quinta-feira, 30 de abril de 2009

UPA, UPA CAVALINHO, FOI ASSIM QUE PAPAI ME ENSINOU A BRINCAR

Eu nunca antes havia citado a pessoa do meu pai em meus relatos; primeiro, por que ficamos muitos anos afastados um do outro; segundo, foi ele que me mostrou o quanto um homem pode ser perverso, em todos os sentidos, inclusive a ponto de molestar e violentar sua própria cria, sangue do seu sangue, fruto de seu casamento... Tudo começou quando eu tinha apenas 6, 7, 8 anos talvez, não me lembro bem; mas recordo-me que meu pai ao chegar do trabalho, a primeira coisa que fazia, antes mesmo de tomar seu banho, era se sentar em nosso velho sofá, tirar seus velhos sapatos e me colocar em seu colo, assentada em sua perna, na qual balançava para cima e para baixo, subindo e descendo, sorrindo e falando, upa upa cavalinho, upa upa cavalinho... Nossa, como eu sinto falta daquele tempo, como eu amava brincar com papai naqueles fins de tarde, eu ainda sinto o cheiro forte de suor e poeira empregnados em seu corpo, eu ainda sinto suas mãos asperas me tocando... Prometi a mim mesma jamais revelar o que aquele maldito homem havia feito comigo, mas acho que estava equivocada, achando que o tempo apagaria certas lembranças da minha memória, por isso contarei sobre um dos momentos mais tristes e dolorosos da minha infancia, dia este que ficou marcado para sempre em minha memória, lembranças estas, que eu fiz de tudo para tentar esquecer, mas não consegui. O nome do desgraçado é OTERO M, moravamos em uma pequena cidade do interior de MG, sempre fomos muito pobres, pés rachados, mal tinhamos o que comer, mas seguiamos a vida lutando, tanto meu pai quanto minha mãe trabalhavam para sustentar a casa, ficando minha irmã mais velha a responsável para cuidar de mim e da minha maninha caçula; meu irmão "presente apenas em meus desejos, fomentado por minha fuga da realidade", chegaria a qualquer momento para me levar para a cidade grande e me tirar da miséria em que eu vivia.

Não sei bem quando ou que dia era, lembro-me apenas que estava sozinha em casa, o tempo havia se fechado, nuvens negras estavam espalhadas por todo o céu, um vento forte trazia aquele cheiro caracteristico de chuva para dentro de casa, apressadamente eu corria para fechar todas as portas e janelas, quando derrepente, minha figura paterna surge na porta respingado de grossos pingos de chuva e ofegante pelo esforço de tentar chegar em casa antes que o céu desabasse; fecho todas as janelas enquanto meu pai pergunta pelo resto da família, respondo que minhã mãe havia saído com minha irmã caçula e minha irmã mais velha estava com as amigas pela vizinhança; me recordo que neste momento, ele se dirigiu até nosso velho sofá, retirou seus sapatos e olhando-me, fez um sinal para que eu fosse até sua presença, me aproximo e vou logo me assentar em seu colo, só que desta vez, seu olhar estava diferente, não sei bem o porque, mas seu toque estava diferente, e por algum motivo, um calafrio gélido passou pelas minhas costas, e um aperto fundo oprimiu meu coraçãozinho... Com a mesma canção que todas as tardes ele me embalava em nossa brincadeira paternal, novamente me alegrei diante de tão doce e inocente prova de afeto, carinho e afeição, até que suas mãos calejadas e asperas, passão a alisar minhas pernas e sobem em direção a minha cintura, alisando e apalpando minhas coxas e bem devagar e sorrateiramente, enfia seus grossos dedos por dentro da minha calcinha e a puxa para baixo, deixando-me vestida com minha pequenina saia branca, porêm completamente descoberta por baixo; sentada em uma de suas pernas e com a cabeça baixa, permaneço muda e com os olhos mergulhados em um mar de medo e incomprêenção, eu sinto seu toque, mas não vejo sua mão; respiro seu hálito, mas me falta ar nos pulmões; queria gritar bem alto, mas não havia voz em minha garganta; lágrimas inundãm meus olhos, mesmo não querendo chorar; e sem compreender o que estava acontecendo, obedeci silênciosamente seus mandos e passivamente abri minhas pequenas, finas e frageis pernas e deixei meu amado pai levantar minha saia e tocar meu corpo com suas mãos grandes e asperas, que massageava meu sexo, machucando-o com seus grossos e ressecados dedos...



Esta é a primeira lembrança, ou a mais antiga que eu tenho do meu pai me tocando e manipulando meu sexo infantil, lembro-me que ele permaneceu a me tocar, abrindo e olhando minha genitália durante toda tarde, durante toda aquela interminavel chuva... Aquele pesadelo só acabou com o fim da chuva, quando minha irmã mais velha se aproxima de casa e bate na porta para que eu a abra, naquele dia, eu não fui penetrada, estuprada ou violentada, nem se quer, me lembro de ter visto ou manipulado seu pênis, nada mais aconteceu além dos fatos aqui relatados, nada mais naquele dia... A vida nos guarda surpresas, que nem sempre nos fazem felizes, mas com certeza se tornão inesqueciveis. Naquele dia eu saí ilesa, mas minha trajetória não é feita de contos de fadas e poesias, queria dizer que aquela foi a única vez que meu pai me tocou, queria dizer que tudo não passou de fantazias infantis, queria dizer que eu estava apenas equivocada, queria dizer... A verdade é que acontecimentos posteriores me machucaram e marcaram para sempre minha mente e minha vida.

terça-feira, 28 de abril de 2009

ME CASEI, ARREPENDIDA FIQUEI E SEM ALTERNATIVA ME FERREI.

Apesar dos pesares, Houve um tempo em que eu acreditei que poderia ser feliz, havia me casado com um homem controlado financeiramente, tive um filho lindo, que hoje se configura como minha grande benção, minha grande " Victoria", estava em paz com minha família e passava parte do meu dia me dedicando aos meus estudos e trabalho, mas como tudo na vida é passageiro, até mesmo a própria vida, foi-se as alegrias, as esperanças, os projetos, os pequenos e preciosos momentos de paz... restaram apenas amargura, frustração, tristeza, uma vida vazia, apática e desinteressante.
Não tenho mais a emoção, o calor, e as desventuras de outrora; meu marido já não me come como antes; seu falo duro e de média envergadura, já não se levanta com a mesma facilidade; seu desejo descontrolado para me enrabar, transformaran-se em obrigações agonizantes para ele; nossas noites regadas a sangue, suor e secreções, deram espaço apenas a roncos e sonos profundos; sua lingua que antes atrevia-se a invadir minha bucetinha constantemente, hoje é usada apenas para me magoar e maldizer; seus dedos que incessantemente adentravam por todos os buracos e poros do meu corpo, hoje servem apenas para apontar meus erros e falhas; sua saliva que em outros tempos matava minha sede no auge do meu gozo, hoje é espelida com violência sobre meu rosto, em um escarro fétido e pestilento; minhas pernas e virilha que eram por ele beijadas, chupadas, mordidas e acariciadas, atualmente se encontra recoberta de hematomas e feridas, provocadas por chutes e pota-pés violentos contra minha integridade física; seu falo que antes vertia sua seiva e seu leite em meu amago, boca, útero e intestino, proporcionando prazer e alimentando minha fome de sexo e desejo, hoje despeja jatos de urina em minha cara e garganta como forma de repressão e desdem para com minha pessoa; nossos agradaveis fins-de-semana juntos e inseparaveis, são hoje desculpa para passarmos o mais distante possível um-do-outro; as longas horas que passavamos tocando, chupando e trepando descaradamente, são agora desperdiçados com brigas, descuções e muita violência verbal; sua boca e dentes que todas as noites chupavam e mamavam meus seios deixando-os duros e inchados, hoje se abrem apenas para me amaldiçoar e vomitar seu fel rancoroso sobre mim; seu corpo que antes era meu escudo, minha fortaleza e meu abrigo seguro, atualmente nada mais é do que um amontoado de carne e ossos sem nenhuma serventia; suas mãos que incessantemente procuravam me agradar no passado, acariciando e me puxando para si, hoje me repele com rebeldia, esbofeteando meu rosto de pele clara, marcando-a com cicatrizes e vergões; seu cajado que ardentemente me empalava inserido em meu anús nas frias madrugadas, hoje se configura, frio, flacido e murcho, não conseguindo se erguer, mesmo que eu clame por um pouco de prazer carnal; minha vagina que constantemente se mostrava ensopada e ardida de tanto alojar seu cacete, hoje resecada e frouxa, se definha numa espera ansiosa por um pouco de carinho e atenção...
É esta a verdade dos casamentos atuais, é esta a minha verdade hoje, é assim que nós mulheres nos sentimos e somos tratadas por nossos homens e maridos; eles já tiveram o que queriam, sugaram toda nossa vitalidade e juventude; hoje com seus membros flacidos e brochas, nos despresam devido a sua impotência e sua falta de virilidade; nos fazem nos sentir menores, rejeitadas, repudiadas quando na verdade, são eles que não conseguem manter seu pau endurecidos para nos proporcionar cinco minutos que seja de prazer; com o passar do tempo, não são nossos corpos que se modificam e deixam de lhes proporcionarem tezão, e sim a necessidade e a dependência que eles possuem em relação ao "viagra" e ao "fio-terra", pois são estes os principais estimulos que conseguem faze-los gozar, no meu caso, se quero ver um pau endurecido, tenho que enterrar meus dedos no cú peludo do maricas do meu marido. É por isso que digo que me casei e arrependida fiquei.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

