Eu era muito jovem, estava no inicio de minha puberdade, transbordava hormônios e desejos; Mas ainda me lembro do dia em que você nasceu, do dia em que você morreu, para mim; Eu ainda me lembro de suas mãos me roçando, de seu corpo perfeito; Eu ainda me lembro de seu sorriso, boca e saliva; Eu ainda me lembro do seu gosto, cheiro e pele; Eu ainda me lembro do seu falo, seu tamanho, sua fome; Eu ainda me lembro do seu sorriso enquanto eu chorava, da sua alegria enquanto eu me contorcia de dor e de sua indiferença com a minha presença; Eu ainda me lembro do frio, da noite, das sombras; Eu ainda me lembro do seu prazer, do seu orgasmo da sua semente; Eu ainda me lembro da tua partida, dos meus gemidos, da minha loucura; Eu ainda me lembro do inicio e do fim, só não tenho certeza do resto; Eu ainda me lembro da forma em que me possuía, devorava, comia; Eu ainda me lembro do gosto de seu esperma, do cheiro do seu suor, do sal em minhas lágrimas; Eu ainda me lembro do vazio imenso, da falta de ar, da agonizante ausência de sua presença; Eu ainda me lembro da cicatriz em meu seio, das manchas em minha pele, da inflamação de minhas cavidades; Eu ainda me lembro dos sonhos não realizados, dos projetos nunca feitos e das promessas vazias; Eu ainda me lembro do carro, do ónibus e de nossa viagem; Eu ainda me lembro do filho que não tive contigo, das fantasias realizadas enquanto me masturbava, do medo de que minha mãe notasse o quanto eu estava apaixonada; Eu ainda me lembro da sua fotografia, que foi por ti, tomada de mim; Eu ainda me lembro dos locais onde morou, das roupas que vestia, e do perfume que usava; Eu ainda me lembro do meu rosto refletido no espelho, dos meus grandes olhos verdes, e da minha pequena cicatriz sobre os lábios; Eu ainda me lembro do preservativo que guardei, do cigarro escondido, do álcool nos finais de semana; Eu ainda me lembro dos incontaveis PROZAC que tomei e daquela semana em que me refugiei no quarto de uma UTI, na infeliz tentativa de alcançar a liberdade; Só não me lembro de ter feito amor com você, apesar de lhe desejar mais do que minha própria vida.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
POR QUE FAZER DE MIM UMA SANTA, SE MEU DESEJO É SER MERETRIZ
O ser humano, é hipócrita dos pés a cabeça, é o único ser que fala uma coisa e faz outra, e se isso não bastasse, ele é capaz de julgar e condenar uma pessoa, que tem os mesmos problemas e comete os mesmos erros do que ele; Por que algumas pessoas insistem em tentar me mudar? Por que querem que eu mude de vida? Por que querem que eu seja uma pessoa melhor? Não tenho as respostas para todas estas perguntas, mas creio que seja porque vivemos em uma sociedade de aparências, onde uma mulher não pode ser quem ela realmente é, e nem querer o que ela realmente gosta; Somos fantoches nas mãos dos homens; Eles querem se deitar comigo, mas não querem acordar do meu lado; Eles querem trepar, usufruir e machucar meu corpo, mas não querem fazer amor e nem cuidar de mim; Eles querem gozar e sentir prazer, mas não querem pagar o preço; Eles querem despejar seus líquidos e ranço em meu corpo, mas não querem beber da minha saliva; Eles querem colocar seus órgãos imundos em minhas fendas, mas não querem se sujar com meu perfume e batom; Eles querem inundar meu útero e intestino com seus sêmem, mas não querem carregar meu filho; Eles querem ... Mas, e EU? O que quero não é importante? Devo continuar na penumbra da noite, me escondendo e disfarçando meu verdadeiro eu? Não posso também querer TREPAR, GOZAR, SATISFAZER MEUS DESEJOS E FANTASIAS? A sociedade implora para que eu seja mais uma menina de rosto bonito e comportamento irrepreensível, não me querem perambulando pelas ruas, nem fazendo amizade com suas filhas, não me querem próxima de seus maridos nem do lado de seus filhos, não me querem nas festas, praças nem igrejas, na verdade, eles não me querem de maneira nenhuma... Mas quando se sentem só, embriagados pela solidão e pelo ardido fel da desilusão; O meu nome, é o primeiro a ser clamado por todos aqueles que precisam de um pouco de carinho e atenção!
sexta-feira, 2 de julho de 2010
XEROX DO MEU RAIO-X
Se você pudesse voltar atrás, para que época retornaria? infância? adolescência? juventude?... Eu penso nestas coisas, todos os dias; não porque eu me arrependa de alguma coisa que fiz, não; São apenas devaneios, que flutuam em minha mente, e me levam a refletir e a indagar como seria minha vida se eu tivesse feito tudo diferente.
Se pudesse voltar os anos até o inicio de minha juventude, naqueles anos em que trepei, bebi, cheirei e me piquei em demasia, dias em que me entreguei ao prazer e ao sexo, época de extrema contradição entre dor e prazer, sorrisos e lágrimas, céu ou inferno; Ainda assim não conseguiria mudar o rumo em que minha vida se encontra, mesmo fazendo tudo diferente a partir do inicio da minha louca juventude, não conseguiria minimizar o fardo que carrego sobre meus ombros.
Se pudesse voltar ainda mais os anos, época da minha adolescencia; Anos em que deixei de ser aprendiz e passei a ser profissional no quesito "sexo", dias gloriosos regados a muita perversão extrema, imoralidade e inocência corrompida; Dias em que o dinheiro, o sexo, os homens eram meus Deuses; Dias felizes, em que o brilho do sol eram ofuscados pelo sorriso de uma obscena garota; Se fizesse tudo diferente nesta época, ainda assim teria que carregar a cruz que hoje levo.
Se pudesse retornar aos loiros anos da minha imaculada inocência, época da minha infância, dos meus dias de criança, época em que eu tinha uma boneca como filha e minhas brincadeiras machucavam apenas minha pele, e não minha alma; Lembro-me dos bons momentos em que papai me colocava em seu colo, e me fazia sonhar; Lembro-me das gostosas brincadeiras de rua, e dos proibidos esconderijos atrás de nossa casa; E mesmo nesta época, se eu pudesse retroceder, ainda assim, estaria fadada a trazer comigo, todos os problemas e fantasmas que hoje ainda me assustam.
