domingo, 15 de junho de 2008

"HAPPY DAY"- não é o mesmo que "DEI FELIZ".

Era noite de domingo, estava na praça clarimundo carneiro, em um orelhão ligando para meus amigos que ainda não haviam aparecido, este dia estava sendo especial, era meu aniversário e havia passado a maior parte do dia com aquelas pessoas que tanto gosto, queria agora fechar o dia, o melhor, a noite com chave de ouro, esperava meus amigos para podermos ir para um barzinho aqui do centro da cidade e curtir as baladas, amigos e homens que a madrugada poderia me proporcionar.


Estava sedenta para extravasar toda minha alegria e felicidade, não é sempre que as coisas vão bem em minha vida, mas aquele dia era meu, era especial, não porque era meu meu aniversário, mas porque eu estava apaixonada e feliz, qual mulher nunca se sentiu completa, extremamente feliz e apaixonada por estar namorado o homem que tanto ama? eu me sentia assim.



Mas a demora dos meus amigos começa a me incomodar, e já passava das 20:00 horas, e não tinha nehuma noticia de meus amigos ou namorado, por isso resolvi ligar para eles, mas não estava conseguindo entrar em contato com nenhum deles, resolvi então me sentar na praça e aguardar mais um pouco, a praça estava vazia, poucas pessoas estavão por ali, algumas no ponto de ônibus e outras próxima de um barzinho, atual "sibipiruna".



Estava usando uma longa saia indiana, e por baixo uma minuscula calcinha de cor clara, meus seios esticavam o fino tecido que contornavam minha pele esculpindo um lindo perfil de todo meu corpo, meus cabelos "escovados" estavam acima do ombro, bem no inicio do pescoço, eu fico muito bem de cabelos channel, e para finalisar, usava uma sandália linda feita artesanalmente.



Enquanto aguardava meus amigos no banco da praça, notei que haviam dois rapazes "lindos" conversando próximo de mim, do lado do "sibipiruna" ambos com um copo de cervaja, notei que eles não tiravam os olhos de mim, aquilo elevava meu ego nas alturas, um era moreno, alto cabelos curtos e corpo extremamente atletico, o outro era branco, cabelos cacheados e negros, parecia ser um pouco mais magro que seu amigo, porem tinha o rosto de um deus, com um queixo extremamente sexy.



Procurei não ficar olhando para os rapazes, para evitar qualquer constrangimento, porém derrepente, eis que se aproxima aquele homem moreno de corpo escupildo por mãos divinas na minha frente, ele se aproxima e se apresenta dizendo se chamar "Alberto" e pergunta se eu gostaria de beber alguma coisa e se gostaria de fazer companhia a ele e seu amigo, para comemorar seu aniversário? fiquei surpresa e fui logo dizendo que hoje também era meu aniversário... ele com um ar de interrogação pergunta se eu estou brincando... Pego minha bolsa, abro minha carteira e mostro minha identidade; Pasmado, ele olha para tráz e chama seu amigo, e imediatamente mostra minha identidade para o outro homem que se aproxíma e diz: veja só a data de nascimento dela... Seu amigo logo diz: nossa, mais que coincidência, voces dois fazem aniversário na mesma data! Começamos então uma gostosa conversa naquela praça, Alberto me apresentou seu amigo, que disse se chamar "Roberto" e que ambos eram estudantes de Direito, e que estavam aguardando dar 22:00 horas para irem a um lugar especial pois Roberto havia preparado uma surpresa para Alberto.



Eu disse que estava preocupada, pois meus amigos haviam combinado de me encontrar naquela praça as 20:00 e já havia passado mais de 1 hora e eu não estava conseguindo falar com eles, disserão então para eu não me preocupar pois a qualquer momento eles poderiam pintar por ali, me proporam então para que eu fizesse companhia a eles lá no barzinho, pois já estava tarde e era perigoso ficar sentada sozinha na praça... agradeci e gentilmente recusei o convite, mas não poderia sair dali sem saber o que estava acontecendo com meus amigos. Roberto então disse: bom se voce não quer fazer companhia para gente, voce se importa que façãmos compania a voce, só até seus amigos chegarem? Claro que não, respondi, foi então que Alberto perguntou o que eu queria beber pois ele iria trazer bebidas, respondi que não queria nada, mais ele insistentemente foi dando as costas e dizendo que traria cerveja para todos, enquanto isto permaneci sentada na praça conversando com o Roberto.



Conversa vai, conversa vêm e dentro de alguns minutos Alberto chega com trés garrafas long-neck e distribui entre mim e o Roberto, nossa conversa estava interessantísima, não entendia, mais eles pareciam me conhecer tão bem, era como se já fossemos amigos a séculos, e por um breve momento me esqueci dos meus amigos que não chegavam... Comecei então a me sentir estranha, meu corpo estava muito leve e meus olhos começavam a pesar, como se eu estivesse precisando me deitar para apoiar minha cabeça em algum lugar, foi quando desconfiei de que alguma coisa estava errada, pois eu era acostumada a beber e beber muito, e aquilo jamais havia acontecido antes, um medo súbito apoderou-se de mim, pois imaginei que aquela bebida pudesse conter alguma droga... foi então que rapidamente tentei me levantar daquele banco, e com a mesma velocidade em que me levantei, tornei a cair novamente, minhas pernas já não obedeciam mais, não conseguia nem mesmo gritar, era como se estivesse tão cansada a ponto de não conseguir equilibrar meu corpo, só me lembro de ver os dois homens me apoiando e segurando meus braços, e então fechei os olhos...




Abri meus olhos e vi imediatamente ao meu lado, aqueles dois homens que havia conhecido na praça me olhando, assim que me viram abrir os olhos, eles foram logo me perguntando se eu estava bem, pois eu havia desmaiado e caído no chão, olhei para os lados e notei que estava em um quarto enorme, deitada sobre uma cama; comecei a chorar e a perguntar onde eu estava... os rapazes foram logo pedindo calma, pois estava tudo bem, como eu havia passado mal eles resolveram me trazer para a casa de um deles, e que já passava das 22;00 horas e que aquele era o momento de dar a surpresa do Alberto... Nesta hora, o Roberto com a ajuda do Alberto começou a subir minha saia até tira-la pela minha cabeça, eu não entendia nada, pois apesar de estar com olhos abertos, eu não conseguia me mover, era como se todo meu corpo estivesse "dormente" eu via tudo, mas não sentia nada; lembro-me de ter visto o Roberto se aproximar por baixo da cama e começar a descer minha calcinha, e imediatamente colocar sua boca no meio das minhas pernas e começar a chupar minha "lindinha", enquanto isso, Alberto chupava meus seios enquanto tirava toda sua roupa, derrepente ele desce a calça e tira para fora uma "pica" enorme, era bem escura e grossa, e segurando forte minha cabeça com uma de suas mãos, aproxima aquele membro do meu rosto e me faz coloca-lo na boca, eu escancarava toda a minha boca para que aquele membro emperdigado pudesse se alojar em minha garganta, lagrimas escorrem sem parar dos meus olhos, enquanto chupo aquele colosso de cacete, Roberto violenta minha vagina com sua lingua e dedos, ele chupa meu grelo com violência enquanto enfia seus dedos dentro de mim, me masturbando; Roberto agora retira sua boca da minha "xana" e desce sua calça, ao ver o tamanho do seu cacete, quase me engasgo com a pica do Alberto em minha boca, Roberto tem um cacete imenso e branco, e cheio de veias calibrosas espalhadas pelo corpo do seu cacete, parecendo muito o "cajado" que um dia meu lindo irmão me desvirginou...



Com aquele cacete duro e longo, Roberto coloca no rumo da minha xoxota e me penetra de forma covarde e brutal, violentando minha racha com estocadas profundas e vigorosas; ele fica vários e varios minutos com seu cacete dentro de mim, colocando e tirando sua vara de dentro de mim, não, sinto dor alguma, apenas um desconforto quando sua pica toca meu útero; neste momento Alberto tira seu membro de dentro da minha boca e muda de posição com Roberto, agora é ele que enfia sua "rola" lubrificada em minha vagina, e de uma só véz, enfia toda sua pica dentro de mim, enquanto Roberto se aproxima com aquela "pica" que acabara de me violentar e a coloca em minha boca, só agora sinto o gosto forte de sangue, que provavelmente seja da minha própria buceta.



Estou sendo estuprada por dois desconhecidos em um quarto qualquer, não consigo me mecher, é como se todos meus musculos não obedecessem as minhas vontades, apesar do medo e da violação do meu corpo imposta por aqueles homens, eu tinha ciência que estava sendo violentada por dois lindos homens e melhor ainda, donos de enormes cajados, que me proporcionavam um sentimento dubio de amor e ódio; a rola do Roberto esta totalmente enfiada em minha boca, aquele gosto de sangue, era apenas o vestígio do que aqueles cacetes haviam feito com minha buceta, apesar de não sentir dor, sabia que minha vagina estava sendo castigada violentamente por maravilhosas picas; Alberto com sua pica escura e grossa, permanece a me dar estocadas vigorosas e profundas, neste momento, ele pede para o Roberto tirar o cacete de minha garganta, e me coloca por cima, sentada em sua rola, me fazendo subir e descer sobre aquela rola escura, grande e grossa; Roberto como não é bobo, se posiciona atráz de mim, e sinto um calafrio percorrer minha nuca, no momento em que ele segura seu cacete extremamente emperdigado e aos poucos vai enfiando dentro do meu cú ... Não estava sentindo dor até aquele momento, mais acho que o efeito do remédio estava passando, e começo a sentir aquele pedaço calibroso de musculo, invadir meu anus vagarosamente, aquela cabeçorra enorme começa a entrar dentro do meu cú me esfolando toda, enquanto Alberto continua com sua pica dentro da minha buceta, impondo movimentos cadenciados e profundos em minha xota, no mesmo instante em que Roberto invade todo meu rabo com sua rola, e inicia um vai-e-vem gostoso em meu cú, sinto sua rola num vai-e-vem frenético, massageando meu anús com seu cacete de veias calibrosas, com movimentos rápidos e tambem profundos, Roberto me leva a loucura... estou sendo vitima de uma orgia regada a chupada e a dupla penetração, já havia transado com dois homens ao mesmo tempo antes, mas confesso que nunca tive o previlegio de ser serviciada por membros tão grandes e grossos.
meu anus estava ardendo, quando Roberto retira sua rola de dentro de mim, e mais uma vez me obriga a colocar aquele cajado enorme em minha boca, abocanho aquele membro de uma só vez, e chupo aquele mastro com vontade; neste momento, Alberto retira seu cacete da minha buceta e o coloca em meu rabo, e me faz assentar até o caule, meu anus engole aquele membro de uma so vez, e passo a mecher meu quadril em um sobe-e-desce gostoso, aproveitando cada centimetro daquela rola.
Neste momento, Roberto segura forte meus cabelos, forçando seu cajado o mais fundo possivel dentro da minha garganta, é quando sinto jatos de semem invadirem minha boca e tocarem fundo minha garganta, sua porra vai aos poucos enchendo toda minha boca e sem medo, vou engolindo todo aquele "leitinho", como se estivasse morrendo de sede... mal havia acabado de beber toda a porra do Roberto, quando o Alberto retira seu cacete do meu cú e se coloca sobre mim, com seu cajado todo lambuzado, e o coloca em minha boca, despejando mais e mais porra em minha garganta, chupo aquela pica até a última gota de porra; estou agora com a mandibula doendo de tanto escancará-la para poder alojar dois membros emperdigados dentro dela, mais estou satisfeita com a grande quantidade de porra que fui capaz de beber, e de ter feito dois lindos homens me comendo ao mesmo tempo... Estou sendo vítima de um estupro por dois desconhecidos, mas ao mesmo tempo, não me considero abusada nem violentada, pois hora nenhuma, aqueles homens foram violentos, não me bateram e nem sequer me chingaram, apenas usaram e abusaram do meu corpo, em busca de uma satisfação sexual que foi por mim também compartilhada.
Nesta hora, Roberto e Alberto se aproximam de mim, cada um em um lado da cama e me dão um beijo no rosto, e com um sorriso estranho, me desejam um feliz aniversário e perguntam se eu gostei do presente que meu namorado havia preparado para mim... Imaginem o quanto fiquei perplexa diante da notícia de que tudo aquilo havia sido planejado pelo meu namorado, não acreditava que o filho de uma puta havia contratado dois garotos de programa para usarem e abusarem do corpo de sua namorada.

domingo, 8 de junho de 2008

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Meu patrão me detonou! Pois quem com ferro fere com ferro será ferido.