É NA NOITE QUE ENCONTRO MINHA FELICIDADE

Estava vadiando pelas ruas, praças e calçadas desta nossa linda cidade, perambulando como uma cadela sem dono, com um olhar lacivo e insinuante, de quem se oferece descadamente a primeira criatura que esteja disposta a perder alguns poucos segundos de sua vida, ouvindo o convite de uma vagabunda qualquer, cujo conteúdo da conversa, não passa de elogios baratos e mentirosos, floreados com a falsa promessa de prazeres indescritíveis e inesquecíveis; a palavra NÃO tem se entoado como uma constante em meus ouvidos, meu esmalte e batom, não escondem mais as marcas do tempo, minhas roupas provocantes, já não chamam mais a atenção para meu delgado e flacido corpo, meu hálito já não tem mais o doce aroma do mel, meus seios já não despontam atrevidos sobre o fino tecido da blusa, meus longos dedos dos meus pés, que outrora se mostravam perfeitos e bem cuidados, hoje se configuram curvos, sujos e infestados de fungos, devido as longas marchas pela madrugada adentro, meus cabelos curtos, cheirosos e perfeitamente tratados com champoos e cremes, hoje dispersa um ranso forte de sebo e suor, meus olhos grandes e verdes, tornaran-se avermelhados com o passar do tempo, e o cansasso, toma conta de minhas palpebras dia-apos-dia, meu ventre firme e tonificado que antes ficava a mostra exibindo meu pequeno e delicado umbigo, hoje frouxo e recoberto por estrias, não esconde minha flacida e protuberante barriga, minhas pernas longas e bem torneadas, que no passado eram o delírios dos homens, hoje se escondem através de meias e vestes longas, que recobrem as muitas feridas, varizes e pelos que despontam incessantemente de cima a baixo, minha bunda firme, grande e redondinha, que antigamente elevou e transcedeu meu nome e minha fama, além das fronteiras nacionais, e que despertou os mais loucos e depravados desejos carnais, alojando em seu interior, membros de tamanho e calibre inacreditaveis, hoje sofre com toda sorte de doença, perebas e cicatrizes, me fazendo chorar de dor devido a hemorroidas agonizantes que projetam meu intestino para fora e sangram constantemente pelas várias fissuras e sarcomas.



Claro que esta não é a descrição literal e nem fidedigna do meu corpo, claro que seria uma inverdade utilizar todos estes adjetivos e substantivos para descrever minha carne, na verdade, acho que esta é a forma que me vejo, é assim que me sinto, cansada, decadente, um verdadeiro trapo humano, talvez seja assim que minha alma ou espirito se configurem, talves seja este o reflexo que se forma no espelho da minha alma, talvez a única solução que me resta, é continuar perambulando pelas ruas, praças e avenidas, me oferecendo e mostrando meu corpo ainda belo, em trajes indecorosos, que assanham o fetiche e a promiscuidade dos homens, fingindo ser a santa que não sou, orgulhando-me de um diploma universitário mais vagabundo do que a própria graduada, concebendo prazer e dor a todos que me conhecem, envolvida em um rótulo bonito de mãe, esposa e responsável, mas que na verdade, chora ansiosa pelo sexo selvagem, depravado, sujo, indecente, vagabundo e acima de tudo promíscuo; cujo aroma e sabor dos muitos homens que me tem, permanecem em meu corpo até o raiar de um novo dia.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

DESESPERADA, MAMEI E FUI MAMADA PELO MEU HOMEM

Existem dias que são especiais em nossas vidas, dias que nos marcam, dias que nos fazem tremer, dias que não esqueceremos jamais, eu já tive muitos dias inesqueciveis nesta minha vida, mas nenhum se compara ao dia do nascimento do meu filho, foi realmente um dia de muita emoção e felicidade, foi um dia de gloria, um dia de "Victoria", apesar de no inicio da minha gravidez, ter desejado abortar aquela criança, e hoje talvéz, seja ela a única razão da minha vida, a responsável pelos poucos momentos felizes que tenho, a única pessoa que realmente me ama; em meio a tantas lembranças boas, recordo-me do dia em que tive meu primeiro orgasmo anal depois do nascimento do meu lindo filho, ele já estava com três meses e alguns dias, quando eu e o pai desta criança, decidimos ficar em casa naquele feriado prolongado, e curtimos nosso filho juntos e sozinhos, sem a presença de amigos ou parentes; preparei então um jantar especial, enquanto meu homem tomava seu banho e cuidava de nosso bebe, eu estava feliz e a todo momento me insinuando para ele, com um desejo sexual estampado em nossa cara, com uma vontade tremenda de ficar só e relembrar os velhos momentos de depravação e luxúria, eu olhava meu homem de cima em baixo, como quem quer devorar cada pedaço daquele corpo, eu estava me sentindo quente, febril, safada... eu queria, ou melhor, precisava gozar naquela noite, meu corpo clamava por prazer, e meu macho mais do que depressa, fez nossa criança dormir enquanto eu me preparava para meu banho, a mesa já estava posta e preparada para jantarmos, iria apenas tomar um rápido banho, com a firme intenção de apagar um pouco daquele fogo que me consumia e fazia minha xoxota arder de tesão, terminei meu banho, saí do banheiro e mal entrei em meu quarto, e já fui logo surpreendida pelo meu homem retirando toda sua roupa, e se aproximando com seu cajado duro e grosso em minha direção, me aguarrando pela cintura, retirando minha toalha, me abraçando, beijando e apertando aquele mastro enrijecido em minha carne morna e molhada, eu estava desesperada para sentir um pouco de prazer, eu queria minha vagina sendo aberta e invadida por um homem, eu precisava sentir o carinho bruto de um macho bem no meio das minhas pernas, eu precisava sentir o calor, suor e cheiro de um macho em meu corpo; e sem perder tempo, retribui seu beijo, despejando minha saliva em sua boca e sorvendo sua lingua com força e desespero de uma mulher carente e precisada, minha pele estava em brasas, minhas pernas mal seguravam meu corpo, meu seios duros e inchados, vertiam leite em abundancia, pois eu ainda estava amamentando meu filho, e o tesão a flor da pele, fazia com que gotas do mais puro licor da vida, saísem dos meus peitos, um leite de cor branco-amarelado, com um forte gosto de ferrugem e nata, os quais eram sorvidos com força e violência por meu homem, que mamava, mordia e chupava forte meu peito, abocanhando desesperado meus mamilos e chupando com força e com vontade, bebendo e saciando toda sua sede com meu leite, ao mesmo tempo em que minha mão desesperada, massageava e manipulava aquele membro duríssimo, punhetava aquele cacete a ponto de sentir todo aquele musculo inchado vibrar, em ponto de ebulição, no limiar de despejar todo seu caldo sobre meu corpo; confesso a voces, que seu cacete não era grande, e nem mesmo tão grosso, já tive o previlégio de ter vários e vários homens bem-dotados em minha cama, mas naquele momento de necessidade e desespero, qualquer cacete, se tornava único, qualquer membro se tornava gigante, qualquer falo iria me fazer ver estrelas... O tesão era visivel em nos dois, estavamos realmente desesperados por um pouco de prazer, em meio a toda a desgraça que cerceava nossas vidas, sem perder tempo, fui conduzida até nossa cama e aos poucos, sua boca e lingua deixavam meus seios e desciam rumo a minha barriga cintura e ventre, eu estava pronta para gozar, minha vagina estava completamente molhada, eu anciava por sentir o toque aspero de uma lingua em minha buceta, invadindo o mais fundo possível minha gruta, chupando e lambendo meu pequeno grelo; e sem muita demora, minhas preces foram atendidas, pois não demorou muito, e sua lingua já estava toda atolada em minha gruta, lambendo e bebendo todo o meu mel, meu grelinho era brutalmente massageado com sua lingua enquanto dois de seus dedos eram firmementes introduzidos em minha vagina, masturbando e atingindo fundo minha vagina, e em meio a todo aquele desespero, não resisti e gozei forte, contraindo minha buceta com movimentos involuntarios que mordiam os dedos do meu macho com força e desespero, enquanto mais e mais caldo eram por minha vagina expelido, que delicia de gozada, que sensação extraordinaria de gozar a ponto de perder completamente as forças em minhas pernas, que tesão maravilhoso em ter todos os musculos do meu corpo retesados e contraídos, devido a enorme descarga de energia que se apodera de nossa alma e carne; mal havia terminado de gozar, e em meio a todos os gemidos e palavras desconexas, sentia meu homem aproximando sua lingua da minha boca novamente, ao mesmo tempo em que percebo sua vara dura bem no meio das minhas pernas, podia sentir seu membro rigido aproximar da portinha da minha bucetinha que ainda piscava forte, e que aos poucos ia sendo invadida por aquela barra de ferro quente, que sem nenhuma dó, se alojava cada vez mais fundo em minha gruta, com movimentos lentos, porêm firmes, seu cacete penetrava fundo em meu amago de maneira fabulosa, sentia minha carne abraçar aquela pírosca, envolvendo-o em um mar de líquidos vaginais, sua vara estava em brasas, sentia o calor do seu musculo através da minha bucetinha ensopada, e aquele movimento cadenciado e profundo, estava me deixando novamente exitada; com seu corpo forte e suado sobre o meu, movimentava firme seu quadril, me empurrando para cima, e introduzindo profundamente seu cajado em meu interior, enquanto minhas pernas completamente escancaradas, recebia calorosamente aquele homem dentro de mim; eu sentia aquele falo completamente introduzido em meu interior, sentia seu saco bater forte em meu ânus, enquanto ele tentava desesperadamente colocar mais e mais do seu falo em minha racha, porém, não tinha mais o que enfiar, seu cajado estava atolado até o talo em minha xoxotinha; mas eu queria mais, queria gozar novamente, foi então que retirei seu cajado duro e febril da minha xana ardida, e me coloquei de quatro, guiando aquele membro rumo a portinha do meu cuzinho, e desesperadamente, introduzi vagarozamente e de uma só véz, todo aquele cajado em meu interior, seu caralho deslizou firme e profundo em meu ânus, só parou quando ficou completamente dentro de mim, sentia uma dorzinha profunda, como se algo estivesse distendendo meu intestino, mas ter um cacete completamente guardado em minha bunda, era algo que eu almejava, e muito, apartir deste momento, meu macho passou a colocar e retirar seu instrumento dentro do meu rabinho, seu cacete deslizava suavemente pelo meu intestino, quase saindo para fora, e mais uma vez ele empurava deliciosamente para dentro, com movimentos lentos e profundos, ao mesmo tempo em que seus dedos massageavam minha xoxota já inchada de tanto receber vara, eu forçava meu rabinho violentamente contra aquele cacete, cujos movimentos começaram a se intensificar, acelerando a velocidade e a brutalidade com que ele me penetrava, começo a sentir meu corpo mais uma vez se desequilibrar e meu gozo chegar violentamente, fazendo com que eu me incline para cima, e sua vara penetre o mais fundo possível em meu cú, mais uma vez, meu corpo se contrai em fortes movimentos de abrir e fechar os músculos, e seu cajado é literamente engolido e mordido pelo meu sfincter anal, e meu gozo se completa quando sinto seu caldo quente preencher meu intestino, e invadir o mais profundo da minha cavidade, seu corpo treme em vibrações vigorosas, despejando todo seu caldo flamejante em meu interior, que aos poucos vão saindo pelo meu cuzinho e espalhando pela xoxota e pernas; eu simplesmente deixo meu corpo desabar sobre o cochão, com seu menbro ainda dentro de mim, com seu corpo suado sobre minhas costas, sinto as últimas gotas de seu semem saírem do meu rabo juntamente com seu cajado completamente lambuzado, ele termina nossa maravilhosa noite, conduzindo seu falo para minha boca, o qual abocanho desesperada, chupando e sorvendo, os últimos resíduos do meu gozo anal, sugando e bebendo os últimos requicios de seu morno leite, chupava seu cajado com uma fome violenta, como quem quer ser recompensada pelo leite roubado dos meus seios e que foram por ele sugado até a última gota. Naquela noite eu gozei como nunca havia gozado em muitos e muitos meses, lembro-me que minha vagina e meu cú, permaneceram inchados por vários dias, mas nada apaga da minha memória, esta primeira ereção depois do nascimento do meu lindo e bastardo filho.

