terça-feira, 9 de junho de 2009

GOZEI E MIJEI, E COMO SE NÃO BASTASSE, CAGUEI

A vida sempre nos guarda surpresas, algumas boas, outras ruins, o importante é que devemos sempre aprender, devemos sempre estar atenta ao que pode nos acontecer, ao inesperado e ao inevitavel; reconheço que quando era mais jovem, não me importava muito com que iria se suceder, estava no alge da minha juventude, no ápice da minha vaidade, no cume das minhas proesas e experiências, achava que já conhecia tudo que se podia conhecer de um homem, do sexo, das fantasias, dos fetiches, das depravações... Até que algo extremamente novo, inimaginavel e extremamente absurto, aconteceu comigo; Devia estar com meus 18 ou 19 anos quando isto aconteceu, havia acabado de conhecer um rapaz, ele era muito educado, vinha de boa família e visivelmente inesperiente, ele era branco, magro, alto, cursava o ensino médio, e ficava com o pau extremamente duro, quando nos beijavamos, podia sentir seu cacete se avolumar a medida que me aproximava de seu corpo e colocava minha lingua em sua boca; ele até que tentava disfarçar o volume em sua calça, mas envergonhado e constrangido, não tinha como esconder o tamanho e a grossura de sua rola dentro daquela calça, confirmando a vontade e o desejo de me comer e colocar todo seu lindo e grosso cacete em minha bucetinha rosada e depilada.



Apesar de gostar da sua companhia , eu achava que ainda não estava pronta para transar com ele, ele era legal e bonitinho, mas eu queria mais, eu queria um homem lindo, com dinheiro, carro, corpo atlético, experiente... enfim, um galã de novela, mais os dias foram passando, e quem eu queria, não estava me querendo, tive então que apelar para minha segunda opção, estava com ele a pouco tempo, algumas semanas apenas, mas já pareciamos como verdadeiros namorados, falavamos todos os dias pelo telefone, ficavamos sempre juntos nos finais de semana, íamos todos os domingos para a igreja, e no sabado geralmente, ficavamos em minha humilde casa, as vezes assistíamos TV, outras vezes íamos ao shopping, mas em sua maioria, ficavamos apenas nos beijando e nos tocando, até que resolvi que já era hora de abrir minhas pernas para ele e oferecer minha buceta, e ensinar-lhe as maravilhas de um sexo gostoso. Decidi então que no sábado da próxima semana, iria transar com ele, abri então minha bolsa e tirei um preservativo e entreguei para ele, dizendo-lhe o que o esperava na próxima semana... Ele nunca me disse como foi a semana que antecedeu nosso encontro, mas garanto que ele estava super ansioso, deve ter perdido noites e mais noites de sono, os dias demoravam a passar, a semana era eterna, até que chegou o bendito dia, porém eu, não estava me sentindo muito bem, havia acordado para trabalhar cedo, e meu estomago já dava sinais que algo não estava bem, e a coisa só piorou com o tempo, e logo depois do almoço, uma dor de estomago e uma diarreia fortíssima tomou conta de mim, no final da tarde estava deitada no sofá suando frio e indo no banheiro de 30 em 30 minutos, estava me sentindo fraca e meu anus já estava todo esfolado devido a forte diarreia; até que ouço meu namorado bater na porta, com um sorriso largo e visivelmente ansioso pela sua tão esperada noite, envergonhada e constrangida, não falei nada sobre a grande dor de barriga que assolava meu corpo, disse apenas que estava com uma cólica e uma dor no estomago horrivel, o que não era mentira; percebi imediatamente em seu rosto, sua grande decepção, acredito que ele estava aguardando ansioso por aquele dia, e justo agora eu não estava me sentindo bem, apesar da decepção estampada em seu rosto, ele foi muito compreensivo e carinhoso, sentou-se no sofa, colocou minha cabeça em seu colo e passou a alisar meus cabelos, tocando com suas mãos quentes e carregadas de ternura, todo meu rosto, acariciando meus braços, beijando minha face e se prontificando a me ajudar no que fosse precisso, lentamente eu fui me estabilizando, e a dor começou a dar lugar a um tesão incrivel, não é sempre que as pessoas são carinhosas comigo, e naquele momento eu comecei a me sentir segura, e quando dei por mim, suas mãos já estavão alisando meus seios e apertando forte meus bicos rosados e pontudos, ao mesmo tempo em que sentia algo extremamente grande, grosso e duro, se avolumar no interior de sua calça, bem rente a minha cabeça, e sem pensar duas vezes, abri seu ziper e botão, empurrei sua cueca para o lado e contemplei aquela pica enorme, sua jeba era incrivelmente grande e grossa, estava maravilhada com o instrumento do meu namorado, estava orgulhosa com a potencia do seu falo, escancarei minha boca e coloquei aquela cabeçorra inchada e vermelha em minha garganta, chupando e lambendo todo aquele mastro, eu salivava como uma cadela no cio, lubrificando todo aquele cacete, sugando e punhetando aquele mastro emperdigado e enrijecido, e quanto mais forte eu chupava seu cacete, mais forte ele apalpava e beliscava meus seios, minha buceta já piscava de tesão, estava completamente molhada, a dor havia passado, estava apenas insegura devido a forte diarreia, mas o tesão estava falando mais alto, eu queria sentir todo aquele instrumento grande e calibroso em minha racha, eu queria mostrar para ele o quanto eu era gostosa e boa de cama; e rapidamente fui me lavantando, peguei sua mão e puxei-o para meu quarto, fechei a porta e comecei a tirar toda minha roupa, ficando completamente peladinha na sua frente, ele estava boquiaberta com que estava vendo, meu corpo era realmente de tirar o folego, e antes mesmo de chegar na cama, meus peitos já estavam sendo mamado e chupado com força pelo meu macho, que tambem já havia tirado toda sua roupa e me presenteava com a linda visão de seu corpo branco e magro dotado de um cacete imenso, que chegava a ser desproporcional ao seu fransino corpo; me deitei na cama, abri minhas pernas, expondo minha bucetinha completamente depilada, e pedi para que ele me chupasse todinha, e não demorou muito para que meu gozo inundasse sua boca, ao sentir sua lingua quente em meu interior, lambendo e chupando meu grelo e carne, gozei freneticamente, despejando meu líquido no interior de sua boca, o qual bebeu todo meu mel, enquanto eu tremia toda em espasmos fortissimos, aos poucos ele veio para cima de mim, e mal havia terminado de gozar, e ele já estava chupando e mordendo meus peitos, enquanto ele tentava sem sucesso, colocar sua jeba em minha bucetinha, arreganhei mais ainda minhas pernas e segurando seu cacete incrivelmente inchado, conduzi seu mastro até a portinha da minha racha, e comecei a forçar sua cabeçorra contra minha pequena abertura, apesar de estar toda ensopada, seu cacete entrava com dificuldade em meu interior, devido o grande calibre de sua vara, mais aos poucos minha carne foi cedendo e sem demora todo aquele colosso já deslisava gostoso em minha cavidade, senti minha buceta ser dilacerada lentamente por aquele mastro, enquanto ele me penetrava, mas nem bem começou a entrar dentro de mim, e já senti um caldo extremamente quente invadir o interior da minha buceta e útero, o desgraçado nem bem colocou sua rola em mim, e já havia gozado, senti seu cacete pulsar em minha bucetinha arregaçada, ao mesmo tempo que sua porra invadia todo meu interior; decepcionada, comecei a lamentar e esbravejar com ele, não pelo fato dele ter tido ereção rápido demais, mais sim por não ter colocado a camisinha que eu havia dado a ele e ainda por cima ter gozado dentro de mim, não me lembro bem as palavras que proferia naquele momento, mas nervosa, comecei a xingar o pobre coitado de tudo quanto era nome, o que eu não esperava, era a fúria com que ele segurou meu pescoço e começou a apertar minha garganta, ele estava completamente possesso, não se parecia mais com aquele namorado carinhoso e meigo de alguns minutos atráz; me recordo claramente da transformação do meu homem, e do medo que senti quando olhei para seu rosto ensopado de suor e seus olhos cerrados, furioso e justificadamente violentos, calei minha boca imediatamente, ao passo que agora, é ele que inicia a me tratar de forma bruta e violenta, falando e xingando furioso, enquanto continua a apertar minha garganta contra o colchão, e rapidamente, segura seu cacete semi-endurecido e força violentamente contra minha bucetinha, alojando-o ferozmente dentro de mim, e com brutalidade, inicia novamente a me penetrar, colocando todo seu falo de uma só vez, dentro da minha lambuzada racha, seu instrumento mais uma vez, fica duro feito aço e grosso como um hidrante, e devido a violência em que estou sendo penetrada, meu corpo começa a tremer descontroladamente, com minhas pernas completamentes arreganhadas e colocadas para cima, sinto as fortes estocadas de seu cacete em meu útero, e a dor a medida que vai ficando mais forte, diminui meu controle sobre meus musculos e carnes, até que ele força de maneira brutal seu membro em meu interior, fazendo com que eu não me segure mais, e comece a urinar intensamente, expelindo jatos de urina que vão saindo a medida que seu cacete entra e sai da minha bucetinha, o fato de ter urinado, deve-se a dor tremenda imposta pelas estocadas profundas e violentas impostas por aquele cacete dentro de mim, que feriu não só minha vagina, como machucou-me internamente inclusive o colo do meu útero, e não satisfeito pela dor que me causara, retirou seu cajado de dentro da minha bucetinha, ergueu ainda mais minhas pernas para cima e apontou seu cacete no rumo do meu cuzinho; implorando, pedi para ele parar pois eu não estava me sentindo bem, eu suplicava e tentava sair daquele colchão gelado e completamente molhado de urina, mas ele não me dava atenção, e derrepente começo a sentir seu cacete imenso e inchado, forçar entrada em meu anús, e completamente dominada por ele, não consigo impedir que ele me penetre, só sinto o momento em que ele força de maneira violenta e brutal, seu cacete contra meu cú, fazendo com que aquela cabeçorra inchada e gigante, rasgue meu sfincter e penetre de uma só vez em meu rabinho, e mais uma vez, perco completamente o controle sobre meu corpo, e a medida que ele vai penetrando cada vez mais fundo e mais forte em meu cuzinho, dilacerando de forma covarde meu cuzinho rozado e esfolando violentamente com seu cacete imenso, todo o interior do meu intestino, fazendo com que eu não me segure e comece a evacuar enquanto ele continua a me comer, grito e esperneio muito, mas já é tarde demais, começo a cagar forte, expelindo um líquido amarelado e com cheiro muito forte, que aos poucos começa a lambuzar a cama, minhas pernas e corpo, e é claro, todo seu cacete, e mesmo com tudo isso, ele parece não importar, pois continua a colocar seu falo todo cagado em meu reto, forçando cada vez mais rápido e profundo, enquanto sai os últimos residuos de fezes do meu cú, ele retira seu cajado imundo do meu rabo, desce minhas pernas e coloca seu cajado sujo, novamente em minha buceta e continua sodomizando meu corpo, penetrando e sujando toda minha bucetinha ferida, e não demora muito, seus movimetos vão se intensificando, ficando cada vez mais rápido e profundo, e mais uma vez, sinto seu semem invadir meu interior, seu cajado duro, contrai violentamente, expelindo as últimas gotas de seu leite morno, ao retirar seu monstro de dentro de mim, um pouco de sua porra juntamente com fezes e outros líquidos saem da minha bucetinha inchada, ferida e suja.
Neste dia, eu aprendi uma valiosa lição, "não faça com os outros o que voce não quer que aconteça com você", eu xinguei, maltratei e humilhei meu namorado, e ele me pagou com a mesma moeda, me fazendo gozar, mijar e até cagar de dor e prazer.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