É por isso que eu digo, que de nada adiantaria ter uma segunda chance em minha vida; Talvez a única época que poderia fazer alguma diferença em minha vida, fosse aquela em que eu ainda me configurava como um simples embrião no ventre de minha mãe, uma criatura ainda incompleta e disforme, esperando resolutamente para ser parida; Compreendo então que, por mais que a vida nos dê novas chances, existem pessoas, assim como eu, que se nega a mudar de vida, e prefere permanecer no lamaçal do prazer, do que viver no manto puro da ingenuidade e inocência. Se você pudesse me conhecer, ou pelo menos me ver por dentro, entenderia o porque minha alma se parece com a xerox do meu próprio raio-x; Por isso é que eu digo: "Soy la hija de una puta"
quarta-feira, 23 de junho de 2010
BUCETINHA QUE ARDE.
Meu maior medo, sempre foi o de me engravidar, não tinha condições nem mesmo de me sustentar, imagine então criar uma criança? nem pensar! por este motivo, sempre que alguém inundava minha bucetinha com porra, eu além de fazer uso de anticoncepcionais, introduzias dois comprimidos (você sabe quais ) dentro da minha bucetinha, e aguardava ansiosa a vinda bendita da menstruação; para evitar uma gravidez indesejada, eu já fui capaz de fazer de quase tudo, já abortei, tomei incontáveis "pílulas do dia seguinte", soquei arame em minha buceta, tomei litros e mais litros de "ervas abortivas", usei anticoncepcionais injetaveis, fiz raspagem, inseri objetos estranhos em meu útero, e muitos outros artifícios que pudessem prevenir ou por fim a uma gravidez indesejada; A única coisa que eu não consegui fazer, foi o de manter minhas pernas fechadas, pois algo dentro de mim, não me deixa em paz, meu corpo geme quando estou só, minhas fendas imploram por um pouco de calor, minha mente grita por um pouco de prazer, minha carne chora de saudade de sua anatomia, meus seios se petrificam quando não são chupados e minha buceta arde de desejo e vontade por um pouco de atenção; Não é justo querer tanto me entregar de corpo e alma para alguém, e não ter ninguém para saciar este desejo insano que consome minha carne e mente; Não é justo, ter em meu caminho, apenas pessoas que querem me usar e abusar do meu corpo, sem nunca se preocupar comigo; Não é justo ter que implorar por um pouco de paixão, se em cada fenda e poro do meu corpo transpiram desejo e ardor; Não é justo que minha carne arda em chamas e brasas, e eu não tenha nenhum consolo que possa me confortar e aplacar um pouco desta saudade que sinto em te querer novamente. Se meu maior pecado, foi ter "abortado", me considero então "redimida", pois a cada dia que passa, sou eu quem estou partindo desta para melhor, e a única coisa que tenho eliminado do meu útero e entranhas nestes últimos anos são: Dor e Sofrimento.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
IMUNDA
Já se passava das 02:00 horas da madrugada, eu estava completamente dopada pelo álcool e pelas drogas, já tinha ingerido litros de vódica e cerveja, já tinha fumado uma floresta inteira, já tinha cheirado e injetado, quilos de pó e pedra; Estava completamente alucinada, eu cantava, dançava, seduzia meus amigos e me oferecia descaradamente para qualquer um que estivesse naquele recinto; estávamos em uma balada em uma pequena cidade de São Paulo, não me lembro ao certo qual era, só sei que era uma cidadezinha do interior... Foi quando um carinha, se aproximou com sua voz mansa, dizendo não sei o que, como se quisesse algo de mim, me tratando como se eu fosse a vadia mais fácil daquele lugar... A princípio escorracei com o viado, mas logo notei que ele também não passava de um filho da puta pervertido, e que não tinha medo do que eu poderia fazer com ele, ou melhor, ele não tinha ideia do que eu poderia fazer com ele... Saímos então daquele lugar, e entramos no primeiro motel que encontramos, parecia-se mais com um pardieiro, mas para mim, bastava apenas uma cama e nada mais, eu estava louca para dar, queria trepar e sentir minhas entranhas serem preenchidas, e sem demora tirei a roupa do viado e fui logo abocanhado seu cacete que ficava cada vez maior e mais grosso, até que chegou ao ponto de mal conseguir coloca-lo em minha boca, mas o desgraçado forçava minha cabeça com violência para baixo, obrigando-me a alojar todo aquele chumaço de músculo grosso em minha garganta, eu mal conseguia respirar, e quanto mais ele forçava, mais fundo seu instrumento entrava, e já com os olhos vermelhos e repletos de lágrimas, e com o maxilar dolorido de tanto me escancarar para aquele colosso, não suportei quando aquela cabeçorra tocou fundo minha garganta, fazendo com que um jato de vômito saísse furioso para fora, e lambuzasse todo aquele cacete, agora purulento e cheirando forte, mal terminei de vomitar, e mais uma jorrada de substancias biliares eram expelidas com violência de minha boca, que sensação maravilhosa aquela, era uma verdadeira sessão de descarrego, e quanto mais eu vomitava, mais imunda e depravada eu me sentia, e sem pensar duas vezes, passei a chupar aquele cacete novamente, só que agora além de mama-lo, eu também bebia do meu próprio vomito; acho que ele não estava preparado para aquilo, pois não demorou muito, para o desgraçado levantar sua cabeça e começar também a expelir fortes jatos de vomito, em uma clara demonstração de nojo e repulsa, mas eu estava tão louca e alterada, que passei a beber além do meu vomito, os dejetos por ele expelidos, chupava, lambia e bebia aquele corpo repleto de secreções e ranço, acho que eu devia estar com o diabo no corpo, e já que, quem esta na chuva é para se molhar, resolvi naquele momento, que iria sodomizar aquele viado, e fazê-lo "comer daquilo que eu já havia comido", foi então que eu me levantei, assentei sobre seu cajado e passei a cavalgar forte naquela "jeba", subindo e descendo, colocando toda aquela "tora" suja dentro de mim; e quando ele estava novamente duro e enterrado completamente em minha bucetinha, parei e comecei a urinar gostoso sobre aquele corpo lambuzado; de forma súbita e violenta, o viado empurrou-me, e me derrubou da cama, jogando-me no canto daquele quarto sórdido, levantei-me e continuei a urinar, deixando meu liquido morno e alcalino, escorrer em forma de cascata pelas minhas pernas abertas; Ao término da minha bizarra performance, olhei para aquele homem de feição estarrecida, repleto de ira e cólera, que esbravejava insultos e me cobria de infinitas saraivada de ofensas verbais e injurias, abri então um sorriso largo acompanhado de uma gostosa gargalhada, mostrando todo meu desprezo por ele, e o chamei de viado, pois só um viado insultaria uma mulher disposta a fazer de tudo, até mesmo beber do seu vomito; Nem bem terminei de xingar o covarde, e ele rapidamente retrucou: o que tenho de fazer para trepar com você? fala! o que você quer de mim? e de forma rápida e segura respondi:
Quero cagar em sua boca! Se você quer realmente trepar comigo, preciso cagar em sua boca agora.
