domingo, 15 de junho de 2008
"HAPPY DAY"- não é o mesmo que "DEI FELIZ".
domingo, 8 de junho de 2008
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Meu patrão me detonou! Pois quem com ferro fere com ferro será ferido.
Tinha aproximadamente 17 ou 18 anos, e trabalhava em uma loja de ferragens em uma das principais avenidas do centro da cidade; eu era vendedora e meu patrão, um homem de idade já avançada, devia ter mais ou menos 55 anos era casado e tinha filhos mais velhos do que eu; e não perdia a oportunidade de me passar a mão ou me passar uma cantada quando estavamos a sós, vivia me fazendo propostas indecentes e me oferecendo coisas em troca da minha buceta; ele era um homem realmente muito nojento, vivia me encochando com sua barriga enorme e seu pinto pequeno.
Nesta época, eu morava de aluguel em uma "tapera" de tres comodos e um banheiro no fundo de uma casa juntamente com minha irmã mais velha. estava realmente passando por um momento dificíl, já que o proprietário havia pedido a casa e eu e minha irmã teríamos que nos mudar com uma certa urgência, e para isto eu precisava de dinheiro, por este motivo estava disposta a fazer qualquer coisa para conseguir este dinheiro, até mesmo dar a bunda para meu patrão.
Resolvi que iria dar o golpe do baú no coroa, iria me oferecer para ele e depois chantagea-lo com com esposa, passei então a executar meu plano; certo dia ao ser acariciada pelo meu patrão em seu escritório, falei que estava com vontade de ir para uma fazenda em minhas férias, pois estava precisando esquecer os problemas... o velho prontamente respondeu que tinha uma chacara na bera do lago, e se eu quisesse, nos poderíamos passar um fim de semana inteiro lá; adorei a ídéia, mas como forma de pressionar o coroa, perguntei para ele o que sua esposa iria achar... ele com ar de malandro disse que ela e nem ninguem precisava ficar sabendo, e que iríamos só nois dois... Eu já sabia o que iria rolar naquela chacara, por isso fui logo perguntando: O que eu guanho com isto, afinal de contas se alguém desconfiar eu poderia até perder o emprego... o velho babão como não era bobo, foi logo respondendo: Se voce for boazinha comigo, e prometer cuidar de mim neste fim de semana, eu dou um jeito de resolver todos aqueles problemas que você esta passando e ainda te ajudo a pagar o cursinho pré vestibular no final do ano.
Agora sim, estava satisfeita e louca para chegar o final de semana para poder trepar com meu patrão e arrancar um bom dinheiro do safado; na sexta feira a noite, já estava de mochila pronta e aguardando o velho em minha casa, quando ouço a buzina da sua caminhonete tocar, entrei e seguimos rumo a BR 050 sentido Araguari, e já na rodovia, o desgraçado me apalpava toda, acariciando minhas cochas e dizendo uma porção de bobagens do que iria fazer comigo, e o que queria que eu fizesse com ele. Ao chegarmos na fazenda, apesar da noite escura e fria, notei que era um lugar muito lindo, cujo rio Araguari passava bem no fundo de uma pequena casa muito bem montada. Nos acomodamos e logo ele perguntou se eu queria comer alguma coisa? e safada como sou, fui logo respondendo que sim, mais queria algo grande, comprido e grosso... Lembro como se fosse hoje, o sorriso largo que aquele velho, filho de uma puta estampou em sua cara, ele foi logo colocando suas mãos por dentro da minha camiseta e apalpando meus peitos de maneira forte e violenta; o safado estava mesmo com tesão pois tirou rapidamente minha camiseta e pasou a dar chupadas fortes em meus seios, e quando dei por mim, estava apenas de calcinha sendo penetrada por dedos grossos enquanto desabotuava sua calça...
gostaria de deixar registrado aqui, que seu pau apesar de muito duro, era pequeno, e aquela barriga enorme juntamente com toda aquela banha me davam nojo, hoje vejo, que para uma mulher trepar com um gordo, ele tem que ter muito dinheiro, pois o sacrifício não vale a pena.