A DOR DE SE GOZAR SOZINHA

Voces não são capazes de imaginar o quanto é triste a solidão de uma mulher, a minha tristeza teima em invadir meu peito a todo momento, mas são nos finais de semana, que minha dor se acentua; são os finais de tarde das sextas-feiras, hora em que me sinto mais carente e sozinha, são nestes momentos que costumo colocar meu rosto para fora de casa ou da janela, e apenas olhar para rua, ver as pessoas euforicas, umas chegando do trabalho, outras saindo, e algumas simplesmente conversando, algumas acompanhadas de seus esposos e namorados, outras em grupos de amigos, mas nunca sozinhas, e neste momento a solidão bate forte, as lagrimas não se contentam em apenas cair, mas insistem em queimar as maças do meu rosto, deixando um nó em minha garganta e uma inveja profunda em meu peito; retorno então novamente para a proteção fria e insipida da minha casa e adentro para o banheiro, na esperança de que um bom e quente banho, leve com suas águas, pensamentos ruins e tristes que inundão minha mente e esfolam minha carne, deixo o chuveiro ligado enquanto as mornas águas saboreiam meu corpo magro, com contornos delicados porém firmes, molhando minha pele, aquecendo minha carne ao mesmo tempo que diminui minha ansiedade e tristeza; minhas mãos percorem todo meu corpo, despejando sobre ele o gostoso aroma de sabonete, enquanto meus cabelos recebem o mesmo tratamento com champoos e cremes de perfume e textura incomparavel; e em meio a tanta solidão e carência, meus dedos percorem meus delicados, pequenos e pontudos seios, massageando e apertando minha própria carne, beliscando de forma firme e ao mesmo tempo carinhosa, meus rosados e duros bicos, e a medida que a água desce serpenteando meu corpo, meus dedos percorem indescentemente minha barriga, umbigo e vagina, abrindo meus grandes lábios e lavando delicadamente toda minha bucetinha rosada, geralmente a temperatura em que ela se encontra é bem superior do que a da própria água que a banha, e imersa em pensamentos que envolvem sexo, homens e prazer, inicio quase que inconcientemente, tocar e massagear minha propria buceta, enfiando delicadamente meus dedos em minha vagina, masturbando-me lentamente, sentindo o calor intenso da minha carne, meus líquidos se misturam com a água do chuveiro, tornando a penetração de meus dedos em meu interior, cada vez mais fácil e profundo, me deixando cada vez mais ofegante e feliz, a medida que vou introduzindo 3, 4 dedos dentro da minha buceta, me masturbando cada vez mais forte, e a medida que almento a velocidade e a profundidade dos meus dedos, almentam também meu gozo e orgasmo, sendo obrigada a me deitar no chão do banheiro diante da força e intensidade da minha ereção, meu gozo é tão forte que perco completamente as forças em minhas pernas, e fico completamente encolhida no frio azulejo, enquanto minha buceta pulsa em contrações fortes sobre meus dedos, enquanto minha vagina expele o mais quente e doce líquido, meus olhos vertem a mais cristalina e salgada lágrima de meus olhos, confirmando o quanto me tornei carente e sozinha nesta vida.

terça-feira, 2 de junho de 2009

MEU AMADO E PEQUENO BROCHA

O que leva uma mulher a se apaixonar por um homem? certamente quando um homem é bonito, inteligente, formoso, rico, engraçado, bom de cama, bem dotado... fica fácil entender por que nos apaixonamos tão rapido e cegamente por qualquer uma destas qualidades, mas o dificíl de explicar é quando nos vimos atraidas por um homem destituido de todos estes adjetivos, um homem completamente subtraído de qualquer beleza física ou conhecimento intelectual, um homem medíocre, que nem mesmo sabe corresponder aos apelos e desejos sexuais de uma fêmea, é esta a figura masculina que tenho em minha casa, é este o tipo de homem com quem me deito e me levanto dia-após-dia, é esta a criatura que tolero entre as minhas pernas... A razão por ter me apaixonado por tão desprezivel e vil criatura é simples, Foi ele o único a estender suas mãos quando eu mais precisei, Foi ele o único a me comer quando ninguêm mais queria, Foi ele o único a cuidar do meu filho e trata-lo como uma grande "victoria" em minha vida e não uma decepção ou desgraça, Foi ele que colocou um teto sobre minha cabeça e comida sobre minha mesa... Por tudo isso, fica fácil compreender o porque me apaixonei por um homem feio, desprezivel, doente e broxa. Meu Deus, as vezes me pergunto se mereço passar pelo que estou passando, as vezes me pergunto até quando serei escrava desta gratidão, as vezes me pergunto se já não paguei minha dívida para com ele... Me perdõe "Rogi", espero que você jamais leia estas palavras que aqui estão, compreendo o quanto elas são fortes e até mesmo injustas, mas preciso desabafar, e este é o único lugar onde sou livre e verdadeira, e mesmo que você se sinta ferido e magoado, saiba que eu me feri primeiro, saiba que sou eu a grande derrotada desta história.
Logo eu, a melhor de todas as amantes, a mais devassa de todas as mulheres, a mais dependente de todo tipo de sexo sádico, sujo e depravado, que me entrego por completa diante de um grande e grosso cacete, que adora ser ferida e abusada por homens insaciaveis e indecentementes pervertidos. Imagine então minha dor e frustração diante da realidade de ter que conviver com "Rogi" um homem de pênis minusculo, e que ainda por cima, não consegue mais dar no couro, me obrigando a me alimentar de velhas lembranças, de quando minha buceta era invadida constantemente por orgãos colossais e formidaveis, e minha bundinha sofria lacerações descomunais diante de tão dolorosa penetração, mas ai sim, eu era feliz, ai sim eu não chorava de dor, mas de um prazer indescritível e imensuravel.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

DIA APÓS DIA EU AGRADEÇO A MÃO QUE ME AÇOITA

Eu me espanto todas as vezes que vou até a medicina aqui de Uberlândia; alguns anos atrás fiquei internada por alguns dias devido um acidente, e logo depois veio o resultado de que eu estava gravida e para completar minha situação, foi neste período que descobri que estava contaminada com a famosa "doença das putas", e em meio a tanta turbulência e problemas, passei a olhar mais para as pessoas que estavam a minha volta, pessoas deitadas em macas fétidas, com cobertas e lençois imundos, amontoadas de sacos e sacolas com restos de alimentos, pessoas com semblante sofrido e cabeças cabisbaixas, pessoas que sofrem e gemem de dor, pessoas pobres e necessitadas, pessoas como eu... Mas havia naquele recinto, jovens e distintas pessoas trajando seu alvo e perfumado jaleco branco, empunhando em seu pescoço o conhecido aparelho de estetoscópio, perambulando pelos corredores do PS com ar altivo, superior, tratando com desdenho e deslexo, os pobres e miseraveis que ali estavam, que imersos em total ignorância e desespero, sentião-se aliviados e gratos por estarem sendo tratados, mesmo que com desprezo e desconsideração por parte dos residentes e acadêmicos de medicina, mas ainda sim, gratos por não estarem sozinhos, por ter alguêm velando por eles, por ter um "médico" cuidando de suas feridas...
Inocentes e sofridas almas, desgraçados desde o dia em que nasceram, pelejam pela vida e por um pouco de dignidade, beijando agradecidos as mãos que os atormentam e os açoitam... é assim que vejo nossa tosca sociedade, é assim que me vejo, quando preciso dos nossos "ilustres" doutores, que na verdade não passam de alunos inseguros e perdidos em sua própria vaidade, pessoas que despresam seu próprio semelhante, jovens que só são o que são, porque toda a sociedade, inclusive eu, pagamos seus longos anos de estudos e dedicação, e que no final de tudo isto, ao invés de agradecer a sociedade e todos aqueles que derão seu sangue e suor para eles se formarem, me tratam como se eu estivesse devendo favores a eles ou pior, como se eles estivessem fazendo um favor para mim; quão enganados eles estão, pois na verdade, não fazem um décimo de sua obrigação e dever, são pessoas que devião tratar melhor a sociedade que os sustentam, e não se sentirem superiores a nós, que damos nosso sangue, suor e carne, para mante-los empunhando suas esporas e azorragues sobre nossos lombos.

terça-feira, 19 de maio de 2009

O DIABO TOMOU PARA SÍ MEU CORPO, SANGUE E SUOR

Era vespera de um feriado prolongado, quando alguns alunos da minha sala, planejaram participar de um encontro musical de bandas independentes na praça Sergio Pacheco, onde alguns dos meus amigos iriam tocar. Mas havia um aluno na faculdade que visivelmente me evitava de toda maneira, eu podia sentir em seu olhar, uma aversão tremenda em relação a mim, mas eu nem ligava, afinal de contas ele era o garoto caladão da sala, que nunca conversava com ninguêm; mas havia um ar mistico, um silêncio desconcertante, uma apatia profunda envolvendo aquele garoto, não sei o porque aquela criatura chamava tanta minha atenção, percebia que as vezes ele ficava me olhando e fitando por vários minutos, e aquilo me constrangia e muito, mas toda vez que eu tentava me aproximar, ele se esquivava e saia de perto da minha pessoa, com ar arrogante e presunçosso, sabia que ele não era aluno regular da minha turma, achava que era aluno de outro curso, e estava fazendo aquela matéria como optativa.




Algo me dizia que ele sabia das coisas que eu fazia e da puta que eu era, e de alguma forma, minha presença na faculdade, pertubava aquele rapaz, seu ar ríspido e extremamente altivo, me tratava como se eu não existisse, como se eu não fosse ninguêm, como se ele tivesse algo a me ensinar e eu a aprender...




