos curtos e olhos castanhos claros, mas o que chamava a atenção para ele, era os raros momentos em que ele sorria, até hoje, não sei o motivo de tamanha seriedade, era jovem, bonito, mas apesar da aparente felicidade, jamais era visto com um gostoso e lindo sorriso nos lábios, enquanto comia aquele jovem com os olhos, não havia percebido, que sua namorada estava também me encarando, sentada no banco traseiro do automóvel, acho que escovando os estofados, não sei classificar a forma que ela me olhava, mas não era ódio, raiva nem ciumes, era algo mais apático, quase que contemplativo, se não me engano, quase da mesma forma que eu fitava seu namorado; o sangue subiu rápido para minha cabeça, não sei se sorri ou se fechei a cara, só me lembro de fechar o portão e me arrepender de ter ficado cobiçando o homem alheio. O restante do dia transcorreu lento, preguiçoso, sonolento, até o final da tarde e inicio da noite, não me lembro bem, mas acho que já se aproximava das 19:00 quando a campainha toca, estava me preparando para o banho quando ao atender a porta, me surpreendo com a presença da namorada do meu vizinho em frente ao meu portão.





Assustada, comprimentei a garota com uma palavra qualquer e com os olhos percorri rapidamente a rua, procurando quem sabe um motivo para aquela visita, ou quem sabe apenas uma forma de inconscientemente pedir ajuda pelo que estava por vir; foi quando ela de maneira calma e meiga, me dirigiu a palavra, me comprimentando e certificando se aquele era meu nome, respondi que sim e antes que ela me dissesse alguma coisa, perguntei onde estava seu namorado, e com um sorriso desconsertado ela disse que ele deveria estar na casa dele, logo em frente, e que apesar de não ter certeza de onde ele se encontrava, o motivo da visita era justamente para falar sobre ele, ou pelo menos envolvia ele; fiquei então aguardando ela me dizer alguma coisa, quando ela me perguntou se podia entrar para podermos conversar, pois o assunto que ela gostaria de conversar comigo era um tanto delicada, e que eu não me preocupasse pois o que ela queria falar comigo poderia ser interessante tanto para mim, quanto para ela.




Pedi então para que ela entrasse e se sentasse no velho sofá que ficava na sala, sentamos e logo ela me perguntou o que eu achava do namorado dela, pois ela tinha notado que eu estava olhando para ele hoje na parte da manhã, e que já fazia algum tempo que o namoro dos dois não estava indo bem, e que se eu estivesse interessada, poderia ficar com ele, pois já fazia alguns meses que o namoro estava frio, não por culpa dele, mais por culpa dela; e gostaria de terminar o namoro, mas não queria que ele sofresse, por isso seria interessante ele se apaixonar por outra garota antes do termino do namoro; assustada, respondi que não estava interessada no namorado dela, pelo contrário, estou precisando esquecer o ultimo que havia deixado um rombo enorme em meu peito, estava sim olhando seu namorado, mas apenas admirando o corpo dele que parecia ser lindo, respondi receosa; é verdade respondeu ela, ele tem um corpo lindo, e é extremamente gentil e educado; por este motivo, não queria vê-lo infeliz; perguntei então: Porque está querendo terminar seu namoro se ele é cheio de boas qualidades? Pensativa e com os olhos baixos, respondeu que estava confusa e havia se interessado por outra pessoa, e que este não era nem o inicio de seus problemas; Com meu semblante fechado perguntei: Como assim este não é nem o inicio de seus problemas? Respirando forte e ofegante, ela levantou sua cabeça e disse sem hesitar, acho que sou bissexual, já faz alguns meses que venho me interessando por garotas, e este segredo ou duvida esta acabando comigo, hoje mesmo quando você estava olhando meu namorado, pouco me importei, estava mais preocupada em conhecer você do que perder o homem que estava comigo... Não esperava ouvir aquelas palavras, ainda mais daquela garota que mais se parecia um menina, mas confesso que não me abalei, e até tentei ser compreênsiva com ela dizendo, que ela estava passando por um período de duvidas e descobertas, isto ocorre com todas nós, principalmente quando saímos da adolescência e começamos nossa vida adulta, e que não importava a escolha que ela fizesse, desde que ela fosse sincera com as pessoas que a amam e principalmente sincera com ela mesma, acredite, eu também já passei por isso; Com um pequeno sorriso nos lábios ela perguntou: e o que você fez em relação a isto? olhei bem dentro dos olhos daquela garota e disse: Vivi a vida intensamente, aprendi e ensinei o que podia, perdi um grande amor e ganhei um milhão de outros, sangrei chorei e sorri, e jamais deixei que ninguém me julgasse, nem mesmo o Deus que trazia em meu coração, e no final de tudo isto, o único arrependimento que tenho, foi o falar quando devia ter ficado calada e ficar muda quando devia ter gritado.
E naquele momento percebi seus olhos vermelhos e lágrimas que um a um percorriam seu rosto, toquei de leve sua face, retirei os cabelos que escondiãm seus olhos e toquei meus lábios nos seus, e no calor do momento, me entreguei de corpo e alma para aquela menina, que mal havia completado 18 anos, mas já trazia em seu corpo o perfume e o sabor glorioso de sexo, e em contra partida, senti o fervor e ardor que seus lábios e língua me chupavam, sorvendo a carne da minha boca e bebendo da minha saliva, e mais uma vez, depois de muitos e muitos meses, senti o tesão e o calor que a muito não sentia, e mais uma vez, tive em meus braços e corpo a chama ardente do fogo que consome minha virilha, retesa meus seios e deixa meu sexo ardido devido a imensa paixão.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