Não faço ideia do que tenha se passado na cabeça daquele homem, o que sei é que, ele voltou a se deitar na cama, enquanto eu subia sobre seu corpo e me agachava sobre seu rosto, escancarando minhas pernas e assentando no rumo de sua boca, e com força, pressionei minha barriga, espremendo meu abdomem, e forçando a passagem de um canudo de fezes que percorria meu intestino, e com o auxílio dos meus dedos, abri meu esfíncter, e logo em seguida, comecei a defecar dentro da boca do desgraçado; Com sua boca completamente escancarada, ofertei aquele homem, com uma quantidade considerável de material evacuado, cuja as fezes passavam direto para sua garganta, quando terminei de depositar todo meu excremento em sua boca, me virei rapidamente, e juntos começamos a devorar os últimos resíduos da minha quente e fermentada merda. Aquela foi uma noite de cão, trepamos e rolamos por aquela cama pestilenta por toda noite, e ao raiar do dia, percebi que, mais suja que a própria cama, era a IMUNDA que se encontrava sobre ela.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
MALDITO CARALHO
O seu instrumento era lindo, de tamanho e formato fabuloso, a grossura e o calibre deste seu roliço músculo recoberto por grossas artérias satisfazia meu ego e minha vaidade, lustroso e liso era a cabeça de seu mastro, e quão grande e pesado era seu caralho; fecho meus olhos e consigo visualizar cada centímetro de seu instrumento, e uma saudade desesperadora se abate sobre mim, e as lembranças de um tempo em que eu tinha todo este órgão rígido, grosso e duro só para mim, penetrando meu interior, invadindo minha boca e garganta, dilatando e distendendo minha carne, rasgando e ferindo meu sfincter; eu me lembro de como eu me oferecia para você, de como eu me abria, de como eu me entregava e me jogava sobre seu corpo; me recordo das muitas vezes em que você introduzia seu sexo em minha bucetinha ao mesmo tempo em que sussurrava obscenidades em meus ouvidos, minha "cona" pulsava tamanho era meu tesão; sua vara era introduzida com experiência e vontade, arrebatando suspiros e gemidos da minha alma; sentia seu órgão pulsar quente dentro de mim, distendendo minha vagina em um vai-e-vêem cadenciado, alojando maravilhosamente sua estrutura em meu interior; ainda hoje, posso sentir o gosto forte e cítrico de seu esperma, que era ejaculado aos jatos dentro da minha garganta, e eu com minha boca aberta, recebia orgulhosa, sua seiva quente de quantidade considerável e cheiro caracteristico; Que saudade tenho de quando você subjugava, dominava e fustigava meu corpo com severidade, transformando-me em sua boneca, em seu brinquedo, na sua mais obediente criada; Sinto falta de suas pesadas mãos em meu rosto, me corrigindo e ensinando com paixão e austeridade; Tenho saudade daquela época em que cada fenda, ou dobra do meu corpo, eram atormentados por sua virilidade e seu desejo descabido de introduzir seu membro insaciável em meu âmago; Quantas vezes amanheci com meu sexo esfolado, ardido, exausto de tanto receber-te por toda madrugada, ainda posso sentir a agonia da carne ferida, sendo dilacerada pela volúpia proporcionada por seu membro impiedoso; Recordo-me de quando segurava seu "falo" com minhas duas mãos, guiando-o certeiro para meus buracos e aberturas, maltratando-o com minha saliva, ranço e suor, e você, já na eminencia de me brindar com sua seiva, colocava seu mastro na portinha do meu cuzinho, e enterrava-o com atrocidade e inclemência, dilacerando minha frágil carne e introduzindo todo seu colosso em meu reto de forma bruta e desumana, mas que ao sentir seu caldo incandescente, preencher meu intestino, e as vibrações energéticas de seu mastro inchado, dilatando meu rabinho ferido, só me resta gemer, chorar e berrar de felicidade e ardor, e as marcas deixadas por aquele tempo glorioso, permanecem cravados em meu delgado corpo, até hoje.
Agora fica fácil entender o porque me desabo em prantos e desespero quando me lembro do passado e o comparo com meu presente, e ao refletir sobre a vida que hoje levo e o "órgão" que me consome, só me resta divagar por onde anda aquele lindo e maldito caralho que botou um sorriso em meu rosto e marcou para sempre o couro desta saudosa vaca.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
MASTURBAÇÃO
Todos nos já conhecemos ou ouvimos falar de alguma garota que desde muito cedo se perdeu, que foi deflorada antes mesmo de sua adolescência, que dava para todos os amiguinhos da rua... Se você não conheceu, prazer me chamo Sophia... Brincadeira! o fato é que existem meninas que amadurecem para a vida precocemente, elas se alimentão do prazer e dos desejos ainda no início de sua adolescência, elas tem ânsia de conhecer o mundo, seu corpo, o corpo de seus semelhantes e tudo que lhes disseram que era proibido fazer; me lembro de quando ainda era menina, e não entendia porque algumas de minhas amigas tinham seios, e eu não me desenvolvia fisicamente; havia uma amiga meio gordinha, minha vizinha, que adorava brincar comigo de casinha, mas ela era sempre a mãe e eu sua filha, e no desenrolar da brincadeira, ela subia sua camiseta e me fazia chupar seus peitos em transformação, eu amava aquilo, apesar de morrer de medo de alguém nos pegar, algo dentro de mim falava que aquilo era errado, que fazer aquilo era "pecado"; mas poder sentir aquela carne morna e macia em minha boca, era mais gratificante do que minha consciência pesada no final do dia; com o tempo, minhas brincadeiras mudaram e passei a conviver e adicionar meninos em minha roda de amigos, estava entrando na adolescência, com meus 13 ou 14 anos, e a brincadeira da vez era "pique-esconde", gente, vocês não imaginão o quanto eu chupei em minha adolescência, os garotos da rua, amavam se esconder onde eu me escondia, só para sacarem suas rolas para fora da calça e me brindar com seus inexperientes e rígidos mastros; jamais "dei" naquelas noites de ardentes brincadeiras, não que eu não quisesse, mas tinha medo, receio, vivia sobre o julgo de uma família severa; bons tempos aquele, onde as brincadeiras mexiam mais com minha cabeça e imaginação, do que com meu próprio corpo.