No dia do tão esperado festival, estavam todos meus amigos reunidos na praça, quando derrepente avisto a figura daquele jovem rapaz, debaixo de uma arvore, reencostado em seu tronco e me olhando fixamente, devorando meu corpo com os olhos, despertando um tesão que há tempos estava adormecido em mim, não conseguia desviar meus olhos um minuto sequer daquele homem, meu corpo estava completamente tomado por uma febre inesplicavel, estava sentindo um calor adolescente em minha racha, uma vontade incontrolavel de me aproximar daquele garoto e me oferecer descaradamente para ele, e foi o que aconteceu, comecei a me afastar da multidão e ir em direção ao local onde ele estava, me aproximei e sem dizer uma única palavra, ele estendeu suas mãos em diração as minhas e me puxou, conduzindo-me lentamente em diração a seu carro de cor prata, 4 portas, teto solar e vidros completamente escuros e espelhados, entramos e rapidamente nos dirigimos rumo a saída da cidade, pela rodovia BR 365, em direção a cidade de Araguari, imaginei que o safado estava me levando para um motel qualquer, minha surpresa veio, quando entramos em uma via de terra a direita da rodovia, passando por baixo de um pequeno viaduto arredondado, no qual passava um trilho de trêm, continuamos a nos dirigir até chegar em uma pequena casa com uma piscina na lateral, era final de tarde, o sol estava se pondo, e ao estacionarmos, reparei que o local não estava vazio, aos poucos notei a presença de uma velha senhora, trajando um velho vestido estampado, com seus ralos cabelos despentiados segurando um balde contendo roupas, ao qual parecia estar prestes a estendelos em algum varal, ao avistar meu acompanhante, ela abaixou a cabeça e saiu da porta, deixando a passagem livre para adentrarmos na casa, em seu interior, era visivel a presença de quartos e algumas garotas se arrumando, outras se preparando para o banho e algumas completamente maquiadas, usando apenas roupas intimas transparentes e decotadas; não compreendia que lugar era aquele, não compreendia o que estavamos fazendo naquele ambiente, estava completamente perdida e ao mesmo tempo muda, diante daquela situação, eu não conseguia abrir minha boca para perguntar o que estava acontecendo, pra ser sincera, eu não conseguia nem mesmo olhar para o rosto do meu acompanhante, não entendia o que estava se passando, era como se eu estivesse possuida ou quem sabe hipnotizada diante daquele homem altivo e com ares estremamente severo, seu desdenho e apatia era tamanha que sua boca só abriu para proferir algumas palavras somente naquele momento, em que adentravamos rumo ao último comodo daquela pequena casa, e ao fechar a porta assim que entramos naquele quarto, olhou-me e disse: VOU-LHE ENSINAR AGORA, ALGO QUE NÃO SE APRENDE NA FACULDADE... TIRE TODA SUA ROUPA E DEITE-SE NA CAMA. Foram apenas estas as palavras que ouvi sussurar em meus ouvidos, depois disto, minha vida nunca mais foi a mesma.





Assim como ele havia ordenado, obedeci prontamente seu desejo, abrindo o ziper da minha saia indiana e levantando minha camiseta, desabotoando meu sutiem e descendo minha calcinha, ao ficar completamente nua, deitei na cama empinando levemente meu tronco, deixando meus seios erguidos e expostos, ao mesmo tempo em que uma de minhas pernas se encontrava ligeiramente arqueda cujo joelho levemente dobrado, procurava esconder ou quem sabe, proteger a mais linda e delicada vagina, desprovida de todo e qualquer pêlo; enquanto meus pensamentos e temores borbulhavam em minha cabeça, meu homem já se encontrava completamente nú na minha frente, com seu corpo perfeitamente modelado, cujas pernas tronco e braços, pareciam ser a concretização dos meus mais profundos desejos, o estranho é que aquele corpo, parecia não corresponder com as lembranças que eu tinha daquele garoto da minha sala de aula, mas era ele, em carne e osso, com um membro de tamanho e grossura invejavel, e que aparentemente ainda não se encontrava em sua plenitude, sorrateiramente ele se sentou na beirada do colchão, próximo dos pés da cama pagando delicadamente minha perna direita, levantando-a e levando-a até sua boca, neste momento sinto sua lingua serpentear por todo o meu pé, chupando e lambendo cada um dos meus delicados dedos, sua lingua parecia ter vida própria, como se ela fosse capaz de tocar cada nervo, cada receptor, cada célula capaz de me proporcionar prazer, todo meu corpo estava arrepiado, minha pele se encontrava completamente eriçada, dos pés a cabeça, meus seios já despontavam duros e doloridos, enquanto sentia minha vagina se esquentar a medida que ficava cada vez mais húmida; com sua lingua incontrolavel, ele foi subindo cada vez mais atrevido, serpenteando e chupando minha perna, tornozelo, coxas e parte interior da virilha, neste momente eu já estava em brasas, sentindo sua lingua e seus dentes, morderem vigoros minha carne, deixando marcas e vergões por toda minha cava branca e lisinha, eu me abria toda, estava com minhas pernas escancaradas, implorando para sentir seu toque, sua boca sua lingua em minha bucetinha encharcada, quanto mais eu pedia, mais ele me torturava com sua boca ao redor da minha grutinha, até que chegou o momento em que senti o toque de sua lingua gulosa invadindo de maneira aspera e profunda, lambendo e chupando com força, toda minha buceta, bebendo e sorvendo todo meu suco que saía em abundancia, sentia sua lingua tocar o mais intimo da minha xana, era como se sua lingua pudesse alcançar todo meu interior, preenchendo toda minha cavidade, e me proporcionando um gozo intenso enquanto meu clítores era massageado por seus lábios e dedos; eu gozava em espasmos fortes e delirantes, falava frases desconexas enquanto meu gozo era expelido em jatos que escorriam e inundavam toda minha bucetinha, encharcando-a e fazendo com que meu homem devorasse cada gota da minha forte ereção; após beber todo meu suco e deixar meu grelo estremamente inchado, aquela lingua ferina volta a serpentear por sobre meu corpo, subindo pelo quadril, cintura e seios, cujos bicos pontudos e duros foram chupados e mordidos com ansia e desespero, sentia sua lingua envolver e lamber as pequenas aureolas do meu peito, enquanto seus dentes acariciavam e mordiscavam freneticos meus bicos rosados, ao mesmo tempo em que sua mão e dedos beliscavam e torciam meu outro mamilo, deixando-o retesado e e extremamente empinado, com uma sensação única de querer verter leite ou qualquer outro líquido, que por ventura ali tivesse; mal havia terminado de gozar, e minha bucetinha já estava novamente lubrificada, piscando e ansiosa para ser novamente invadida e penetrada, principalmente quando o cacete daquele homem, tocava minhas pernas e corpo, eu sentia o calor e o calibre daquele musculo parcialmente duro, podia sentir o peso daquele colosso, e ao imaginar aquela estrutura imensa dentro de mim, um calafrio percorria minha espinha, fazendo minha bucetinha se contrair de tesão e medo; meus seios já estavam inchados e doloridos de tanto serem mordidos e chupados, neste momento, ele se coloca completamente sobre meu corpo, com seu rosto na altura do meu rosto, e ao olhar sua face, arregalo meus olhos em visivel expressão de surpresa e com minha boca aberta em uma explosão incontestavel de pavor, cujo sangue some em um piscar de olhos das minhas veias, fazendo com que meu corpo se congele diante de tão assustador e estarrecedor fato... Aquele não era meu colega de sala, aquele homem não era a mesma pessoa que se sentava calado e apatico na faculdade, aquela figura nem mesmo era homem, para não dizer humana, apesar de não conseguir fitar meus olhos em seu semblante, via claramente que aquela cabeça e rosto trazia contornos irregulares que não correspondião a nenhum ser humano; o quarto estava com a lampada acesa, apesar de estar enegrecido por algum tipo de fumaça ou neblina que ofuscavam minha visão, ao mesmo tempo em que meus olhos por algum motivo estavam embaralhados, não conseguindo focar qualquer ponto que estivesse em movimento, não conseguia gritar nem mesmo dizer alguma palavra, apenas congelei, da cabeça aos pés com minha boca escancarada, perplexa diante do que estava acontecendo, não sabia se estava sonhando ou tendo alucinação, seria imaginação ou delirio? quando seu rosto se aproximava bem perto dos meus olhos, para me beijar e chupar minha lingua, seu rosto se transformava novamente no meu colega de sala, mas ao se afastar, minhas vistas se embaralhavam e eu via somente um vulto com contornos diabólicos e com uma cabeça desproporcional a um ser humano, mais ai, novamente ele se aproximava, e tocava minha boca com desejo e tesão, despejando uma saliva morna e doce em minha boca, chupando e serpenteando sua lingua no interior da minha pequenina boca, minimizando meus temores e acalmando meu franzino corpo, que tremia muito diante do inimaginavel, e a cada beijo, chupada e toque do seus lábios em minha boca, eu me sentia segura, sem medo ou receio, apenas um tesão enorme que invadia todo meu corpo, numa vontade imensa de me entregar, e ter meu corpo tomado por aquele sentimento que fazia minha alma arder de vontade e desejo de ser possuida; enquanto ele despeja sua saliva que mais se parecia mel em minha boca, sinto seu pesado membro, que até este momento estava encostado em minhas coxas, se avolumar e se erguer endurecido, encostando em minha racha semi-aberta, levanto meu tronco para tentar ver o tamanho e o calibre daquele colosso, mas não consigo, minhas vistas estão turvas, apenas sinto na pele, o roçar daquela monstruosidade, e aos poucos ele vai aproximando aquele chumaço de carne na portinha da minha bucetinha, que piscando de desejo, sente o calor escaldante daquele musculo liso e grosso, ele continua roçando forte seu cajado em meu clítoris, pressionando e dando pequenas estocadas na portinha da minha bucetinha, lambuzando seu cacete com meu suco e espalhando meu líquido por toda aquela cabeçorra enorme, cujo calibre não consegue entrar em minha xoxota, eu forço meu corpo para baixo, quero sentir minha carne ser arregaçada, quero sentir o calor daquele instrumento me invadir, quero ter meu amago preenchido; derrepente ele ergue seu corpo, ficando agachado entre minhas pernas e segurando o que parece ser seu falo, pressiona-o contra minha bucetinha e me penetra ardentemente, sinto aquela cabeçorra adentrar e enlarguecer minha vagina e pelves, seu membro entra rasgando minha carne, o calor daquele mastro vai penetrando fundo minha bucetinha, até senti-lo tocar meu útero, seus movimentos são extremamente cadenciados, penetrando todo seu colosso em meu interior até sentí-lo atingir forte meu útero e novamente o retira quase todo para fora, massageando minha gruta por completo, meu tesão é tanto, que não consigo me segurar, e ao mesmo tempo que ele me fode, eu forço toda minha pelvis contra seu corpo, friccionando meu clítoris contra a grossa base daquele cacete, e sem muita demora, volto a gozar descontroladamente, perdendo por completo as forças sobre minhas pernas e corpo, minha racha arde a cada contração, a cada pressão involuntária, a cada estrangulamento da minha buceta no cajado grosso e grande daquele homem, enquanto tenho espasmos de prazer, ele continua a estocar seu falo em meu interior, seus movimentos constantes e profundos, só almentam meu orgasmo, e permaneço durante horas com minhas pernas arreganhadas, tomando vara e ferro em meu interior, já estou toda ferida e machucada, mas o desgraçado parece não perceber ou importar, apenas continua com a mesma intensidade e ansia, alojando todo seu membro em meu interior, já havia perdido as contas de quantas vezes havia gozado, agora sentia apenas ardor e agonia, devido as lacerações em minha cavidade vaginal após horas de penetração, como era possível um homem trepar durante horas sem gozar e sem diminuir seu rítimo? eu não entendia, e quanto mais eu pedia para parar, mais rápido seus movimentos se tornavam, porém ele nunca gozava, somente permanecia bombando e estocando seu cajado em mim, cada vez mais forte, rápido e profundo; apesar das lágrimas em meus olhos, eu não queria chorar, estava apenas me sentindo saciada, completa, satisfeita e apesar da dor dilacerante, meu corpo ainda assim agradecia aquele colosso em seu interior, ainda assim eu desejava no funda da alma, que aquela noite se prorrogasse por mais um tempo; foi então que aquele homem diminuiu seu rítimo e bem devagar começou a retirar seu falo imenso de dentro de mim, quando aquela cabeçorra saiu pela primeira vez de dentro da minha buceta, um misto de alívio e histeria tomou conta do meu corpo, não sabia se sorria ou se gritava, chorava ou agradecia, estava tomada de dor, felicidade e plenitude; e antes mesmo de pensar em fazer qualquer coisa, ele suspendeu minhas pernas pelos tornozelos, trazendo-a para proximo de mim, ao mesmo tempo em que minha bundinha ficava completamente exposta e levantada para cima, nesta hora ele leva seu cacete extremamente duro e inflamado para a entrada do meu cuzinho, e lentamente força seu cajado contra minhas pregas anais, eu gritava e gemia alto, tentando impedir que ele me penetrasse, mas minhas súplicas pareciam não fazer efeito, e quanto mais eu berrava, mais forte ele impunha seu cajado contra minha bundinha, até que senti a cabeça daquele colosso me arregaçar as pregas e entrar forte e de uma só vez em meu cú... Grito, choro e sangue são os adjetivos que melhor traduzem o que estava se passando comigo naquele momento, minha carne havia se dilacerado e meu interior estava sendo castigado por movimentos profundos daquele cacete que deslizava agonizante em meu intestino, seus movimentos fortes e profundos, introduzia todo seu cajado de maneira bruta e sem compaixão em todo meu reto; com seus braços fortes, ele segurava minhas pernas completamente abertas e sobre minha cabeça, e com seu corpo sobre o meu, ele me mantinha imovel, a merce de toda e qualquer violência aplicada sobre meu fragil corpo; desta forma ele tinha total controle e acesso ao meu cuzinho, penetrando de maneira rude e sem benevolência, impondo dor e sofrimento sobre meu corpo devido ao tamanho e grossura de seu membro, ao mesmo tempo em que, de maneira cadenciada e firme, deslizava seu falo com uma vontade descomunal de me proporcionar prazer, foi então que entendi, que ele não estava apenas tranzando comigo, ele estava me dando uma lição, uma lição que eu jamais iria esquecer; pois ele não tinha apenas me comido, ele estava me devorando; ele não tinha apenas me machucado, ele estava me violentando; ele não tinha apenas desejo pelo meu corpo, ele estava com fome de prazer; ele não queria me fazer feliz, ele estava apenas me saciando; ele não queria apenas marcar meu corpo, mas estava deixando cicatrizes permanentes em minha alma; ele não queria apenas me fazer gozar, ele estava me mostrando a dor de uma ereção; e deste modo passei a entender o quanto é tênue a linha que separa o prazer da dor, a satisfação da exaustão, a vontade do desejo a violência da violação...