CABELOS AO VENTO

Quem me conhece sabe que o que mais prezo na vida é a liberdade, liberdade em todos os sentidos, ser livre é ter o poder de mandar, escolher ou negar, ser livre é se libertar das amarras de tudo aquilo que nos oprime, ser livre é estar neste mundo com um único objetivo, viver; e foi com este espírito libertário, que entrei para faculdade a muitos anos atrás, nesta época eu queria ser diferente, me desprender das coisas passageiras, viver o presente sem pensar no futuro, e mais do que nunca, viver a vida intensamente, insanamente, e quem sabe até desesperadamente por assim dizer; e por este motivo, me entreguei diversas vezes as paixões, aos amores, aos delírios... E uma das minhas paixões eram as MOTOS, diferente das demais garotas que adoram desfilar nos carrões de seus namorados de dia, para darem no banco de trás a noite, eu amava sentir entre as minhas pernas, o couro macio do assento de uma moto importada, eu amava a velocidade alucinante imposta pela potência de um motor e mais do que nunca, eu me arrepiava toda diante do ronco alto de uma destas maquinas; e para a minha alegria, minha irmã mais velha, estava morando com um homem que trabalhava em uma concessionária que vendia motos, motos importadas. Nos finais de semana, quando a família se reunia, eu ficava completamente eufórica e alucinada quando meu cunhado se aproximava com uma daquelas maquinas que me faziam molhar "literalmente" minha calcinha, é claro que eu jamais deixei esta minha tara transparecer para as demais pessoas, eu guardava toda aquela euforia dentro de mim, as vezes, para não chamar a atenção, fingia desinteresse e até mesmo uma certa antipatia em relação as motos, mas dentro de mim, o sangue fervia, minha carne ficava febril só de imaginar poder um dia viajar para longe na garupa de uma kawasaki, suzuki ou black-bird.
Minha irmã que me perdoe, mais o lugar dela, não era na garupa de uma daquelas maquinas, só eu sei o quanto eu precisava sentir o ronco, a força o poder de estar assentada sobre aquele banco; o quanto eu almejava sentir o vento em meu rosto, braços e cabelos; o quanto é prazeroso parar na rua quando o semáfaro se fecha, ou chegar em um lugar repleto de pessoas te olhando e comendo seu traseiro empinado com os olhos, enquanto as vadias se mordem de inveja... Sou de tudo um pouco nesta vida, menos hipócrita; por este motivo, quando estava só com meu cunhado, fazia de tudo para chamar sua atenção, já havia até mesmo me declarado certo dia, quando confessei a ele que se conhecesse um homem que tivesse uma daquelas motos eu daria para ele só para poder andar em sua garupa, com o tempo, nossas conversas particulares se tornaram cada vez mais picantes e indecentes, eu falava abertamente com ele sobre minhas taras e fantasias, e o viado enlouquecia de vontade e tesão, chegou até ao ponto de me convidar para viajar com ele em troca de favores sexuais, e safada como só eu sei ser, é claro que aceitei sua proposta, com uma condição, minha maninha jamais poderia saber de nossos passeios e viagens, coisa que até hoje ela desconhece.
Odracir, este é o nome do meu querido cunhado, o homem que pelo menos uma vez por mês, me conduzia na garupa de sua moto em passeios recheados de aventura, prazer e emoção; viagens cujo o preço era a realização dos meus e dos seus desejos e fantasias; teve um dia, que ele foi até a universidade me pegar, eu já estava alta, havia fumado alguns cigarros com meus amigos e estava ardendo de desejo, e naquela noite ao sairmos do Campus, disse para ele que estava prestes a cometer uma loucura, e não demorou muito para minha mão deslizar até sua calça abrir seu ziper e colocar seu mastro para fora, numa massagem frenética, punhetando forte seu cacete, que já se encontrava duro e grosso, ao mesmo tempo em que ele me dizia que daquela forma ele começaria a festa primeiro do que eu, parei então de masturbar meu cunhado e comecei a abrir os botões da camisa que eu estava vestindo, tirei toda minha camisa ficando apenas de soutien, que não demorou muito e me livrei dele também, estava agora com meus seios expostos, retesados de frio e adrenalina, lembro-me que quando estávamos próximo de algum sinaleiro, eu abraçava forte aquele homem, tentando esconder a frente do meu corpo em suas costas, mas era só o motor gritar novamente, que eu me erguia e expunha meus pequenos e pontudos seios ao sabor do vento, eu estava fora de mim naquela noite, queria trepar ali mesmo, sobre o macio couro daquele banco, foi então que pedi para meu cunhado parar em algum lugar pois eu queria tirar minha calça e andar nua sobre sua garupa, notei que a principio ele ficou com medo, mais não demorou muito para ele estacionar em uma rua aparentemente deserta, rapidamente desci e tirei minha calça jeans, ficando apenas com minha calcinha fio-dental, expondo minha bundinha descomunal sobre aquela carenagem verde e branca; rumamos rumo ao centro da cidade, passando pelas principais ruas e avenidas de Uberlândia, desfilando meu corpo nu sobre o macio banco de uma kawasaki ninja; naquela madrugada, trepei com meu cunhado sobre o banco de sua moto, em uma rua escura do bairro Martins, cavalguei em seu cacete e fui enrabada deliciosamente no tanque daquela máquina, mas com certeza a melhor lembrança que guardo daquele tempo, era a do vento em meus cabelos.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

MELHOR É DAR, E TAMBÉM RECEBER.

Faltava pouco menos de um ano para terminar minha faculdade, e eu estava completamente perdida, não tinha tema para minha monografia, não tinha orientador, não tinha vontade de fazer absolutamente nada; percebi então que precisava dar um jeito em minha vida, e correr atrás do prejuízo, foi então que me lembrei de um professor, nada ortodoxo e um tanto quanto esquisito; mas havia algo nele que me chamava atenção, com certeza, não era seu intelecto, nem seus dotes físicos, mas havia algo em seus olhos, na sua forma de me olhar, em seu jeito reservado e misterioso de se preservar que chamava minha atenção para sua pessoa; decidi que queria ele como meu orientador, iria ser sua mais nova aluninha aplicada, iria me dedicar de corpo e alma em meu trabalho e se preciso fosse, daria o melhor de mim, para meu querido professor.