As brincadeiras de ontem, tornaram-se o oficio de hoje, as novidades e inesperiências do passado, se tornaram obsoletas e habituais nos tempos atuais, e o que parecia infame, promíscuo e degenerado, mostrou-se ser simplesmente os desejos e vaidades de uma mulher, em extrapolar as fronteiras do seu próprio prazer, do seu próprio corpo; hoje eu manipulo meu próprio sexo com uma desenvoltura e uma habilidade formidável; não fico surpresa quando milhares de mulheres relatam que nunca tiveram um orgasmo, nunca gozarão, nunca atingirão o clímax sexual, pois como esperar que um homem nos faça estremecer de prazer, se nós mesmas não somos capazes de realizar tal façanha nos tocando, nos conhecendo, nos masturbando... Desde cedo eu aprendi a me tocar, a dedilhar meu clitóris e esfrega-lo entre meus dedos, a acariciar minha vulva, meus seios, meu ânus; é tão fácil para mim, alcançar o orgasmo, tenho um calor incessante entre as pernas, basta sentir uma língua morna e áspera chupar meu sexo, para que eu perca as forças em minhas pernas e minha vagina se torne extremamente húmida; um desejo descomunal invade todo meu corpo, um misto de calafrio que inicia na nuca, e percorre toda minha espinha, fazendo meus pelos eriçarem e todo meu corpo se contorcer, como se minhas pernas não suportassem o calor escaldante que esta preste a explodir de minha vagina; é indescritível a agonia de querer gritar, morder, mijar... tudo ao mesmo tempo quando estamos prestes a gozar, o sentimento, o tesão, o prazer é tão poderoso e forte, que meu corpo se convulciona descontroladamente, é impossível segurar o que esta dentro da gente, e de forma violenta meu corpo expele jatos de urina, gozo e lágrimas, é impossível não chorar quando se atinge o máximo de nosso clímax, e neste momento, as paredes e carnes internas da minha bucetinha, se contraem involuntariamente, piscando, abrindo e fechando meus orifícios, eu perco completamente as forças em minhas pernas, e se preciso for, me desabo sobre o chão em convulsões alucinantes de um prazer raramente alcançado pelo corpo feminino, este sentimento permanece por mais alguns minutos, assim como nossa respiração ofegante, mas depois de um orgasmo extremamente forte, nosso dia se transforma completamente, nossos corpos ficam mais sensíveis, e nossos sentimentos se aflorão a flor da pele, nos sentimos mais femininas, realizadas, febris; cuja única certeza que temos, é de querer repetir tudo novamente, nos lambuzar novamente com nosso próprio gozo, nos sentir IMUNDAS e mesmo assim nos orgulhar de tamanha façanha.
Era um momento de extrema solidão, onde eu me encontrava não sozinha, mas solitária, ansiava por um pouco de prazer, ou melhor, por um pouco menos de dor, estava carente de afeto, carinho, paixão... E é nestes momentos que nós mulheres nos descobrimos verdadeiramente, são estes os momentos que a dor, o prazer, os sentimentos em geral se tornão mais fortes, mais intensos, mais claros; e não conseguindo mais me segurar, tranquei a porta do meu quarto, permaneci com minha saia, mas retirei minha calcinha, subi sobre a cama, molhei meus dedos com minha saliva e passei a massagear minha bucetinha, alisando meu grelinho rosado, enquanto ficava ajoelhada sobre a cama, com meu travesseiro entre as pernas; de posse do álbum de fotografias aberto sobre a cama, começo a folheá-lo procurando as fotos especificamente de meu PAI, existe uma foto linda em que ele esta vestido com um terno, de pé ao lado da minha mãe; deixo o álbum aberto nesta página e passo a esfregar minha buceta com força, friccionando meus dedos contra meu grelo inchado, pensando e recordando do dia em que aquele homem, de aparência séria e severa, me possuiu, me violentou, me fez sentir o gosto forte do fel que saía de seu instrumento rígido e emperdigado; naquele dia eu chorei, eu não compreendi, eu não aceitei aquele fardo, mas hoje, me masturbo solitária, desejando sentir o que senti naquele dia, passar novamente pelo que passei e ter em minhas entranhas o "falo" maldito que me criou, o "falo" que transgrediu com sua perversão, sua própria cria, o "falo" que me transformou na mulher realizada que hoje sou.
PARECE, MAS NÃO É
Fala-se tanto em direitos iguais entre homens e mulheres, comenta-se que, a cada dia nós mulheres estamos alcançando cada vez mais lugares de destaque em nossa sociedade, e que a cada dia que passa, nós nos destacamos em todos os segmentos de nossa vida, seja afetiva, financeira, social... Mas eu não acredito 100% nesta ladainha, afinal de contas, ainda hoje, estamos sendo torturadas, violentadas, agredidas e mortas; sem falar na obrigatoriedade de permanecermos mudas, quando o assunto é sexo, eu por exemplo, sou taxada como puta, vagabunda e degenerada, muitos acreditam até, que eu seja um "viado" homossexual com fantasias sexuais, isto porque nossa sociedade é extremamente machista, e não acreditam que uma mulher possa falar o que sente, o que deseja, o que gosta... Para milhares de homens, nós mulheres não podemos fumar, beber, falar palavrão, usar maconha... Tendo consciência que estamos rodeadas de pessoas preconceituosas, prefiro ficar calada, e deixar que as pessoas tirem suas próprias conclusões de quem e o que eu sou, se acham que sou puta, então sou uma puta, se acham que sou um viado, então sou viado, mas se as pessoas de mente aberta, conseguem ver, ou perceber que eu sou uma garota igual as outras, nem melhor, nem pior, simplesmente igual, então vale a pena continuar postando relatos e historias da vida como ela é.