E desta forma, me entreguei completamente para aquele homem, me esquecendo da dor e de minhas limitações, passei então a pedir em alto e bom tom, para que ele metesse forte e com vontada em meu cú, esfola meu rabo seu caralhudo, goza em meu cú desgraçado, esbravejava estas palavras de maneira alucinada, não mais me importando com as consequências, sentia apenas seu falo penetrar forte, rápido e profundo em meu intestino, dilacerando qualquer vestígio de pregas anais que por ventura ali tivesse, sentindo seu colosso enlarguecer as paredes sensiveis do meu intestino, preenchendo completamente minha cavidade anal, horrorizada com aquele coito anal que parecia não ter fim, ele metia com uma ânsia e com uma vontade indescritivel, sua verga incansável parece mais uma máquina, até que sinto um jato forte e ardente invadir o mais profundo do meu âmago, uma seiva fervente e abundante inundar meu cú, seu leite invade meu rabo e transborda tamanha a quantidade de porra secretada por aquele mastro, sinto as veias calibrosas dequele caralho, contrair-se em espasmos violentos, despejando aquele tão precioso e desejado líquido em meu intestino, e ao retirar seu cacete ainda duro de dentro do meu ânus, mais e mais semem aflora e se espalha por todo meu corpo, aliviando com seu calor, a inflamação e as feridas da minha buceta e do meu cuzinho. Ele se retirou de cima de mim, me deixando estendida e completamente sem forças sobre a cama, meu corpo ainda ardia e convulsionava devido ao grande esforço por mim despendida naquela maratona sexual; meu acompanhante se levantou,vestiu suas roupas e abriu a porta, e uma claridade ofuscante entrou pelo quarto, só então notei que já era dia, o sol já se despontava forte lá fora, me levantei apressadamente, vesti minhas roupas, e com meu corpo ainda dolorido e minhas pernas parcialmente dormentes, cambaleei em direção a porta e saímos apressados. Aquela foi a última vez que vi meu colega de sala, nunca mais o ví novamente, perguntei por ele na faculdade, mas ninguêm soube me informar o que teria acontecido; a única certeza que tenho, é que naquela noite, o diabo usou e abusou do meu corpo.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

MEU CORPO É MEU GANHA PÃO

Vou falar um pouco sobre meu corpo, meus pêlos, meus contornos e orificios; eu já fui amante de mim mesma, eu já senti o aroma e o gosto da minha própria pele, eu já me deleitei diante da minha própria imagem refletida em um espelho, eu já me achei a mais linda e perfeita das mortais; não pense que é exagero ou fruto da minha vaidade, nem tão pouco sou narcisista, não pois para ser honesta, eu já despertei a paixão e a cobiça de muitos e muitos homens, e o que mais me deixa furiosa, e puta da vida, é quando um homem se recusa a me comer, de duas uma, ou ele perdeu o "bilau"ou nunca teve um... A verdade é que eu sou, ou melhor, fui sem exagero nenhum, a garota mais gostosa, a buceta mais apertada e apetitosa e o cuzinho mais desejado da UFU. meninos, garotos, homens e mulheres, já tiverão o prazer de me exprementar, confesso que não sou modesta quando digo que todos eles gozarão, e muito; mas apesar disto, muitos deles insistem em fingir que não me conhecem, preferem manter as aparências para suas esposas e mulheres, bem tenho que respeitar suas vontades, mas espero que compreendão se algum dia eu revelar seus nomes, afinal de contas, vocês me pagarão para ter prazer e gozar em meu interior, e não para manter minha linda boca fechada.
Meu corpo magro, com minúsculos e finos pelos loiros espalhados pelos braços, se tornão cada vez mais escasso, conforme sobem em direção aos mais lindos e formosos seios, eles são gêmeos identicos em tamanho e forma, pequenos e rigidos, com pequenos bicos rosados e delicados, que ao menor toque, incham e se transformam na mais perfeita criação de Deus; minhas pernas longas e depiladas, sobem rumo a fenda mais cobiçada pelos homens, minha buceta branquinha e depilada, esconde delicadas carnes rosadas e húmida, cujo interior macio e estremamente quente, aloja os mais diversos tipos, tamanho e cores de falos e objetos que você possa imaginar, mas nada se compara a minha grande e lisinha bundinha, ela sim é motivo de orgulho, extremamente simétrica e empinada, guarda o cuzinho mais apetitoso e gostoso de todos os tempos, minhas pregas rosadas, se dilatam com o simples toque de uma lingua ou dedo, e é capaz de guardar em seu interior, membros de diametros inacreditaveis, que entram profundos em meu interior, arrancando gemidos indescritiveis e as vezes até lagrimas, que confirmam meu tesão diante de tão grande e completo prazer.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

UPA, UPA CAVALINHO, FOI ASSIM QUE PAPAI ME ENSINOU A BRINCAR

Eu nunca antes havia citado a pessoa do meu pai em meus relatos; primeiro, por que ficamos muitos anos afastados um do outro; segundo, foi ele que me mostrou o quanto um homem pode ser perverso, em todos os sentidos, inclusive a ponto de molestar e violentar sua própria cria, sangue do seu sangue, fruto de seu casamento... Tudo começou quando eu tinha apenas 6, 7, 8 anos talvez, não me lembro bem; mas recordo-me que meu pai ao chegar do trabalho, a primeira coisa que fazia, antes mesmo de tomar seu banho, era se sentar em nosso velho sofá, tirar seus velhos sapatos e me colocar em seu colo, assentada em sua perna, na qual balançava para cima e para baixo, subindo e descendo, sorrindo e falando, upa upa cavalinho, upa upa cavalinho... Nossa, como eu sinto falta daquele tempo, como eu amava brincar com papai naqueles fins de tarde, eu ainda sinto o cheiro forte de suor e poeira empregnados em seu corpo, eu ainda sinto suas mãos asperas me tocando... Prometi a mim mesma jamais revelar o que aquele maldito homem havia feito comigo, mas acho que estava equivocada, achando que o tempo apagaria certas lembranças da minha memória, por isso contarei sobre um dos momentos mais tristes e dolorosos da minha infancia, dia este que ficou marcado para sempre em minha memória, lembranças estas, que eu fiz de tudo para tentar esquecer, mas não consegui. O nome do desgraçado é OTERO M, moravamos em uma pequena cidade do interior de MG, sempre fomos muito pobres, pés rachados, mal tinhamos o que comer, mas seguiamos a vida lutando, tanto meu pai quanto minha mãe trabalhavam para sustentar a casa, ficando minha irmã mais velha a responsável para cuidar de mim e da minha maninha caçula; meu irmão "presente apenas em meus desejos, fomentado por minha fuga da realidade", chegaria a qualquer momento para me levar para a cidade grande e me tirar da miséria em que eu vivia.