Não foi tão fácil quanto eu pensava, mas sabe como é, basta fazer uma carinha de menina sapeca disposta a fazer qualquer coisa para conseguir meus objetivos que não deu outra, prometi estudar e me aplicar ao máximo nos estudos, e como prova do meu empenho, tive que fazer um projeto enfadonho sobre culturas populares; o que importa é que, passei a ter contato quase que diários com meu orientador, e o que devia ser apenas mais um trabalho acadêmico, tornou-se uma das mais sórdidas e ardentes trepadas que eu tive no ano de 2006.




Carlos José da Silva Gomes, este é o nome do homem que fez de sua orientanda, uma verdadeira professora quando o assunto é submissão e subserviência; ele soube me tratar com tamanha disciplina e dedicação, que tornei-me mais do que uma simples aluna de graduação, mas uma verdadeira escrava de seus desejos insanos e deploráveis; ele soube fazer de mim uma verdadeira serviçal; soube fazer de mim, sua mais submissa criada e em contra partida, ele cuidou de mim, como a muito tempo ninguém cuidava.




Era uma tarde de sábado, quando eu já me preparava para ir almoçar, quando meu orientador, segurou minha cintura com uma de suas mãos e decidido, perguntou-me se eu não gostaria de almoçar com ele; meio indecisa, agradeci, não queria sair com ele, mas também não queria que ele pensasse que eu o estava rejeitando, afinal de contas, eu precisava mais dele do que ele de mim; acho que ele percebeu minha indecisão, por isso voltou a perguntar o por que eu não gostaria de sair com ele apenas para almoçar? já prevendo o que ele realmente queria fazer comigo, respondi que estava passando por um momento difícil, pois meu homem estava me deixando, e eu havia voltado a morar com minha mãe, juntamente com meu "filho", por isso tinha que ir para casa para ver como meu "filho" estava; apesar de seu semblante permanecer inalterado, pude ver em seus olhos, que ele gritava de alegria por dentro, pois sabia que qualquer mulher se sente vulnerável quando se está só, e mais uma vez ele se prontificou a me ajudar, perguntando se ele poderia me levar até minha casa para que eu pudesse ver minha filha e se eu ainda quisesse, poderíamos almoçar depois disto; algo dentro de mim, sabia que a única coisa que ele queria comer naquela tarde era minha buceta, apesar de toda sua compostura e frieza como orientador, seus olhos não escondiam seu verdadeiro desejo de constatar o que todos na faculdade sabiam, eu era uma ¨vadia fácil e imunda¨; com meus grandes olhos verdes, fitei corajosa o semblante do meu orientador e disse sem rodeios: Seja sincero comigo, você quer apenas me levar para almoçar, ou quer algo mais de mim? por que no momento existe um milhão de outras prioridades em minha vida que não seja um prato de comida...




Não faço a mínima idéia do que tenha se passado na cabeça do meu professor, mais depois de uma breve pausa ele me disse: Quero sim sair com você, mas gostaria que fosse você, meu prato principal... Diante daquelas palavras não pude mais resistir, peguei minha bolsa, tirei meu celular e liguei para minha mãe, dizendo que não voltaria tão cedo para casa; imediatamente saímos da UFU em seu carro e fomos para um motel distante do centro da cidade; Ao chegarmos, ele pegou o cardápio que estava próximo do frigobar, dirigiu-se até o telefone e foi logo pedindo nossa refeição, enquanto eu entrava no banheiro; confesso que não estava nervosa, mas me sentia um tanto insegura, pois apesar de ser sua orientanda, eu não sabia nem mesmo se ele era casado, solteiro, divorciado, viúvo... Sabia apenas que ele era um homem de meia idade, reservado, severo em sua palavras, e um tanto enigmático; não era só mais um daqueles velhos dispostos a comer uma menininha, havia algo escondido dentro dele, que estava profundamente escondido, e eu não sabia o que era.