Desde muito cedo aprendi a conseguir as coisas do modo mais fácil, bastava apenas abri minhas pernas e pronto, conseguia tudo o que queria, de forma rápida e sem burocracia, até o dia em que resolvi brincar com fogo, e saí dilacerada; neste dia então eu percebi que: "quem com ferro fere, com ferro sera ferido" .



Tinha aproximadamente 17 ou 18 anos, e trabalhava em uma loja de ferragens em uma das principais avenidas do centro da cidade; eu era vendedora e meu patrão, um homem de idade já avançada, devia ter mais ou menos 55 anos era casado e tinha filhos mais velhos do que eu; e não perdia a oportunidade de me passar a mão ou me passar uma cantada quando estavamos a sós, vivia me fazendo propostas indecentes e me oferecendo coisas em troca da minha buceta; ele era um homem realmente muito nojento, vivia me encochando com sua barriga enorme e seu pinto pequeno.





Eu sempre me recusei a tranzar com ele, até porque era um homem casado cujo filho trabalhava no escritório juntamente conosco, até o dia em que resolvi curtir com a cara do coroa e ver se podia arrancar alguma coisa daquele velho safado... passei então a me insinuar, vestir saias curtas e calças cada vez mais apertadas, deixava meu corpo sempre em evidência e com aquela carinha de garota sapeca, ficava sorrindo ao ser tocada e apalpada por aquele velho sem vergonha...



Nesta época, eu morava de aluguel em uma "tapera" de tres comodos e um banheiro no fundo de uma casa juntamente com minha irmã mais velha. estava realmente passando por um momento dificíl, já que o proprietário havia pedido a casa e eu e minha irmã teríamos que nos mudar com uma certa urgência, e para isto eu precisava de dinheiro, por este motivo estava disposta a fazer qualquer coisa para conseguir este dinheiro, até mesmo dar a bunda para meu patrão.





Resolvi que iria dar o golpe do baú no coroa, iria me oferecer para ele e depois chantagea-lo com com esposa, passei então a executar meu plano; certo dia ao ser acariciada pelo meu patrão em seu escritório, falei que estava com vontade de ir para uma fazenda em minhas férias, pois estava precisando esquecer os problemas... o velho prontamente respondeu que tinha uma chacara na bera do lago, e se eu quisesse, nos poderíamos passar um fim de semana inteiro lá; adorei a ídéia, mas como forma de pressionar o coroa, perguntei para ele o que sua esposa iria achar... ele com ar de malandro disse que ela e nem ninguem precisava ficar sabendo, e que iríamos só nois dois... Eu já sabia o que iria rolar naquela chacara, por isso fui logo perguntando: O que eu guanho com isto, afinal de contas se alguém desconfiar eu poderia até perder o emprego... o velho babão como não era bobo, foi logo respondendo: Se voce for boazinha comigo, e prometer cuidar de mim neste fim de semana, eu dou um jeito de resolver todos aqueles problemas que você esta passando e ainda te ajudo a pagar o cursinho pré vestibular no final do ano.





Agora sim, estava satisfeita e louca para chegar o final de semana para poder trepar com meu patrão e arrancar um bom dinheiro do safado; na sexta feira a noite, já estava de mochila pronta e aguardando o velho em minha casa, quando ouço a buzina da sua caminhonete tocar, entrei e seguimos rumo a BR 050 sentido Araguari, e já na rodovia, o desgraçado me apalpava toda, acariciando minhas cochas e dizendo uma porção de bobagens do que iria fazer comigo, e o que queria que eu fizesse com ele. Ao chegarmos na fazenda, apesar da noite escura e fria, notei que era um lugar muito lindo, cujo rio Araguari passava bem no fundo de uma pequena casa muito bem montada. Nos acomodamos e logo ele perguntou se eu queria comer alguma coisa? e safada como sou, fui logo respondendo que sim, mais queria algo grande, comprido e grosso... Lembro como se fosse hoje, o sorriso largo que aquele velho, filho de uma puta estampou em sua cara, ele foi logo colocando suas mãos por dentro da minha camiseta e apalpando meus peitos de maneira forte e violenta; o safado estava mesmo com tesão pois tirou rapidamente minha camiseta e pasou a dar chupadas fortes em meus seios, e quando dei por mim, estava apenas de calcinha sendo penetrada por dedos grossos enquanto desabotuava sua calça...




gostaria de deixar registrado aqui, que seu pau apesar de muito duro, era pequeno, e aquela barriga enorme juntamente com toda aquela banha me davam nojo, hoje vejo, que para uma mulher trepar com um gordo, ele tem que ter muito dinheiro, pois o sacrifício não vale a pena.




... seus dedos estavam por dentro da minha calcinha, massageando e explorando minha racha, enquanto sua lingua procurava se alojar no fundo da minha boca; eu como não sou santa, já fui logo abrindo sua calça, e massageando sua "pica", nossa como era pequeno, eu estava acostumada a ser brutalizada por cacetes enormes... mas o que eu não faço por dinheiro? fui então me abaixando até colocar seu pau em minha boca, abocanhei por inteiro aquela pica, mamei como se fosse a maior chupeta que já havia entrado em minha boca, pediu para que eu me deitasse no pequeno tapete que estava na sala, arrastamos a mesinha de centro e fui logo me abrindo, oferecendo minha bucetinha ao desgraçado, que imediatamente caiu de boca e passou a chupar e enfiar toda sua lingua dentro do meu buraquinho, depois de me dar um banho de lingua, meu patrão deitou-se sobre o tapete e me colocou sobre ele, introduzi aquela pequena pica dentro de mim e comecei a cavalgar bem devagar, evitando assim que seu cacete saísse de dentro de mim; subia e descia sobre aquela barriga enorme, fingindo estar delirando de tesão, e a cada cavalgava, meu patrão ficava com mais tesão e passava a falar palavrão e a me chingar de tudo quanto era nome; comecei a perceber que ele começava a parecer euforico, pois me fazia sentar cada vez mais forte em sua pica e a apertar com muita intessidade meus seios e bunda, ele começou então a dar palmadas em minha bunda e a me obrigar a ficar olhando para ele, enquanto ele falavra palavrão e me chingava de tudo quanto era nome, com sua mão espalmada, ele segurava forte minha cintura, fazendo eu me assentar e levantar sobre seu cacete, muito rápido e forte, até o momento que eu pedi calma para ele, pois aquilo estava me machucando, foi quando ele tirou suas mãos da minha anca e segurou forte meu queixo, me golpeando com um forte tapa em meu rosto, enquanto esbravejava um monte de palavrões e adjetivos que não merecem ser ditos aqui; fiquei muito assustada, pois não esparava aquilo, meu primeiro impulso foi tentar sair de cima daquele velho, foi quando ele segurou mais forte ainda meu rosto pelo queixo e me fez deitar sobre o tapete; usando de estrema força, ele se posicionou sobre mim, e passou a se movimentar com extrema força, enfiando seu cacete em minha bucetinha e me machucando com seu corpo pesado, nervosa e com lágrimas nos olhos, falei para sair de cima de mim, e quanto mais eu pedia, mais violento e sadico o velho se tornava, não comprendia o porquê do meu patrão me tratar daquela forma, afinal de contas eu estava dando gostoso para ele; neste momento meu patrão começou a me dar fortes tapas no rosto e a gospir em minha cara, me chamando de piranha vagabunda, e que ele não era besta de ficar bancando puta barata, e que hoje ele iria me ensinar a nunca mais ficar me insinuando para homem casado... assustada e com muito medo, continuei a ser penetrada vigorosamente, meu corpo já estava todo dolorido e marcado com vergões dos tapas, mordidas e apertos que meu patrão desferia sobre mim, foi quando notei que no quarto ao lado, cuja luz estava apagada, havia alguém na espreita nos observando. clamei então por socorro, na esperança de obter ajuda, foi quando ouvi uma voz feminina calmamente perguntar: é esta a vagabundinha que estava a fim de te dar o cú para arrancar seu dinheiro? é esta mesmo, respondeu meu patrão, foi quando no meio da penumbra do quarto sai a esposa do meu patrão, trazendo em uma das mãos uma barra de ferro cilindrico de mais ou menos 40 cm de tamanho com um diametro aparentemente da grossura de dois cabos de vassouras unidas; e ao se aproximar de mim, ela disse, vamos então dar a ela o que ela tanto quer, segura a safada que agora é minha vez de lhe ensinar como dar encima do esposo de outra mulher...

Meu patrão colocou meus braços ao lado do meu corpo e me abraçou forte, prendendo assim minhas mãos, rolou e deitou-se novamente sobre o tapete, me deixando sobre ele, completamente exposta, com minha bunda para cima enquanto seu cacete ficava alojado em minha racha, eu chorava muito, mas não conseguia me mover, pedia pelo amor de Deus para me soutar, queria ir embora, foi quando senti a esposa do meu patrão se aproximar e começar a introduzir aquela barra de aço em meu anus, nossa como ardia, ela começou a enfiar sem dó aquele ferro em mim, e pude sentir meu anus ser rasgado e dilacerado por aquela barra de ferro, e com penetrações cada vez mais profundas pude sentir o frio daquele aço atingir o fundo do meu intestino, meu patrão abria cada vez mais minhas nadegas para facilitar que meu rabo fosse arrombado pela sua esposa, e ela sem nenhuma dó, enfiava violentamente aquele instrumento em meu rego, ela devia ter colocado mais da metade daquele ferro em mim, foi quando senti que aos poucos ela passou a retirar aquele instrumento de dentro do meu cú, e foi quando ele finalmente saiu, que percebi o estrago que ele havia feito, pois senti meu patrão sorrir e festejar muito quando colocou quatro dedos de uma mão e quatro dedos da outra mão dentro do meu cú e abri-lo, sentia que a entrada do anus estava toda ferida, mas uma dor maior ainda vinha do fundo do meu intestino, ouvi então a esposa do meu patrão falar que iria colocar aquela barra de ferro toda suja em minha buceta, ele rapidamente retirou sua pica da minha buceta que imediatamente foi invadida por aquele aço extremamente grosso, aquela mulher estava me violentando com extrema crueldade, pois a violência com que ela me penetrava, abria feridas por onde aquele ferro passava, e sem demonstrar nenhuma compaixão, ela introduziu aquele ferro até não caber mais, sentia meu útero ser castigado por aquele aço, minha vagina estava inflamada e inchada devido a violência, e meu patrão permanecia me apertando e segurando forte para que eu não me movesse, até o momento em que sua esposa enfiou quase todo aquele aço dentro de mim e disse: agora sim, esta safada teve o que tanto queria, esta toda arregaçada e detonada, largue esta vagabunda e vamos embora para casa...

Meu patrão me jogou para o lado e ao se levantar, possicionou-se sobre mim e escarrou em minha cara e disse que se eu quisesse ir embora, eu mesma teria que retirar aquele instrumento de dentro de mim; não conseguia me mecher, minha vagina estava muito inflamada, eu não tinha forças para puchar para fora aquele aço da minha buceta, e a cada tentativa, uma dor imensa percorria minha vagina e entranhas, era como se minha buceta estivesse trancada, ela havia inchado muito e agora estava prendendo aquele instrumento de ferro dentro de mim, com dificuldade consegui me colocar agachada e desesperada, puxei de uma só vez aquele ferro de dentro de mim, que saiu todo lambuzado de sangue, minha buceta estava muito inchada e ferida, a dor tomava conta de todo meu corpo e eu não conseguia ficar de pé.

Meu patrão se aproximou de mim, me pegou pelo pescoço e me forçou ficar de pé, me jogou sobre o sofá, enquanto sua esposa pacientemente aguardava na porta, mandou que eu me vestisse e que apartir de segunda-feira eu poderia passar na loja para acertar com ele, pois estava sendo demitida, e que ele não cumpriria o que havia me prometido pois não gostava de ser enganado, e que chantagista deveria era morrer...

E é isto... Fui detonada pelo meu patrão, pois perdi meu emprego, fiquei sem dinheiro, tive a maior infeção de urina em minha vida e fui internada por causa de um rompimento intestinal.

sábado, 5 de abril de 2008

O DIA EM QUE MINHA SOBRINHA CHOROU - FIM.

... Continuação.