quarta-feira, 25 de março de 2009

VENDI MINHA ALMA AO DIABO, POR 15 MINUTOS DE FAMA.

Meu sonho, desde que eu era apenas uma adolescente, era ser conhecida, invejada, famosa, ser referência ou no mínimo o centro das atenções; nunca tive a pretenção de ser famosa como uma atriz de tv, mas sempre sonhei em ser conhecida, falada, aclamada e diferente das outras pessoas, eu não me via como uma simples mortal, não queria ser só mais uma no meio da multidão, não, eu tinha que me destacar de algum modo, por isso, eu sempre soube que eu era especial, estava predestinada a marcar a vida das pessoas, e para conseguir isto, fui capaz de fazer coisas horriveis, baixas, nojentas, repugnantes para não dizer detestaveis e desumanas, é por isto, que eu não me escondo por detraz de uma tela de computador, nem tão pouco, finjo ser o que não sou, pra ser honesta, já tive o descaramento e o despudor de sair na televisão, em um programa sensacionalista aqui da cidade, cujo tema falava sobre doenças sexualmente transmissíveis e sua prevalência no meio acadêmico, como vocês mesmo podem imaginar, eu fui um prato cheio para o abutre homossexual que me intrevistou, querendo saber como era possível uma jovem, linda, branca e com educação superior carregar um fardo tão pesado quanto o meu? é obvio que não disse a verdade, menti em todos os momento da entrevista, claro que não queria ser vista como uma vagabunda, ramera, safada... Falei tudo aquilo que eles queriam ouvir, tudo aquilo que dava "ibope", disse que o que havia acontecido era uma fatalidade, e retirei toda a culpa das minhas costas, preferi posar de santa e dizer que eu era mais uma inocente vítima desta tragédia, e não a responsavel pelos resultados dos meus inconsequêntes atos. Tive meus 15 minutos de fama, me senti toda orgulhosa de aparecer na TV, com minha voz mansa e macia e meu lindo rosto esculpido com grandes olhos verdes e minha pequenina boca escarlate, estava em perfeita harmonia com meu corpo esculturalmente coberto por um longo vestido estampado, encantava e despertava os mais variados sentimentos daqueles que assistiram ao programa, meus amigos me elogiaram pela coragem de mostrar minha cara e mostrar minha pesada cruz, minha família nunca se sentiu tão humilhada em toda sua vida, honestamente humilhação foi nascer do ventre de uma porca e ter que conviver debaixo do mesmo teto com as irmãs mais vagabundas, sangue-sugas e parasitas que conheci, e que por um azar da vida, tivemos que conviver um bom tempo juntas; Diante do acontecido, fiquei toda orgulhosa e vaidosa, e por algum tempo, achei que havia feito algo de bom, mas o que realmente aconteceu, foi que, depois de algum tempo, ninguêm mais se lembrava daquele enfatídico programa, com o passar do tempo ninguêm mais me elogiava, com o passar do tempo todos se esqueceram de mim, e a única coisa que restou foi minha certeza diante da inevitavel verdade, EU FUI, SOU E SEMPRE SEREI A PIRAINHA DA U.F.U. que teve seus 15 minutos de fama, em detrimento de uma vida inteira de sofrimento e dor, SOFRIMENTO E DOR!

domingo, 22 de março de 2009

ME BEIJAM, ME CHUPAM E ME COSPEM NO CHÃO.

É assim que me sinto a maior parte do tempo, descartavel, inútil, rejeitada... e nestas horas me lembro dos "louros" tempos onde eu era o centro do mundo, eu era desejada e cobiçada, tempos em que eu tinha todos os homens aos meus pés. Hoje, não passo de mais uma, igual a todas e ao mesmo tempo, singular em minha trajetória. Não tenho muito mais tempo, meus dias aqui estão contados, e meu maior desejo, seria expor a todos que, mesmo que por simples curiosidade, entram em meu blog, o nome e sobrenome de todas as pessoas, personagens e personalidades que já fizeram parte da minha vida, todos aqueles que já me devoraram, que usaram e abusaram do meu corpo, o nome de todos aqueles infectados com o vírus da luxuria e da depravação, todos aqueles que foram vítimas e algozes, todos aqueles que traíram, mentiram e proliferaram a dor e a doença.