Não sei bem quando ou que dia era, lembro-me apenas que estava sozinha em casa, o tempo havia se fechado, nuvens negras estavam espalhadas por todo o céu, um vento forte trazia aquele cheiro caracteristico de chuva para dentro de casa, apressadamente eu corria para fechar todas as portas e janelas, quando derrepente, minha figura paterna surge na porta respingado de grossos pingos de chuva e ofegante pelo esforço de tentar chegar em casa antes que o céu desabasse; fecho todas as janelas enquanto meu pai pergunta pelo resto da família, respondo que minhã mãe havia saído com minha irmã caçula e minha irmã mais velha estava com as amigas pela vizinhança; me recordo que neste momento, ele se dirigiu até nosso velho sofá, retirou seus sapatos e olhando-me, fez um sinal para que eu fosse até sua presença, me aproximo e vou logo me assentar em seu colo, só que desta vez, seu olhar estava diferente, não sei bem o porque, mas seu toque estava diferente, e por algum motivo, um calafrio gélido passou pelas minhas costas, e um aperto fundo oprimiu meu coraçãozinho... Com a mesma canção que todas as tardes ele me embalava em nossa brincadeira paternal, novamente me alegrei diante de tão doce e inocente prova de afeto, carinho e afeição, até que suas mãos calejadas e asperas, passão a alisar minhas pernas e sobem em direção a minha cintura, alisando e apalpando minhas coxas e bem devagar e sorrateiramente, enfia seus grossos dedos por dentro da minha calcinha e a puxa para baixo, deixando-me vestida com minha pequenina saia branca, porêm completamente descoberta por baixo; sentada em uma de suas pernas e com a cabeça baixa, permaneço muda e com os olhos mergulhados em um mar de medo e incomprêenção, eu sinto seu toque, mas não vejo sua mão; respiro seu hálito, mas me falta ar nos pulmões; queria gritar bem alto, mas não havia voz em minha garganta; lágrimas inundãm meus olhos, mesmo não querendo chorar; e sem compreender o que estava acontecendo, obedeci silênciosamente seus mandos e passivamente abri minhas pequenas, finas e frageis pernas e deixei meu amado pai levantar minha saia e tocar meu corpo com suas mãos grandes e asperas, que massageava meu sexo, machucando-o com seus grossos e ressecados dedos...



Esta é a primeira lembrança, ou a mais antiga que eu tenho do meu pai me tocando e manipulando meu sexo infantil, lembro-me que ele permaneceu a me tocar, abrindo e olhando minha genitália durante toda tarde, durante toda aquela interminavel chuva... Aquele pesadelo só acabou com o fim da chuva, quando minha irmã mais velha se aproxima de casa e bate na porta para que eu a abra, naquele dia, eu não fui penetrada, estuprada ou violentada, nem se quer, me lembro de ter visto ou manipulado seu pênis, nada mais aconteceu além dos fatos aqui relatados, nada mais naquele dia... A vida nos guarda surpresas, que nem sempre nos fazem felizes, mas com certeza se tornão inesqueciveis. Naquele dia eu saí ilesa, mas minha trajetória não é feita de contos de fadas e poesias, queria dizer que aquela foi a única vez que meu pai me tocou, queria dizer que tudo não passou de fantazias infantis, queria dizer que eu estava apenas equivocada, queria dizer... A verdade é que acontecimentos posteriores me machucaram e marcaram para sempre minha mente e minha vida.

terça-feira, 28 de abril de 2009

ME CASEI, ARREPENDIDA FIQUEI E SEM ALTERNATIVA ME FERREI.

Apesar dos pesares, Houve um tempo em que eu acreditei que poderia ser feliz, havia me casado com um homem controlado financeiramente, tive um filho lindo, que hoje se configura como minha grande benção, minha grande " Victoria", estava em paz com minha família e passava parte do meu dia me dedicando aos meus estudos e trabalho, mas como tudo na vida é passageiro, até mesmo a própria vida, foi-se as alegrias, as esperanças, os projetos, os pequenos e preciosos momentos de paz... restaram apenas amargura, frustração, tristeza, uma vida vazia, apática e desinteressante.
Não tenho mais a emoção, o calor, e as desventuras de outrora; meu marido já não me come como antes; seu falo duro e de média envergadura, já não se levanta com a mesma facilidade; seu desejo descontrolado para me enrabar, transformaran-se em obrigações agonizantes para ele; nossas noites regadas a sangue, suor e secreções, deram espaço apenas a roncos e sonos profundos; sua lingua que antes atrevia-se a invadir minha bucetinha constantemente, hoje é usada apenas para me magoar e maldizer; seus dedos que incessantemente adentravam por todos os buracos e poros do meu corpo, hoje servem apenas para apontar meus erros e falhas; sua saliva que em outros tempos matava minha sede no auge do meu gozo, hoje é espelida com violência sobre meu rosto, em um escarro fétido e pestilento; minhas pernas e virilha que eram por ele beijadas, chupadas, mordidas e acariciadas, atualmente se encontra recoberta de hematomas e feridas, provocadas por chutes e pota-pés violentos contra minha integridade física; seu falo que antes vertia sua seiva e seu leite em meu amago, boca, útero e intestino, proporcionando prazer e alimentando minha fome de sexo e desejo, hoje despeja jatos de urina em minha cara e garganta como forma de repressão e desdem para com minha pessoa; nossos agradaveis fins-de-semana juntos e inseparaveis, são hoje desculpa para passarmos o mais distante possível um-do-outro; as longas horas que passavamos tocando, chupando e trepando descaradamente, são agora desperdiçados com brigas, descuções e muita violência verbal; sua boca e dentes que todas as noites chupavam e mamavam meus seios deixando-os duros e inchados, hoje se abrem apenas para me amaldiçoar e vomitar seu fel rancoroso sobre mim; seu corpo que antes era meu escudo, minha fortaleza e meu abrigo seguro, atualmente nada mais é do que um amontoado de carne e ossos sem nenhuma serventia; suas mãos que incessantemente procuravam me agradar no passado, acariciando e me puxando para si, hoje me repele com rebeldia, esbofeteando meu rosto de pele clara, marcando-a com cicatrizes e vergões; seu cajado que ardentemente me empalava inserido em meu anús nas frias madrugadas, hoje se configura, frio, flacido e murcho, não conseguindo se erguer, mesmo que eu clame por um pouco de prazer carnal; minha vagina que constantemente se mostrava ensopada e ardida de tanto alojar seu cacete, hoje resecada e frouxa, se definha numa espera ansiosa por um pouco de carinho e atenção...
É esta a verdade dos casamentos atuais, é esta a minha verdade hoje, é assim que nós mulheres nos sentimos e somos tratadas por nossos homens e maridos; eles já tiveram o que queriam, sugaram toda nossa vitalidade e juventude; hoje com seus membros flacidos e brochas, nos despresam devido a sua impotência e sua falta de virilidade; nos fazem nos sentir menores, rejeitadas, repudiadas quando na verdade, são eles que não conseguem manter seu pau endurecidos para nos proporcionar cinco minutos que seja de prazer; com o passar do tempo, não são nossos corpos que se modificam e deixam de lhes proporcionarem tezão, e sim a necessidade e a dependência que eles possuem em relação ao "viagra" e ao "fio-terra", pois são estes os principais estimulos que conseguem faze-los gozar, no meu caso, se quero ver um pau endurecido, tenho que enterrar meus dedos no cú peludo do maricas do meu marido. É por isso que digo que me casei e arrependida fiquei.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

É NA NOITE QUE ENCONTRO MINHA FELICIDADE

Estava vadiando pelas ruas, praças e calçadas desta nossa linda cidade, perambulando como uma cadela sem dono, com um olhar lacivo e insinuante, de quem se oferece descadamente a primeira criatura que esteja disposta a perder alguns poucos segundos de sua vida, ouvindo o convite de uma vagabunda qualquer, cujo conteúdo da conversa, não passa de elogios baratos e mentirosos, floreados com a falsa promessa de prazeres indescritíveis e inesquecíveis; a palavra NÃO tem se entoado como uma constante em meus ouvidos, meu esmalte e batom, não escondem mais as marcas do tempo, minhas roupas provocantes, já não chamam mais a atenção para meu delgado e flacido corpo, meu hálito já não tem mais o doce aroma do mel, meus seios já não despontam atrevidos sobre o fino tecido da blusa, meus longos dedos dos meus pés, que outrora se mostravam perfeitos e bem cuidados, hoje se configuram curvos, sujos e infestados de fungos, devido as longas marchas pela madrugada adentro, meus cabelos curtos, cheirosos e perfeitamente tratados com champoos e cremes, hoje dispersa um ranso forte de sebo e suor, meus olhos grandes e verdes, tornaran-se avermelhados com o passar do tempo, e o cansasso, toma conta de minhas palpebras dia-apos-dia, meu ventre firme e tonificado que antes ficava a mostra exibindo meu pequeno e delicado umbigo, hoje frouxo e recoberto por estrias, não esconde minha flacida e protuberante barriga, minhas pernas longas e bem torneadas, que no passado eram o delírios dos homens, hoje se escondem através de meias e vestes longas, que recobrem as muitas feridas, varizes e pelos que despontam incessantemente de cima a baixo, minha bunda firme, grande e redondinha, que antigamente elevou e transcedeu meu nome e minha fama, além das fronteiras nacionais, e que despertou os mais loucos e depravados desejos carnais, alojando em seu interior, membros de tamanho e calibre inacreditaveis, hoje sofre com toda sorte de doença, perebas e cicatrizes, me fazendo chorar de dor devido a hemorroidas agonizantes que projetam meu intestino para fora e sangram constantemente pelas várias fissuras e sarcomas.



Claro que esta não é a descrição literal e nem fidedigna do meu corpo, claro que seria uma inverdade utilizar todos estes adjetivos e substantivos para descrever minha carne, na verdade, acho que esta é a forma que me vejo, é assim que me sinto, cansada, decadente, um verdadeiro trapo humano, talvez seja assim que minha alma ou espirito se configurem, talves seja este o reflexo que se forma no espelho da minha alma, talvez a única solução que me resta, é continuar perambulando pelas ruas, praças e avenidas, me oferecendo e mostrando meu corpo ainda belo, em trajes indecorosos, que assanham o fetiche e a promiscuidade dos homens, fingindo ser a santa que não sou, orgulhando-me de um diploma universitário mais vagabundo do que a própria graduada, concebendo prazer e dor a todos que me conhecem, envolvida em um rótulo bonito de mãe, esposa e responsável, mas que na verdade, chora ansiosa pelo sexo selvagem, depravado, sujo, indecente, vagabundo e acima de tudo promíscuo; cujo aroma e sabor dos muitos homens que me tem, permanecem em meu corpo até o raiar de um novo dia.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