... Ela havia então começado a chorar, seu corpinho tremia muito, acredito que ela estava morrendo de medo do que estava acontecendo, mas mesmo assim eu não conseguia parar, eu queria sentir mais e mais o corpo da minha linda menina, eu queria ter o gosto de sua pele, saliva e liquidos em minha boca, eu queria devorar minha sobrinha... forcei então sua perna para que ficasse aberta, enquanto falava para minha sobrinha, que a titia só queria dar uma olhadinha, e que não iria machuca-la, mas minhas palavras não fazião efeito, ela continuava a chorar baixinho, pedindo para que eu parasse; foi quando olhei para o meio de suas perninhas abertas e vislumbrei sua "xaninha" completamente fechadinha, com uma pelinha rosada fechando o canalzinho de sua bucetinha, ela tinha a pele muito branquinha e sem nenhum pelo, sua racha era completamente rosada e muito pequena, naquele momento eu me lembrei de como eu era e de como era ser pura e virginalmente inocente.





Com suas pernas ainda levantadas para o lado e completamente aberta, comecei a passar vagarosamente minha lingua em sua bucetinha, lambia e chupava com delicadesa sua racha, enquanto falava para minha menina que não precisava mais chorar, pois não estava doendo, e que a titia não iria deixar ninguem machuca-la, e só iria sentir o gostinho de sua "pererequinha", continuei então a chupa-la cada vez com mais tesão e ternura, ao mesmo tempo forçava a pontinha da minha lingua naquela pequena abertura por onde saía sua urina, tomando todo cuidado do mundo para não rasgar seu himem, e arrancar seu cabacinho; fui aos poucos diminuindo o rítimo até a completa exaustão, havia dado um banho de lingua em minha pequena menina, tinha chupado sua buceta até ficar vermelhinha, seu gosto e perfume ficarão para sempre em meus pensamentos e na minha memoria, ao parar, olhei para minha sobrinha que também já havia parado de chorar e estava apenas com as marcas das lágrimas em seus olhos e rosto, e disse com um sorriso largo em meu rosto: Viu só, a titia falou que não ia machucar você, eu só estava vendo se você era igual a titia; fechei então suas perninhas e deitei meu corpo sobre o seu, e a abracei muito forte procurando sempre beijar sua boca e sentir sua pequena lingua... virei na cama ficando do lado do seu corpo e com minhas mãos virei minha sobrinha de bruços, deixando ela deitada de barriga para baixo e costas virada para cima, levantei meu tronco e passei a alisar suas pernas, coxas e bundinha, era tão branquinha e magrinha, mas já podia notar o quanto seu trazeiro era arrebitado, passei então a lamber e a dar pequenas mordidads em sua bundinha, enquanto enfiava minha lingua por entre suas pernas, bunda e vulva, abri então suas perninhas e me posicionei no meio delas, e com as duas mãos levantei seu quadril a deixando de quatro para mim, nossa ela estava de joelhos sobre a cama e com sua racha e bundinha na altura da minha boca e olhos, esperando apenas ser invadida por minha lingua e dedos, e foi isto que aconteceu, passei então a chupar e lamber sua vagina e bundinha, ao mesmo tempo em que meu dedo indicador ia aos poucos sendo introduzido dentro do seu apertado anus, eu falava a todo momento para ela não se preocupar e não ter medo pois a titia não iria machuca-la, so queria dar o prazer e a alegria que ela havia proporcionado a titia... e a medida que chupava sua raxinha, meu dedo indicador entrava cada vez mais profundo em seu anus, tirando pequenos gemidos da minha menina, vagarosamente eu introduzia meu dedo indicador em sua bundinha muito apertada, introduzia e deixava um pouquinho, depois voltava a forçar mais um pouquinho, até a completa insersão do meu dedo em seu pequeno rabinho, estava agora com o dedo indicador completamente dento do anus da minha sobrinha, notei que seus olhos já estavão cheios d'água, mas ela não chorava, apenas gemia baixinho e forçava muito forte os musculos do anus para continuarem fechados, passei então a retirar vagarosamente meu dedo de dentro dela, e a medida que ia saindo, eu voltava a introduzi-lo novamente, até a completa introdução, fiquei varios minutos fazendo aquilo até que decidir colocar dois dedos dentro dela, comecei então a retirar meu dedo indicador, e a medida que saía podia-se notar que estava todo lambuzado, tirei-o completamente do anus da minha menina e mesmo estando todo lambuzado e sujo, gospi na bundinha da minha sobrinha e me preparei para introduzir novamente meu dedo indicador juntamente com meu dedo médio, e a medida que forçava entrada com meus dois dedos, as gemidas da minha sobrinha tornaram-se cada vez maiores pois ela havia trancado o cuzinho, forçando a bundinha para que eu não entrasse dentro dela, falei então para minha menina relachar, pois a titia não tinha machucado ela e que já estava acabando, passei então a forçar meus dedos contra sua bundinha, foi quando eles entraram rasgando e tirando lágrimas dos olhos daquela fragil criança, e mesmo assim eu não conseguia parar, ao contrario, passei a introduzir meus dois dedos cada vez mais forte e profundo em seu anus, que agora lantejava de dor pois a medida que eu introduzia e forçava meus dedos em seu interior, eu massageava sua "xana" com meu dedo polegar, fazendo com que ele machucasse seu cabaço, mas sem rompe-lo. minha sobrinha começava a chorar novamente me pedindo para parar, mas quanto mais ela chorava, mais eu introduzia e forçava, até que ela não aguentando mais começou a defecar em meus dedos e mãos, retirei imediatamente meus dois dedos de dentro dela enquanto ela cagava e chorava, afastei a coberta juntamente com o restante das coisas que estavam sobre a cama e esperei ela terminar de defecar, enrolei então o lençol e retirei-o da cama, ao mesmo tempo que jogava-o para o canto do quarto, mostrei então meus dedos para minha sobrinha e disse que aquilo era normal, e voltei a coloca-la sobre a cama novamente, ela não podia deitar pois sua bundinha e pernas estavam todas sujas, posicionei-a de quatro novamente, e sem perder tempo, introduzi novamente meus dedos, ela fazia força para que meus dedos não entrassem, aproveitei então que meus dedos estavam todos lambuzados e forcei entrada de uma só véz com três dedos, foi quando ela deu um berro muito alto ao mesmo tempo em que sangue começou a sair de seu anus, introduzi sem dó três dedos de uma só véz dentro da minha sobrinha e iniciei um vai-e-vem muito lento e ritimado, notei que suas pregas anais haviam se rompido, e o sangue que saia aos poucos, vinham destas feridas abertas bem na borda de seu cuzinho, passei então a massagear sua pequena vagina com meu polegar, mas tomando todo cuidado do mundo para não romper seu cabacinho; com meus tres dedos em seu rabinho, minha menina chorava muito e seu corpinho parecia ter congelado, pois nenhum movimento saía dele, a não ser soluços e lágrimas, eu estava possuida pois quanto mais minha sobrinha chorava, mais força eu empunha em meus dedos, fazendo-os penetrarem cada vez mais profundo e mais rápido, até que introduzi todos os meus dedos até o talo em seu anus, ela estava agora com tres enormes dedos em sua bundinha de menina, e aos poucos retirei meus dedos de seu rabinho e deitei-a no cochão não me importando se ele iria ou não se sujar, minha sobrinha estava com os olhos imersos em lágrimas e com os bracinhos estendidos no rumo do umbigo simplesmente congelado e atonita, tentando de todas as formas impedir que eu a invadisse novamente... abracei-a muito forte, e naquele momento uma dor muito grande apoderou-se de mim, o que eu havia feito? eu não acreditava que tinha acabado de molestar minha própria sobrinha de apenas 6 anos, então comecei a chorar juntamente com minha sobrinha; acredite, o remorcio era muito grande, mas maior ainda era o medo de que minha irmã descobrisse o que havia acabado de acontecer com sua filha, comecei então a suar frio ao mesmo tempo em que beijava as mãozinha de minha sobrinha e pedia-lhe perdão por tê-la machucado; minha menina havia parado de chorar, estava apenas com os olhos vermelhos e soluçando, acredito que ela estava agora espantada e com medo ao me ver chorar e pedir-lhe desculpas sem parar, foi quando ouvi novamente aquela vozinha fininha e angelical me perguntando: Titia por que está chorando, eu te machuquei? me desculpe titia, me desculpe...
Existem momentos em nossas vidas que erramos, mas mesmo assim as vezes é possível concerta-los com o tempo ou pelo menos aprender com os erros, mais a pior coisa do mundo e que nos mata a todo momento nos consumindo a cada respiração, é o remorcio, remorcio por ter feito as coisas mais horriveis do mundo com as pessoas que mais te amam, e pior fica, quando estes erros não podem ser concertados ou esquecidos, resta-nos então a dor e a maldição, e foi isto o que aconteceu comigo... A maldita vida que hoje levo, é reflexo do dia em que fiz minha sobrinha chorar.

sábado, 1 de março de 2008

O DIA EM QUE MINHA SOBRINHA CHOROU - 2º PARTE

... Continuação.





... Há tempos não sentia o calor de um abraço, há tempos ninguem havia me demostrado tanto carinho e afeto, há tempos eu estava me sentido só... E foi ela, minha linda sobrinha de apenas seis anos de idade, que despertou em mim, esse lado carente, lindo e proibido de um espirito profano e imaculado capaz de seduzir e ser seduzido por uma alma tão ingenua e infantil, capaz de despertar desejos e libidos retraidos e esquecidos por mim, mas que com aquele abraço, se afloraram tomando conta da minha pele e corpo, e minha alma almejava como nunca, sentir o toque daquele corpo angelical no meu, e eu queria de alguma forma retribuir todo o carinho, afeto e demonstração de amor que minha sobrinha havia demonstrado para comigo; e mesmo abraçada com minha sobrinha sobre a cama, passei a alisar e tocar seus lindos cachinhos de cabelo, ao mesmo tempo que presionava seu fragil corpo contra o meu, sentia meu corpo cada vez mais quente, e uma excitação cada vez maior, e a medida que em que eu estava me afastando, ela veio e me deu um beijinho na bochecha e disse: venha titia, venha deitar comigo, respondi que tinha que vesti meu pijama, e que já estava indo dormir também, levantei da cama, respirei forte e profundamente e voltei a procurar algo para me vestir, enquanto revirava minha gaveta, percebi que minha menina não tirava os olhos do meu corpo, peguei rapidamente uma camiseta longa e muito fininha, porém confortavel e me vesti, não usava nada por baixo, odeio dormir com calcinha ou soutien, gosto de me sentir livre; virei em direção a minha cama e perguntei para minha sobrinha se podia apagar a luz? ela respondeu que gostaria que deixasse só mais um pouquinho acessa, corri então para a cama e me coloquei debaixo da coberta, nesse mesmo instante, minha sobrinha veio e me abraçou gostoso, e pude novamente sentir o calor e o perfume daquele corpo de menina, com meu rosto virado para seu lado, perguntei se ela tinha algum namoradinho na escola, ela sorrindo disse que não, mas os meninos ficavam querendo beijar sua boca na hora do recreio, eu logo disse que ela era muito novinha para beijar meninos, e que não podia, e ela rapidamente me perguntou: titia e se for beijinho de beija-flor? perguntei o que era beijinho de beija-flor? ela levantou seu rosto, e deu-me um selinho na boca, seguido de uma longa e gostosa gargalhada, respondi que beijinho de beija-flor podia, mas se alguém tentasse lhe dar um beijo de verdade, que ela devia contar para mim. Titia como é um beijo de verdade, perguntou? não sabia o que responder, como explicar a uma garotinha de seis anos como era um beijo de verdade? seus olhos brilhavam a medida que a resposta não vinha, passei as mãos sobre seu rosto e me aproximei, e subitamente como se estivesse enfeitiçada, aproximei meus lábios de sua boca e a beijei...




Meu Deus, eu sei o quanto estava errada fazendo aquilo, mas havia algo maior do que eu, que me impelia e me obrigava, a sentir o doce sabor dos lábios de minha sobrinha, com a boca aberta, toquei bem de leve naqueles pequenos lábios, e com minha lingua, abri espaço dentro de sua pequenina boca, despejando toda minha saliva e chupando ao mesmo tempo, sua pequenina e quente lingua, e como uma boa aluna, minha menina aceitava silenciosamente, todo e qualquer desejo que aflorava por todos os poros de minha pele, a medida que o tempo passava, eu serpenteava mais e mais, minha lingua por todos os cantos de sua boca, dando chupadas vigorosas em seus lábios e lingua, ao mesmo tempo que minhas mãos suspendião sua fina blusinha branca, com gola rendada, deixando amostra seu tronco e seios nus; sua pele clarinha emanava um perfume de criança e um calor ingênuo de pureza e inocência, seus olhos enormes me fitavam com ar de interrogação e dúvida, pois não sabia ou não entendia o que estava acontecendo, ela simplesmente cedia as minhas investidas e desejos. Neste momento passei a tocar e alisar a pele, ombros e costas da minha sobrinha, passava minhas mãos sobre seu corpo, como quem quer devorar por completo aquele banquete de pele branca e rosada, indefesa, e muito jovem; chupava sua boca vigorosamente, enquanto minhas mãos serpenteavam seu corpo, e aos poucos, tentava puxar para baixo com movimentos suaves, toda a roupa que cobria seu quadril e pernas, desci todo seu pijama, deixando minha sobrinha nua, completamente pelada, e pude então contemplar aquele frágil corpo, estendido sobre minha cama, completamente nua, sem marcas nem cicatrizes, desprovido de qualquer pelo pubiano, apenas uma pele muito branca e visivelmente tremula...