... seus dedos estavam por dentro da minha calcinha, massageando e explorando minha racha, enquanto sua lingua procurava se alojar no fundo da minha boca; eu como não sou santa, já fui logo abrindo sua calça, e massageando sua "pica", nossa como era pequeno, eu estava acostumada a ser brutalizada por cacetes enormes... mas o que eu não faço por dinheiro? fui então me abaixando até colocar seu pau em minha boca, abocanhei por inteiro aquela pica, mamei como se fosse a maior chupeta que já havia entrado em minha boca, pediu para que eu me deitasse no pequeno tapete que estava na sala, arrastamos a mesinha de centro e fui logo me abrindo, oferecendo minha bucetinha ao desgraçado, que imediatamente caiu de boca e passou a chupar e enfiar toda sua lingua dentro do meu buraquinho, depois de me dar um banho de lingua, meu patrão deitou-se sobre o tapete e me colocou sobre ele, introduzi aquela pequena pica dentro de mim e comecei a cavalgar bem devagar, evitando assim que seu cacete saísse de dentro de mim; subia e descia sobre aquela barriga enorme, fingindo estar delirando de tesão, e a cada cavalgava, meu patrão ficava com mais tesão e passava a falar palavrão e a me chingar de tudo quanto era nome; comecei a perceber que ele começava a parecer euforico, pois me fazia sentar cada vez mais forte em sua pica e a apertar com muita intessidade meus seios e bunda, ele começou então a dar palmadas em minha bunda e a me obrigar a ficar olhando para ele, enquanto ele falavra palavrão e me chingava de tudo quanto era nome, com sua mão espalmada, ele segurava forte minha cintura, fazendo eu me assentar e levantar sobre seu cacete, muito rápido e forte, até o momento que eu pedi calma para ele, pois aquilo estava me machucando, foi quando ele tirou suas mãos da minha anca e segurou forte meu queixo, me golpeando com um forte tapa em meu rosto, enquanto esbravejava um monte de palavrões e adjetivos que não merecem ser ditos aqui; fiquei muito assustada, pois não esparava aquilo, meu primeiro impulso foi tentar sair de cima daquele velho, foi quando ele segurou mais forte ainda meu rosto pelo queixo e me fez deitar sobre o tapete; usando de estrema força, ele se posicionou sobre mim, e passou a se movimentar com extrema força, enfiando seu cacete em minha bucetinha e me machucando com seu corpo pesado, nervosa e com lágrimas nos olhos, falei para sair de cima de mim, e quanto mais eu pedia, mais violento e sadico o velho se tornava, não comprendia o porquê do meu patrão me tratar daquela forma, afinal de contas eu estava dando gostoso para ele; neste momento meu patrão começou a me dar fortes tapas no rosto e a gospir em minha cara, me chamando de piranha vagabunda, e que ele não era besta de ficar bancando puta barata, e que hoje ele iria me ensinar a nunca mais ficar me insinuando para homem casado... assustada e com muito medo, continuei a ser penetrada vigorosamente, meu corpo já estava todo dolorido e marcado com vergões dos tapas, mordidas e apertos que meu patrão desferia sobre mim, foi quando notei que no quarto ao lado, cuja luz estava apagada, havia alguém na espreita nos observando. clamei então por socorro, na esperança de obter ajuda, foi quando ouvi uma voz feminina calmamente perguntar: é esta a vagabundinha que estava a fim de te dar o cú para arrancar seu dinheiro? é esta mesmo, respondeu meu patrão, foi quando no meio da penumbra do quarto sai a esposa do meu patrão, trazendo em uma das mãos uma barra de ferro cilindrico de mais ou menos 40 cm de tamanho com um diametro aparentemente da grossura de dois cabos de vassouras unidas; e ao se aproximar de mim, ela disse, vamos então dar a ela o que ela tanto quer, segura a safada que agora é minha vez de lhe ensinar como dar encima do esposo de outra mulher...