Tirei minha roupa, ficando apenas de calcinha e soutien, abri a porta do banheiro e qual foi a minha surpresa, quando olhei sobre a cama e me deparei com inúmeros objetos sado-masoquistas perfeitamente ajeitados sobre o lençol; não contive minha alegria e meus lábios se abriram em um grande sorriso, com um misto de surpresa e felicidade; naquele exato momento, meu professor se aproxima , segura meus braços pelo punho os coloca para trás e me prende com uma fria algema de metal; transbordando surpresa e alegria, inclinei meu rosto para frente numa tentativa furtiva de dar-lhe um beijo na boca, foi quando ele se afastou em sinal de reprovação e disse: Não se esqueça de quem você é, e lembre-se que aqui, eu sou mais que seu orientador, sou seu patrão, mestre e amo, e você não passa de uma serviçal, empregada e serva; aquelas palavras fizeram meu rosto arder em chamas, e meu corpo estremecer como a tempos não sentia; obediente, abaixei minha cabeça em sinal de devoção e me arrepiei toda quando ele debruçou-se sobre a cama, pegou um pequeno objeto de metal, que se abriu como um punhal e rasgou meu soutien e desceu vagarosamente pelo meu corpo, deslizando sua lamina fria pela minha pele em direção a minha calcinha, colocou-o por dentro da minha lingerie no rumo da minha cintura e cortou-o da mesma forma que fizera com a parte de cima; agora estava completamente nua e arrepiada, meu coração batia forte, assim como minha respiração, que se mostrava forte e ofegante; calmamente, ele voltou o objeto para cama e pegou uma faixa de pano vermelho escuro e colocou-o sobre meus olhos, amarrando forte de forma que, a partir daquele momento, eu não pude ver mais nada, apenas sentir e ouvir o que estava por vir naquele pequeno quarto de motel. Fui conduzida por ele, até os pés da cama e deixada ajoelhada sobre o carpete, com meu rosto voltado para cama e com meus braços ainda algemados; suas mãos percorriam meu rosto, ombro e nuca, ele permanecia mudo, não dizia uma única palavra, apenas alisava meu corpo de forma segura e firme, as vezes podia sentir sua respiração em minha nuca, enquanto apertava forte meus mamilos, outras vezes sentia o calor de seu hálito, nos momentos em que seus dedos desciam ate a parte externa da minha vagina e a alisava, apertando forte seus dedos contra meu grelo; passados alguns minutos, sinto meus mamilos arderem com a fixação de algum tipo de presilhas que apertam e torcem meus retesados mamilos, meus dentes cerram-se devido a dor aplicada naquela região tão sensível do meu corpo, mas que em breve, não se compararia, com a dor imposta em minha genitália, com a inserção de um objeto longo e grosso, com a extremidade arredondada, muito mais grossa que o restante do objeto, arqueio meu corpo sobre o colchão, enquanto meu orientador, procura inserir aquele objeto em minha vagina; minha buceta arde devida a força e brutalidade com que aquele inesperado objeto é inserido em minha fenda; da mesma forma em que ele é inserido dentro de mim, ele é retirado e colocado por diversas vezes, ate minha buceta se acostumar com o calibre daquele objeto; depois de vários minutos sendo penetrada por aquilo, ele retira o instrumento e sinto uma outra estrutura vibrar sobre meu grelo, este aparelho parece massagear toda minha fenda machucada, enquanto este aparelho vibra sobre meu grelo, um outro aparelho é lentamente inserido em meu ânus, com o mesmo formato do outro objeto, este aparelho que desliza vagarosamente pelo meu cú, é rígido e não muito grosso nem longo, pois rapidamente ele entra por completo em meu ânus, ficando preso, pelo que me parece, por apenas um fino fio, depois de guardar aquele pequeno vibrador roliço em meu ânus, meu orientador começa a introduzir em minha buceta o outro objeto que estava vibrando sobre meu grelo, e rapidamente este objeto é também inserido completamente em minha vagina, estou agora com dois objetos vibrando em meu interior, um na buceta e outro no cú; após alguns minutos, lentamente, estes dois objetos são retirados simultâneamente do meu interior; com uma de suas mãos passeando pelo meu rosto, meu orientador introduz um de seus dedos em minha boca e a abre, colocando um material emborrachado e o prendendo em minha cabeça por trás, estou agora algemada com minhas mãos para tráz, sentindo um ardor em meus seios, devido as presilhas que apertam meus mamilos e com um objeto introduzido em minha boca que não me possibilita gritar, falar e nem mesmo gemer; neste momento, meu orientador abre mais ainda minha perna, e passa o que parece ser uma pomada em minha buceta e cú, e uma sensação de frio percorre todo meu corpo, não sei explicar o que era, mas minha buceta arde como se tivesse pegando fogo, a impressão que tenho é a mesma de quando uma pessoa esta com uma bala "halls" na boca e nos chupa, e antes mesmo de poder refletir o que era aquilo que ele acabara de passar em mim, sinto um objeto, com a aparência de uma bola, ser introduzido em minha vagina, o que parecia ser apenas uma grande bola rígida e extremamente lisa, mostra-se ser um instrumento repletos de grandes bolas, umas coladas as outras, que foram de uma em uma introduzidas em minha fenda, meus olhos se encheram de lágrimas, e uma sensação horrível de vulnerabilidade tomou conta de mim, pois não conseguia gritar nem gemer de dor, as bolas que configuravam aquele objeto eram extremamente grossas, e já havia perdido as contas de quantas já tinham sido inseridas em meu interior, quando já não coube mais nada em minha vagina, sinto um outro objeto, com a mesma forma deste que esta inserido em minha vagina, forçar passagem pelo meu ânus, meus dentes cravam naquele material emborrachado que esta preso em minha boca e meus olhos saltam quase que para fora de órbita, quando a primeira bola é violentamente inserida em meu ânus, procuro desesperadamente me levantar, mas meu orientador me coloca novamente deitado sobre a cama e se assenta sobre minhas costas, e mais uma vez, ele força aquele instrumento arredondado em meu ânus, e uma bola de cada vez vai sendo inserida em meu intestino, estou novamente com dois objetos completamente colocados em meu interior, machucando e ferindo minha carne; minha pele esta gelada como a de um cadáver, estou trêmula e branca como uma vela, derrepente ouço pequenos movimentos, como se fossem fricções e gemidos de prazer e orgasmos, e não demora muito, sinto um caldo quente e abundante derramar sobre minhas costas, e percebo que meu orientador acaba de gozar sobre mim... Aos poucos ele vai retirando cada um dos objetos que havia inserido em mim, primeiro liberta minha buceta, depois meu ânus, logo em seguida tira as presilhas dos meus seios e por fim, arranca a mordaça da minha boca, ao retirar o véu vermelho escuro que cobria meus olhos, vejo um rosto coberto de satisfação e prazer, e naquele momento meu orientador me levanta e me ajuda a assentar sobre a cama e diz: Você me deu e agora esta na hora de receber, venha almoçar antes que nossa comida se esfrie, pois comigo é assim, quem de bom grado dá, de bom grado recebe.






quinta-feira, 29 de julho de 2010

EU AINDA ME LEMBRO...