Eu estava tomada por um espirito maldito, que me fazia perder o controle sobre minhas ações e desejava cada vez mais sentir, tocar, penetrar o corpo da minha sobrinha de apenas seis anos; ela estava deitada sobre minha cama totalmente sem roupa, foi quando puxei o restante da coberta para baixo e levantei minha camiseta branca de tecido fino, ficando também completamente nua, neste momento puxei minha menina para cima de mim, enquanto sentia o calor de sua pele, e as batidas fortes de seu coraçãozinho, parecia até que iria sair pela boca, seu corpinho tremia muito, como se estivesse pressentindo o pecado a sua volta; e eu cada vez mais forte, beijava, abraçava e apertava aquele fragil corpo ao meu; nesta hora parei de beija-la e pedi para que ela olhasse meus seios, ela levantou seu tronco e olhou meus seios com meus bicos rosados e pontudos, peguei suas mãos e passei a alisar meus peitos, sentindo seus dedinhos tocarem minha pele de forma tão delicada e carinhosa, pedi então para que os chupasse, para que passasse a lingua nos biquinhos e mordesse bem devagarinho, e como uma boa aluna ela obedeceu copiosamente, o tesão que sentia ao ser mamada e mordiscada pela minha sobrinha era indescritivel, os bicos dos meus seios estavam duríssimo e minha vagina estava ensopada, e não resistindo mais, peguei sua mão direita e levei ate minha "xoxota" e disse: sinta o quanto a titia é quentinha, coloque seu dedinho ai dentro e veja se está molhadinho? a principio ela ficou quietinha, não se mecheu, ficou apenas com as mãos na portinha da minha vagina, peguei então seus dois dedinhos indicadores e coloquei dentro da minha "racha" e passei a me masturbar, colocando seus dedinhos dentro da minha xana e apertando-os contra meu grelo, e nesta hora, pedi para que ela brincasse com minha "lindinha", colocando seus dedinhos dentro da titia e tirando, e aos poucos ela foi se interesando e a medida que eu ficava mais molhada, mais dedinhos ela colocava, pedi então para que ela fechasse os 5 dedinhos, e segurando-a pelo pulso direito, fui introduzindo seus dedos para dentro da minha "racha", a medida que seus dedos entravam em mim, a dor e o tesão almentavam, e cada vez mais eu forçava seu pulso de encontro a minha vagina, fazendo com que aos poucos deus dedos e sua mão entrassem dentro da minha buceta... nossa, me lembro do imenso prazer que senti ao ter a carne da minha vagina invadida pela mão da minha sobrinha, senti sua mão todinha dentro de mim, forcei seu braço até senti seus dedos tocarem meu útero, comecei então a tirar e colocar sua mãozinha dentro da minha "xota", e fiquei com este movimento ate gozar de tesão, melando toda a mão e dedos da minha pequena menina; urrava feito uma louca desvairada, dizia que ela tinha feito tão gostoso, e que a titia estava gritando e gemendo de felicidade, e que sua mãozinha era a coisa mais gostosa que já tinha entrado dentro da titia...




Retirei sua mão de dentro de mim e pedi para que ela olhasse como a titia estava, arreganhei então minhas pernas e abri minha buceta para minha sobrinha, foi quando ela disse que tinha ficado um "buracão" no meio das minhas pernas, notei que ela teve medo, ao ver como minha xoxota havia ficado, mas respondi que não estava doendo, e que era deste jeito que as meninas ficam quando crescem... E que um dia, sua "pererequinha" ia ficar daquele jeito, mas que ela não ia sentir dor, e que a titia iria dar uma olhadinha para ver como era seu "brinquedinho" e se era parecido com o da titia...



Deitei minha sobrinha novamente em minha cama e me posicionei ao lado dela, abri então suas perninhas e pedi para que ela me deixasse ver sua "pererequinha", notei então que ela não queria abrir suas pernas, fazia força para mante-la fechada, foi quando olhei para seu rosto e notei que lágrimas escorriam de seus olhos, ela havia então começado a chorar...




... Continuação.




terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

O DOCE SABOR DO AMARGO FEL.

Maconha, hummmm aquele cigarrinho de maconha é tão bom, me deixa leve, feliz, me faz esquecer dos problemas e me possibilita continuar a viver; porêm quando o vício chega ao ponto de consumir toda a realidade e você passa a viver uma fantasia, uma mentira, é porque você já está no fundo do poço, com a cara na lama, dependente quimica e viciada. E é neste ponto em que eu estava algum tempo atráz, não tinha dinheiro para sustentar o vício, por isso dava a bunda e a buceta em troca de algumas gramas deste "doce remédio", e o pior de tudo é que pode ser encontrado em qualquer lugar, em qualquer esquina, eu conseguia o meu na faculdade; em frente ao bloco das artes, no campus Santa Monica, bem no fundo do bloco da Geografia, há uma imensa arvore, uma mangueira para ser mais especifica, e era ali que eu juntamente com meus amigos e colegas, gostamos de fumar um gostoso baseado, sem sermos incomodado por ninguêm, e foi ali que conheci um carinha que fazia parte de uma banda de música alternativa, ele era muito lindo e comunicativo, gostava de sair para festas e baladas, era um amante da noite, e assim como eu, discutia política, sociedade e entretenimento, com uma desenvoltura e um conhecimento de quem tem não só entendimento do assunto, mas sim, vivencia, experiência. E apartir daquele dia, passamos a nos conhecer melhor, a gostarmos da presença um do outro, e a sair para todos os cantos desta maldita cidade, até que, certo dia quando estava na aula, meu celular tocou, era ele perguntando se eu estava afim de beber alguma coisa em sua casa, até aquele momento, não havia trepado com ele, tinha rolado apenas alguns beijos, não queria que ele desconfiasse do quanto sou vagabunda e puta, por isso, dei uma de difícil, queria ser valorizada por ele, queria que ele gostasse realmente de mim... Topei seu convite na mesma hora, fiquei super feliz ao ponto de não ver a hora da aula acabar logo, para ele me pegar na saída da faculdade; já passava das 22:00 hs, quando meu lindo homem aparece em sua moto, estava com um sorriso diferente no rosto, notei um certo ar de malícia em seus olhos, soube naquele momento o que iria rolar naquela madrugada, e que a noite seria curta para o que iríamos fazer, só não imaginava, que ele havia descoberto que eu era puta, que eu dava para todos e qualquer um em troca de um cigarro de maconha, que seus amigos já haviam me traçado.