Meu patrão colocou meus braços ao lado do meu corpo e me abraçou forte, prendendo assim minhas mãos, rolou e deitou-se novamente sobre o tapete, me deixando sobre ele, completamente exposta, com minha bunda para cima enquanto seu cacete ficava alojado em minha racha, eu chorava muito, mas não conseguia me mover, pedia pelo amor de Deus para me soutar, queria ir embora, foi quando senti a esposa do meu patrão se aproximar e começar a introduzir aquela barra de aço em meu anus, nossa como ardia, ela começou a enfiar sem dó aquele ferro em mim, e pude sentir meu anus ser rasgado e dilacerado por aquela barra de ferro, e com penetrações cada vez mais profundas pude sentir o frio daquele aço atingir o fundo do meu intestino, meu patrão abria cada vez mais minhas nadegas para facilitar que meu rabo fosse arrombado pela sua esposa, e ela sem nenhuma dó, enfiava violentamente aquele instrumento em meu rego, ela devia ter colocado mais da metade daquele ferro em mim, foi quando senti que aos poucos ela passou a retirar aquele instrumento de dentro do meu cú, e foi quando ele finalmente saiu, que percebi o estrago que ele havia feito, pois senti meu patrão sorrir e festejar muito quando colocou quatro dedos de uma mão e quatro dedos da outra mão dentro do meu cú e abri-lo, sentia que a entrada do anus estava toda ferida, mas uma dor maior ainda vinha do fundo do meu intestino, ouvi então a esposa do meu patrão falar que iria colocar aquela barra de ferro toda suja em minha buceta, ele rapidamente retirou sua pica da minha buceta que imediatamente foi invadida por aquele aço extremamente grosso, aquela mulher estava me violentando com extrema crueldade, pois a violência com que ela me penetrava, abria feridas por onde aquele ferro passava, e sem demonstrar nenhuma compaixão, ela introduziu aquele ferro até não caber mais, sentia meu útero ser castigado por aquele aço, minha vagina estava inflamada e inchada devido a violência, e meu patrão permanecia me apertando e segurando forte para que eu não me movesse, até o momento em que sua esposa enfiou quase todo aquele aço dentro de mim e disse: agora sim, esta safada teve o que tanto queria, esta toda arregaçada e detonada, largue esta vagabunda e vamos embora para casa...
Meu patrão me jogou para o lado e ao se levantar, possicionou-se sobre mim e escarrou em minha cara e disse que se eu quisesse ir embora, eu mesma teria que retirar aquele instrumento de dentro de mim; não conseguia me mecher, minha vagina estava muito inflamada, eu não tinha forças para puchar para fora aquele aço da minha buceta, e a cada tentativa, uma dor imensa percorria minha vagina e entranhas, era como se minha buceta estivesse trancada, ela havia inchado muito e agora estava prendendo aquele instrumento de ferro dentro de mim, com dificuldade consegui me colocar agachada e desesperada, puxei de uma só vez aquele ferro de dentro de mim, que saiu todo lambuzado de sangue, minha buceta estava muito inchada e ferida, a dor tomava conta de todo meu corpo e eu não conseguia ficar de pé.
Meu patrão se aproximou de mim, me pegou pelo pescoço e me forçou ficar de pé, me jogou sobre o sofá, enquanto sua esposa pacientemente aguardava na porta, mandou que eu me vestisse e que apartir de segunda-feira eu poderia passar na loja para acertar com ele, pois estava sendo demitida, e que ele não cumpriria o que havia me prometido pois não gostava de ser enganado, e que chantagista deveria era morrer...
E é isto... Fui detonada pelo meu patrão, pois perdi meu emprego, fiquei sem dinheiro, tive a maior infeção de urina em minha vida e fui internada por causa de um rompimento intestinal.
sábado, 5 de abril de 2008
O DIA EM QUE MINHA SOBRINHA CHOROU - FIM.
sábado, 1 de março de 2008
O DIA EM QUE MINHA SOBRINHA CHOROU - 2º PARTE
... Há tempos não sentia o calor de um abraço, há tempos ninguem havia me demostrado tanto carinho e afeto, há tempos eu estava me sentido só... E foi ela, minha linda sobrinha de apenas seis anos de idade, que despertou em mim, esse lado carente, lindo e proibido de um espirito profano e imaculado capaz de seduzir e ser seduzido por uma alma tão ingenua e infantil, capaz de despertar desejos e libidos retraidos e esquecidos por mim, mas que com aquele abraço, se afloraram tomando conta da minha pele e corpo, e minha alma almejava como nunca, sentir o toque daquele corpo angelical no meu, e eu queria de alguma forma retribuir todo o carinho, afeto e demonstração de amor que minha sobrinha havia demonstrado para comigo; e mesmo abraçada com minha sobrinha sobre a cama, passei a alisar e tocar seus lindos cachinhos de cabelo, ao mesmo tempo que presionava seu fragil corpo contra o meu, sentia meu corpo cada vez mais quente, e uma excitação cada vez maior, e a medida que em que eu estava me afastando, ela veio e me deu um beijinho na bochecha e disse: venha titia, venha deitar comigo, respondi que tinha que vesti meu pijama, e que já estava indo dormir também, levantei da cama, respirei forte e profundamente e voltei a procurar algo para me vestir, enquanto revirava minha gaveta, percebi que minha menina não tirava os olhos do meu corpo, peguei rapidamente uma camiseta longa e muito fininha, porém confortavel e me vesti, não usava nada por baixo, odeio dormir com calcinha ou soutien, gosto de me sentir livre; virei em direção a minha cama e perguntei para minha sobrinha se podia apagar a luz? ela respondeu que gostaria que deixasse só mais um pouquinho acessa, corri então para a cama e me coloquei debaixo da coberta, nesse mesmo instante, minha sobrinha veio e me abraçou gostoso, e pude novamente sentir o calor e o perfume daquele corpo de menina, com meu rosto virado para seu lado, perguntei se ela tinha algum namoradinho na escola, ela sorrindo disse que não, mas os meninos ficavam querendo beijar sua boca na hora do recreio, eu logo disse que ela era muito novinha para beijar meninos, e que não podia, e ela rapidamente me perguntou: titia e se for beijinho de beija-flor? perguntei o que era beijinho de beija-flor? ela levantou seu rosto, e deu-me um selinho na boca, seguido de uma longa e gostosa gargalhada, respondi que beijinho de beija-flor podia, mas se alguém tentasse lhe dar um beijo de verdade, que ela devia contar para mim. Titia como é um beijo de verdade, perguntou? não sabia o que responder, como explicar a uma garotinha de seis anos como era um beijo de verdade? seus olhos brilhavam a medida que a resposta não vinha, passei as mãos sobre seu rosto e me aproximei, e subitamente como se estivesse enfeitiçada, aproximei meus lábios de sua boca e a beijei...