Mas o tempo ainda não é chegado, prometo revelar e escancarar a toda esta tosca cidade, a verdade por traz dos panos, mas enquanto isto não acontece, gostaria de compartilhar algo sombrio ou no mínimo inusitado que aconteceu comigo a algum tempo atráz. Estava fazendo um trabalho para a faculdade, sobre uma manistação cultural excluida da sociedade moderna, cujo os últimos requícios, são ainda praticados por poucos Pobres, Pretos e Putas de nossa uberlândia, trabalho este que veio a se tornar minha monografia de conclusão de curso. Para conhecer melhor a história, as músicas e simbologias desta manisfestação cultural, tive que conviver durante varios meses com estes excluidos, participando de suas festas, encontros e ritos; era uma sexta-feira fim do segundo dia de festa, quando fui convidada pelo ancião, um preto de aproximadamente 75 anos de idade, a conhecer um ritual, até então, restrito aos mais antigos responsaveis por passar esta tradição de geração a geração; varias pessoas, em sua maioria homens e mulheres já de idade, se deslocaram para um bairro habitado por uma maioria de pobres e negros, e adentramos em um casebre muito simples, com um grande quintal e um corredor que perpassava em frente a vários barracos, muitos deles contendo apenas um único cômodo, e um cheiro forte de lenha queimando misturado ao ranço pestilento quase que imperceptivel de carne em putrefação. Bem ao fundo, havia um grande barracão de grossas paredes de tijolos, sem janelas e uma única porta de madeira, e entre o interior deste grande quarto e a porta, havia uma grande e grossa cortina negra, que impedia a todos que passavam pela porta, visualizar o interiopr do quarto; entramos todos, e o velho de 75 anos abriu a cortina e adentramos em uma espécie de santuário, com uma grande e velha poltrona nos fundos, rodeada por grossas almofadas coloridas, cujo chão era todo coberto por um espesso tapete ou carpete com um forte odor de mofo, urina e outras substancias que não sei qualificar ao certo. O velho sentou-se na poltrona e ascendeu um cachimbo preto já gasto pelos muitos anos de uso, enquanto todas as outras pessoas, assentaram-se ao seu redor, sobre as almofadas, inclusive eu, enquanto a fumaça daquele velho cachimpo tomava conta de todo o quarto, chegando quase que ao ponto de ofuscamento parcial da visão, já que a única fonte de luz, vinha de uma pequena lampada vermelha aos fundos do quarto, bem atráz da velha poltrona, neste momento o velho me chama e pede para que eu me aproxime, levanto-me e vagarosamente vou até ele, e o encontro com um largo sorriso, cravejado com poucos e podres cacos de dentes em sua boca, com uma voz mansa e baixa diz em meus ouvidos algumas palavras, e imediatamente aproxima seu velho cachimbo negro e me faz coloca-lo na boca, ordenando-me que fume em profundas tragada; Não sei o que havia naquele cachimbo, só sei que não era maconha, e passado alguns poucos segundos, minha cabeça foi se tornando leve, muito leve, a ponto de ter a sensação de poder flutuar, e quando dei por mim, estava ajoelhada no carpete e com minha cabeça sobre o colo daquele velho, com minha boca muito próxima do seu "falo", que a esta altura, já estava completamente fora de sua calça e sendo por ele manipulado em direção a minha pequenina boca.
Juro que não estava esperando por aquilo, não sei ao certo o que aconteceu, era como se eu estivesse em transe, não conseguia me mover nem mesmo me levantar, meu corpo obedecia apenas aos gestos daquele velho, era como se eu fosse uma marionete em suas mãos... Segurando seu "falo" com uma das mãos, aproximou-o do meu rosto e me fez abocanhar aquele membro preto, flacido e visivelmente recoberto de feridas e rachaduras esbranquiçadas em sua glande, apesar de estar pequeno, seu cacete era grosso e tinha um cheiro muito forte, e sem conseguir me mover, abocanhei aquele pedaço de carne morta e passei a chupar e a lamber todo aquele negro cacete, sorvendo todo seu fél putrido e rançoso, que aos poucos foi se avolumando e almentando de tamanho, até que aquela flacidez inicial, deu lugar a um ereto e tremendamente grosso membro, alojei seu cacete o mais profundo possivel em minha garganta, punhetava aquele mastro ao mesmo tempo em que minha saliva lubrificada todo aquele "hidrante", não demorou muito, para sentir os jatos de semem invadirem minha garganta, e que ao mesmo tempo eram por mim regurgitados sobre seu próprio mastro, fazendo com que sua porra lambuzasse não só minha boca, mas minhas mãos e todo seu colo, retirei aquele mastro da minha garganta e olhei para o rosto do velho, e com o mesmo sorriso largo e satisfeito, acenou com a cabeça para os demais presentes que ali estavam, que imediatamente se aproximaram e começaram a tirar minha roupa, todos que ali estavam passaram a me tocar e alisar minha pele, inclusive as mulheres, mesmo aquelas de mais idade, eu estava completamente lucida e sóbria, apenas não conseguia reagir diante da multidão que começava a me chupar lamber e beijar cada centimetro do meu corpo, deviam ter umas 12 pessoar explorando cada parte, cada canto, cada dobra da minha carne, eram como se todos os presentes estivessem compartilhando de um mesmo banquete, havia uma mulher gorda chupando meu seio esquerdo enquanto o direito era sugado por um homem de meia idade, minha buceta estava sendo masturbada por várias pessoas enquanto um dos meus pés estavam sendo chupados por uma mulher de aproximadamente 35 anos, uma de minhas mãos, masturbava um homem moreno e calvo, enquanto a outra era introduzida dentro da buceta de uma velha senhora, minha boca era beijada e recebia a saliva de todos os que ali estavam, eu estava sendo literalmente devorada, lambida e chupada, e no meio de toda esta orgia, não me contive e gozei violentamente, com espasmos incontrolaveis, cuja xana ardia e pulsava tamanho era meu orgasmo diante dos dedos e bocas incontrolaveis que penetravam minha genitália. Nem bem terminei de gozar, e já havia um senhor de meia idade, sobre meu corpo, introduzindo seu cacete duro dentro de mim, me comia com uma velocidade espantosa, e introduzia seu cacete com uma maestria inigualavel, tocando fundo minha buceta e arrancando gemidos de prazer e tesão dos meus lábios; Enquanto as outras pessoas me observavam e me alisavam, uma velha senhora se agachou sobre meu rosto e colocou sua grande e peluda buceta no ruma da minha boca e me fez chupar-lhe as entranhas, enfiei minha lingua o mais profundo possível em suas carnes, sentindo o gosto insipido se sua amarga buceta, cuja pele flácida, encobria várias vesículas esbranquiçadas em forma de pequenas feridas no interior de seu orgão genital, e desta formas, todas as pessoas que ali estavam, fizeram sexo comigo, os homens revezavam-se ao me penetrar e as mulheres ficavam sobre mim, uma-por-uma, sendo chupadas e masturbadas por minha lingua e dedos; Quando todos já haviam gozado em meu interior e estavam com todos seus desejos saciados, levantaram-se e colocaram-se de pé sobre mim e começaram a urinar sobre meu corpo e rosto, um-por-um foi despejando seu liquido morno e alcalino sobre mim, algumas mulheres se aproximavam e expeliam seu liquido forte e amarelado sobre minha boca, enquanto outros se posicionavam na minha frente e expeliam seus insalubres jatos de mijo por todo meu corpo, encharcando-me dos pés a cabeça. Ao término daquele festival de perversão e sandices, estava completamente atônita dinte do acontecido, não conseguia gritar, chorar ou clamar por ajuda, apenas me submetia passivamente a todo aquele ritual macabro e profano. Neste momento, o velho de 75 anos que apenas assistia a tudo assentado sobre sua poltrona, levanta-se e começa a se dirigir para fora do recinto, enquanto os outros se vestem e se retiram um-por-um pela grande porta de madeira, mal consigo ficar de pé, minhas pernas estão trêmulas e sem forças, duas senhoras seguram firmes em meu braço e me colocam de pé arrastando-me para fora daquela grande sala, completamente nua e mijada, me jogam para fora onde estão minhas roupas espalhadas pelo quintal, me dão as costas e saem pelo corredor me deixando sozinha e jogada na sarjeta, deitada nua naquele chão imundo e de terra; devo ter ficado imóvel por vários mínutos sobre aquele terreiro, até que comecei sentir a fria brisa da madrugada abraçar meu corpo desnudo, só então consegui me erguer e colocar minhas roupas, e lentamente comecei a caminhar rumo a rua, longe daquele maldito lugar, e quando aquela sensação de topor passou, compreendi que mais uma vez fui usada, abusada e jogada no chão.

quinta-feira, 19 de março de 2009

UMA PÉROLA JOGADA AS PORCAS.

Quem não me conhece, acredita vêementemente que sou uma pobre coitada, uma mulher que quando adolescente foi abusada e violentada várias vezes, uma pessoa sofrida que não merecia passar pelo que estou passando... Mas a grande verdade, e que a grande maioria nem se quer desconfia, é o quanto eu sou má, detestavel, cruel, vingativa, traiçoeira, ladra, puta, mentirosa, enganadora e acima de tudo, desgraçada, por proliferar todo meu odio e aversão pelo mundo, atravéz das dezenas de pessoas amaldiçoadas e carregadas de doenças e patógenos incuraveis e devastadores por mim disseminados anualmente.




Não tenho remorços e nem me sinto culpada, pra ser honesta eu nem se quer ligo para o que vai acontecer com aqueles que se dizem gostar de mim, pois sei que é a mais pura mentira, afinal de contas, ninguem gosta de puta pobre, é ou não é? O que as pessoas querem na realidade, é um desconto no preço de uma boa e inesquecivel trepada, ninguem quer pagar o preço justo pela sua buceta ou cú, todos querem deflora-la, violenta-la, gozar em sua boca, arregaçar seu útero... Mas ninguem quer pagar o preço, tenho por mim então que, de um jeito ou de outro, você pagara o preço, talvés não no ato da penetração, ou quando estiver prestes a gozar em meu interior, mas um dia, quando menos se espera, eis que o alto preço por aquela trepada descumunal baterá a sua porta, e se arrependera amargamente por ter me conhecido, e verás então que não valeu a pena trair sua esposa, enganar sua namorada ou quem sabe apimentar seu final de semana...




Ha alguns anos atráz, eu conheci um rapaz simpatico, em uma igreja evangélica que minha irmã frequentava, ele não era bonito, mas eu sabia que era virgem, devido a sua grande timidez, ele me tratava super bem, com muito respeito e carinho, até que o desgraçado, veio a se apaixonar por mim, logo por mim, que nunca amei verdadeiramente um homem pelo que ele é, e sim pelo que ele tem, logo eu que era uma puta depravada, que transava com qualquer pessoa imunda e viciada, logo eu que me fazia de santa só para arrebanhar "cálidas ovelhas" para o abatedouro e sacrifica-las; este jovem inerte diante da minha beleza e arrebatado por promessas indecorosas de prazer carnal inimaginavel, prostrou-se dinte de meus pés e rendeu-se a uma paixão fuminante e mortal... Como era gostoso sentir aqueles lábios tremulos no bico dos meus seios, chupando e mordendo freneticamente, com uma ansia jamais presenciada por mim, como se ele quisesse que dos meus seios vertessem leite, o mais puro e doce leite materno, com sua calça larga de linho, podia sentir todo o calibre e volume de seu mastro, preste a explodir em uma nítida demostração de tesão e vigor, suas mãos impacientes, percorriam todo meu corpo, numa tentativa desesperada de me proporcionar prazer e luxuria, apalpando, massageando e enfiando seus dedos largos, em cada buraco e dobra presente em minha carne, sua lingua sorvia e despejava litros de saliva, lubrificando minha bucetinha rosada e fazendo com que meus pequenos seios, ficassem retesados de tesão, eu mesma não acreditava que uma lingua pudesse ir tão fundo e profundo em uma buceta, ainda mais quando ele esta desesperado para sentir o gosto insipido das paredes de minha vagina e do liquido agridoce vertido pela minha buceta depilada e arreganhada, em um gesto claro de devoção e subserviência. Em momento algum eu me faço de rogada, pelo contrário, arreganho mais ainda minhas pernas, e escancaro minha buceta em sua cara, esfregando e apertando seu rosto contra minha pele, e despejando de maneira alucinada, meu gozo em sua boca, lambuzando não só seu corpo, mas toda a cama e tudo aquilo em que nela esta; aquele cheiro caracteristico de sexo, suor e secreções, se espalham por todo o minusculo quarto, como prova incontestavel de nossa depravação e plenitude sexual.
"Voces não podem imaginar o quanto é gostoso ter um virgem, babando aos seus pés, ele faz uma força descomunal para segurar seu gozo, ele te chupa com tamanho desejo, que sua racha, apesar de ensopada, fica toda inchada e ardida; seu carinho e delicadesa só não são maiores do que seu falo duro e rijido, prestes a inundar seu útero com seu morno e volumoso leite, a cabeça inchada de seu cacete, fica tão grande e roxa, como se fosse um punho cerrado prestes a te rasgar ao meio, com penetrações vigorosas em sua racha, alojando-se profundamente até a completa inserção no mais intimo de suas entranhas, seu corpo quente e tremulo, como se estivesse ardendo em febre, se segura com todas as forças, para não explodir em ferozes jatos prestes a inundar todo seu canal vaginal, enquanto seus dedos gulosos, abrem suas nadegas e se aprofundam cada vez mais pelo seu interior, massageando e enlarguecendo suas pregas anais, com movimentos profundos e deliciosamente doloridos, numa busca constante de te proporcionar prazer e dor".
Meu gozo é forte e longo, com contrações por todo meu corpo, deixando meus musculos em frangalhos, minhas pernas tremulas, não suportão nem mesmo, ficar de pé, minha vagina, esterica em suas contrações, despeja meu caldo encandescente, por todos os lados e sem nenhum pudor, da minha boca completamente aberta e escancarada, ouve-se apenas gemidos e berros incontrolaveis de pura posseção e frenesi; agora sim, seguro aquele cacete imenso, duro e quente e o coloco violentamente em minha racha, alojando-o o mais profundo possivel, estrangulando-o com minhas paredes vaginais, em contrações estarrecedoras, é indescritivel a temperatura daquele colosso, sua jeba esta literalmente em brasas, posso sentir o pulsar de suas veias, através de calibrosas arterias ao longo daquele musculo incandescente que invade minha buceta em um vai-e-vêm singular, meu corpo esta completamente molhado de suor, sinto suas estocadas atravessar todo meu canal vaginal e cutucar com estocadas profundas meu delicado útero, e enquanto ele me come com um desejo insano e voraz, seus dentes e labios marcam meus seios com chupões e mordiscadas fortes e até certo ponto, violentas, deixando meus seios pontudos, vermelhos e inchados, cujos mamilos endurecido, secretam pequenas doses de um líquido limpido e transparente, e em meio aquele frenesi, completamente aberta e exposta, e mais, disposta a fazer aquele homem enlouquecer diante de tão perfeito encaixe, movimentando todo meu quadril em direção aquele colosso, messageando e engolindo aquele musculo imperial com minha buceta inflamada, cujo o prelúdio de uma violenta gozada, é acompanhado de movimentos cada vez mais fortes, rápidos e profundos, e no ápice de seu climax, sinto meu interior ser todo preenchido por vigorosas esguichadas de semem que invadem minha bucetinha, encharcando-a do útero até sua borda rosada e inchada, escorrendo pelo meu anús e pernas, lambuzando parte do lençol que recobre a cama, com aquele líquido viscoso de cheiro forte, procuro manter todo aquele colosso dentro de mim, sentindo o furor de sua ereção e as contrações vigorosas de seu pênis emperdigado até as últimas gotas de seu leite serem despejados em meu interior, só então retiro aquele chumaço de carne de dentro de mim, e o coloco completamente em minha boca, lambendo e sorvendo os últimos residuos de seu nectar presente nas dobras de seu membro e glande, olho então em seus olhos e sei que ele jamais vai esquecer aquele dia, e que daquele dia em diante, eu o transformei em homem, e por mais que ele tente, jamais conseguirá me esquecer, e estarei presente em cada novo encontro, em cada nova namorada, em cada trepada que ele der em sua vida. Por este motivo, não existe nada melhor que tirar a virgindade de um jovem garoto, ele te ama, não só por uma noite, mas pela vida inteira. E foi desta forma que eu afastei aquele jovem evangelico da igreja, após algumas semanas, eu o desprezei e acabamos nosso rápido e ardente namoro, não tive mais notícias do infeliz, mas pude ve-lô de relance alguns anos mais tarde caminhando pelo campus da universidade, e hoje me arrependo amargamnete por ter desprezado aquela joia rara, aquela pérola que foi por mim descartada e que um dia esteve jogado no meio das pernas de uma jovem e insaciavel PORCA.