Me aproximei de sua moto e elogiei, dizendo que adorava viajar de moto, coloquei o capacete e seguimos rumo a sua casa, ele havia dito que hoje não iria ter ensaio da banda, e que seus amigos iriam para um barzinho qualquer, ele queria ficar em casa, mas não sozinho; aquilo me deixou louca de tesão, pois sabia que iria trepar a noite inteira.
Sua casa ficava em um bairro afastado do centro da cidade, era um condomínio fechado de classe média, entramos e ele logo me perguntou o que eu iria beber, dirigiu-se para a cozinha, enquanto eu aguardava na sala, estavamos sozinhos na casa, e a minha vontade de chupar aquele homem era irresistivel, mas queria deixar ele tomar iniciativa, odiaria que ele descobrisse a puta que existe dentro de mim, queria ser mais que sua amiga, mais que uma simples transa, queria ser sua mulher... Derrepente ele aparece com uma garrafa de vinho tinto, uma garrafa de champaign e uma de cerveja, e me pergunta por onde iriamos começar? eu logo respondo: nossa, acho que você quer mesmo me ver bebada, talvez esteja com segundas intensões... ele se aproxima e responde: honestamente eu só tenho uma intensão em relação a você, e garanto que é a melhor possivel... e com aquele sorriso sacana, se aproximou dos meus lábios e beijou-me suavemente, sem nem mesmo ficar corado, enfiou suas mãos por baixo da minha blusa e tocou meus seios, apertando deliciosamente meus bicos, que a esta altura já estavam duros e eretos; encheu nossas taça com vinho e foi logo me oferecendo um "baseado", ascendeu um enorme cigarro que já estava preparado e deu uma longa tragada, e logo depois colocou seu cigarro em minha boca, e eu viciada como uma cadela, dei uma tragada profunda, pude sentir aquele calor percorrer todo meu corpo, me deixando cada vez mais leve e embriagada; em meio a toda aquela fumaça e aroma de erva, não havia percebido que aquele homem já havia desabotuado sua calça e estava com sua pirosca toda para fora, se masturbando enquanto me beijava, achei estranho pois ele nunca havia agido daquela forma comigo, aos poucos guiou minha mão direita ao encontro do seu cacete, me fazendo masturba-lo; foi quando retirei apressadamente minhas mãos daquela "jeba" e perguntei o que estava acontecendo? porque ele estava agindo daquela forma comigo? neste momento ele abriu os olhos espantado e sem nenhuma palavra levantou-se do sofá posicionando-se na minha frente e sem nenhuma explicação desferiu-me um murro no meio do rosto, senti arder muito forte o local do golpe, mas não era dor, era mais vergonha e incompreensão, não sabia ou não entendia o que estava acontecendo, quando dei por mim, estava deitada no sofa, com a impressão de estar com o lado direito do rosto todo inchado, comecei a chorar e tentei me levantar, foi quando tomei outro murro no mesmo local, era muito forte, e meu olho direito parecia não querer abrir, pois ardia muito, nesta hora ele começou a descer minha calça, e arrancar minha calcinha, ao mesmo tempo em que retirava minha blusa me deixando completamente nua e machucada naquele sofa de couro, deitou-se sobre mim, arreganhou minhas pernas para os lados e começou a golpear minha buceta com aquela manjuba dura, e a cada penetrada ele abafava meu choro colocando sua mão direita sobre minha boca me fazendo ficar em silêncio, juro que não sentia nenhuma sensação de dor ou prazer em relação a penetração, só não entendia porque estava sendo violentada, ainda mais pelo homem que eu tanto gostava, e a dor no meu rosta ficava cada vez mais intensa, e a impressão que tinha era de que meus rosto estava deformado devido ao inchaço; e não se preocupando com que estava acontecendo, ele continuava a trepar violentamente comigo, abrindo e levantando minhas pernas para que ele pudesse colocar cada vez mais forte e profundo seu cacete dentro de mim, e sem nenhuma explicação começou a me chingar de tudo quanto era nome, dizendo que cadela, vagabunda e safada merecia tomar pau no cú sem dó, e que iria me arregaçar pois putinha nenhuma iria faze-lo de troxa, e piranha ele come o rabo e joga a cabeça fora... comecei a compreender que ele havia descoberto a verdade, e que estava furioso por saber que eu era uma puta barata, mas hora nenhuma eu havia brincado com seus sentimentos, até porque éramos apenas amigos, só sei que ele não precisava fazer aquilo, logo eu que estava gostando tanto dele, eu não merecia... neste momento ele retira sua mão da minha boca e se aproxima, me segura forte pelo cabelo e escarra dentro da minha boca desferindo logo em seguida mais um tapa em meu rosto, continuo chorando e me debatendo muito porêm agora, ele olha fixamente para mim e diz: por quê voce me enganou? não me contou que era puta? por quê não me falou que já havia trepado com todos meus amigos? por quê me fez gostar cada vez mais de voce? naquele momento entendi que ele se sentia traído por estar apaixonado por uma puta, ele não aceitava o fato de já ter trepado com todos seus amigos, menos com ele; nesta hora ele retira seu pau de dentro da minha buceta e me coloca de quatro no sofá, e sem dizer nada enfia novamente seu cacete em minha racha, enquanto enfia seus dois dedos polegares dentro do meu cú, ele abre minha bundinha e coloca cada vez mais profundo seus dedos dentro do meu interior, tira e coloca cada vez mais fundo, enquanto isso, sua vara vai dando estocadas fortes dentro da minha xana, machucando meu útero e ferindo as paredes da minha vagina, derrepente ele tira os polegares de dentro do meu cú e me faz chupar seus dedos sujos; eu já não me importo mais e neste momento eu falo: é verdade, sou safada, vagabunda e piranha, e a única coisa que eu queria de você, é que gostasse de mim da mesma forma que gosto de você, por isso omite a verdade e mereço ser castigada, mas não se faça de vítima porque se não fosse assim, jamais comeria uma buceta tão gostosa como a minha, aproveite pois esta noite eu sou toda sua... acho que estas palavras encherão aquele homem de tesão, pois nesta hora ele tira seu pau da minha buceta e coloca dentro do meu rabo, segurando seu cacete com a mão, ele coloca cada vez mais fundo sua vara dentro do meu cú, ele me esfola todinha, mas agora, sinto que ele não está com raiva ou violento, está é com tesão, pois a cada penetrada em meu rego, ele percorre meus seios e barriga com a outra mão, e com seus lábios beija e morde minhas costas , nuca e orelha; apesar do meu rosto esta ardendo muito, e um dos olhos está muito inchado, começo a sentir um tesão descomunal, primeiro por saber que ele havia se apaixonado por mim, e que sua ira e revolta era porque estava gostando de uma puta, segundo, eu adoro ser penetrada por tráz, sinto um tesão colossal em ter o intestino recheado por um cacete extremamente duro, entrando e saindo do meu cú, dilatando e rasgando minhas pregas; derrepente eu viro o rosto para traz e digo: me deixa assentar gostoso no seu cacete, vou colocar ele tudinho dentro de mim... e sem dizer uma única palavra, ele retira seu pau do meu rabo e se deita no sofá, esperando ser cavalgado por uma potranca, vagabunda e insandecida; me agacho sobre seu corpo e lentamente vou descendo sobre aquela rola sedenta de cú, assento até seu cacete desaparecer dentro do meu rego, enfio ele todinho até desaparecer, logo depois, subo até retirar ele totalmente de dentro do meu cú, e continuo enfiando e retirando, descendo até o fundo e tirando ele completamente de dentro de mim, o tesão e o prazer que sinto em ter o anús violado, me dá uma vontade louca de fazer coco, e mesmo sendo uma profissional do ramo, é muito difícil não lambuzar uma rola que está completamente dentro do nosso cú, invadindo e dilatando nosso intestino, e neste sobe e desce gostoso, vou me masturbando, passando meus dedos sobre meu grelo, e já não suportando mais de tesão, resolvo brindar o vagabundo, com o sexo mais deprevado e nojento da sua vida, e agachada sobre seu corpo e com o seu talo todo dentro de mim, arreganho bem minhas pernas, deixando minha buceta bem aberta para que ele possa ver eu no auge do meu tesão urinar toda sobre ele, jatos fortes de urina saem em direção ao seu rosto e corpo, ele com sua boca aberta, começa a beber toda a urina que vai em sua direção, nossa que tesão que sinto só de pensar naquele momento... devo ter urinado litros de mijo, pois estavamos cobertos de urina e o sofa todo ensopado, e com a rola toda dentro do meu cú pude sentir aquele homem gozar e expelir porra por todo meu anus, sentia os jatos de semem tocar as paredes do meu intestino, enquanto seu cacete vibrava de tesão, lentamente fui subindo até quase seu pau sair de mim, então pedi para que ele olhasse eu tirar seu talo de dentro de mim, foi quando a cabeça inchada do seu cacete saiu do meu cú, juntamente com um caldo quente percorendo as paredes do meu cú e escorrendo sobre seu pau e corpo; peguei aquele cacete ainda duro em minhas mãos e comecei a leva-lo até a boca, onde chupei todo aquele caldo que estava sobre aquele menbro, chupava e guardava sobre a lingua aquele líquido que havia saido do meu cú; me levantei e me dirigi até seu rosto e despejei de uma só vez, todo aquele caldo repleto de esperma, saliva e secreções anais dentro da sua boca e disse: este é o gosto do meu cú! gostou? o safado engoliu tudo e ainda meteu sua lingua dentro da minha garganta em sinal de aprovação; com seu cacete já amolecido, ele disse que agora era minha véz de sentir o gosto de sua urina, levantou-se, deixou-me deitada no sofa e colocou aquele membro flacido todo dentro da minha boca e começou a mijar em mim, bebia todo aquele líquido, como se estivesse morta de sede, e aos poucos ele me dava um banho de chuva dourada, jorrando urina por todo meu rosto e corpo, derrepente ele segurou forte seu membro e apertou, fazendo com que interrompesse os fortes jatos de mijo que açoitavam meu rosto, fez com que eu abrisse minhas pernas e escancarasse minha buceta, e introduziu seu cacete em minha xoxota, e logo em seguida voltou a despejar aquele caldo dourado e morno dentro da minha racha, sentia aquele liquido quente percorrer as paredes da minha xota, e escorrer por toda minha perna, bunda e costa...
E nesta hora, a melhor parte da trepada aconteceu, foi quando ele se aproximou de mim, e me beijou de lingua, pedindo perdão por ter me surrado, e que jamais havia amado uma pessoa, como estava me amando naquele momento, e se eu quisesse, eu poderia ser dele, só dele.
Hoje sou amaziada e tenho um filho com o filho da puta, que me fez sentir o doce sabor do amargo fel.

sábado, 23 de fevereiro de 2008

MINHA IRMÃ É UMA CADELA.

O que irei relatar agora, me deixou transtornada e ao mesmo tempo extasiada, pois nunca tinha visto uma pessoa ter relações sexuais com animais, ainda mais se esta pessoa fosse minha irmã caçula.
Antes de iniciar meu relato, farei algo que até agora nunca havia feito antes, pois em todos os relatos eu descrevo os lugares e as pessoas com o máximo de fidelidade possivel, procurando não ocultar ou omitir qualquer caracteristica física ou psicológica dos personagens. Como pretendo agora preservar a identidade da minha maninha caçula, todas as caracteristicas físicas dela serão invertidas, para que os leitores jamais saibam quem é a protagonista deste epsodio bizarro. farei uma descrição exatamente inversa de suas qualidades e atributos físicos sinalisando com letras maiusculas, todas as caracteristicas invertidas por mim, seja da personagem ou do contexto em geral, se voce for realmente experto, saberá como ela é realmente e o quanto ela é linda.
Moravamos em um APARTAMENTO eu, minhã irmã mais velha e a caçula, nosso cantinho era pequeno, mas era PRÓPRIO, e ficava bem de FRENTE aos demais APs.
Eu nunca tive uma intimidade muito grande com minha irmazinha caçula, pois éramos muito diferente pensava eu, principalmente nossa personalidade... ela tinha os cabelos LISOS e NEGROS como a madrugada, é um pouco BAIXINHA, porêm tem os seios ENORMES e o quadril LARGO, mas o que ela mais ODIAVA em seu corpo, era a FALTA de POPANÇA, era RETA como uma TÁBUA; isso fazia com que sua estima fosse muito BAIXA, contribuindo muito para sua TIMIDEZ e consequentemente FALTA de NAMORADO.
Como estava sempre SOZINHA, ela não SAÍA muito de casa, e como forma de camuflar sua solidão, resolveu ADOTAR um cachorrinho; era um PASTOR ALEMÃO que se chamava THÉO, estava sempre brincando e pulando pelo sofá, e aos poucos o THÉO foi crescendo e tornou-se um lindo e grande CÃO DE GUARDA.
Certa ocasião estava eu visitando minha mãe, em nossa cidadezinha natal, quando decidi voltar mais cedo para casa, antecedendo assim o dia da minha chegada. E apartir deste momento, quando abri a porta da minha casa silenciosamente, meu mundo nunca mais seria o mesmo, pois o que presenciei naquela tarde era algo novo e bizarro e que até hoje fantasia os meus mais loucos devaneios... Abri a porta e imediatamente, percebi que o téo não estava na sala sobre o sofá, fechei a porta e coloquei a mala sobre o tapete em um canto da sala, e me dirigi para a cozinha, quando ouço um gemido muito baixo e abafado, vindo do quarto; meu corpo se congela dos pés a cabeça, imediatamente percebo que minha irmã caçula não está sozinha, achava que ela estava transando com alguém, pois ao me aproximar sorrateiramente da porta do quarto, pude ouvir mais claramente seus gemidos e gritos, denunciando assim um tesão e um prazer que só uma boa "foda" pode nos proporcionar; sei que não é certo espionar as pessoas pelo buraco da fechadura, mas minha curiosidade para saber com quem minha irmã estava trepando e se ela era recatada ou não na cama, sobrepujou minha índole, que alias eu não tenho nenhuma... Mas o que ví me deixou de cabelos em pé, minha irmã estava ajoelhada de quatro no tapete do quarto, com a bunda toda arrebitada para cima, enquanto o THÉO, nosso cachorro, estava sobre ela, com as patas dianteiras sobre seus ombros e costas, mandondo a "manjuba" estremamente vermelha para dentro da racha rosada da minha maninha, ele dava estocadas rápidas e profundas dentro da sua buceta, cujo o "cacete" tinha uma cabeça pontuda e muito vermelha, e na perte posterior daquele cacete, havia uma espécie de bola ou nó muito grosso, com a espeçura de um punho fechado... minha irmanzinha abafava seus gemidos e gritos, com o travesseiro em sua boca, enquanto seu cachorro penetrava sua racha cada vez mais forte e profundo, até que notei quando aquele nó estremamente grosso, entra para dentro da racha da minha irmã, arrancando gritos, gemidos e lágrimas de sua face, noto que um filete de sangue começa a escorrer pela sua perna, ao mesmo tempo em que o THÉO, começa a gozar jorrando litros de semem dentro da vagina ferida da minha irmazinha, aquele líquido transparente e viscoso escorre em abundancia para fora da sua racha, fazendo uma poça de "porra" no tapete proximo de sua perna; como se estivesse com a intensão de retirar seu cacete de dentro da vulva arregaçada dela, o THÉO vira-se e fica atrelado rabo a rabo com minha irmã, sua respiração é profunda e acompanhada de muito tesão, e a cada tentativa de "desingatar" que o THÉO dava, minha irmã gemia feito uma cadela no cio, jamais tinha presenciado algo tão chocante em toda minha vida, eu estava tendo o prazer de ver a xana da minha irmã sendo penetrada por um cachorro cuja vara enorme estava toda enterrada até o caule, em sua buça inchada e estremamente inundade de porra canina... acredito que minha irmã não seja adepta convicta da zoofilia, mas em momentos de extrema solidão, nós temos que nos contentar com aquilo que esta em nossa volta, e nada mais justo, que dar um pouco de prazer, áquela criatura que está tão proxima da gente e que é considerado por muitos como o melhor amigo do homem, e vejo que é também o melhor amigo de nós mulheres...
Em um movimento mais brusco, o THÉO retira sua manjuba de dentro daquela buceta inchada, e mais uma véz, outro caldo de porra sai daquela racha, eu não imaginava que um cachorro pudesse expelir tanta porra daquele jeito, a buceta da minha maninha esta totalmente inchada, e exposta como uma couve-flor, o THÉO se aproxima daquela racha e começa a lamber de cima em baixo, os vestigios de semem que estão espalhados pela racha, coxa e bunda da minha irmã; ela ainda permanece de quatro como se estivesse se recuperando de algo extremamente dolorido, e a cada lambida no meio da xota, era como se a dor cedesse lugar ao prazer e ao alivio de ter sido violentada por tão grande e grosso membro canino. Quando penso em sair de trás da porta, imaginando que minha irmã já tinha terminado sua maratona sexual, ela começa a introduzir seus dedos no próprio anús, tirando e colocando, enquanto seu cachorro lambe seus dedos e seu cuzinho, ela coloca inicialmente dois dedos inteiros dentro do cu, colocando até o fim e depois tirando para que o THÉO possa lambelos, e com movimentos cada vez mais rápidos e profundos, ela começa novamente a respirar ofegante e forte, enquanto vai colocando três, quatro dedos dentro do seu cú, e com movimentos ritimados, ela introduz e retira seus dedos de dentro do rabo, e o cão parece adorar o gosto de seus dedos, pois a cada retirada de dentro do cú, ele prontamente lambe seus dedos lambuzados e sujos, que loucura, jamais imaginaria que minha irmã fosse tão safada e cadela daquele jeito, a ponto de se render a uma das maiores pervessões sexuais que existe... e nesta hora ela retira os dedos do rego e tateia os pelos do cachorro procurando alcançar sua "jeba" já recolhida e escondida por aquela grossa e peluda pele que recobre os genitais dos cachorros, ela chama o THÉO para mais proximo dela e puxa o cacete do cachorro pára fora, forçando a pele para cima, e com a boca aberta, vai de encontra aquela vara vermelha, engolindo toda aquela manjuba, com movimentos lentos, ela passa a lingua em torno daquela cabeça pontuda e que aos poucos vai engrossando e novamente aquele nó extremamente grosso vai aparecendo, e sem perder tempo, ela fica novamente embaixo do cão onde segura seu cajado com a mão direita, colocando aquele coloço na porta do seu cu, e lentamente ela vai introduzindo tentando proteger seu rabo, das estocadas violentas e rápidas que o THÉO proporciona, seus gemidos aumentam a cada estocada e sem conseguir segurar mais, ela fica com o rabo todo para cima enquanto segura forte o travesseiro sobre seu rosto, abafando seus gritos com as duas mãos, e aquele colosso com movimentos rápidos e viris, procura de toda maneira introduzir aquele nó enorme no rabo da minha irmã, já não aguentando mais de dor, ela procura se levantar na tentativa de retirar aquela pica enorme de dentro do rego, segura na cabeceira da cama e se coloca completamente de pé, fazendo com que a jeba do cão saia de dentro do seu cú, e não suportando mais a dor, se joga sobre a cama; o THÉO com seu fucinho, procura de todas as maneiras, fazer com que minha irmã volte a ficar com a bunda para cima, na esperança de continuar a "traçar" aquele rego apertado, só parou depois de tomar uma ralhada e perceber que não havia mais chance de continuar seu lindo trabalho; minha irmã estava exausta, suas pernas tremiam muito, como se estivessem em constante convulsão, e para piorar, o lençol da cama estava todo sujo, pois ao jogar-se na cama, fezes que estavam em seu intestino, e haviam saído após a penetração anal, haviam lambuzado todo seu cú e suas pernas, ela imediatamente levantou-se e retirou o lençol do colchão;... Lentamente saí de tráz da porta e começei a caminhar para o lado da sala novamente, acho que o THÉO já sabia da minha presença, pois depois de terminar de foder o cú da minha irmã, ele não saiu da porta e ficava com seu fucinho na fresta por baixo fungando forte, peguei minha mala novamente e voltei a abrir a porta, quando estava prestes a sair, a porta do quarto se abre e o THÉO corre em minha direção latindo forte, finjo que estou acabando de chegar, e noto quando minha irmã saí do quarto com um pano enrolado sobre as mãos, ela toma um susto ao me ver entrando e rapidamente me pergunta o que aconteceu para mim estar chegando antes da hora, menti dizendo uma bobagem qualquer, e que era para ter chegado mais cedo ainda e que só estava chegando agora - enfatizei - porque o ónibus havia quebrado próximo da rodoviária. Rapidamente minha irmã caminhou em direção ao tanque dizendo que tinha que lavar algumas roupas... e sem desconfiar de que eu havia presenciado o sexo mais pervertido e animalesco de toda minha vida, continuou seu trajeto rumo a lavanderia, enquanto eu me jogava sobre o sofá, tentando me recuperar da imagem e do fato de que minha irmã era uma verdadeira cadela.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