Eu era muito jovem, estava no inicio de minha puberdade, transbordava hormônios e desejos; Mas ainda me lembro do dia em que você nasceu, do dia em que você morreu, para mim; Eu ainda me lembro de suas mãos me roçando, de seu corpo perfeito; Eu ainda me lembro de seu sorriso, boca e saliva; Eu ainda me lembro do seu gosto, cheiro e pele; Eu ainda me lembro do seu falo, seu tamanho, sua fome; Eu ainda me lembro do seu sorriso enquanto eu chorava, da sua alegria enquanto eu me contorcia de dor e de sua indiferença com a minha presença; Eu ainda me lembro do frio, da noite, das sombras; Eu ainda me lembro do seu prazer, do seu orgasmo da sua semente; Eu ainda me lembro da tua partida, dos meus gemidos, da minha loucura; Eu ainda me lembro do inicio e do fim, só não tenho certeza do resto; Eu ainda me lembro da forma em que me possuía, devorava, comia; Eu ainda me lembro do gosto de seu esperma, do cheiro do seu suor, do sal em minhas lágrimas; Eu ainda me lembro do vazio imenso, da falta de ar, da agonizante ausência de sua presença; Eu ainda me lembro da cicatriz em meu seio, das manchas em minha pele, da inflamação de minhas cavidades; Eu ainda me lembro dos sonhos não realizados, dos projetos nunca feitos e das promessas vazias; Eu ainda me lembro do carro, do ónibus e de nossa viagem; Eu ainda me lembro do filho que não tive contigo, das fantasias realizadas enquanto me masturbava, do medo de que minha mãe notasse o quanto eu estava apaixonada; Eu ainda me lembro da sua fotografia, que foi por ti, tomada de mim; Eu ainda me lembro dos locais onde morou, das roupas que vestia, e do perfume que usava; Eu ainda me lembro do meu rosto refletido no espelho, dos meus grandes olhos verdes, e da minha pequena cicatriz sobre os lábios; Eu ainda me lembro do preservativo que guardei, do cigarro escondido, do álcool nos finais de semana; Eu ainda me lembro dos incontaveis PROZAC que tomei e daquela semana em que me refugiei no quarto de uma UTI, na infeliz tentativa de alcançar a liberdade; Só não me lembro de ter feito amor com você, apesar de lhe desejar mais do que minha própria vida.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

POR QUE FAZER DE MIM UMA SANTA, SE MEU DESEJO É SER MERETRIZ

O ser humano, é hipócrita dos pés a cabeça, é o único ser que fala uma coisa e faz outra, e se isso não bastasse, ele é capaz de julgar e condenar uma pessoa, que tem os mesmos problemas e comete os mesmos erros do que ele; Por que algumas pessoas insistem em tentar me mudar? Por que querem que eu mude de vida? Por que querem que eu seja uma pessoa melhor? Não tenho as respostas para todas estas perguntas, mas creio que seja porque vivemos em uma sociedade de aparências, onde uma mulher não pode ser quem ela realmente é, e nem querer o que ela realmente gosta; Somos fantoches nas mãos dos homens; Eles querem se deitar comigo, mas não querem acordar do meu lado; Eles querem trepar, usufruir e machucar meu corpo, mas não querem fazer amor e nem cuidar de mim; Eles querem gozar e sentir prazer, mas não querem pagar o preço; Eles querem despejar seus líquidos e ranço em meu corpo, mas não querem beber da minha saliva; Eles querem colocar seus órgãos imundos em minhas fendas, mas não querem se sujar com meu perfume e batom; Eles querem inundar meu útero e intestino com seus sêmem, mas não querem carregar meu filho; Eles querem ... Mas, e EU? O que quero não é importante? Devo continuar na penumbra da noite, me escondendo e disfarçando meu verdadeiro eu? Não posso também querer TREPAR, GOZAR, SATISFAZER MEUS DESEJOS E FANTASIAS? A sociedade implora para que eu seja mais uma menina de rosto bonito e comportamento irrepreensível, não me querem perambulando pelas ruas, nem fazendo amizade com suas filhas, não me querem próxima de seus maridos nem do lado de seus filhos, não me querem nas festas, praças nem igrejas, na verdade, eles não me querem de maneira nenhuma... Mas quando se sentem só, embriagados pela solidão e pelo ardido fel da desilusão; O meu nome, é o primeiro a ser clamado por todos aqueles que precisam de um pouco de carinho e atenção!

sexta-feira, 2 de julho de 2010

XEROX DO MEU RAIO-X

Se você pudesse voltar atrás, para que época retornaria? infância? adolescência? juventude?... Eu penso nestas coisas, todos os dias; não porque eu me arrependa de alguma coisa que fiz, não; São apenas devaneios, que flutuam em minha mente, e me levam a refletir e a indagar como seria minha vida se eu tivesse feito tudo diferente.
Se pudesse voltar os anos até o inicio de minha juventude, naqueles anos em que trepei, bebi, cheirei e me piquei em demasia, dias em que me entreguei ao prazer e ao sexo, época de extrema contradição entre dor e prazer, sorrisos e lágrimas, céu ou inferno; Ainda assim não conseguiria mudar o rumo em que minha vida se encontra, mesmo fazendo tudo diferente a partir do inicio da minha louca juventude, não conseguiria minimizar o fardo que carrego sobre meus ombros.

Se pudesse voltar ainda mais os anos, época da minha adolescencia; Anos em que deixei de ser aprendiz e passei a ser profissional no quesito "sexo", dias gloriosos regados a muita perversão extrema, imoralidade e inocência corrompida; Dias em que o dinheiro, o sexo, os homens eram meus Deuses; Dias felizes, em que o brilho do sol eram ofuscados pelo sorriso de uma obscena garota; Se fizesse tudo diferente nesta época, ainda assim teria que carregar a cruz que hoje levo.
Se pudesse retornar aos loiros anos da minha imaculada inocência, época da minha infância, dos meus dias de criança, época em que eu tinha uma boneca como filha e minhas brincadeiras machucavam apenas minha pele, e não minha alma; Lembro-me dos bons momentos em que papai me colocava em seu colo, e me fazia sonhar; Lembro-me das gostosas brincadeiras de rua, e dos proibidos esconderijos atrás de nossa casa; E mesmo nesta época, se eu pudesse retroceder, ainda assim, estaria fadada a trazer comigo, todos os problemas e fantasmas que hoje ainda me assustam.
É por isso que eu digo, que de nada adiantaria ter uma segunda chance em minha vida; Talvez a única época que poderia fazer alguma diferença em minha vida, fosse aquela em que eu ainda me configurava como um simples embrião no ventre de minha mãe, uma criatura ainda incompleta e disforme, esperando resolutamente para ser parida; Compreendo então que, por mais que a vida nos dê novas chances, existem pessoas, assim como eu, que se nega a mudar de vida, e prefere permanecer no lamaçal do prazer, do que viver no manto puro da ingenuidade e inocência. Se você pudesse me conhecer, ou pelo menos me ver por dentro, entenderia o porque minha alma se parece com a xerox do meu próprio raio-x; Por isso é que eu digo: "Soy la hija de una puta"

quarta-feira, 23 de junho de 2010

BUCETINHA QUE ARDE.