DESESPERADA, MAMEI E FUI MAMADA PELO MEU HOMEM

Existem dias que são especiais em nossas vidas, dias que nos marcam, dias que nos fazem tremer, dias que não esqueceremos jamais, eu já tive muitos dias inesqueciveis nesta minha vida, mas nenhum se compara ao dia do nascimento do meu filho, foi realmente um dia de muita emoção e felicidade, foi um dia de gloria, um dia de "Victoria", apesar de no inicio da minha gravidez, ter desejado abortar aquela criança, e hoje talvéz, seja ela a única razão da minha vida, a responsável pelos poucos momentos felizes que tenho, a única pessoa que realmente me ama; em meio a tantas lembranças boas, recordo-me do dia em que tive meu primeiro orgasmo anal depois do nascimento do meu lindo filho, ele já estava com três meses e alguns dias, quando eu e o pai desta criança, decidimos ficar em casa naquele feriado prolongado, e curtimos nosso filho juntos e sozinhos, sem a presença de amigos ou parentes; preparei então um jantar especial, enquanto meu homem tomava seu banho e cuidava de nosso bebe, eu estava feliz e a todo momento me insinuando para ele, com um desejo sexual estampado em nossa cara, com uma vontade tremenda de ficar só e relembrar os velhos momentos de depravação e luxúria, eu olhava meu homem de cima em baixo, como quem quer devorar cada pedaço daquele corpo, eu estava me sentindo quente, febril, safada... eu queria, ou melhor, precisava gozar naquela noite, meu corpo clamava por prazer, e meu macho mais do que depressa, fez nossa criança dormir enquanto eu me preparava para meu banho, a mesa já estava posta e preparada para jantarmos, iria apenas tomar um rápido banho, com a firme intenção de apagar um pouco daquele fogo que me consumia e fazia minha xoxota arder de tesão, terminei meu banho, saí do banheiro e mal entrei em meu quarto, e já fui logo surpreendida pelo meu homem retirando toda sua roupa, e se aproximando com seu cajado duro e grosso em minha direção, me aguarrando pela cintura, retirando minha toalha, me abraçando, beijando e apertando aquele mastro enrijecido em minha carne morna e molhada, eu estava desesperada para sentir um pouco de prazer, eu queria minha vagina sendo aberta e invadida por um homem, eu precisava sentir o carinho bruto de um macho bem no meio das minhas pernas, eu precisava sentir o calor, suor e cheiro de um macho em meu corpo; e sem perder tempo, retribui seu beijo, despejando minha saliva em sua boca e sorvendo sua lingua com força e desespero de uma mulher carente e precisada, minha pele estava em brasas, minhas pernas mal seguravam meu corpo, meu seios duros e inchados, vertiam leite em abundancia, pois eu ainda estava amamentando meu filho, e o tesão a flor da pele, fazia com que gotas do mais puro licor da vida, saísem dos meus peitos, um leite de cor branco-amarelado, com um forte gosto de ferrugem e nata, os quais eram sorvidos com força e violência por meu homem, que mamava, mordia e chupava forte meu peito, abocanhando desesperado meus mamilos e chupando com força e com vontade, bebendo e saciando toda sua sede com meu leite, ao mesmo tempo em que minha mão desesperada, massageava e manipulava aquele membro duríssimo, punhetava aquele cacete a ponto de sentir todo aquele musculo inchado vibrar, em ponto de ebulição, no limiar de despejar todo seu caldo sobre meu corpo; confesso a voces, que seu cacete não era grande, e nem mesmo tão grosso, já tive o previlégio de ter vários e vários homens bem-dotados em minha cama, mas naquele momento de necessidade e desespero, qualquer cacete, se tornava único, qualquer membro se tornava gigante, qualquer falo iria me fazer ver estrelas... O tesão era visivel em nos dois, estavamos realmente desesperados por um pouco de prazer, em meio a toda a desgraça que cerceava nossas vidas, sem perder tempo, fui conduzida até nossa cama e aos poucos, sua boca e lingua deixavam meus seios e desciam rumo a minha barriga cintura e ventre, eu estava pronta para gozar, minha vagina estava completamente molhada, eu anciava por sentir o toque aspero de uma lingua em minha buceta, invadindo o mais fundo possível minha gruta, chupando e lambendo meu pequeno grelo; e sem muita demora, minhas preces foram atendidas, pois não demorou muito, e sua lingua já estava toda atolada em minha gruta, lambendo e bebendo todo o meu mel, meu grelinho era brutalmente massageado com sua lingua enquanto dois de seus dedos eram firmementes introduzidos em minha vagina, masturbando e atingindo fundo minha vagina, e em meio a todo aquele desespero, não resisti e gozei forte, contraindo minha buceta com movimentos involuntarios que mordiam os dedos do meu macho com força e desespero, enquanto mais e mais caldo eram por minha vagina expelido, que delicia de gozada, que sensação extraordinaria de gozar a ponto de perder completamente as forças em minhas pernas, que tesão maravilhoso em ter todos os musculos do meu corpo retesados e contraídos, devido a enorme descarga de energia que se apodera de nossa alma e carne; mal havia terminado de gozar, e em meio a todos os gemidos e palavras desconexas, sentia meu homem aproximando sua lingua da minha boca novamente, ao mesmo tempo em que percebo sua vara dura bem no meio das minhas pernas, podia sentir seu membro rigido aproximar da portinha da minha bucetinha que ainda piscava forte, e que aos poucos ia sendo invadida por aquela barra de ferro quente, que sem nenhuma dó, se alojava cada vez mais fundo em minha gruta, com movimentos lentos, porêm firmes, seu cacete penetrava fundo em meu amago de maneira fabulosa, sentia minha carne abraçar aquela pírosca, envolvendo-o em um mar de líquidos vaginais, sua vara estava em brasas, sentia o calor do seu musculo através da minha bucetinha ensopada, e aquele movimento cadenciado e profundo, estava me deixando novamente exitada; com seu corpo forte e suado sobre o meu, movimentava firme seu quadril, me empurrando para cima, e introduzindo profundamente seu cajado em meu interior, enquanto minhas pernas completamente escancaradas, recebia calorosamente aquele homem dentro de mim; eu sentia aquele falo completamente introduzido em meu interior, sentia seu saco bater forte em meu ânus, enquanto ele tentava desesperadamente colocar mais e mais do seu falo em minha racha, porém, não tinha mais o que enfiar, seu cajado estava atolado até o talo em minha xoxotinha; mas eu queria mais, queria gozar novamente, foi então que retirei seu cajado duro e febril da minha xana ardida, e me coloquei de quatro, guiando aquele membro rumo a portinha do meu cuzinho, e desesperadamente, introduzi vagarozamente e de uma só véz, todo aquele cajado em meu interior, seu caralho deslizou firme e profundo em meu ânus, só parou quando ficou completamente dentro de mim, sentia uma dorzinha profunda, como se algo estivesse distendendo meu intestino, mas ter um cacete completamente guardado em minha bunda, era algo que eu almejava, e muito, apartir deste momento, meu macho passou a colocar e retirar seu instrumento dentro do meu rabinho, seu cacete deslizava suavemente pelo meu intestino, quase saindo para fora, e mais uma vez ele empurava deliciosamente para dentro, com movimentos lentos e profundos, ao mesmo tempo em que seus dedos massageavam minha xoxota já inchada de tanto receber vara, eu forçava meu rabinho violentamente contra aquele cacete, cujos movimentos começaram a se intensificar, acelerando a velocidade e a brutalidade com que ele me penetrava, começo a sentir meu corpo mais uma vez se desequilibrar e meu gozo chegar violentamente, fazendo com que eu me incline para cima, e sua vara penetre o mais fundo possível em meu cú, mais uma vez, meu corpo se contrai em fortes movimentos de abrir e fechar os músculos, e seu cajado é literamente engolido e mordido pelo meu sfincter anal, e meu gozo se completa quando sinto seu caldo quente preencher meu intestino, e invadir o mais profundo da minha cavidade, seu corpo treme em vibrações vigorosas, despejando todo seu caldo flamejante em meu interior, que aos poucos vão saindo pelo meu cuzinho e espalhando pela xoxota e pernas; eu simplesmente deixo meu corpo desabar sobre o cochão, com seu menbro ainda dentro de mim, com seu corpo suado sobre minhas costas, sinto as últimas gotas de seu semem saírem do meu rabo juntamente com seu cajado completamente lambuzado, ele termina nossa maravilhosa noite, conduzindo seu falo para minha boca, o qual abocanho desesperada, chupando e sorvendo, os últimos resíduos do meu gozo anal, sugando e bebendo os últimos requicios de seu morno leite, chupava seu cajado com uma fome violenta, como quem quer ser recompensada pelo leite roubado dos meus seios e que foram por ele sugado até a última gota. Naquela noite eu gozei como nunca havia gozado em muitos e muitos meses, lembro-me que minha vagina e meu cú, permaneceram inchados por vários dias, mas nada apaga da minha memória, esta primeira ereção depois do nascimento do meu lindo e bastardo filho.

quarta-feira, 25 de março de 2009

VENDI MINHA ALMA AO DIABO, POR 15 MINUTOS DE FAMA.

Meu sonho, desde que eu era apenas uma adolescente, era ser conhecida, invejada, famosa, ser referência ou no mínimo o centro das atenções; nunca tive a pretenção de ser famosa como uma atriz de tv, mas sempre sonhei em ser conhecida, falada, aclamada e diferente das outras pessoas, eu não me via como uma simples mortal, não queria ser só mais uma no meio da multidão, não, eu tinha que me destacar de algum modo, por isso, eu sempre soube que eu era especial, estava predestinada a marcar a vida das pessoas, e para conseguir isto, fui capaz de fazer coisas horriveis, baixas, nojentas, repugnantes para não dizer detestaveis e desumanas, é por isto, que eu não me escondo por detraz de uma tela de computador, nem tão pouco, finjo ser o que não sou, pra ser honesta, já tive o descaramento e o despudor de sair na televisão, em um programa sensacionalista aqui da cidade, cujo tema falava sobre doenças sexualmente transmissíveis e sua prevalência no meio acadêmico, como vocês mesmo podem imaginar, eu fui um prato cheio para o abutre homossexual que me intrevistou, querendo saber como era possível uma jovem, linda, branca e com educação superior carregar um fardo tão pesado quanto o meu? é obvio que não disse a verdade, menti em todos os momento da entrevista, claro que não queria ser vista como uma vagabunda, ramera, safada... Falei tudo aquilo que eles queriam ouvir, tudo aquilo que dava "ibope", disse que o que havia acontecido era uma fatalidade, e retirei toda a culpa das minhas costas, preferi posar de santa e dizer que eu era mais uma inocente vítima desta tragédia, e não a responsavel pelos resultados dos meus inconsequêntes atos. Tive meus 15 minutos de fama, me senti toda orgulhosa de aparecer na TV, com minha voz mansa e macia e meu lindo rosto esculpido com grandes olhos verdes e minha pequenina boca escarlate, estava em perfeita harmonia com meu corpo esculturalmente coberto por um longo vestido estampado, encantava e despertava os mais variados sentimentos daqueles que assistiram ao programa, meus amigos me elogiaram pela coragem de mostrar minha cara e mostrar minha pesada cruz, minha família nunca se sentiu tão humilhada em toda sua vida, honestamente humilhação foi nascer do ventre de uma porca e ter que conviver debaixo do mesmo teto com as irmãs mais vagabundas, sangue-sugas e parasitas que conheci, e que por um azar da vida, tivemos que conviver um bom tempo juntas; Diante do acontecido, fiquei toda orgulhosa e vaidosa, e por algum tempo, achei que havia feito algo de bom, mas o que realmente aconteceu, foi que, depois de algum tempo, ninguêm mais se lembrava daquele enfatídico programa, com o passar do tempo ninguêm mais me elogiava, com o passar do tempo todos se esqueceram de mim, e a única coisa que restou foi minha certeza diante da inevitavel verdade, EU FUI, SOU E SEMPRE SEREI A PIRAINHA DA U.F.U. que teve seus 15 minutos de fama, em detrimento de uma vida inteira de sofrimento e dor, SOFRIMENTO E DOR!

domingo, 22 de março de 2009

ME BEIJAM, ME CHUPAM E ME COSPEM NO CHÃO.