terça-feira, 10 de março de 2009

A UM PASSO DO INFERNO

OLÁ, JÁ FAZ UM BOM TEMPO QUE EU ANDO SUMIDA, ESTE FATO DEVE-SE AO MAL ESTAR CONTÍNUO QUE SE ABATEU RECENTEMENTE SOBRE MEU CORPO NESTES ULTIMOS MESES; CONFESSO QUE MINHA SAÚDE NÃO É LÁ ESTAS COISAS, MAS ULTIMAMENTE MINHAS DORES, FEBRES, FERIDAS E HEMORRAGIAS, TEM SE TORNADO CADA VEZ MAIS INTENSAS E VORAZES, CONSUMINDO TODA MINHA ENERGIA E ABREVIANDO CADA VEZ MAIS, MEUS DIAS AQUI NA TERRA. MEU ESTOMAGO JÁ NÃO ACEITA NENHUM TIPO DE ALIMENTO SOLIDO, ESTOU SOBREVIVENDO A BASE DE RETRO-VIRAIS E COQUETEIS DE IMUNOSUPRESSORES, MINHAS FESES SÃO PURA ÁGUA MUCO-SANGUINOLENTAS, E AS FEBRES TEM PICOS DE ATÉ 39 GRAUS; FERIDAS INFESTÃO MEU CORPO DEVIDO AS FORTES REAÇOES ALERGICAS PROVOCADAS PELAS SUPERDOSAGENS MEDICAMENTOSAS, SARCOMAS E FERIDAS PROLIFERAM NAS REGIOES MAIS SENSIVEIS DO MEU DELGADO CORPO, QUE ATUALMENTE PESA APENAS 41 KG. APESAR DE TUDO ISTO, TENHO QUE CONTINUAR LUTANDO, AFINAL DE CONTAS A VIDA AINDA CONTINUA, CONTINUO TREPANDO, DIA-APOS-DIA, PARA ME ALIMENTAR E ALIMENTAR MEU LINDO FILHO, ABRO MINHAS PERNAS PARA QUALQUER UM E POR QUALQUER PREÇO, MALDITO SEJA AS PESSOAS QUE USARAM MEU CORPO E ME INFESTARAM COM SUAS DOENÇAS INCURAVEIS E DEBILITANTES, MALDITO SEJA AQUELES QUE GOZARAM EM MEU ÚTERO, MALDITO SEJA AQUELES QUE RASGARAM MEU ANÚS...

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

DESESPERO DE UMA VADIA SOLITÁRIA

Já faz algum tempo, que eu não tenho mais a disposição de outrora, cujo dias eram regrados a alcool, amigos, drogas e sexo; hoje sou mãe e esposa, vadia e doente, ferida e cansada, cuja esperança, esta firmemente calcada em meus estudos e trabalhos, em meu pequeno mundo de ilusão, em minha medíocre tentativa de ser normal; estudo incansavelmente, tentando passar em um concurso público; tenho, preciso, necessito ... URGENTEMENTE de ganhar dinheiro, pois me apego a ele, numa tentativa desesperadora de mudar de vida, tenho que preencher o vazio enorme que esta CHAGA DESGRAÇADA me empõem dia-após-dia, dilacerando meu corpo a todo momento, infernizando minha mente e remuendo meu intestino a cada novo dia, preciso sentir novamente a vida fluir em minhas veias, preciso sentir todo o vigor da luxuria e da depravação novamente entre minhas pernas, preciso sentir a dor e o prazer do sexo selvagem e sádico em minha cama, preciso de uma paixão que me traga desespero e loucura entre quatro paredes, preciso que minha vagina seja invadida por horas e horas por vigoroso, grande e grosso membro, o que eu realmente preciso, nada mais é, do que um homem de verdade...

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

DOIS BACALHAIS EM MEU RABO.

Comecei bem este novo ano, estive visitando PORTUGAL, conhecendo um pouco mais da historia de nossos colonizadores, mas enfaticamente, não forão as muitas arquiteturas de LISBOA nem as antigas igrejas de COIMBRA que chamaram minha atenção, na verdade a melhor cidade em que estive chama-se PORTO, foi lá que exprementei uma das melhores e maiores experiencias sexuais de minha vida, foi ali naquele lugar, a duas quadras ou quarteirões do litoral, que fiquei hospedada juntamente com minha amiga Ana, nos duas trepamos até o sol raiar, não paramos um minuto sequer de receber rolas em nosso interior, minha xota ficou completamente inchada, ardida e ferida durante estes 20 dias em que lá passamos, nem bem cheguei novamente ao Brasil, e já estou com saudades de Portugual, ou melhor dizendo, dos portugueses, que sabem ser sacanas, pervertidos e sádicos, tanto quanto os brasileiros, com uma grande diferença, eles simplesmente adoram as mulheres brasileiras, e veneram nossa bundinha como se fosse a coisa mais linda do mundo, e creio que isto seja verdade, as mulheres européias não tem bunda, são retas como tábuas, e lá, minha bundinha fez sucesso, como já era de se esperar, tanto que tive duas rolas ao mesmo tempo, preenchendo meu lindo cuzinho, todos queriam comer meu rabinho, tive até proposta de casamento, mais muitos não acreditavam que eu já era casada, mal sabem eles o quanto é corno meu marido, por assim dizer.





Vou me ater apenas, em um único acontecimento que ocorreu comigo nestes últimos dias naquele país, estavamos caminhando próximo da gélida praia ao lado do porto, local de intenso movimento durante as noites e madrugadas, devido aos muitos bares, praças, tavernas, prostibulos e toda sorte de moteis baratos que se configuram como verdadeiros pardieiros, foi numa dessas noites que eu e Ana estavamos nos deliciando, tirando fotografias nuas e chupando rapazes bem no meio das praças as margens da praia, sem nenhum pudor ou receio, transando em público, ora nas praças, outras vezes na praia, e algumas em locais um pouco mais discretos como becos e ruas sem saidas, mas o que eu gostava mesmo, era de ser possuida em uma grande e quente cama, independente do tamanho ou estilo do quarto, pois o que me interessava, eram os homens que estavam me comendo, e como metiam aqueles desgraçados, bastava apenas virar meu rabo no rumo de suas caras e pronto, eles logo estavam duros de tesão e prontos a pagarem o que fosse preciso para me enrrabarem por completa; nesta noite em questão, já estavamos altas tamanha era a quantidade de vinhos que havíamos tomado, e ao passarmos em frente a uma taverna em frente ao calçadão da praia, fomos convidadas a nos juntar a alguns rapazes que estavam ali bebendo e conversando, aceitamos imediatamente o convite, e para nossa surpresa, era um grupo de rapazes lindissimos, cada um mais lindo que o outro, eram cinco no total, mais após uma hora ou uma hora e meia, três deles sairam com minha amiga Ana para o forte, local onde os rapazes adoram trepar com as menininhas, disse então que já estava muito tarde e já que estava só, decidi então que iria para casa, não estava com disposição para virar a noite, mas como é de praxe, eles até que insistiram, e propuseram até levar uma garrafa para minha casa para tomarmos a saidera, aceitei o convite, e acompanhada daqueles dois lindos gajos, caminhamos até a casa em que estava hospedada com minha amiga, entramos e um deles foi logo perguntando onde estava o saca-rolhas? enquanto abriam a garrafa, pedi licença por dois minutinhos, pois iria tomar um rápido banho frio, para acabar com aquela sensação constante de resaca, perguntaram com tom irônico se podiam me acompanhar, e qual foi a surpresa deles, quando ascenei com minha cabeça em sinal de aprovação, acho que atordoados com minha resposta, não acreditaram que eu estava falando sério, tanto que, só tiveram certeza no momento em que comecei a retirar minha roupa, e fiquei completamente nua em meu quarto, cuja porta estava completamente aberta, e com ar de interrogação, perguntei se eles não viriam...