O DIA EM QUE A PUTA PAGOU.

Era maio de 1998 em um final de tarde, quando dei entrada no Hospital de Clinicas da UFU, estava sentindo muita febre e uma dor abdominal intensa, seguida por calafrios que percorriam toda minha espinha vertebral; foi nesta época que descobri que estava GRAVIDA, meu mundo desabou sobre minha cabeça, não queria acreditar que isto estava acontecendo comigo, sabia que esta era a pior notícia que uma garota pode receber e que não havia nada pior nesta vida do que uma gravidez indesejada... Como estava enganada, hoje eu sei.
Como eu havia dito antes, toda ação gera uma consequência, eu havia trepado muito, usado e consumido vários tipos de drogas e entorpecentes, meu corpo havia sido penetrado e sodomizado por todo tipo de vagabundo, drogado e ladrão, e havia um em especial, com o qual eu estava me relacionando ultimamente, havia até me mudado para sua casa, pareciamos até uma família, por isso decidi dizer que aquele filho que eu esperava era dele, bem... podia ser mesmo dele, ou não, quem sabe?
Bem, como eu estava dizendo, a dor que eu sentia era tremenda, tive uma gravidez de risco, e logo no início, foram pedidos vários tipos de exame que fazem parte do pre-natal, e mais ou menos seis meses depois, logo no inicio de 1999, descobri algo que iria mudar minha vida...
Resultado... tive um filho, moro com o vagabundo que supostamente é seu pai, e hoje pago caro pela vida depravada, promiscua e pervertida que levava e ainda levo. Mas se engana quem pensa que estou só, que sou infeliz e me escondo por entre sombras e becos... não, eu fiz tudo que sempre quis, vivi a vida no limite, sou quem sou por opção e não me arrependo de nada, trepei e chupei muito, esprementei de quase tudo nesta miseravel vida, conheci a noite e a beleza das madrugadas, tive as entranhas invadidas por imensos e desejosos membros, senti o prazer de ser penetrada por lingua, dedos e mãos, me surpreendi com a dor descomunal de ser serviciada por três homens ao mesmo tempo, viajei por lugares lindos e fantasticos quando estava sobre os efeitos de narcoticos e baseados, violentei o corpo de virgens meninas e meninos, feri o coração de jovens amantes e apunhalei as costas dos fracos e oprimidos, bebi, cantei, fumei, aprendi e ensinei, e hoje, o que me resta? o que tenho para oferecer aqueles que estão ao meu lado? quem estará comigo quando eu me for? será que vou sofrer?...
Nossa, são tantas perguntas cuja as respostas eu não sei, ou sei e prefiro não acreditar... é mais fácil não pensar, mas tem momentos, principalmente aqueles em que estou sozinha, ou quando o vento invade meu quarto pela janela, ou aqueles em que entro sorrateiramente no quarto e fico olhando meu lindo filho dormir... algo estranho invade minha alma, e um vazio tremendo se apodera do meu corpo e mente, e vejo o quanto sou superficial, e o quanto minhas mãos estão vazias, então eu choro, não sei bem o porquê ou qual o motivo, as lagrimas apenas insistem em sair dos meus olhos.
E são estes momentos que me fazem refletir sobre pasado, presente e futuro e deixam minha garganta seca, meu peito em ponto de explodir de tanta dor e revolta, e a única solução que me resta, é blasfemar contra o criador dos ceus e terra, pela maldição que açoita dia após dia meu corpo, debilitando minha saúde precaria e enrugando este corpo antes esbelto, hoje rodeado de feridas fétidas que sãem pela pele e não se comparam com a febre intermitente que assolam meus ossos, a dor que se espalha pela coluna, cabeça e face provocada pela meningite, é superada apenas pelo infortúnio das constantes diarréias sanguinolentas, que aos poucos vão estirpando todas as minhas forças. E dessa forma vou levando dia apos dia minha vida, curta e dilascerante vida, sem arrependimentos nem máguas, apenas um ódio medonho cujo culpado não é ninguêm mais ninguêm menos, do que eu mesma, sodomita e repudiada; enganadora, mentirosa e lesada; blasfema, ordinária e desonesta; e o preço que tenho que pagar para ser quem sou, é muito alto alto demais...

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

SOROPOSITIVO.


Sem nome, sem pátria, sem história...

ninguém sabe de onde veio...
do norte, do sul ou do estrangeiro quem sabe?...
sem nome nos hospitais, isolada, perdida, sem identidade
excluída pelo preconceito e pelo racional humano, sem nome
sem cultura, nem sonhos;
ali está ela sem ter ninguém para segurar-lhe a mão em seu último suspiro.
está só e continua sem nome.
Porque nós a deixamos assim...

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

SER PUTA OU NÃO SER... EIS A QUESTÃO?

É raro encontrarmos uma pessoa especial nesta vida, principalmente no meu caso, devido a vida degenerada e desregrada que sempre tive. Estava com 17 anos quando o destino sorriu para mim, uma única vez ele me deu a chance de me tornar uma pessoa melhor, ou quem sabe diferente; naquela época eu não dei importancia, cheguei até mesmo a ridicularizar algumas pessoas que havia conhecido, dentre elas estava este jovem... ele não era bonito, nem mesmo promissor, o que diria então rico; coitado, era um pé rapado assim como eu, mas havia uma coisa que não posso negar, ele me amava de verdade, isso eu sei; acredito que ele se entristecia a cada nova descoberta do meu passado, porêm nunca me julgou, nunca me desmereceu, nunca se sentiu superior a mim... só que eu, imersa em minha ignorancia e saturada de tanta vaidade, desdenhei e tratei aquele que um dia me amou, como um cão, pois é isto que ele era para mim, um cachorro que vinha de cabeça baixa todas as vezes que eu ordenava, bastava para isso estalar os dedos e tudo de mal que eu havia feito ou dito para ele, parecia irrelevante, pois ele prontamente me desculpava e logo em seguida se sentia a pessoa mais feliz do mundo, só porque eu estava ali, ao seu lado, tratando-o como um qualquer, as vezes me escondendo para que ninguém me visse ao lado de tão insignificante e até desagradavel presença, dependendo da ocasião; quantas vezes o humilhei abertamente, nem me lembro dos momentos em que tive vergonha de estar ao seu lado, era comodo para mim ficar com ele quando estava só, mas se queria sair com algum gatinho ou mesmo com algum amigo, tornava-se imediatamente um estorvo, um impecilho.
Há quantas vezes o fiz chorar! quantas noites em claro impus aquela criatura! quantas vezes o trai! mas tudo bem, brincar com sentimentos de quem não gostamos não nos machuca, pensamos até que eles gostam de serem marionetes e brinquedos em nossas mãos, adoramos ter escravos, subordinados e fieis; amamos despresar aqueles que verdadeiramente nos amam, a minha arrogância só não foi maior que o preço que vou pagar pelo resto da vida!
Os anos se passaram, e com eles os sonhos não concretizados, hoje não tenho mais escravos, nem mesmo uma pessoa capaz de me ver com aqueles olhos que um dia eu fui vista, ao contrario, me tornei escrava das desilusões, dos amores, das paixões, das drogas, da bebida, do sexo e da depravação, e principalmente da vida pois é ela quem dirá o quanto ainda devo permanecer aqui dentre vós, e o que me reserva daqui para frente!
Há se eu pudesse voltar os anos... Creio que faria tudo novamente, não mudaria um "i" na minha vida, ou vocês acham que eu ficaria com um otário, pé rapado e corno, só para não passar pelo que já passei? como eu disse, sou puta e vagabunda por opção, escolhi ser safada, piranha e drogada porque gosto, não me arrependo das milhares de vezes que fui fodida, penetrada, estuprada, violentada, arregaçada e abusada, pois em todas elas eu gozei e aceito com alegria o presente inesperado que a vida me deu.
Porra, quero que todos aqueles que um dia me amaram verdadeiramente vão para puta que pariu!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

O DIA EM QUE MINHA SOBRINHA CHOROU.

O que irei relatar hoje com certeza ira chocar muitos de vocês, sendo este talvez meu maior pecado e quem sabe o início de todo meu castigo. Isto aconteceu há muito tempo, eu ainda morava com minha irmã mais velha, ela havia engravidado de um "La Plata" e teve uma linda menina; os anos se passarão, eu entrei para a faculdade e certo dia, estava fumando maconha com uns amigos, em uma festinha particular na casa de um deles, quando avistei o garoto por quem estava completamente apaixonada, beijando uma vagabunda qualquer, aquilo me deixou arrasada, não queria acreditar, não suportava mais ser sozinha, e no meio daquela loucura, resolvi dar um "tapa" em algo mais forte, como por exemplo a cocaina. Deus, aquilo me deixou extasiada, aquela sensação de solidão e vazio havia acabado, eu me sentia não como um anjo, mas como um demônio, capaz de fazer qualquer coisa e ter qualquer um; haaaa que sensação extraordinária, eu seria capaz de "dar" a noite inteira, não só para o garoto por quem estava apaixonada, mas tambem para a "puta" que o acompanhava, nesta hora, não existe o certo e o errado, não existe homem e mulher, não existe preconceito ou cor, resta apenas, um desejo descomunal de ser feliz, uma vontade imensa de pegar o que é seu por direito, a certeza de que voce é espacial... não demorou muito, para aquela sensação de vazio, solidão, impotência tomar conta de mim novamente, resolvi então que já era hora de partir, e fui para casa mais cedo que de costume; lá chegando, encontro minha irmã tentando fazer minha sobrinha dormir, pois ela iria sair com o namorado e não voltaria para casa naquela madrugada... Disse a ela que poderia sair, eu mesmo tomaria conta da minha sobrinha, precisava apenas tomar um banho e que iria dormir logo; deixei minha linda sobrinha assistindo TV, enquanto entro para o banheiro e retiro minha roupa na esperança que a água leve toda esta angustia e dor que paira sobre meus ombros.