Neste final de semana, me peguei olhando no espelho e admirando os contornos e traços do meu corpo, são lindos, não sei o porque os homens gostão de mulheres voluptuosas, como aquelas dançarinas de funck, "mulher jaca, mulher melancia, mulher..." Para mim, o corpo feminino, quanto mais delicado e fragil, mais gostoso se torna, mais ele precisa de cuidados, mais carente ele é; nós que somos magrinhas, desconhecemos o apetite lascivo escondido em nossa recatada estrutura, não imaginamos o apelo sexual que se esconde em nossas delicadas curvas, ignoramos a delicia oculta em nossos orifícios, eu confesso que adoro meu corpo, eu amo de paixão a rigidez dos meus pequenos seios, a saliência escultural da minha bunda e minha cintura fininha, confesso que para mim, é fácil me manter magrinha, na verdade, tenho que me esforçar para ganhar umas gramas a mais, mais não trocaria por nada no mundo, a delicadeza e o aspecto adolescente do meu corpo, por seios gigantes e bundas descomunais, nada contra quem tem, mas se os homens soubessem o que um corpo magrinho e durinho é capaz de fazer com um caralho... Eles trepariam dia e noite, até seus genitais se esfolarem, e mesmo assim seria difícil saciar um corpo que aparentemente parece frágil e tenro, mas que na verdade, pode se mostrar insaciável diante de um belo, grosso e gostoso caralho.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
ESCARRA DO DIABO
Havia um tempo em que eu acreditava, sinceramente, na existência de um ser superior, na existência de um ser divino, na existência de DEUS; um Deus que me tinha como Filha, um Deus que me Protegia e guiava meus caminhos, um Deus que jamais me abandonaria, mesmo que eu lhe desse as costas; conforme o tempo foi passando, percebi a verdade escondida nas entrelinhas da vida, e pude constatar que: navegamos sozinhas neste mar de lama, levadas de um lado ao outro ao bel sabor dos ventos, singrando o obscuro da vida, como a navalha que corta a carne, perdidas nesta imensidão de águas que nos rodeião; E neste meio tempo, encontramos verdadeiros oásis em nosso caminho, mas também nos deparamos com incompreensiveis tempestades, que nos afligem dia e noite, e sem ter onde nos segurar, somos jogadas com violência sobre o chão; muitas se ferem pelo caminho, algumas se erguem apenas com simples arranhões, mas outras permanecem prostradas com feridas de morte, esperando apenas o dia em que seu barco chegará em seu porto, em seu destino final. A pergunta que faço agora é: Quem assopra este vento que nos conduz? DEUS... seria esta minha resposta? Não sei, mais se assim for, percebo que, para uns, Deus é generoso em sua brisa, outros enfrentam mares um pouco mais revoltos em sua jornada, mas a grande maioria, estão fadados a enfrentar a fúria de seu hálito; mas existem ainda aqueles, poucos desgraçados, infelizes almas, que assim como eu, foram destituídas de sua graça, esquecidas de sua misericordia, excluídas de seu sopro, sendo obrigadas a navegarem aterrorizadas, sentindo em suas faces o insípido calor do súlfur bafejo do demónio, que saem de suas ventas como se fossem mordazes anélitos de seu catarro.
E assim continuo, percorrendo maliciosamente as altas ondas do desespero, sentindo nas maças do rosto, as baforadas permanentes do tenebroso ser, que me açoita com fúria a cada metro percorrido das muitas milhas que naveguei.
sábado, 29 de maio de 2010
THE WHORE SATISFACTION.
Eu estava com medo, medo de pedir, medo de parecer vulgar, medo de que ele me achasse fácil; mas meu tesão era insuportável, a forma como ele apertava meus seios e os chupavam fortes, mordendo da base até meus bicos duros e inchados, enquanto sua boca gulosa sorviam desesperados meus pequenos e pontudos seios, me deixando completamente excitada, me sentindo quente, febril, estava querendo, e muito fazer sexo com aquele garoto, queria ser possuída, queria trepar com desespero e paixão, enquanto meus seios eram por ele devorados, suas mãos e dedos, tocavam, massageavam e me masturbavam colocando minha calcinha para o lado e dedilhando minha buceta morna e encharcada, seus dedos apertavam meu grelo com força, esfregando-o contra seus próprios dedos lambuzados com meu líquido, que além de esfregar forte meu grelo, penetravam minha buceta com força e vigor, entrando e invadindo minha fenda morna e completamente lubrificada; minhas pernas pareciam ter vontade própria, elas tremiam, abriam e fechavam involuntariamente, eu queria subir e assentar em seu colo, mas o tesão era tão forte que a única coisa que conseguia fazer era gemer, gemer forte e alto, quase que implorando para ser comida; vocês não imaginam a sensação de ser masturbada e ter os seios chupados ao mesmo tempo, é algo extremamente prazeroso, ainda mais quando você esta segurando em suas mãos, um mastro duro, quente e grande entre os dedos, e mesmo tremendo e me equilibrando para não cair do sofá, tentava inutilmente masturbar aquele chumaço de músculo, que pulsava e vibrava entre meus dedos; que delicia esta sensação de torpor e prazer antes da penetração, realmente tem preliminares que nos deixam mais satisfeitas do que o próprio sexo em si, tem preliminares que nos aquecem, muito mais do que a própria penetração, tem preliminares que nos fazem gozar com tamanha intensidade, que se torna insuportável segurar os jatos de urina que expelimos violentamente de nossas bucetas ardidas e famintas; e naquele momento, eu gostaria que o tempo parasse, ou melhor, que aquela sensação perdurasse por horas e horas, até a exaustão do meu corpo, que se contorcia involuntariamente, engolindo aqueles dedos que teimavam em me comer e penetrar; minha vagina pulsa, rebola, sobe e desce, expelindo líquidos e fogo, em contrações fortes e nervosas, com minha boca escancarada, dou gritos e gemidos incompreenssíveis, enquanto meus ouvidos são invadidos por palavras fortes de elogio e paixão, que me fazem gozar com uma intensidade incrível; e quando penso que já estava no auge do meu prazer, meu homem me levanta pela cintura e me coloca assentada em seu membro rígido, grosso e quente; com meus olhos fechados, vou descendo escandalosamente por seu mastro, deixando meu corpo cais sobre aquele aquele músculo que vagarosamente vai abrindo minha carne e se alojando no fundo da minha vagina; suas mãos seguram firme minha perna e cintura, apertando meu corpo de encontro ao seu, enquanto movimentos ritmados de um vai-e-vêm, intercalados com um sobe-e-desce incrível, fazem com que eu me entregue por completa, sou agora sua menina, entregue aos seus mandos, desejos e vontades, sou passiva e submissa as suas fantasias, e como não poderia deixar de ser, sou agora um rio de correntes caudalosas, cujas curvas sinuosas, desabrocham em cascatas ferventes de puro prazer e tesão; e o gozo que invade minha cavidade, é acompanhada de marcas profundas em minha carne, provocada pela força em seus dedos e unhas que arranham minha pele e mordidas desesperadas em meus seios, de uma volúpia quase que insana, que deixão mais do que marcas dos seus dentes em minha retesada carne branca, deixão hematomas profundos em minha pele clara, que se torna roxa devido a força e a profundidade que seus dentes, agora cravados em minha carne, sugam e bebem dos meus líquidos quentes e abundantes, e eu frouxa e completamente mole e sem forças, aprecio os últimos momentos de insano prazer, onde meu corpo continua convulsionando e latejando, numa clara demonstração de total satisfação, conseguida em um cantinho escuro da sala, assentada sobre um velho sofá de dois lugares, me entregando descaradamente, a homem que mal conheço, cujo o nome não me recordo neste momento, guardando apenas a lembrança daquele gozo colossal numa noite de sexta-feira.