É assim que me sinto a maior parte do tempo, descartavel, inútil, rejeitada... e nestas horas me lembro dos "louros" tempos onde eu era o centro do mundo, eu era desejada e cobiçada, tempos em que eu tinha todos os homens aos meus pés. Hoje, não passo de mais uma, igual a todas e ao mesmo tempo, singular em minha trajetória. Não tenho muito mais tempo, meus dias aqui estão contados, e meu maior desejo, seria expor a todos que, mesmo que por simples curiosidade, entram em meu blog, o nome e sobrenome de todas as pessoas, personagens e personalidades que já fizeram parte da minha vida, todos aqueles que já me devoraram, que usaram e abusaram do meu corpo, o nome de todos aqueles infectados com o vírus da luxuria e da depravação, todos aqueles que foram vítimas e algozes, todos aqueles que traíram, mentiram e proliferaram a dor e a doença.



Mas o tempo ainda não é chegado, prometo revelar e escancarar a toda esta tosca cidade, a verdade por traz dos panos, mas enquanto isto não acontece, gostaria de compartilhar algo sombrio ou no mínimo inusitado que aconteceu comigo a algum tempo atráz. Estava fazendo um trabalho para a faculdade, sobre uma manistação cultural excluida da sociedade moderna, cujo os últimos requícios, são ainda praticados por poucos Pobres, Pretos e Putas de nossa uberlândia, trabalho este que veio a se tornar minha monografia de conclusão de curso. Para conhecer melhor a história, as músicas e simbologias desta manisfestação cultural, tive que conviver durante varios meses com estes excluidos, participando de suas festas, encontros e ritos; era uma sexta-feira fim do segundo dia de festa, quando fui convidada pelo ancião, um preto de aproximadamente 75 anos de idade, a conhecer um ritual, até então, restrito aos mais antigos responsaveis por passar esta tradição de geração a geração; varias pessoas, em sua maioria homens e mulheres já de idade, se deslocaram para um bairro habitado por uma maioria de pobres e negros, e adentramos em um casebre muito simples, com um grande quintal e um corredor que perpassava em frente a vários barracos, muitos deles contendo apenas um único cômodo, e um cheiro forte de lenha queimando misturado ao ranço pestilento quase que imperceptivel de carne em putrefação. Bem ao fundo, havia um grande barracão de grossas paredes de tijolos, sem janelas e uma única porta de madeira, e entre o interior deste grande quarto e a porta, havia uma grande e grossa cortina negra, que impedia a todos que passavam pela porta, visualizar o interiopr do quarto; entramos todos, e o velho de 75 anos abriu a cortina e adentramos em uma espécie de santuário, com uma grande e velha poltrona nos fundos, rodeada por grossas almofadas coloridas, cujo chão era todo coberto por um espesso tapete ou carpete com um forte odor de mofo, urina e outras substancias que não sei qualificar ao certo. O velho sentou-se na poltrona e ascendeu um cachimbo preto já gasto pelos muitos anos de uso, enquanto todas as outras pessoas, assentaram-se ao seu redor, sobre as almofadas, inclusive eu, enquanto a fumaça daquele velho cachimpo tomava conta de todo o quarto, chegando quase que ao ponto de ofuscamento parcial da visão, já que a única fonte de luz, vinha de uma pequena lampada vermelha aos fundos do quarto, bem atráz da velha poltrona, neste momento o velho me chama e pede para que eu me aproxime, levanto-me e vagarosamente vou até ele, e o encontro com um largo sorriso, cravejado com poucos e podres cacos de dentes em sua boca, com uma voz mansa e baixa diz em meus ouvidos algumas palavras, e imediatamente aproxima seu velho cachimbo negro e me faz coloca-lo na boca, ordenando-me que fume em profundas tragada; Não sei o que havia naquele cachimbo, só sei que não era maconha, e passado alguns poucos segundos, minha cabeça foi se tornando leve, muito leve, a ponto de ter a sensação de poder flutuar, e quando dei por mim, estava ajoelhada no carpete e com minha cabeça sobre o colo daquele velho, com minha boca muito próxima do seu "falo", que a esta altura, já estava completamente fora de sua calça e sendo por ele manipulado em direção a minha pequenina boca.
Juro que não estava esperando por aquilo, não sei ao certo o que aconteceu, era como se eu estivesse em transe, não conseguia me mover nem mesmo me levantar, meu corpo obedecia apenas aos gestos daquele velho, era como se eu fosse uma marionete em suas mãos... Segurando seu "falo" com uma das mãos, aproximou-o do meu rosto e me fez abocanhar aquele membro preto, flacido e visivelmente recoberto de feridas e rachaduras esbranquiçadas em sua glande, apesar de estar pequeno, seu cacete era grosso e tinha um cheiro muito forte, e sem conseguir me mover, abocanhei aquele pedaço de carne morta e passei a chupar e a lamber todo aquele negro cacete, sorvendo todo seu fél putrido e rançoso, que aos poucos foi se avolumando e almentando de tamanho, até que aquela flacidez inicial, deu lugar a um ereto e tremendamente grosso membro, alojei seu cacete o mais profundo possivel em minha garganta, punhetava aquele mastro ao mesmo tempo em que minha saliva lubrificada todo aquele "hidrante", não demorou muito, para sentir os jatos de semem invadirem minha garganta, e que ao mesmo tempo eram por mim regurgitados sobre seu próprio mastro, fazendo com que sua porra lambuzasse não só minha boca, mas minhas mãos e todo seu colo, retirei aquele mastro da minha garganta e olhei para o rosto do velho, e com o mesmo sorriso largo e satisfeito, acenou com a cabeça para os demais presentes que ali estavam, que imediatamente se aproximaram e começaram a tirar minha roupa, todos que ali estavam passaram a me tocar e alisar minha pele, inclusive as mulheres, mesmo aquelas de mais idade, eu estava completamente lucida e sóbria, apenas não conseguia reagir diante da multidão que começava a me chupar lamber e beijar cada centimetro do meu corpo, deviam ter umas 12 pessoar explorando cada parte, cada canto, cada dobra da minha carne, eram como se todos os presentes estivessem compartilhando de um mesmo banquete, havia uma mulher gorda chupando meu seio esquerdo enquanto o direito era sugado por um homem de meia idade, minha buceta estava sendo masturbada por várias pessoas enquanto um dos meus pés estavam sendo chupados por uma mulher de aproximadamente 35 anos, uma de minhas mãos, masturbava um homem moreno e calvo, enquanto a outra era introduzida dentro da buceta de uma velha senhora, minha boca era beijada e recebia a saliva de todos os que ali estavam, eu estava sendo literalmente devorada, lambida e chupada, e no meio de toda esta orgia, não me contive e gozei violentamente, com espasmos incontrolaveis, cuja xana ardia e pulsava tamanho era meu orgasmo diante dos dedos e bocas incontrolaveis que penetravam minha genitália. Nem bem terminei de gozar, e já havia um senhor de meia idade, sobre meu corpo, introduzindo seu cacete duro dentro de mim, me comia com uma velocidade espantosa, e introduzia seu cacete com uma maestria inigualavel, tocando fundo minha buceta e arrancando gemidos de prazer e tesão dos meus lábios; Enquanto as outras pessoas me observavam e me alisavam, uma velha senhora se agachou sobre meu rosto e colocou sua grande e peluda buceta no ruma da minha boca e me fez chupar-lhe as entranhas, enfiei minha lingua o mais profundo possível em suas carnes, sentindo o gosto insipido se sua amarga buceta, cuja pele flácida, encobria várias vesículas esbranquiçadas em forma de pequenas feridas no interior de seu orgão genital, e desta formas, todas as pessoas que ali estavam, fizeram sexo comigo, os homens revezavam-se ao me penetrar e as mulheres ficavam sobre mim, uma-por-uma, sendo chupadas e masturbadas por minha lingua e dedos; Quando todos já haviam gozado em meu interior e estavam com todos seus desejos saciados, levantaram-se e colocaram-se de pé sobre mim e começaram a urinar sobre meu corpo e rosto, um-por-um foi despejando seu liquido morno e alcalino sobre mim, algumas mulheres se aproximavam e expeliam seu liquido forte e amarelado sobre minha boca, enquanto outros se posicionavam na minha frente e expeliam seus insalubres jatos de mijo por todo meu corpo, encharcando-me dos pés a cabeça. Ao término daquele festival de perversão e sandices, estava completamente atônita dinte do acontecido, não conseguia gritar, chorar ou clamar por ajuda, apenas me submetia passivamente a todo aquele ritual macabro e profano. Neste momento, o velho de 75 anos que apenas assistia a tudo assentado sobre sua poltrona, levanta-se e começa a se dirigir para fora do recinto, enquanto os outros se vestem e se retiram um-por-um pela grande porta de madeira, mal consigo ficar de pé, minhas pernas estão trêmulas e sem forças, duas senhoras seguram firmes em meu braço e me colocam de pé arrastando-me para fora daquela grande sala, completamente nua e mijada, me jogam para fora onde estão minhas roupas espalhadas pelo quintal, me dão as costas e saem pelo corredor me deixando sozinha e jogada na sarjeta, deitada nua naquele chão imundo e de terra; devo ter ficado imóvel por vários mínutos sobre aquele terreiro, até que comecei sentir a fria brisa da madrugada abraçar meu corpo desnudo, só então consegui me erguer e colocar minhas roupas, e lentamente comecei a caminhar rumo a rua, longe daquele maldito lugar, e quando aquela sensação de topor passou, compreendi que mais uma vez fui usada, abusada e jogada no chão.

quinta-feira, 19 de março de 2009

UMA PÉROLA JOGADA AS PORCAS.

Quem não me conhece, acredita vêementemente que sou uma pobre coitada, uma mulher que quando adolescente foi abusada e violentada várias vezes, uma pessoa sofrida que não merecia passar pelo que estou passando... Mas a grande verdade, e que a grande maioria nem se quer desconfia, é o quanto eu sou má, detestavel, cruel, vingativa, traiçoeira, ladra, puta, mentirosa, enganadora e acima de tudo, desgraçada, por proliferar todo meu odio e aversão pelo mundo, atravéz das dezenas de pessoas amaldiçoadas e carregadas de doenças e patógenos incuraveis e devastadores por mim disseminados anualmente.