Com certeza esta foi a trepada do ano, estava tomando banho com dois portugueses simplesmente lindos, apresentavam ser jovens, não mais de 35 anos, e de exelente educação, seus corpos eram esbeltos e bem torneados, ambos eram brancos de olhos castanho escuro, e estavam completamente atordoados com meu corpo magrinho, branquinho de seios pequenos e bundinha avantajada, me davam banho dos pés a cabaça, chupando e apalpando cada centimetro do meu corpo, enquanto a fria água caía sobre minha cabeça e ombros, minhas pernas eram invadidas por lingua e dedos famintos e esfamiados, saímos do chuveiro e fomos direto para minha cama, meu corpo estava todo retesado e tremulo de frio, e mesmo sem me enxugar, pude perceber o quanto a temperatura do meu corpo subiu subitamente, as poucas gotas de águas que restavam em meu corpo eram rapidamentes consumidas pelo calor que tomava conta de mim, e quanto mais minha buceta e peito eram chupados, mais calor eu sentia, e não conseguindo mais me segurar, levei uma de minhas mãos até o homem que estava chupando e mordiscando meu seio e passei a massagear seu membro que rapidamente se tornou um belo e grande falo, com grandes veias e uma cabeçorra grossa pronta para ser engulida e mamada, e sem mais demoras, coloquei aquele imenso pedaço de musculo e carne em minha boca, engolindo cada centimetro daquele magnífico instrumento, chupava e mamava aquele cacete fazendo-o alcançar fundo minha garganta, solvia aquele líquido salgado que lubrifica a rola, ao mesmo tempo que besuntava toda aquela pica com minha saliva, neste momente, aquele portugues já tinindo de tesão, colocou-se no meio das minhas pernas e colocou seu monstro de uma só vez dentro de mim, que delicia sentir o calor daquela tora me abrindo e se alojando fundo em minhas entranhas, neste momento, o segundo homem, se coloca na minha frente, com sua jeba da mesma forma dura e extremamente emperdigada bem no rumo da minha boca, e por sua vez, tem o mesmo tratamento VIP que seu companheiro, sugo cada centimetro daquela pica, colocando-a em minha boca e serpenteando aquela cabeçorra rocha com minha lingua, minha bucetinha esta sendo profundamente devorada, aquele jovem portugues, coloca seu cacete com uma velocidade incrivel dentro de mim, minhas pernas estão trêmulas tamanho é meu gozo diante de tão gostosa e profunda penetração, meu corpo está agora em brazas, já não tenho mais forças para engolir meu segundo amante, sou então forçada a me colocar sobre o portugues que estava me comento deliciosamente, minha bucetinha esta pegando fogo, e mesmo assim sou compelida a assentar novamente naquele cajado grande, grosso e duro, e sem demora começo a cavalgar gostoso sobre aquele instrumento, subindo e descendo minha anca em direção aquele colosso, assentando até chegar no talo, engolindo por completo aquele cacete com minha buceta rosada e depilada, e mesmo diante de tamanho esforço, meu segundo homem não quer deixar de ser chupado, coloca a todo momento seu cajado em minha boca , enfiando com violencia seu falo até o fundo da minha garganta, fazendo com que meus olhos se encham de água, me deixando no limiar de um eminente vômito, tamanho é a profundidade de seu cajado em minha garganta. Começo então a diminuir o rítimo dos meus movimentos e retiro por completo aquele cacete que estava judiando e esfolando minha rosada bucetinha, mas coloco-o no rumo do meu cuzinho e forço sua entrada vagarosamente em meu ânus, que delicia a sensação de uma rola grossa e dura na portinha do meu cuzinho, forçando passagem em meu ânus, enlarguecendo e rasgando minhas carnes e pregas, e no meio de todo aquele frenesi, sinto quando sua rola entra macia dentro de mim, e coloco todo seu cajado em meu interior, sinto a cabeça de seu cacete abrir passagem por entre minhas entranhas e pulsar forte bem no fundo do meu intestino, eu consigo alojar todo seu cacete de uma só véz em meu interior, neste momento meu segundo portugres que até então só tinha profanado minha boca e garganta, se coloca aos pés da cama, bem atráz de mim, e com uma de suas mão, segurando forte seu cacete, o coloca no rumo do meu cuzinho, que já esta completamente preenchido, e força passagem, tentando colocar tambem seu cacete duro em minhas entranhas, a dor é indescritivel e descomunal, não consigo ficar calada e nem me controlar diante de tamanha judiação e perversão sexual, meus gemidos são altos e profundos, entrecortados por gritos e berros desesperadores, até que derrepente, aquele chumaço de musculo entra subitamente em meu rego, e a sensação que tenho é de minhas pregas foram todas rompidas, dilaceradas, arregaçadas... Nem bem me recuperei da dor desumana de ter o cú preenchido por duas grandes e vigorosas rolas, aquele movimento de entrar e sair, cada vez mais forte e intenso, proporcionada pelos dois portugueses simultaneamente, me faz ver estrelas, sinto-me a mulher mais escancarada do mundo, e meus gemidos almentam a cada estocada, a cada penetração profunda a cada vai-e-vem daquelas rolas em meu rabo, até que derrepente, no meio daquele movimento acelerado e profundo, sintos jatos quentes e em abundancia tomar conta de todo meu intestino, são duas rolas emperdigadas, jorrando e despejando todo seu semem em meu interior, agora são eles que gemem forte e alto, com seus falos completamnete enfiados em meu cuzinho, despejando todo seu leite morno e viscoso em meu interior, e ao retirarem seus membros de dentro de mim, a sensassão que tenho é de estar toda aberta e arregaçada, porra e mais porra escorrem pelo meu corpo, saindo e escorrendo por entre meu cú, e o que me resta agora, é segurar aquelas duas jabas, completamente lambuzadas com com seus líquidos e com os meus, e colocalas em minha boca, lambendo, sugando e limpando os últimos resquicios de uma trepada descomunal, que me fez provar o verdadeiro sabor, não só de um, mais de dois bacalhais PORTUGUESES.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

MINHA "CONA" ARDEU EM PORTUGAL.




Estive neste final de ano em Portugal, juntamente com minha amiga Ana, conheci um pouco da nossa história na versão de nossos colonizadores, e principalmente, conferi de perto os falos portugueses, e como se era de esperar, voltei completamente ardida e inchada, como dizem em portugual, com a cona inflamada...






Aqui vai uma palhinha da minha amiga Ana, e nossa festa na capital portuguesa.


terça-feira, 16 de dezembro de 2008

CONHECENDO UMA VADIA POR DENTRO.

Nos mulheres, somos escravas de nossa própria ignorância, curiosidade, desconhecimento, bem! pelo menos a grande maioria de nós, no que diz respeito a nossa vagina, nosso reprimido orgão sexual, nossa genitalia oculta... Acreditem, pois a maioria das mulheres nunca tiveram o despudor, a indecencia o descaro de pegar um pequeno espelho e coloca-lo na frente de sua buceta, abri-la e ver como ela é por dentro, suas dobras, seu canal, seu interior... Ao contrario dos homens, que acordam e dormem, manipulando seu sexo, seu falo, sua glande... Confesso que são raras as bucetinhas bem delineadas, rosadas e perfeitas, a grande maioria, se caracterizam por um excesso de pele, excesso de rugas, exesso de cor...



Mas a razão de manipularmos nosso sexo, não é porque ele é bonito ou feio, grande ou pequeno, apertado ou largo, branco ou preto... A razão está em nos conhecermos melhor, dedicarmos mais em nosso auto-conhecimento, exploramos as últimas fronteiras do nosso reprimido libido, eu me conheço desde os 14 anos de idade, quando meu irmão me mostrou o "caminho das pedras", de lá para cá, tenho buscado constantemente me conhecer melhor, explorar minhas taras, minhas indecencias, meus desejos sujos e obscuros, meus anseios selvagens e carnais, meus limites em relação a dor e ao prazer, eu posso dizer com absoluta certeza que me conheço da cabeça aos pés, não existe uma única pinta, uma única cicatriz, um único fio de cabelo, que eu não tenha explorado em meu corpo, meus dedos já percorerão todo meu interior, da cavidade vaginal, tocando meu ponto G chegando as portas do meu profundo útero, até o mais profundo do meu intestino, que uma mão consegue ir, já senti o gosto forte do meu cú e o leite do meu próprio peito, mas nenhumas destas proezas, é tão gratificantes quanto, além de nos conhecer, ter uma pessoa que nos conhece bem, melhor ainda do que nós mesmas, eu tive um homem, que me conheceu de cabo a rabo, bem, na verdade, muitos já me conheceram neste sentido, mas nenhum foi tão profundo quanto meu doce e lindo brasiliense, do qual abortei um filho, este sim soube me fazer mulher, submissa, vadia, feliz, imunda... Com ele aprendi a satisfazer um homem e em troca, realizei todo tipo de tara, sandice, perversão, promiscuidade e sadismo que uma mulher é capaz de aguentar e se submeter, honestamente, EU NÃO GOSTOS DOS BONZINHOS, PREFIRO OS PERVERTIDOS, SACANAS E ESCROTOS QUE SABEM COMO TREPAR E FAZER UMA GAROTA GOZAR.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

EMPALADA VIVA.