terça-feira, 18 de maio de 2010
POR DE TRAZ DA LENTE
Já faz algum tempo, que venho me dedicando a fotografia, a arte de parar o tempo em um singular instante ou lugar, o privilégio de documentar o que vejo, amo ou odeio, a necessidade de mostrar visualmente, tudo aquilo que não consigo transmitir verbalmente; Para ser honesta, isto é mais do que um robe, é uma necessidade, uma necessidade aguda de me ocupar, uma necessidade extrema de esquecer o medo, uma necessidade inventada de parecer ativa e produtiva, quando na verdade, eu não passo de uma invalida, sou mais uma na imensa multidão de insignificantes caricatos, cuja fisionomia grotesca, esconde o podre-rubro hálito da moléstia infecciosa; Por isso é fácil entender o porque da minha obsessiva necessidade, em tentar me apegar a qualquer lixo que me é oferecido pala vida, a obsessiva necessidade em fazer o que nos mandão os livros, as musicas, as poesias, nossos ídolos e artistas... A minha imundice só não é maior, que minha alienação, minha apatia, meus temores; procuro então na fotografia, em meus estudos, em meu trabalho e na minha ignóbil família; um motivo, uma razão, um dissimulado adjetivo, que me permita pelo menos ficar atrás dos bastidores, percorrer os corredores desta transitória sociedade, sentir o cheiro do glutão banquete oferecido pelos degenerados. Desta forma continuo sobrevivendo, escondida por de traz de uma fina casca de jubilo e ventura, por de traz de uma sofisticada lente de 8mm.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
CRENTE DO PAU QUENTE.
Eu estava com 18 anos, quando conheci este garoto em uma igreja evangélica que minha irmã frequentava, ele era magro, alto, escondia sua ingénua-timidez, por de trás de um óculos de lentes finas, que lhe dava um ar de "garoto inteligente", mas o que mais me chamou a atenção, foi a forma como ele me olhava, seus pequenos olhos, me transmitiam um misto de desejo e ingenuidade, algo entre a inocência e o pecado, ele me comia com os olhos, mas ao mesmo tempo, transbordava ternura e carinho, eu não compreendia o que aquele garoto queria comigo, a única certeza que eu tinha, era que eu queria dar para ele, mas ao mesmo tempo, eu não podia arreganhar minhas pernas, afinal de contas, eu o conheci em uma igreja, ele era crente e eu estava me fazendo de santa, ele orava e adorava a Deus, enquanto eu me perdia precocemente em meu serviço e na escola, eu queria dar a ele um pouco de prazer carnal, lhe oferecer uma gota da minha vil depravação, mostrar a ele uma sombra que fosse, da minha magistral libertinagem, mas estava com medo, medo da minha irmã, medo do que ele poderia pensar de mim, medo da igreja e de sua família, mas principalmente, medo de mim mesma, medo de me apaixonar por um homem, que seguramente não preenchia todos os requisitos que eu tanto almejava, afinal de contas, meu sonho sempre foi de encontrar um homem rico, bonito, forte, sexualmente ativo, cabeça aberta para novas coisas, ou seja, um homem que fizesse de mim uma rainha e princesa de dia, e a noite me transformasse em sua puta e cadela na cama.
Decidi correr o risco, passei então a me insinuar constantemente para aquele garoto, eu, sempre que podia, beijava sua boca, despejando minha saliva morna e doce em seus lábios, deixando roçar seus dedos e mãos em meus pequenos, pontudos e retesados seios, alisando de forma provocante suas pernas e pau, e desta forma, fiz com que ele se perdesse entre as curvas, poros e buracos do meu corpo, foi então que ele passou a me devorar de forma magistral, ele passou a me comer com uma fome nunca antes presenciada por mim, ele me bebia até a exaustão do meu sexo, ele me penetrava, comia e gozava, e quanto mais eu dava, mais ele queria, parecia uma criança diante de uma Park de diversões, parecia um andarilho no deserto, diante de um oásis, parecia um virgem enclausurado em uma zona; e até hoje, eu me espanto com o calor que tinha seu pénis, não acreditava que poderia existir um instrumento tão quente e rígido como aquele cacete; uma coisa é certa, existem 2 tipos de homens, tem aquele que te come, e aquele que quer te comer, não se engane, pois "um" é completamente diferente do "outro", enquanto o primeiro só quer uma aventura, uma tranza, uma trepada, o segundo quer te fazer gemer, quer te fazer gozar, quer se alimentar do seu corpo e saciar sua carne. Era assim que aquele garoto me comia, ele se alimentava dos líquidos que vertiam de mim, ele experimentava o sabor da minha pele e carne com sua língua e boca, e introduzia seus dedos curiosos em cada fenda do meu corpo, ele enfiava seu membro duro e quente em meu interior, devagar e firme, com gentileza e forte, húmido e ardente; eu não acreditava que aquele crente poderia meter tão bem, que ele poderia ser tão gostoso, que seu falo poderia fazer minha xana arder com o calor do seu mastro, ele não era experiente, nem tão seguro, mas era formidável seu desejo e sua vontade de me abrir, de me comer e rasgar; e o mais impressionante, foi quando senti no interior do meu ânus, a temperatura, o calor, o fogo líquido do seu caldo depositado em meu cú, eu me arreganhei e escancarei minha boca em um gemido longo e forte, tamanho foi meu espanto diante de tão quente porra, que saía aos jatos, aquecendo e queimando meu cuzinho inflamado, aquele fogo tomava conta de todo meu corpo, e fazia minha pele se arrepiar toda diante de seu caldo flamejante que aos poucos escorria por todo meu corpo; e até hoje, não consigo me esquecer daquele crente de pau extremamente quente.
sábado, 13 de março de 2010
CONTRADIÇOES DE UMA BUCETA CARENTE
As vezes me pergunto: O que é pior? A dor física ou emocional? A ferida na carne ou no espírito? O sacrifício do corpo ou da alma? não tenho respostas para tais indagações, a verdade é que já esprementei ambas, e confesso que as duas são dolorosas, e se for para escolher, escolho não sentir nenhuma delas; pois acredito que a intensa dor física, com o tempo minam nossas forças e nossa juventude, acabam com nossa alegria e esperança, mata nossa alma e espírito; e da mesma forma a dor sentimental, a desilusão amorosa, a paixão do espírito que é a força vital que alimenta nossa alma, a centelha que todos conhecem como amor, que ao se apagar, apaga também a chama da vida.