Minha sobrinha é linda, seus cabelos loiros e cacheados a transformam em uma verdadeira boneca, esta sempre brincando com sua "barbie" ou andando em sua pequena bicicleta, ela já estava com seis anos naquela época, hoje já é uma adolescente, e assim como a mãe e a tia, já posso prever seu futuro...



Sentei no chão frio do banheiro, enquanto a agua morna derramava sobre meu corpo, estava me sentindo muito sozinha, muito carente, muito frágil e desprotegida, estava em um daqueles momentos em que nós mulheres, transaríamos com o primeiro homem que batesse a nossa porta, ou seja, eu estava realmente necessitada, começo então a chorar, abraçada as minhas próprias pernas, faço uma oração silenciosa, na tentativa de que Deus me desse uma resposta as muitas súplicas que há tempos tenho lhe pedido; mas é envão, e a única resposta que ouço, são meus próprios soluços e gemidos no canto frio daquele banheiro...


Derrepente, ouço uma voz fininha e angelical batendo a porta, é minha sobrinha de apenas seis anos perguntando o por quê estou chorando? não chore titia, por favor, não chore... Me lembro disto como se fosse hoje.


Respirei forte pela boca, tentando tomar algum fólego, e respondi que não estava chorando; não se preocupe, a titia está apenas pensando meu anjo, eu já vou sair do banheiro, fica ai assistindo TV que eu já vou. Levantei do chão, fechei o chuveiro e me enrolei na toalha depois de enchugar meus olhos, devo ter passado umas quatro ou cinco vezes o pente pelos cabelos e abri a porta... Ela estava ali parada, olhando com aqueles olhos enormes, me fitando com um ar de dúvida e receio, porêm seus olhos transbordavam ternura, como se estivesse compartilhando da mesma dor, do mesmo sofrimento do que eu; novamente com sua voz fininha, ela pergunta: estava chorando titia? Eu respondo que não, que estava apenas com saudade da vovó, você não tem saudade da vovó? perguntei.


Estendi minhas mão em sua direção, e peguei sua mãozinha conduzindo-a até o quarto, disse que já estava tarde e era hora de menina ir dormir, retirei a coberta que estava sobre a cama e coloquei-a deitada; nesta hora, com seus olhos enormes ela me pede para dormir comigo, pois já sabia que sua mãe não viria naquela noite, fomos então para meu quarto, enquanto ela se ajeitava em minha cama, eu terminava de enchugar meu corpo próximo do guarda-roupa, procurando algo para vestir... Neste momento ouço minha sobrinha dizer: Titia você tem o corpo mais bonito que eu já vi, quando eu crescer quero ser igual a senhora... Nesta hora, viro-me para tráz e vejo minha sobrinha assentada sobre a cama olhando fixamente para meu corpo, seus olhos sem nenhuma maldade ou malícia percorrem meu corpo de cima em baixo, olhar este, que uma mulher espera receber do homem que ama, pelo menos uma vez na vida.



Não sei o que se passou em minha cabeça naquele momento, mas era tudo que eu queria ouvir, era tudo que eu precisava ouvir, e repentinamente um desejo enorme de abraçar minha sobrinha e agradecer pelo elogio, tomou conta de mim, e sem perceber que ainda estava nua, andei até ela e estendi meus braços em um abraço forte e demorado, nesta hora me faltaram palavras e as lágrimas voltaram a correr pelo meu rosto...



Existem demônios que assolam nossos pensamentos constantemente, e para nos livrarmos dele é preciso sermos fortes, forte o bastante para afasta-lo de nossa cabeça... mas quando eles invadem nosso corpo, ai não tem jeito, porque na luta do espirito contra a carne, a carne sempre devora o espirito.



E naquele abraço longo e terno, comecei a sentir o calor daquela menina, calor que emanava de seus bracinhos finos e desnudos, calor que vinha de seu hálito e me embriagava, calor que passava de seu corpo para o meu me fazendo travar uma luta já perdida contra meus próprios demônios.
continua...

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

FUI CAVALGAR, E ACABEI SENDO CAVALGADA.

Era manhã de quinta-feira, quando um "tempra" para na porta da minha casa, eram meus colegas que freneticamente buzinavam e gritavam de dentro do carro, apressando-me para nossa viagem, iríamos a uma fazenda aqui do município, as margens da represa de miranda, onde haveria muita bebida, música, homens e é claro sexo e depravação.
Eu usava uma mini-saia jeans, com uma blusinha de tecido fino azul que mostrava perfeitamente o contorno dos meus seios durinhos e pequenos, cujos mamílos esticavam o tecido de forma extremamente sensual, minhas pernas são longas e bem torneadas, e minha bundinha, nossa... é simplesmente um tesão, tenho a popança grande, branquinha e durinha, não existe "jumento" neste mundo que não queira penetra-la.
Despedi da minhã irmã mais velha com quem morava, fechei a porta e fui ao encontro dos rapazes, que já estavam visivelmente eufóricos; dois deles eram meus colegas de faculdade, havia uma garota ao lado do motorista com uma cara de quem comeu e não gostou, visivelmente descontente com minha presença, a pintura que usava na cara era tão forte e chamativa, que naquela ocasião mais se parecia com uma puta barata, enquanto eu "a verdadeira puta" estava tão linda e natural que despertava a inveja daquela vadia e os olhares de todos que ali estavam. Havia também ao meu lado, um garoto que eu não conhecia, amigo de um dos meninos, era alto, branco, magro, cabelos negros e curtos, usava óculos e era deliciosamente tímido, mal conseguia me olhar nos olhos, ficava sempre de cabeça baixa ou olhando para o horizonte atravás da janela, e quando eu fingia não perceber, notava que ele me comia com olhos olhando fixamente minhas pernas e coxas.
Pronto, apartir daquele momento, eu já sabia quem seria minha vítima, eu iria devorar aquele garoto todinho, e ensinar-lhe a arte da depravação e da luxúria pois podia jurar que era virgem ou no mínimo inocente e bobalhão.
Chegando na fazenda, notei que já tinham mais três carros estacionados na porta, e já era possível ouvir a algazarra que vinha de dentro da casa, descemos nossas bagagens e nos instalamos cada um a sua maneira, havia quartos só para casais e quartos onde iriam dormir apenas garotas e um outro que ficariam apenas os rapazes; escolhi ficar com as meninas, já que era solteira e não tinha namorado; ao caminhar pela fazenda, notei um enorme pomar com dezenas de frutas das mais diferentes qualidades, havia uma piscina de porte médio na lateral da casa e aos fundos um imenso lago de águas claras, tinha um tablado de madeira que adentrava uns cinco metros para dentro da represa e uma canoa de metal amarrada em uma das pilastras de sustentação deste tablado; a esquerda da casa, ficava um enorme galpão de madeira, usado para guardar mantimentos, adubos e rações e aos fundos ficava um pequeno estábulo com dois cavalos pangarés, mas que daria para quebrar o galho, pois eu amo cavalgar a cavalo.
Já estava escurecendo quando eu terminei de tomar meu banho, desci até o alpendre, onde todos já estavam bebendo, tocando violão, jogando truco e comendo churrasco, foi quando notei a figura do meu gostoso e tímido rapaz encostado no canto da parede, isolado com apenas um copo de cerveja e é claro, me comendo com os olhos de maneira disfarçada e marota. Peguei um copo e um prato e fui caminhando em direção ao meu jovem rapaz, como não havia mais lugares nas mesas e nem cadeiras, me aproximei do rapaz de óculos e perguntei se poderia me sentar ao seu lado, em uma mureta que circuncidava o alpendre. Ele prontamente me atendeu dizendo que sim, cabisbaixo, mal conseguia virar a cabeça em minha direção para me olhar nos olhos, imagina se aventurar em puxar uma conversa? decidi então tomar iniciativa e tentar saber um pouco mais sobre ele...

Não vou e nem poderia narrar o que e quais eram os assuntos que conversamos naquela noite, devo dizer apenas que conversamos muito, nos conhecemos e ao contrário do que eu pensava, ele era muito inteligente e bem educado... até que decidimos ir ao estábulo onde eu disse haver dois cavalos, mais que até aquele momento ele não tinha nem mesmo notado o enorme galpão de madeira a esquerda da casa.

Abri a enorme porta de madeira que fechava o galpão e adentramos, como estava muito escuro, tentei encontrar o interruptor das luzes que ficava em uma viga bem no centro galpão, acendi e caminhamos rumo ao estábulo, eu já estava um pouco alta, ele ao contrário, havia bebido muito pouco e se encontrava sóbrio, calmo e estranhamente confiante e seguro, falava sempre baixo, tocando de leve sempre que podia minhas mãos e não tirava os olhos do meu rosto. chegamos até o estabulo e ficamos um bom tempo encostado na cochera apenas olhando os cavalos e conversando, conversando muito, até que derrepente, ele aproximou-se por traz, encostou seu corpo em minhas costas, segurou minha cintura com uma das mãos enquanto a outra virava meu rosto de encontro ao seu, sem pedir licença ou permição, beijou-me calorosamente, serpenteando sua lingua dentro da minha boca, e a única coisa que eu fui capaz de fazer, era retribuir aquele beijo, introduzindo também minha lingua e sorvendo sua saliva; eu estava molhada de tesão e queria mostrar aquele jovem, o significado de uma trepada inesquecivel, porém foi ele que começou a tomar conta da situação, mesmo eu estando de costa para ele, o safado já havia retirado minha camiseta, descido o meu short e estava massageando e apertando os bicos dos meus seios, enquanto a outra mão chegava minha calcinha para o lado e meu grelo ia sendo dedilhado pelos seus dedos. A minha surpresa foi realmente grande, quando virei de frente para ele, rasguei sua camiseta branca e desci sua calça jeans, havia ali uma enorme "jeba" dura, chegava a ser desproporcional ao restante do seu corpo franzino e aparentemente delicado, sempre tive sorte (ou azar - não sei) em relação ao tamanho dos pénis que me comem, estava boquiaberta com aquela linda ferramenta tocando minha barriguinha, meu primeiro impulso, foi me agachar e mamar aquela manjuba grande, dura e grossa, babava e salivava como uma cadela no cio, colocava aquela vara bem no fundo da garganta e sugava vigorosamente aquele mastro, era um cacete tão gostoso, que mesmo tendo ansia de vómito no momento em que ele tocava fundo minha garganta, eu não resistia e não conseguia parar de mamar naquele cacete.
Nesta hora ele me levanta pelos braços e me puxa até um canto onde estava um amontoado de sacos de linho, contendo farelos e sementes, ele me levanta e me deixa deitada sobre os sacos, fecha minhas pernas e desce minha calcinha, e nesta hora, arreganha minhas pernas deixando minha bucetinha bem a vista, é quando sinto um prazer imenso ao ser tocada bem no fundo por sua lingua quente e aspera, era um prazer indescritivel, ele serpenteia, suga, chupa, lambe introduz... sua lingua tudo ao mesmo tempo, me fazendo gozar como uma louca, uma puta vadia, uma égua safada; aos poucos ele vai subindo e metendo toda aquela tora dentro de mim, sem dó e sem compaixão, ele bombeia vigorosamente aquele colosso, sinto as paredes do útero sendo estocadas violentamente por aquele homem, e no meio daquele frenessi intenso, não me importo se alguem vai nos pegar ali, não me importo com preservativo, não me importo com nada, a não ser que quero gozar novamente, com aquela rola dentro da minha racha; ele continua por vários minutos tirando e colocando aquele cacete de dentro de mim, com movimentos firmes e profundos, cada vez mais forte e mais rápido, nesta hora, ele pega minha perna esquerda levanta e coloca sobre seu ombro, retira seu cacete de dentro da minha xoxota e posiciona no rumo do meu buraquinho, como eu havia dito, homem nenhum resiste ao meu rabo, e com aquele cacete completamente lubrificado pelos meis líquidos vaginais, de uma só véz, em uma única estocada, força entrada pelo meu anus me fazendo ver estrelas, eu dou uma gemida forte e profunda, tão profunda quanto o alcance de sua "jeba" em meu cú, estou suando e gemendo muito, o safado se parece com uma máquina não para nunca, e cada vez mais acelera os movimentos dentro de mim, seu pau desliza gostoso e suave pelo meu intestino, aos poucos ele vai diminuindo o rítimo, retirando completamente seu cacete de dentro de mim e voltando a introduzi-lo profundamente, e esta sensação de algo imenso entrando e saindo do meu rabinho, alargando e distendendo minhas pregas, me proporciona um prazer incrivel, e já não aguentando mais, gozo novamente, fazendo com que meu cú exerça contrações vertiginosas naquele cacete; e por incrivel que pareça ele ainda quer mais, retira seu pau de dentro do meu rego e levanta-se, me colocando de pé e de costas para ele, apoiada com uma das pernas sobre os sacos de sementes, ele arrebita minha bundinha para traz e novamente volta a penetra-la, só que agora, devido a esta posição, sinto seu "cajado" tocar muito fundo dentro de mim, como se tivesse cutucando meu estomago, começo a ter medo de que ele venha ferir meu intestino, e novamente ele continua cadenciadamente retirando seu cacete completamente e voltando a penetrar profundamente a minha bunda, minhas pernas estão tremulas, eu já estou toda inchada pois já faz mais de uma hora que começamos a transar, e ele não traz em seu rosto, nenhum sinal de cansaço ou de que quer parar de me fuder, novamente ele começa a diminuir o rítimo até tirar completamente seu cacete de dentro do meu cú, ele senta nos sacos e me puxa para cima dele fazendo com que eu fique de costas para ele e sentada em seu colo, sua manjuba esta toda suja e melada, mas isto parece não o incomodar, ele me segura pelo quadril, levanta minha anca e me faz assentar sobre aquele cacete extremamente duro, minha bucete é novamente castigada, ele me obriga a cavalga-lo forte, subindo e descendo até seu cacete tocar meu útero, enquanto isso, uma de suas mãos começam a deslizar sobre minhas costas e descem até o meu rego, com os dedos ele começa a penetrar meu rabo todo melado, enquanto sua vara entra e sai da minha buceta, ele força cada vez mais seus dedos dentro de mim, procurando enfiar três, quatro dedos inteiros dentro do meu cú, sinto uma dor descomunal, afinal de contas estou sento duplamente penetrada; derrepente, ele me puxa com muita força para baixo, fazendo com que seu cacete arregace meu útero e seus dedos rasguem meu cú, e uma enchorrada de porra escorre pela minha buceta, aliviando a dor das paredes vaginais e uterinas esfoladas pelo atrito constante daquela manjuba sedenta e insaciavel.