Não tenho remorços e nem me sinto culpada, pra ser honesta eu nem se quer ligo para o que vai acontecer com aqueles que se dizem gostar de mim, pois sei que é a mais pura mentira, afinal de contas, ninguem gosta de puta pobre, é ou não é? O que as pessoas querem na realidade, é um desconto no preço de uma boa e inesquecivel trepada, ninguem quer pagar o preço justo pela sua buceta ou cú, todos querem deflora-la, violenta-la, gozar em sua boca, arregaçar seu útero... Mas ninguem quer pagar o preço, tenho por mim então que, de um jeito ou de outro, você pagara o preço, talvés não no ato da penetração, ou quando estiver prestes a gozar em meu interior, mas um dia, quando menos se espera, eis que o alto preço por aquela trepada descumunal baterá a sua porta, e se arrependera amargamente por ter me conhecido, e verás então que não valeu a pena trair sua esposa, enganar sua namorada ou quem sabe apimentar seu final de semana...




Ha alguns anos atráz, eu conheci um rapaz simpatico, em uma igreja evangélica que minha irmã frequentava, ele não era bonito, mas eu sabia que era virgem, devido a sua grande timidez, ele me tratava super bem, com muito respeito e carinho, até que o desgraçado, veio a se apaixonar por mim, logo por mim, que nunca amei verdadeiramente um homem pelo que ele é, e sim pelo que ele tem, logo eu que era uma puta depravada, que transava com qualquer pessoa imunda e viciada, logo eu que me fazia de santa só para arrebanhar "cálidas ovelhas" para o abatedouro e sacrifica-las; este jovem inerte diante da minha beleza e arrebatado por promessas indecorosas de prazer carnal inimaginavel, prostrou-se dinte de meus pés e rendeu-se a uma paixão fuminante e mortal... Como era gostoso sentir aqueles lábios tremulos no bico dos meus seios, chupando e mordendo freneticamente, com uma ansia jamais presenciada por mim, como se ele quisesse que dos meus seios vertessem leite, o mais puro e doce leite materno, com sua calça larga de linho, podia sentir todo o calibre e volume de seu mastro, preste a explodir em uma nítida demostração de tesão e vigor, suas mãos impacientes, percorriam todo meu corpo, numa tentativa desesperada de me proporcionar prazer e luxuria, apalpando, massageando e enfiando seus dedos largos, em cada buraco e dobra presente em minha carne, sua lingua sorvia e despejava litros de saliva, lubrificando minha bucetinha rosada e fazendo com que meus pequenos seios, ficassem retesados de tesão, eu mesma não acreditava que uma lingua pudesse ir tão fundo e profundo em uma buceta, ainda mais quando ele esta desesperado para sentir o gosto insipido das paredes de minha vagina e do liquido agridoce vertido pela minha buceta depilada e arreganhada, em um gesto claro de devoção e subserviência. Em momento algum eu me faço de rogada, pelo contrário, arreganho mais ainda minhas pernas, e escancaro minha buceta em sua cara, esfregando e apertando seu rosto contra minha pele, e despejando de maneira alucinada, meu gozo em sua boca, lambuzando não só seu corpo, mas toda a cama e tudo aquilo em que nela esta; aquele cheiro caracteristico de sexo, suor e secreções, se espalham por todo o minusculo quarto, como prova incontestavel de nossa depravação e plenitude sexual.
"Voces não podem imaginar o quanto é gostoso ter um virgem, babando aos seus pés, ele faz uma força descomunal para segurar seu gozo, ele te chupa com tamanho desejo, que sua racha, apesar de ensopada, fica toda inchada e ardida; seu carinho e delicadesa só não são maiores do que seu falo duro e rijido, prestes a inundar seu útero com seu morno e volumoso leite, a cabeça inchada de seu cacete, fica tão grande e roxa, como se fosse um punho cerrado prestes a te rasgar ao meio, com penetrações vigorosas em sua racha, alojando-se profundamente até a completa inserção no mais intimo de suas entranhas, seu corpo quente e tremulo, como se estivesse ardendo em febre, se segura com todas as forças, para não explodir em ferozes jatos prestes a inundar todo seu canal vaginal, enquanto seus dedos gulosos, abrem suas nadegas e se aprofundam cada vez mais pelo seu interior, massageando e enlarguecendo suas pregas anais, com movimentos profundos e deliciosamente doloridos, numa busca constante de te proporcionar prazer e dor".
Meu gozo é forte e longo, com contrações por todo meu corpo, deixando meus musculos em frangalhos, minhas pernas tremulas, não suportão nem mesmo, ficar de pé, minha vagina, esterica em suas contrações, despeja meu caldo encandescente, por todos os lados e sem nenhum pudor, da minha boca completamente aberta e escancarada, ouve-se apenas gemidos e berros incontrolaveis de pura posseção e frenesi; agora sim, seguro aquele cacete imenso, duro e quente e o coloco violentamente em minha racha, alojando-o o mais profundo possivel, estrangulando-o com minhas paredes vaginais, em contrações estarrecedoras, é indescritivel a temperatura daquele colosso, sua jeba esta literalmente em brasas, posso sentir o pulsar de suas veias, através de calibrosas arterias ao longo daquele musculo incandescente que invade minha buceta em um vai-e-vêm singular, meu corpo esta completamente molhado de suor, sinto suas estocadas atravessar todo meu canal vaginal e cutucar com estocadas profundas meu delicado útero, e enquanto ele me come com um desejo insano e voraz, seus dentes e labios marcam meus seios com chupões e mordiscadas fortes e até certo ponto, violentas, deixando meus seios pontudos, vermelhos e inchados, cujos mamilos endurecido, secretam pequenas doses de um líquido limpido e transparente, e em meio aquele frenesi, completamente aberta e exposta, e mais, disposta a fazer aquele homem enlouquecer diante de tão perfeito encaixe, movimentando todo meu quadril em direção aquele colosso, messageando e engolindo aquele musculo imperial com minha buceta inflamada, cujo o prelúdio de uma violenta gozada, é acompanhado de movimentos cada vez mais fortes, rápidos e profundos, e no ápice de seu climax, sinto meu interior ser todo preenchido por vigorosas esguichadas de semem que invadem minha bucetinha, encharcando-a do útero até sua borda rosada e inchada, escorrendo pelo meu anús e pernas, lambuzando parte do lençol que recobre a cama, com aquele líquido viscoso de cheiro forte, procuro manter todo aquele colosso dentro de mim, sentindo o furor de sua ereção e as contrações vigorosas de seu pênis emperdigado até as últimas gotas de seu leite serem despejados em meu interior, só então retiro aquele chumaço de carne de dentro de mim, e o coloco completamente em minha boca, lambendo e sorvendo os últimos residuos de seu nectar presente nas dobras de seu membro e glande, olho então em seus olhos e sei que ele jamais vai esquecer aquele dia, e que daquele dia em diante, eu o transformei em homem, e por mais que ele tente, jamais conseguirá me esquecer, e estarei presente em cada novo encontro, em cada nova namorada, em cada trepada que ele der em sua vida. Por este motivo, não existe nada melhor que tirar a virgindade de um jovem garoto, ele te ama, não só por uma noite, mas pela vida inteira. E foi desta forma que eu afastei aquele jovem evangelico da igreja, após algumas semanas, eu o desprezei e acabamos nosso rápido e ardente namoro, não tive mais notícias do infeliz, mas pude ve-lô de relance alguns anos mais tarde caminhando pelo campus da universidade, e hoje me arrependo amargamnete por ter desprezado aquela joia rara, aquela pérola que foi por mim descartada e que um dia esteve jogado no meio das pernas de uma jovem e insaciavel PORCA.

terça-feira, 10 de março de 2009

A UM PASSO DO INFERNO

OLÁ, JÁ FAZ UM BOM TEMPO QUE EU ANDO SUMIDA, ESTE FATO DEVE-SE AO MAL ESTAR CONTÍNUO QUE SE ABATEU RECENTEMENTE SOBRE MEU CORPO NESTES ULTIMOS MESES; CONFESSO QUE MINHA SAÚDE NÃO É LÁ ESTAS COISAS, MAS ULTIMAMENTE MINHAS DORES, FEBRES, FERIDAS E HEMORRAGIAS, TEM SE TORNADO CADA VEZ MAIS INTENSAS E VORAZES, CONSUMINDO TODA MINHA ENERGIA E ABREVIANDO CADA VEZ MAIS, MEUS DIAS AQUI NA TERRA. MEU ESTOMAGO JÁ NÃO ACEITA NENHUM TIPO DE ALIMENTO SOLIDO, ESTOU SOBREVIVENDO A BASE DE RETRO-VIRAIS E COQUETEIS DE IMUNOSUPRESSORES, MINHAS FESES SÃO PURA ÁGUA MUCO-SANGUINOLENTAS, E AS FEBRES TEM PICOS DE ATÉ 39 GRAUS; FERIDAS INFESTÃO MEU CORPO DEVIDO AS FORTES REAÇOES ALERGICAS PROVOCADAS PELAS SUPERDOSAGENS MEDICAMENTOSAS, SARCOMAS E FERIDAS PROLIFERAM NAS REGIOES MAIS SENSIVEIS DO MEU DELGADO CORPO, QUE ATUALMENTE PESA APENAS 41 KG. APESAR DE TUDO ISTO, TENHO QUE CONTINUAR LUTANDO, AFINAL DE CONTAS A VIDA AINDA CONTINUA, CONTINUO TREPANDO, DIA-APOS-DIA, PARA ME ALIMENTAR E ALIMENTAR MEU LINDO FILHO, ABRO MINHAS PERNAS PARA QUALQUER UM E POR QUALQUER PREÇO, MALDITO SEJA AS PESSOAS QUE USARAM MEU CORPO E ME INFESTARAM COM SUAS DOENÇAS INCURAVEIS E DEBILITANTES, MALDITO SEJA AQUELES QUE GOZARAM EM MEU ÚTERO, MALDITO SEJA AQUELES QUE RASGARAM MEU ANÚS...

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

DESESPERO DE UMA VADIA SOLITÁRIA

Já faz algum tempo, que eu não tenho mais a disposição de outrora, cujo dias eram regrados a alcool, amigos, drogas e sexo; hoje sou mãe e esposa, vadia e doente, ferida e cansada, cuja esperança, esta firmemente calcada em meus estudos e trabalhos, em meu pequeno mundo de ilusão, em minha medíocre tentativa de ser normal; estudo incansavelmente, tentando passar em um concurso público; tenho, preciso, necessito ... URGENTEMENTE de ganhar dinheiro, pois me apego a ele, numa tentativa desesperadora de mudar de vida, tenho que preencher o vazio enorme que esta CHAGA DESGRAÇADA me empõem dia-após-dia, dilacerando meu corpo a todo momento, infernizando minha mente e remuendo meu intestino a cada novo dia, preciso sentir novamente a vida fluir em minhas veias, preciso sentir todo o vigor da luxuria e da depravação novamente entre minhas pernas, preciso sentir a dor e o prazer do sexo selvagem e sádico em minha cama, preciso de uma paixão que me traga desespero e loucura entre quatro paredes, preciso que minha vagina seja invadida por horas e horas por vigoroso, grande e grosso membro, o que eu realmente preciso, nada mais é, do que um homem de verdade...