Meu maior medo, sempre foi o de me engravidar, não tinha condições nem mesmo de me sustentar, imagine então criar uma criança? nem pensar! por este motivo, sempre que alguém inundava minha bucetinha com porra, eu além de fazer uso de anticoncepcionais, introduzias dois comprimidos (você sabe quais ) dentro da minha bucetinha, e aguardava ansiosa a vinda bendita da menstruação; para evitar uma gravidez indesejada, eu já fui capaz de fazer de quase tudo, já abortei, tomei incontáveis "pílulas do dia seguinte", soquei arame em minha buceta, tomei litros e mais litros de "ervas abortivas", usei anticoncepcionais injetaveis, fiz raspagem, inseri objetos estranhos em meu útero, e muitos outros artifícios que pudessem prevenir ou por fim a uma gravidez indesejada; A única coisa que eu não consegui fazer, foi o de manter minhas pernas fechadas, pois algo dentro de mim, não me deixa em paz, meu corpo geme quando estou só, minhas fendas imploram por um pouco de calor, minha mente grita por um pouco de prazer, minha carne chora de saudade de sua anatomia, meus seios se petrificam quando não são chupados e minha buceta arde de desejo e vontade por um pouco de atenção; Não é justo querer tanto me entregar de corpo e alma para alguém, e não ter ninguém para saciar este desejo insano que consome minha carne e mente; Não é justo, ter em meu caminho, apenas pessoas que querem me usar e abusar do meu corpo, sem nunca se preocupar comigo; Não é justo ter que implorar por um pouco de paixão, se em cada fenda e poro do meu corpo transpiram desejo e ardor; Não é justo que minha carne arda em chamas e brasas, e eu não tenha nenhum consolo que possa me confortar e aplacar um pouco desta saudade que sinto em te querer novamente. Se meu maior pecado, foi ter "abortado", me considero então "redimida", pois a cada dia que passa, sou eu quem estou partindo desta para melhor, e a única coisa que tenho eliminado do meu útero e entranhas nestes últimos anos são: Dor e Sofrimento.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

IMUNDA

Já se passava das 02:00 horas da madrugada, eu estava completamente dopada pelo álcool e pelas drogas, já tinha ingerido litros de vódica e cerveja, já tinha fumado uma floresta inteira, já tinha cheirado e injetado, quilos de pó e pedra; Estava completamente alucinada, eu cantava, dançava, seduzia meus amigos e me oferecia descaradamente para qualquer um que estivesse naquele recinto; estávamos em uma balada em uma pequena cidade de São Paulo, não me lembro ao certo qual era, só sei que era uma cidadezinha do interior... Foi quando um carinha, se aproximou com sua voz mansa, dizendo não sei o que, como se quisesse algo de mim, me tratando como se eu fosse a vadia mais fácil daquele lugar... A princípio escorracei com o viado, mas logo notei que ele também não passava de um filho da puta pervertido, e que não tinha medo do que eu poderia fazer com ele, ou melhor, ele não tinha ideia do que eu poderia fazer com ele... Saímos então daquele lugar, e entramos no primeiro motel que encontramos, parecia-se mais com um pardieiro, mas para mim, bastava apenas uma cama e nada mais, eu estava louca para dar, queria trepar e sentir minhas entranhas serem preenchidas, e sem demora tirei a roupa do viado e fui logo abocanhado seu cacete que ficava cada vez maior e mais grosso, até que chegou ao ponto de mal conseguir coloca-lo em minha boca, mas o desgraçado forçava minha cabeça com violência para baixo, obrigando-me a alojar todo aquele chumaço de músculo grosso em minha garganta, eu mal conseguia respirar, e quanto mais ele forçava, mais fundo seu instrumento entrava, e já com os olhos vermelhos e repletos de lágrimas, e com o maxilar dolorido de tanto me escancarar para aquele colosso, não suportei quando aquela cabeçorra tocou fundo minha garganta, fazendo com que um jato de vômito saísse furioso para fora, e lambuzasse todo aquele cacete, agora purulento e cheirando forte, mal terminei de vomitar, e mais uma jorrada de substancias biliares eram expelidas com violência de minha boca, que sensação maravilhosa aquela, era uma verdadeira sessão de descarrego, e quanto mais eu vomitava, mais imunda e depravada eu me sentia, e sem pensar duas vezes, passei a chupar aquele cacete novamente, só que agora além de mama-lo, eu também bebia do meu próprio vomito; acho que ele não estava preparado para aquilo, pois não demorou muito, para o desgraçado levantar sua cabeça e começar também a expelir fortes jatos de vomito, em uma clara demonstração de nojo e repulsa, mas eu estava tão louca e alterada, que passei a beber além do meu vomito, os dejetos por ele expelidos, chupava, lambia e bebia aquele corpo repleto de secreções e ranço, acho que eu devia estar com o diabo no corpo, e já que, quem esta na chuva é para se molhar, resolvi naquele momento, que iria sodomizar aquele viado, e fazê-lo "comer daquilo que eu já havia comido", foi então que eu me levantei, assentei sobre seu cajado e passei a cavalgar forte naquela "jeba", subindo e descendo, colocando toda aquela "tora" suja dentro de mim; e quando ele estava novamente duro e enterrado completamente em minha bucetinha, parei e comecei a urinar gostoso sobre aquele corpo lambuzado; de forma súbita e violenta, o viado empurrou-me, e me derrubou da cama, jogando-me no canto daquele quarto sórdido, levantei-me e continuei a urinar, deixando meu liquido morno e alcalino, escorrer em forma de cascata pelas minhas pernas abertas; Ao término da minha bizarra performance, olhei para aquele homem de feição estarrecida, repleto de ira e cólera, que esbravejava insultos e me cobria de infinitas saraivada de ofensas verbais e injurias, abri então um sorriso largo acompanhado de uma gostosa gargalhada, mostrando todo meu desprezo por ele, e o chamei de viado, pois só um viado insultaria uma mulher disposta a fazer de tudo, até mesmo beber do seu vomito; Nem bem terminei de xingar o covarde, e ele rapidamente retrucou: o que tenho de fazer para trepar com você? fala! o que você quer de mim? e de forma rápida e segura respondi:

Quero cagar em sua boca! Se você quer realmente trepar comigo, preciso cagar em sua boca agora.




Não faço ideia do que tenha se passado na cabeça daquele homem, o que sei é que, ele voltou a se deitar na cama, enquanto eu subia sobre seu corpo e me agachava sobre seu rosto, escancarando minhas pernas e assentando no rumo de sua boca, e com força, pressionei minha barriga, espremendo meu abdomem, e forçando a passagem de um canudo de fezes que percorria meu intestino, e com o auxílio dos meus dedos, abri meu esfíncter, e logo em seguida, comecei a defecar dentro da boca do desgraçado; Com sua boca completamente escancarada, ofertei aquele homem, com uma quantidade considerável de material evacuado, cuja as fezes passavam direto para sua garganta, quando terminei de depositar todo meu excremento em sua boca, me virei rapidamente, e juntos começamos a devorar os últimos resíduos da minha quente e fermentada merda. Aquela foi uma noite de cão, trepamos e rolamos por aquela cama pestilenta por toda noite, e ao raiar do dia, percebi que, mais suja que a própria cama, era a IMUNDA que se encontrava sobre ela.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

MALDITO CARALHO

O seu instrumento era lindo, de tamanho e formato fabuloso, a grossura e o calibre deste seu roliço músculo recoberto por grossas artérias satisfazia meu ego e minha vaidade, lustroso e liso era a cabeça de seu mastro, e quão grande e pesado era seu caralho; fecho meus olhos e consigo visualizar cada centímetro de seu instrumento, e uma saudade desesperadora se abate sobre mim, e as lembranças de um tempo em que eu tinha todo este órgão rígido, grosso e duro só para mim, penetrando meu interior, invadindo minha boca e garganta, dilatando e distendendo minha carne, rasgando e ferindo meu sfincter; eu me lembro de como eu me oferecia para você, de como eu me abria, de como eu me entregava e me jogava sobre seu corpo; me recordo das muitas vezes em que você introduzia seu sexo em minha bucetinha ao mesmo tempo em que sussurrava obscenidades em meus ouvidos, minha "cona" pulsava tamanho era meu tesão; sua vara era introduzida com experiência e vontade, arrebatando suspiros e gemidos da minha alma; sentia seu órgão pulsar quente dentro de mim, distendendo minha vagina em um vai-e-vêem cadenciado, alojando maravilhosamente sua estrutura em meu interior; ainda hoje, posso sentir o gosto forte e cítrico de seu esperma, que era ejaculado aos jatos dentro da minha garganta, e eu com minha boca aberta, recebia orgulhosa, sua seiva quente de quantidade considerável e cheiro caracteristico; Que saudade tenho de quando você subjugava, dominava e fustigava meu corpo com severidade, transformando-me em sua boneca, em seu brinquedo, na sua mais obediente criada; Sinto falta de suas pesadas mãos em meu rosto, me corrigindo e ensinando com paixão e austeridade; Tenho saudade daquela época em que cada fenda, ou dobra do meu corpo, eram atormentados por sua virilidade e seu desejo descabido de introduzir seu membro insaciável em meu âmago; Quantas vezes amanheci com meu sexo esfolado, ardido, exausto de tanto receber-te por toda madrugada, ainda posso sentir a agonia da carne ferida, sendo dilacerada pela volúpia proporcionada por seu membro impiedoso; Recordo-me de quando segurava seu "falo" com minhas duas mãos, guiando-o certeiro para meus buracos e aberturas, maltratando-o com minha saliva, ranço e suor, e você, já na eminencia de me brindar com sua seiva, colocava seu mastro na portinha do meu cuzinho, e enterrava-o com atrocidade e inclemência, dilacerando minha frágil carne e introduzindo todo seu colosso em meu reto de forma bruta e desumana, mas que ao sentir seu caldo incandescente, preencher meu intestino, e as vibrações energéticas de seu mastro inchado, dilatando meu rabinho ferido, só me resta gemer, chorar e berrar de felicidade e ardor, e as marcas deixadas por aquele tempo glorioso, permanecem cravados em meu delgado corpo, até hoje.