O que vou relatar a vocês agora, aconteceu a muitos anos atrás, quando eu ainda era uma jovem adolescente, quando eu ainda era linda, quando eu ainda acreditava em DEUS. Como voces já sabem, eu sempre fui magrinha com lindos olhos verdes e uma bundinha de dar inveja a qualquer mulher, meus seios são pequenos e pontudos e minha pele branquinha esta sempre bem depilada, deixando minha bucetinha sempre rosada e exposta, assim como hoje, sempre gostei de ter cabelos curtos, estilo channel, proporcionando assim, uma harmonia perfeita entre meu lindo e delicado rosto e meu alto e esbelto corpo, chamando a atenção dos homens, desde os mais jovens, até aqueles de mais idade; naquela época eu namorava um garoto da igreja, cujo perfil já foi por mim aqui abordado, "era o virgenzinho bocó que eu vivia colocando chifres", não gostava dele, apenas ficava com ele, para não me sentir só, ou para ter alguêm com quem conversar na igreja, ou quem sabe guanhar de vez enquando algum agrado; a verdade é que eu trepava com um monte de garotos, menos com ele. Mas tinha um que era especial, ele era filho do dono da casa onde moravamos, digo moravamos pois residiamos eu e mais duas irmãs em uma casa de aluguel nos fundos da casa deste garoto, ele era magro mas tinha um corpo lindo, pernas grossas e cabelos longos e lisos, eu adoro homens de cabelos compridos, e sou especialmente tarada por homens bem dotados, e mesmo namorando e frequentando a igreja, eu não conseguia deixar de pensar no meu vizinho, ele vivia me comendo com os olhos, mas minha irmã mais velha, ficava me vigiando, pois ela sabia o quanto eu era vagabunda, e meu namorado era muito amigo dela, ficava então com medo de que ela me dedurasse para ele, mas quando estava sozinha em casa, ficava louca de desejo e tesão, torcendo para que ele aparecesse na rua ou no quintal para que nos podessemos conversar, ou quem sabe eu poderia convida-lo para tomar um café...
Como nos moravamos sozinha, e minha família reside toda em uma pequena cidade próxima de uberlândia, constantemente, eu ou alguma das minhas irmãs viajáva-mos para lá, para passarmos o final de semana com minha mãe, foi num destes finais de semana, que minhas irmãs viajaram e eu decidi ficar, mas falei para meu namorado que iria viajar também, queria ficar sozinha, queria tirar um tempo só para mim, queria trepar sem medo de ser pega... e naquele fim de semana a noite, convidei meu vizinho para minha humilde casa, para conversar um pouco, talvéz assistir a um filme, o bom é que não demorou muito para o indecente começar a me elogiar e dizer gracejos para mim, e quando dei por mim, já estava beijando e sendo alisada pelo safado, e no meio daquele gostoso amasso, notei o volume enorme que se formava entre as pernas do meu vizinho, era algo deliciosamente descomunal, escondida por um pequeno short estilo aqueles usados por jogadores de futebol, e não me contendo mais, passei a alisar as grossas pernas do garoto, que em contra partida, enfiava sua lingua toda dentro da minha boca e apalpava forte meus seios por sobre o fino tecido da minha camiseta; como eu detestava soutien, quase nunca o usava, e aquele era um destes dias, meus bicos já se mostravam durissimos, meus seios doiam de tanto tesão, e a cada aperto e passada de mão, meu corpo se extremecia todo, minha vagina depilada, estava completamente lubrificada, e a eminente possibilidade de trepar naquela noite, fazia minha bucetinha piscar cada vez mais forte, ergui meu corpo para tráz e levantei minha camiseta, jogando-a para o chão, e antes que eu pudesse fazer alguma coisa, o safado veio faminto chupar meus peitos, ele chupava, mordia e mamava com vontade e desespero, arrancando de mim, suspiros e gemidas incontrolaveis, enquanto um peito era chupado, o outro era apalpado e beliscado por seus dedos, minhas mãos estavão agora alisando seu tronco e cintura, até que derrepente eu a desci até seu minusculo short e alisei seu cajado... Eu não acreditava que eu tinha em minha mãos, algo tão grande e duro; mesmo por cima daquela calça, eu sentia o tamanho e a rigidez de seu instrumento, era realmente colossal, e já que, quem esta na chuva é para se molhar, enfiei logo minhas mãos para dentro de sua calça e coloquei todo aquele chumaço para fora, nossa senhora como era grande... Eu devia estar massageando um cacete com no mínimo 25 cm de comprimento cujo o diametro era da grossura dos meus punhos, e naquela época, um instrumento daquele tamanho era novo para mim, fui logo me abaixando e colocando aquela cabeçorra em minha boca, escancarei o máximo que podia e alojei aquela cabeça roxa em minha boca, sentindo o calor e o gosto daquele cacete duro e emperdigado, lambia, chupava e lubrificava toda aquela rola com minha saliva, ao mesmo tempo em que massageava aquele colosso, masturbando-o lentamente com minha mão; minha saliva saia em abundância, lubrificando cada centimetro daquele instrumento, foi então que ele retirou sua camiseta, se levantou e desceu seu short, ao mesmo tempo em que, segurou meus braços e puxou-me para cima , enfiando sua mão por baixo da minha mini-saia jeans, tirando-a e descendo minha calcinha, deixando-me completamente pelada diante dele, com minha bucetinha toda melada e pingando, e ali de pé diante dele, estava tendo meus peitos novamentes chupados enquanto seus dedos penetravam profundamente minha bucetinha, eu estava com minha pernas semi abertas, e seus dedos percorriam toda minha região genital, esfregando e alisando meu clitoris, ao mesmo tempo em que ele forçava passagem em meu buraquinho com dois ou tres de seus dedos, ele retira-os de minha bucetinha após várias penetradas vigorosas, e leva-os até sua boca, sugando e chupando seus dedos completamentes melados com meu sumo, me vira então de costas para ele e me coloca de joelhos sobre meu sofá, fazendo com que eu empine minha bundinha para cima, e exponha completamente meu cuzinho rosado, só sinto a hora em que sua lingua aspera e molhada invade meu rabinho e buceta, percorendo e procurando penetrar em cada um dos meus buracos, lambendo e chupando minha carne, mordiscando meu grelo com seus labios e enfiando sua ligua em meu cuzinho, seus dedos voltam a abrir passagem para sua lingua, que procura entrar cada vez mais profundo dentro de mim, tento puxa-lo para cima de mim, pois estou louca para alojar aquele gigante em meu interior, mas ele insiste em sentir o gosto da minha buceta e beber cada vez mais o suco por ela vertido, ele então se posiciona de pé atráz de mim e segurando seu falo, aproxima-o da portinha da minha bucetinha e vagarosamente o empurra para dentro da minha xoxota, eu estou completamente alucinada com o tamanho e a grossura daquele cajado, quero alojar em meu interior todo aquele colosso emperdigado, e com movimento lentos e cadenciados porêm firmes e fortes, minhas carnes vão cedendo a sua insistência e persistência, até que mais da metade de seu cacete já está todo dentro de mim, mas eu quero mais, eu quero ele todo em meu interior, eu quero ter as entranhas preenchidas por aquele cajado fenomenal, mas já começo a sentir dores fortes, pois seu cacete já alcançou meu útero e o está machucando devido as vigorosas estocadas, cada vez mais profundas e violentas, vejo agora que é impossivel alojar todo aquele colosso em mim, decepcionada, mas já não aguentando mais de dor, peço para ele que não force mais, pois mesmo eu querendo muito, já estava sentindo dores atrozes, ele então diminuiu o rítimo e bem devagar começou a retirar toda sua manjuba de dentro da minha arregaçada buceta, não podia ver, mas sabia o estrago que aquele cacete havia feito em minha racha, ela estava larga e frocha, e ao mesmo tempo, inchada e muito vermelha, minha decepção era visivel diante da tragedia de não conseguir alojar todo aquele colosso em mim, e quando pensei em me levantar do sofá, meu vizinho pediu para que eu continuasse naquela posição, e que não me preocupasse, pois ele iria gentilmente colocar todo seu cacete em meu cuzinho, e me explicou que apesar do rabinho ser mais apertado, ele era muito mais profundo, e que seu cacete iria até o fim do meu cuzinho, e que ele pararia imediatamente se eu pedisse, permaneci então de quatro sobre meu sofá, enquanto ele deixa cair na porta do meu cuzinho, uma quantidade consideravel de saliva saída de sua boca, e com ajuda de seus dedos, espalha em volta e dentro de todo meu rabinho, logo em seguida, direciona seu grande e grosso falo, para a entrada do meu rego e segurando forte seu cajado com uma de suas mãos, força entrada de sua cabeçorra expremendo-a contra minhas pregas anais, a dor em meu cú é involuntaria, mas mesmo assim, insisto para que ele penetre em meu rego, nem que para isto ele tenha que me rasgar, foi então que a cabeça de seu cacete entra violentamente em meu cuzinho, fazendo com que minhas pregas anais estrangule seu cajado com força e violência, piscando involuntariamente diante de tão grossa pica em meu anús, sinto como se meu butão estivesse completamente esfolado, mas aos poucos minhas pregas vão cedendo e dando espaço para que o restante daquele jumento entre em mim, com movimentos lentos mais profundos, centimetro por centrimetro daquele colosso vai se expremendo e entrando em meu interior, se alojando mesmo que violentamente por entre minhas entranhas, sinto seu cacete aprofundar cada vez mais em minhas viceras, alargando e empurrando tudo que esta em meu interior, até que sinto seus pelos e pernas tocarem minhas pernas e nadegas, olho para tráz e vejo que ele colocou todo seu membro em meu intestino, não deixando nenhum centimetro para fora, ele então inicia um vai e vêm cadenciado, tirando e colocando seu caralho dentro de mim, retirando apenas parte de seu instrumento de dentro de mim e logo em seguida empurrando-o novamente para meu interior, introduzindo-o completamente em meu cú, cada vez mais forte e mais rápido, até que sinto um caldo muito quente invadir as paredes do meu intestino, provenientes de contrações vigorosas em seu cacete, despejando milhoes e milhoes de espermatozoides em meu rego, e diante do calor de sua seiva, eu me rendo a brutalidade daquela situação e gozo freneticamente, expelindo gotas do meu mel oriundo da minha inchada bucetinha, ao mesmo tempo em que ele retira sua tora de dentro de mim, e sua porra escorre por toda minha bunda e pernas, estou agora satisfeita com o resultado, pois do meu interior vertem liquidos em abundancia, enquanto minha buceta e cú piscam incessantemente, expelindo as últimas gotas daquele morno leite... Se vocês tivessem tido o prevílégio de presenciar aquela cena, saberiam que naquele dia uma garota foi EMPALADA VIVA, e mesmo assim, ficou mais feliz do que nunca por ter alojado um instrumento de indescritivel tamanho e grossura em seu interior.