Já faz algum tempo que tenho me desiludido com os homens, eu tento, eu me declaro, eu me entrego, mas eles insistem em me ferir e machucar, mentem a todo momento, me usam quando bem querem e me desprezam quando mais preciso; estou cansada de procurar a felicidade sobre a cama de um homem; estou cansada de sempre me dar, e nunca, nunca, nunca receber; estou cansada de me levantar todas as manhãs e acordar pior do que quando me deitei. O mais bizarro, é que eu amo aquele corpo forte, bonito, rígido, tenso; eu amo o calor de seus braços, a grossura de suas pernas, o tamanho avantajado do seu tronco e peito; eu fico completamente ardida com seu pénis, saliva e dedos; eu choro diante da sua ausência, e fico completamente atordoada com o perfume de seu travesseiro e nuca. Perdõe a contradição da minha buceta, mas apesar de amar o falo emperdigado e enrijecido de um homem, ela tem se mostrado cada vez mais carente e sedenta pelos cuidados de uma mulher.
Não tenho vergonha de dizer o quanto estou carente e precisada, não sou adepta da hipocrisia, por isso não me conformo com a solidão e com o estar só, e se digo que não quero mais homens em minha vida, não é porque deixei de ama-los, pelo contrario, o motivo é que aos poucos estou morrendo de paixão; mesmo se esta minha declaração, estivesse em um oltdoor, mesmo assim eles não me compreênderiam; é esta então minha razão de tentar encontrar um pouco de felicidade, entre as pernas de uma menina, mesmo que meus sentimentos não sejam correspondidos por alguma mulher, elas são mais sensíveis, sinceras e verdadeiras com os próprios sentimentos; não digo que não vou me magoar, apenas acredito, e ainda tenho esperança de encontrar nas curvas e fendas do corpo feminino, o prazer que tanto busco em minha vida.
Não tenho vergonha de dizer o quanto estou carente e precisada, não sou adepta da hipocrisia, por isso não me conformo com a solidão e com o estar só, e se digo que não quero mais homens em minha vida, não é porque deixei de ama-los, pelo contrario, o motivo é que aos poucos estou morrendo de paixão; mesmo se esta minha declaração, estivesse em um oltdoor, mesmo assim eles não me compreênderiam; é esta então minha razão de tentar encontrar um pouco de felicidade, entre as pernas de uma menina, mesmo que meus sentimentos não sejam correspondidos por alguma mulher, elas são mais sensíveis, sinceras e verdadeiras com os próprios sentimentos; não digo que não vou me magoar, apenas acredito, e ainda tenho esperança de encontrar nas curvas e fendas do corpo feminino, o prazer que tanto busco em minha vida.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
VIDA LONGA VIDA
Pensei que este ano seria melhor do que o ano passado, acreditei que as mudanças, os estudos, o trabalho, meu esforço... Me levariam a um patamar superior, a uma vida melhor, a uma situação de conforto; mas por enquanto, tenho notado que o ano não iniciou como eu esperava, como eu tanto almejava; sonhos são dificeis de se realizar, e os meus parecem rastejar a passos lentos, acredito que minhas ações estão dando sim, alguns frutos, mas não o bastante, não o ideal; gostaria de mudar de vida da noite para o dia, mas sabemos que isto não acontece, por mais que você queira, reze, peça ou implore, a vida jamais será justa; aprendi que: a vida é dura com quem é dura com ela, a vida é cruel com os bons, a vida é injusta com os que pregam a justiça, a vida é trágica com os fracos e acima de tudo, a vida é extremamente covarde com os mansos e generosos. Porra quanta dor ainda será preciso eu sentir, antes que a vida me leve? quantos homens ainda terei que chupar? quanto sexo ainda terei que fazer? quanta humilhação ainda terei que suportar nesta insuportavel vida?
Ser mulher, é ser sozinha, sempre, mesmo quando estamos dividindo a mesma casa, o mesmo quarto, a mesma cama com um homem, ainda assim estamos sozinhas, caminhamos sozinhas dia-apos-dia, pensamos estar segura com nossos maridos e esposos, que nos prometeram cuidar e nos proteger, mas no final, enfrentamos a dor e os problemas de forma solitaria, queria acreditar que nós mulheres somos o sexo forte, mas se isto fosse verdade, porque eu me desabo em prantos quando estou sozinha? porque preciso tanto de um homem do meu lado? porque me sinto mais feliz quando estou sendo violada? Ser mulher é antes de mais nada: "Caminhar pelo vale da sombra da morte" e "Temer todo mal cometido pelo homem", sinceramente, ser mulher é antes de mais nada, ser feliz com a infelicidade batendo a todo momento em nossa porta.