O estranho é que a primeira vista, aquele garoto magro, de óculos e tímido, parecia não saber nada sobre depravação e degeneração sexual, e eu que pensava ser professora, acabei aprendendo a ser cavalgada como uma égua insandecida.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

UMA VAGABUNDA QUE SONHA EM SER SANTA.

O que vou relatar agora, não é minha história, até porque eu sei muito bem quem sou, e não preciso da aprovação e nem da salvação de ninguém... Eu não presto, jamais quis ser santa e nunca fiz pose de boazinha, aprendi que a vida é difícil, umas poucas pessoas estão realmente interessados em ti ajudar, mas a grande maioria, querem lhe ver se foder, cair e não mais se levantar...
A mais ou menos treze anos atrás, entrei na Universidade Federal de Uberlândia, campos Santa Mónica, após fazer cursinho noturno no colégio Anglo; eu me sentia deslocada, já que aquele era um mundo novo para mim, pois até aquele momento eu só havia conhecido as noites uberlandenses e de algumas cidades aqui da região, e desta forma comecei a perder o interesse pela faculdade, pois sentia que ela não estava me ajudando em nada, foi então que a coordenadora do meu curso, me chamou para sua sala, pois ela e mais alguns poucos professores sabião dos problemas que estava passando por ter um filho, ser vagabunda, usar drogas, ser portadora...
Enfim, decidiu me ajudar, fazendo com que eu me interessasse novamente pela faculdade, como o curso que faço estuda muito antropologia, sociologia e filosofia, decidi fazer uma pesquisa sobre outras pessoas dentro do campos que passarão ou estão passando pelos mesmos problemas que os meus... Que satisfação a minha em descobrir que eu não estou sozinha neste mundo, há mais gente como eu aqui nesta Universidade, e não são poucas.
Através dos professores, veteranos e arquivos, comecei a estudar a vida de uma garota que assim como eu, teve um percurso sórdido até chegar aqui, somos tão parecidas que deixa de ser uma simples coicidência e chega ao ponto de ser bizarro. E é sobre esta garota, que se acha uma vítima da fatalidade que vou narrar.
Ela é linda, magra, alta, branca, olhos claros quase verdes, seios pequenos, cabelo channel, adora usar saia indiana e sandálias. Quem vê, jamais imagina a vida imunda e triste que esta jovem tem, nossa única diferença, é que eu procuro ao máximo esconder de todos o "bichinho" que eu porto, ela ao contrário, escancara para Deus e o mundo sua infeliz e pesada Cruz.
Fiquei perplexa e intrigada quanto a coincidencia existente entre nossas vidas, ela fora criada em um lar EVANGÉLICO, e eu em uma família extremamente CATÓLICA, ou seja, ambas estavam lado a lado com DEUS. Ela começou sua vida sexual desde muito cedo, Aderindo a promiscuidade e a perversão sexual com muito vigor e afinco, Mentiu descaradamente para mãe, irmãs, amigos, namorados... Saiu de uma cidadezinha vagabunda e chula e veio morar em Uberlândia; Praticou muito sexo oral, anal e grupal; Fumou muita maconha e cheirinho da lóló; Injetou muita cocaína e crack nas veias; Trepou com muitos degenerados e sádicos que faziam de tudo com seu corpo; Frequentou muitos shows, festas e luais; Adorava sair para barzinhos, boates e eventos culturais; Fez um aborto quando era adolescente, Teve um filho na juventude e não vai chegar até a velhice; Entrou na faculdade, enganou e foi enganada por um vagabundo e hoje finge que tem uma família feliz; E finalmente, sabe que a morte virá ligeira acompanhada de muita dor e debilitação, mas mesmo assim, acredita que poderá receber o perdão divino e transforma-se da noite para o dia, de uma VAGABUNDA em uma SANTA.

COMO ME TORNEI UMA PUTINHA - FIM.

Continuação.



... E com a rola lubrificada, meu irmão posicionou seu cacete no rumo do meu anus, e bem lentamente e com muito cuidado, tentava sem sucesso colocar aquela manjuba dentro de mim, parece que só ele não via a impossibilidade daquela cabeçorra enorme e grossa, entrar dentro de um buraquinho tão pequeno e delicado, a cada tentativa de penetração, meus braços e pernas gelavam como gelo, eu suava frio literalmente procurando de todas as maneiras possíveis, desvencilhar daquele pesadelo, eu já estava completamente exausta, de tanto me debater, gemer e berrar, na esperança de escapar daquilo, foi quando ele disse que se eu ficasse calma, seria mais facil e menos doloroso a penetração, naquele momento minhas pernas já não tinham forças, foi quando derrepente senti algo se rompendo seguido de um ardor muito forte, era como se estivessem rasgando minha carne, soltei um berro ensurdecedor ao mesmo tempo que senti percorrer um líquido muito quente pelas minhas pernas; em um primeiro momento, achei que não tinha suportado a dor e havia me sujado toda, foi quando olhei para baixo e para traz e notei uma grande quantidade de sangue que saía do meu anus, compreendia agora que meu irmão acabava de rasgar todas as minhas pregas, pude sentir então aquela cabeçorra gigantesca, sendo estrangulada pelos meus musculos anais, Deus como ardia... havia uma sensação enorme de tentar expelir tudo que estava dentro de mim para o lado de fora, mas havia algo gigantesco impedindo a saída. Queria que aquele pesadelo acabasse logo, mas sabia que estava apenas no começo, pois meu irmão havia colocado apenas a cabeça do seu mebro dentro de mim, havia ainda mais de 18 cm. de rola a me penetrar; foi quando ouvi ele dizendo para que eu tivesse calma, pois o pior já havia passado...
ficamos imoveis por mais de dois minutos, aguardando que eu me recomposse, pois tive a nítida sensação de que iria desmair na hora da penetração, meu sangue havia se extinguido do meu corpo, estava branca como vela e gelada como uma pedra de gelo, foi quando lentamente, meu irmão iniciou um vai e vem em um ritimo muito calmo e devagar, introduzindo centimetro por centimetro de sua longa rola, ao mesmo tempo que usava seus dedos para massagear minha vagina, aos poucos, a dor foi cedendo lugar a uma sensação de prazer, acompanhado de um forte sentimento de submissão e impotencia, pois não havia nada que pudesse fazer para mudar aquela situação, eu não conseguia me mover pois a cada movimento, por menor que fosse, sentia uma dor profunda, como se estivesse com uma ferida aberta dentro de mim; aos poucos aquela manjuba entrou toda dentro do meu rabo, sentia aquele cacete forçar passagem pelo meu intestino, empurrando para traz, tudo aquilo que queria sair, nesta hora os movimentos começaram a acelerar, meu irmão tirava seu cacete de dentro do meu cú, deixando apenas sua cabeça, logo em seguida colocava todo ele para dentro em uma única estocada, os movimentos agora eram rápidos e profundos, como aqueles que precedem uma ereção, implorei para que ele não gozasse, pois eu não tinha mais controle sobre meus musculos, e minhas pregas já não existiam mais, implorei para que parasse, pois já havia concretizado sua fantasia, e que me levasse até o banheiro, pois sabia que iria me lambuzar toda no momento em que ele retirasse aquela cabeçorra enorme de dentro de mim; minhas palavras não tinham mais efeito, meu irmão estava diferente, seus olhos estavam estranhos, foi quando ele me disse ofegante, vou gozar todo em seu rabo, como se fosse um cavalo, e se você lambuzar meu cacete com merda, farei você lambe-lo até ficar limpo, aquele, ja não era mais meu irmão, jamais ouvi palavras parecidas com aquelas, saírem de sua boca...
Derrepente, sinto jatos de semem invadirem meu intestino, a pressão provocada pela quantidade de porra era enorme, como se um rio escaldante estivesse prestes a se romper, meu irmão havia depositado litros de porra em meu anus, até a ultima gota, foi quando lentamente começou a retirar aquela extrutura grossa, inchada e cheio de veias calibrosa de dentro de mim, deixando apenas aquela cabeçorra na luz intestinal do meu anus, eu estava prestes a explodir, quando derrepente, de uma só véz, meu irmão retira a cabeça emperdigada do seu membro de dentro de mim, fazendo com que um canudo de merda, semem e sangue se projete para fora e para cima, aquele líquido amarelado de odor muito forte, saía aos jatos do meu anus, sentia aquela massa escorrer toda pelas minhas pernas, eu gemia e berrava como louca, devido a explosão e ao regaço que meu irmão havia feito ao retirar seu cacete, parte do meu intestino havia se projetado para fora, meu prolápso anál ardia como se tivessem mil láminas me cortando. Estava agora imóvel, frigida e de quatro em uma cama imunda ao lado de um homen que eu não mais conhecia; derrepente, meu irmão se aproxima de frente para mim, com aquele membro todo lambuzado e sujo de merda, e me obriga a chupa-lo agarrando forte minha cabeça pelos cabelos e pincelando aquela manjuba flacida e fétida em minha boca, obrigando-me a sentir o gosto das minhas próprias fezes...
Quando pensei que tudo havia acabado, o safado colocou-se novamente atráz de mim, e disse que iria colocar meu intestino novamente para dentro, e que apartir daquele dia eu nunca mais iria deixar de dar a bunda, neste momento ele força sem dó, todo o meu prolápso anal para dentro enfiando seu cacete novamente duro para dentro do meu rasgo; já não sinto mais dor, já não sinto mais nada, só não entendia como uma noite de amor havia se transformado em pesadelo...

Neste momento, vejo a porta do quarto se abrindo, e minha mãe em choque contemplando seu filho esfolar o cú da sua própria irmã.

... Toda ação gera uma consequência, naquela mesma noite fui expulsa de casa trajando apenas a roupa do corpo toda suja, cagada e ferida, carregava em uma das mãos apenas minha carteira contendo meus documentos e mais 62 reais, e na outra, um buque de rosas vermelhas, lembrança de um homem que um dia conheci.