domingo, 7 de dezembro de 2008

CORRIMENTO VAGINAL

Uma das maiores frustrações de uma mulher, é quando ela acorda e derrepente, nota que sua calcinha esta manchada de algo até aquele momento desconhecido para ela, imediatamente ela leva um de seus dedos até sua buceta e percebe que algo não esta certo, uma secreção de cor, cheiro e viscosidade até aquele momento estranho e inespecifico, lambuza toda sua genitalia, secreção esta, que não provoca dor, apenas um leve desconforto devida a abundância e as vezes uma pequena irritação no interior da bucetinha, agora ela percebe que se trata de um grotesco e inevitavel corrimento vaginal, e a primeira pergunta que passa pela sua cabeça é: Como eu peguei esta desgraça? No meu caso, isto não é novidade, até porquê, esta seria a menor dos meus problemas, fico pensando apenas naquelas mulheres casadas ou que tenham namorado fixo, qual deve ser sua reação? que respostas elas esperam diante desta pergunta? que atitude elas tomam? honestamente, eu não me importo, pois sei que sou responsável, "em parte", por grande parte desta legião de homens que levãm até suas mulheres e esposas, um pouco daquilo que é vertido pela minha bucetinha constantemente, e acreditem, tem homens que adoram me chupar, eu também não me faço de rogada, pois adoro ser chupada, só não sei ao certo, que gosto têm, mas garanto que ninguêm, até hoje, reclamou.
Existem todo tipo de corrimento, alguns de cores amareladas, outros transparentes, alguns com odores fortes outros sem cheiro, algumas provocam até mesmo pequenas feridas, o problema é quando a doença que você pega não deixa feridas, marcas, cicatrizes ou corrimentos, ai sim, você deveria se preocupar, pois geralmente, é esta que nem mesmo a "santa penincilina" irá te ajudar.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

UM CHÁ DE CACETE.

O dia 3 de junho de 2005, marcou minha vida profundamente, era uma sexta feira, já se passava das 14:00 horas, quando a polícia desceu a b0rracha violentamente em todos que estavam protestando, ali no terminal central, centro de Uberlândia; Eramos estudandes, em sua maioria universitários da UFU, pois a passagem de ônibus havia passado de 1,50 r$ para 1,90 r$; eu, como não havia nada melhor para fazer, resolvi fazer baderna e algazarra, juntamente com meus amigos ali no centro da cidade, xingavamos os policiais, desacatavamos as autoridades, quebramos lixeiras e monumentos públicos, enfim, tocamos o foda-se naquele lugar, e não demorou muito, para o esquedrão de choque da polícia intervir e sentar o cacete nos manifestantes ali presentes, de cara, fui uma das primeiras a tomar uma cacetada no meio da cara, um dos policiais, acertou-me com um forte golpe com seu cacetete em meu rosto, minha cara ficou inchada na hora, e isto me deixou muito nervosa e agressiva, fui então levada por uma aviatura, algemada juntamente com um amigo, para uma delegacia, pela acusação de desacato a uma autoridade. Lá chegando, fui conduzida até a presença de um delegado, que de cara reconheceu a vadia que eu era, tratou-me como se eu fosse uma prostituta ramera e barata, me humilhou chamando-me de vagabunda e arruaceira, e como se não bastase, mandou que um de seus subalternos, me fichasse por pertubação da ordem pública e desacato; fiquei aterrorisada com o fato de ser fichada, afinal de contas, ninguêm quer ter seu nome, registrado em uma delegacia, começei então a chorar e a pedir ao adjunto do delegado, que não fizesse aquilo, eu pedia pelo amor de Deus, para me soltarem, e que eu faria qualquer coisa para não ter meu nome sujo diante da justiça; o adjunto do delegado me conduziu até uma sala, aos fundos da delegacia, e começou a fazer o boletim de ocorrência, foi então que eu me desaguei em lágrimas, não acreditava que aquilo estava acontecendo comigo, foi então que aquele homem parou de digitar seu computador e me disse: Sei que voce é universitária, inteligente, muito bonita, mas tenho que fazer o que o delegado me ordenou, infelizmente não tenho outra opção. Implorei por tudo que havia de mais sagrado, e prometi fazer o que ele quisesse, se ele conversasse novamente com o delegado, para não me fichar e me liberar; ele levantou-se de sua cadeira e foi de encontro ao delegado. Passaram-se alguns minutos, "que mais pareceram uma eternidade", quando ele novamente adentra em sua sala, balançando sua cabeça em sinal de negativa, antes mesmo que eu voltasse a chorar, ele foi logo me dizendo: O homem lá, está nervoso, ele não quer aliviar a barra de ninguêm, o que você acha que é capaz de fazer para nós esquecermos este contratempo? novamente, repeti com muita enfase que seria capaz de fazer qualquer coisa, que ele me pedisse, que eu estava disposta a atender qualquer desejo dele ou do delegado, só para não ter meu nome sujo. Ele novamente sentou-se em sua cadeira e me olhando de cima em baixo, respondeu: Você gostaria de aparecer em minha casa hoje a noite? podemos conversar, você me fala que curso está fazendo, e quem sabe podemos acabar nos tornando bons amigos? Na hora entendi o que ele queria, estava louco para me levar para sua casa e me comer por inteiro, e sem pensar duas vezes, respondi: por que esperar até a noite para nos conhecermos melhor se podemos fazer isto aqui mesmo? por que você não aproveita que estou augemada e me coloca sobre sua mesa e faz tudo aquilo que tiver vontade de fazer, eu prometo ficar caladinha e obedecer tudinho, juro que vou fazer tudo aquilo que me ordenar, notei que naquele momento os olhos do pervertido brilharam de tesão, sabia que havia mechido com o safado, e não deu outra, o vagabundo rapidamente se levantou, caminhou até a porta, trancou-a e voltou para sua mesa, só que desta véz, assentou-se sobre ela, bem na minha frente, passou suas mãos sobre meus cabelos e rosto, e me perguntou se eu realmente queria aquilo, ao mesmo tempo em que alisava sua calça no rumo de seu cacete, eu imediatamente respondi: não só quero, como apartir de agora serei sua subalterna e você meu delegado, o tarado foi logo tirando seu cinto, e abrindo o ziper de sua calça, e colocando para fora uma deliciosa jeba, grande e dura, cai de boca imediatamente naquele cacete, colocando completamente em minha pequenina boca, chupava e mamava aquele cacete como se estivesse morrendo de sede, serpenteva minha lingua sobre aquela cabeçorra vermelha que machucava minha garganta, subia e descia meus lábios, comprimindo cada centimetro daquela pirosca, abocanhava gulosamente seu falo, deixando-o cada vez mais duro e inchado, lambuzando-o com minha saliva, que escorria em abundancia, até seu saco, enquanto isso, ele já havia descido a alcinha da minha blusa e massageava meus pequenos seios, que já se encontravam duros de tesão, meus bicos ardiam a cada puxão e beliscada que ele me dava, derrepente ele se levanta e me coloca debruçada sobre sua mesa, levanta minha saia indiana e desce rapidamente minha calcinha, sinto apenas o calor de sua lingua e saliva molharem minha bucetinha, lambendo e sugando meu suco, com suas mãos, ele abre minha bundinha e enfia sua lingua com força em meu cuzinho, lambendo toda minha virilha buceta e cú, neste momento ele se coloca dé pé, e com uma de suas mãos, segura meus cabelos, puxando-os para traz, para que meu corpo fique arqueado e meu rosto não se machuque na mesa, já que estou algemada com os braços para traz, nesta hora sinto sua jeba tocar minha bucetinha, e com ajuda de sua outra mão, ele a empura lentamente para dentro da minha racha, que delicia esta sensação de vulnerabilidade e servidão, aos poucos ele vai colocando todo seu cajado dentro de mim, tento abrir o máximo que posso minhas pernas, para facilitar a entrada magestral daquele colosso em meu amago, sua penetrada e lenta e profunda, ele procura colocar até o talo de sua vara, me fazendo ver estrelas, tamanho é seu cacete, ele então levanta uma das minhas pernas, e a coloca sobre a mesa, me arreganhando e deixando exposta minha bundinha branca e avantajada, seu cacete agora, começa a entrar em minha bucetinha com mais facilidade, deslizando profundamente até alcançar meu útero, além de estar comendo minha buceta com aquele cajado enorme, uma de suas mãos alisam e apertam minhas nadegas, cujos dedos começam a invadir meu cuzinho, com seu polegar, ele vai forçando entrada pelo meu sfincter, até o total desaparecimento dele em meu ânus, ele então passa a enfiar cada vez mais forte e profundo, seu polegar dentro de mim, e como se não bastasse, ele lentamente solta meus cabelos, colocando meu rosto sobre sua mesa e começa a introduzir o outro polegar da sua mão em meu rabinho, aquela sensação de preenchimento é completa, estou agora com um enorme falo na buceta e dois polegares massageando e abrindo meu cuzinho cada vez mais forte e profundo, seus movimentos começam a se acelerar e a se intensificar, até que sinto o calor e a força dos seu jatos de semem invadirem minha bucetinha, ele gosa intensamente dentro de mim, seu cacete esta todo dentro da minha bucetinha, despejando em contrações vigorosas, todo seu leite morno em minhas entranhas, seus dedos estão completamente enterrados em meu cú, alargando e distendendo minhas paredes anais, é realmente delicioso servir sexualmente um homem que sabe o que quer, e naquele dia, eu tomei de uma só véz dois chás de cacete, um na rua e outro sobre a escrivaninha nos fundos da delegacia.