Não é sempre, mas as vezes, existem dias que me sinto mais sozinha, mais carente, mais triste... Geralmente as sextas e sábados meus dias são silenciosos; agradaveis, mas silenciosos, introspectivos, solitarios; talvez porque são estes os dias que tiro para pensar e refletir na semana que passou, no mês que se foi, em mais um ano de luta, em uma vida que é no mínimo agonizante; eu digo que levo uma vida de agonia, pois estou sempre esperando o pior, o provavel, o inevitavel, há tempos deixei de ter esperança, há tempos deixei de acreditar, há tempos deixei de ter fé, poís a vida já me mostrou que o pior cego é aquele que não quer enxergar, e ter fé no dias de hoje, e tentar ludibriar a si próprio, é enganar a si mesmo, é acreditar numa mentira que você gostaria que se tornase verdade, afinal de contas, há um ditado popular que diz: Uma mentira contada mais de 1000 vezes, acaba se tornando realidade, Mas sabemos que isto não é verdade, poís uma mentira será sempre uma mentira. Finais de semana deviam ser sagrados, deviam ser compartilhados com quem amamos, deviam ser dias de descanso e paz... Mas não para mim, pois são estes os dias que reservo para falar com Deus, são estes os dias de súplicas e pedidos, são estes os dias em que me curvo e me prosto diante do meu opressor, do meu aniquilador, da minha santa e sagrada DOR. São nos finais de semana, que me pego em profundos devaneios em relação ao meu passado, de quando eu era linda, jovem e esbanjava vida, de uma época em que eu era o centro das atenções, de um passado repleto de vida, sonhos e contradições, de um tempo em que minhas lágrimas eram sinônimos de prazer extremo, de uma luxúria incontrolável, de um êxtase quase que divino; Talvez retornar ao passado em meus pensamentos e lembranças, seja a única forma de continuar forte, ativa, feliz; quem sabe seja esta a minha forma de fugir do presente, e parar , por apenas um instante, de pensar no futuro, num futuro no mínimo surpreendente.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
ANJO OU DEMÔNIO, CEU OU INFERNO, DEUS OU DIABO. NÃO HÁ O QUE ESCOLHER
"Quero paixão, prazer, bebedeira e todo mal. Quero ver rostos, roçar em corpos e se possível beber um benedictine ardente. Quero conhecer pessoas perversas e ser intimo delas. Quero ver você duro, sentir você grosso e não me abalar com você grande. Quero morder seu corpo, rasgar sua carne, beber seu sangue. Quero fumar um pouco, tomar um trago, picar meu braço. Quero sentir na veia o calor do sangue subir na cabeça. Quero viver mais um pouco, me aproveitar de você como um todo, exaurir meu corpo. Quero surrar o mais fraco e ficar com quem vence. Quero tremer, arrepiar , gemer, gritar. Quero dizer mentiras, ocultar a verdade, falar bobagem, ouvir sacanagem. Quero a brisa em meus cabelos, o vento em meu rosto, molhar meu corpo. Quero a garupa de sua moto, o estofado de seu carro, o sofá de sua sala, o colchão de sua cama. Quero brincar com sua cara e ser severa com sua carne. Quero abrir a boca, morder a vida e ser despedaçada por ela".
CARNAVAL, uma festa que celebra a vontade e os desejos da carne, período em que as pessoas se sentem no direito de trepar em demasia, violentar, trair, sobrepujar; semana em que muitos morrem, se ferem, machucam e se contaminam; dias de euforia, bebedeira, correria; noites de pecado, prazer, luxúria e glória; momentos intensos de pura rendição a música, a dança, ao beijo, e as mãos; dias de entrega, de êxtase, de revelador suor; período em que abraçamos o diabo e contemplamos sua face; e foi justamente neste período, a muitos anos atrás, que algo surpreendente aconteceu, eram dias furiosos de carnaval, já estava pronta para a dor, a insonia e ao álcool, foi ai que, quando eu menos esperava, quando estava prestes a sentir o doce e morno hálito do diabo, momentos finais de agonizante espera, que tive um encontro com DEUS. Hoje ao fechar os olhos, penso: Melhor seria não ter o conhecido, talvez assim sua fúria fosse mais branda, talvez minha ignorância aplacaria sua íra, quem sabe não serias tão severo com sua filha... Tudo bem se não queres me ajudar, pois sei que não sou digna de alcançar sua misericordia, gostaria então que fosses neutro, imparcial e não tomes partido contra minha integridade física, não me açoite e nem levante suas poderosas mãos sobre mim; MALDITO o dia em que nasci, todos a minha volta estão sorrindo neste momento, lagrimas existem apenas em meu rosto, e quem disse que o sol é para todos? BLASFÊMIA são as únicas palavras que sãem naturalmente da minha boca dia após dia, quem disse que não tenho o direito de ser amarga, nutrir-me de rancor, extrapolar minha ira? por quê tenho que aceitar calada meu destino? por quê não posso querer mais da vida? Sou eu quem vou dizer quando parar, sou eu quem vou tomar as rédeas da minha história, sou eu quem faço as regras a partir de agora. Não me mande ficar calada, se há tanto o que dizer, não me impeça de enxergar o que esta a minha frente, ouça meu alarido quando a última trombeta tocar, mas não me diga o quanto errei, pois o senhor errou primeiro comigo.
Como eu havia dito, meu encontro com DEUS, foi algo inesperado, casual, quase que acidental, pois estava preparada para curtir o carnaval em uma pequena cidade aqui da nossa região, se não me engano, estavamos no ano de 1994, mas por força maior, fui obrigada a permanecer reclusa em minha casa, e sem poder viajar, me ví coagida a continuar na tosca cidade de Uberlândia, e sinceramente, carnaval em uberlândia só dá Preto, Pobre e Puta; sem alternativa fui forçada a acompanhar minha irmã mais velha até uma igreja que ela frequentava já fazia algum tempo, não me lembro bem, mas creio que estava possessa e vermelha de ódio, pois aquele era o último lugar que eu gostaria de estar naquele momento; mas no final daquela reunião, quando já estava descendo suas escadas, eis que eu vejo a Criatura que iria mudar para sempre meu destino, o Homem que tomaria para si minha vida , o Deus que atormentaria minha alma e espírito para sempre, o Incredulo que me faria crer na divindade do amor, o Anjo que despertaria meus demônios, o Santo que me abandonaria no mais árido deserto, o Salvador que me condenaria a uma vida de eterna dor e sofrimento...
Aqueles dias, foram dias felizes, dias de paz, dias de paixão, dias de calmaria, de uma calmaria morbita como aquelas que antecedem a tempestade, uma tempestade forte e duradoura, cujo rastro de destruição, se faz presente até os dias de hoje, cujas feridas abertas, ainda não se cicatrizarão, cuja febre permanece latente em meu sangue e a dor pulsa incompreendida entre minhas pernas; Aqueles foram dias de aprendizado, dias de crescimento, dias de entendimento, dias em que eu vi e vivi o mais próximo da face de Deus, dias em que as amarras se soltaram e o escuro véu que cobria meus olhos caíram; dias em que a pulpa transformou-se em borboleta, o ceu tornou-se vermelho e compreendi que o inferno é aqui mesmo na terra; dias em que quando eu mais precisei de Deus, e implorei pela sua presença em minhas orações, e seus ouvidos pareciam não me escutar, e tu não se fizeste presente... Foi então que o diabo me acolheu.
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