Agora fica fácil entender o porque me desabo em prantos e desespero quando me lembro do passado e o comparo com meu presente, e ao refletir sobre a vida que hoje levo e o "órgão" que me consome, só me resta divagar por onde anda aquele lindo e maldito caralho que botou um sorriso em meu rosto e marcou para sempre o couro desta saudosa vaca.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

MASTURBAÇÃO

Todos nos já conhecemos ou ouvimos falar de alguma garota que desde muito cedo se perdeu, que foi deflorada antes mesmo de sua adolescência, que dava para todos os amiguinhos da rua... Se você não conheceu, prazer me chamo Sophia... Brincadeira! o fato é que existem meninas que amadurecem para a vida precocemente, elas se alimentão do prazer e dos desejos ainda no início de sua adolescência, elas tem ânsia de conhecer o mundo, seu corpo, o corpo de seus semelhantes e tudo que lhes disseram que era proibido fazer; me lembro de quando ainda era menina, e não entendia porque algumas de minhas amigas tinham seios, e eu não me desenvolvia fisicamente; havia uma amiga meio gordinha, minha vizinha, que adorava brincar comigo de casinha, mas ela era sempre a mãe e eu sua filha, e no desenrolar da brincadeira, ela subia sua camiseta e me fazia chupar seus peitos em transformação, eu amava aquilo, apesar de morrer de medo de alguém nos pegar, algo dentro de mim falava que aquilo era errado, que fazer aquilo era "pecado"; mas poder sentir aquela carne morna e macia em minha boca, era mais gratificante do que minha consciência pesada no final do dia; com o tempo, minhas brincadeiras mudaram e passei a conviver e adicionar meninos em minha roda de amigos, estava entrando na adolescência, com meus 13 ou 14 anos, e a brincadeira da vez era "pique-esconde", gente, vocês não imaginão o quanto eu chupei em minha adolescência, os garotos da rua, amavam se esconder onde eu me escondia, só para sacarem suas rolas para fora da calça e me brindar com seus inexperientes e rígidos mastros; jamais "dei" naquelas noites de ardentes brincadeiras, não que eu não quisesse, mas tinha medo, receio, vivia sobre o julgo de uma família severa; bons tempos aquele, onde as brincadeiras mexiam mais com minha cabeça e imaginação, do que com meu próprio corpo.





As brincadeiras de ontem, tornaram-se o oficio de hoje, as novidades e inesperiências do passado, se tornaram obsoletas e habituais nos tempos atuais, e o que parecia infame, promíscuo e degenerado, mostrou-se ser simplesmente os desejos e vaidades de uma mulher, em extrapolar as fronteiras do seu próprio prazer, do seu próprio corpo; hoje eu manipulo meu próprio sexo com uma desenvoltura e uma habilidade formidável; não fico surpresa quando milhares de mulheres relatam que nunca tiveram um orgasmo, nunca gozarão, nunca atingirão o clímax sexual, pois como esperar que um homem nos faça estremecer de prazer, se nós mesmas não somos capazes de realizar tal façanha nos tocando, nos conhecendo, nos masturbando... Desde cedo eu aprendi a me tocar, a dedilhar meu clitóris e esfrega-lo entre meus dedos, a acariciar minha vulva, meus seios, meu ânus; é tão fácil para mim, alcançar o orgasmo, tenho um calor incessante entre as pernas, basta sentir uma língua morna e áspera chupar meu sexo, para que eu perca as forças em minhas pernas e minha vagina se torne extremamente húmida; um desejo descomunal invade todo meu corpo, um misto de calafrio que inicia na nuca, e percorre toda minha espinha, fazendo meus pelos eriçarem e todo meu corpo se contorcer, como se minhas pernas não suportassem o calor escaldante que esta preste a explodir de minha vagina; é indescritível a agonia de querer gritar, morder, mijar... tudo ao mesmo tempo quando estamos prestes a gozar, o sentimento, o tesão, o prazer é tão poderoso e forte, que meu corpo se convulciona descontroladamente, é impossível segurar o que esta dentro da gente, e de forma violenta meu corpo expele jatos de urina, gozo e lágrimas, é impossível não chorar quando se atinge o máximo de nosso clímax, e neste momento, as paredes e carnes internas da minha bucetinha, se contraem involuntariamente, piscando, abrindo e fechando meus orifícios, eu perco completamente as forças em minhas pernas, e se preciso for, me desabo sobre o chão em convulsões alucinantes de um prazer raramente alcançado pelo corpo feminino, este sentimento permanece por mais alguns minutos, assim como nossa respiração ofegante, mas depois de um orgasmo extremamente forte, nosso dia se transforma completamente, nossos corpos ficam mais sensíveis, e nossos sentimentos se aflorão a flor da pele, nos sentimos mais femininas, realizadas, febris; cuja única certeza que temos, é de querer repetir tudo novamente, nos lambuzar novamente com nosso próprio gozo, nos sentir IMUNDAS e mesmo assim nos orgulhar de tamanha façanha.






Era um momento de extrema solidão, onde eu me encontrava não sozinha, mas solitária, ansiava por um pouco de prazer, ou melhor, por um pouco menos de dor, estava carente de afeto, carinho, paixão... E é nestes momentos que nós mulheres nos descobrimos verdadeiramente, são estes os momentos que a dor, o prazer, os sentimentos em geral se tornão mais fortes, mais intensos, mais claros; e não conseguindo mais me segurar, tranquei a porta do meu quarto, permaneci com minha saia, mas retirei minha calcinha, subi sobre a cama, molhei meus dedos com minha saliva e passei a massagear minha bucetinha, alisando meu grelinho rosado, enquanto ficava ajoelhada sobre a cama, com meu travesseiro entre as pernas; de posse do álbum de fotografias aberto sobre a cama, começo a folheá-lo procurando as fotos especificamente de meu PAI, existe uma foto linda em que ele esta vestido com um terno, de pé ao lado da minha mãe; deixo o álbum aberto nesta página e passo a esfregar minha buceta com força, friccionando meus dedos contra meu grelo inchado, pensando e recordando do dia em que aquele homem, de aparência séria e severa, me possuiu, me violentou, me fez sentir o gosto forte do fel que saía de seu instrumento rígido e emperdigado; naquele dia eu chorei, eu não compreendi, eu não aceitei aquele fardo, mas hoje, me masturbo solitária, desejando sentir o que senti naquele dia, passar novamente pelo que passei e ter em minhas entranhas o "falo" maldito que me criou, o "falo" que transgrediu com sua perversão, sua própria cria, o "falo" que me transformou na mulher realizada que hoje sou.