Meu Deus, eu sei o quanto estava errada fazendo aquilo, mas havia algo maior do que eu, que me impelia e me obrigava, a sentir o doce sabor dos lábios de minha sobrinha, com a boca aberta, toquei bem de leve naqueles pequenos lábios, e com minha lingua, abri espaço dentro de sua pequenina boca, despejando toda minha saliva e chupando ao mesmo tempo, sua pequenina e quente lingua, e como uma boa aluna, minha menina aceitava silenciosamente, todo e qualquer desejo que aflorava por todos os poros de minha pele, a medida que o tempo passava, eu serpenteava mais e mais, minha lingua por todos os cantos de sua boca, dando chupadas vigorosas em seus lábios e lingua, ao mesmo tempo que minhas mãos suspendião sua fina blusinha branca, com gola rendada, deixando amostra seu tronco e seios nus; sua pele clarinha emanava um perfume de criança e um calor ingênuo de pureza e inocência, seus olhos enormes me fitavam com ar de interrogação e dúvida, pois não sabia ou não entendia o que estava acontecendo, ela simplesmente cedia as minhas investidas e desejos. Neste momento passei a tocar e alisar a pele, ombros e costas da minha sobrinha, passava minhas mãos sobre seu corpo, como quem quer devorar por completo aquele banquete de pele branca e rosada, indefesa, e muito jovem; chupava sua boca vigorosamente, enquanto minhas mãos serpenteavam seu corpo, e aos poucos, tentava puxar para baixo com movimentos suaves, toda a roupa que cobria seu quadril e pernas, desci todo seu pijama, deixando minha sobrinha nua, completamente pelada, e pude então contemplar aquele frágil corpo, estendido sobre minha cama, completamente nua, sem marcas nem cicatrizes, desprovido de qualquer pelo pubiano, apenas uma pele muito branca e visivelmente tremula...
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
O DOCE SABOR DO AMARGO FEL.
sábado, 23 de fevereiro de 2008
MINHA IRMÃ É UMA CADELA.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
O DIA EM QUE A PUTA PAGOU.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
SOROPOSITIVO.
Sem nome, sem pátria, sem história...
ninguém sabe de onde veio...
do norte, do sul ou do estrangeiro quem sabe?...
sem nome nos hospitais, isolada, perdida, sem identidade
excluída pelo preconceito e pelo racional humano, sem nome
sem cultura, nem sonhos;
ali está ela sem ter ninguém para segurar-lhe a mão em seu último suspiro.
está só e continua sem nome.
Porque nós a deixamos assim...
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
SER PUTA OU NÃO SER... EIS A QUESTÃO?
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
O DIA EM QUE MINHA SOBRINHA CHOROU.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
FUI CAVALGAR, E ACABEI SENDO CAVALGADA.
Eu usava uma mini-saia jeans, com uma blusinha de tecido fino azul que mostrava perfeitamente o contorno dos meus seios durinhos e pequenos, cujos mamílos esticavam o tecido de forma extremamente sensual, minhas pernas são longas e bem torneadas, e minha bundinha, nossa... é simplesmente um tesão, tenho a popança grande, branquinha e durinha, não existe "jumento" neste mundo que não queira penetra-la.
Despedi da minhã irmã mais velha com quem morava, fechei a porta e fui ao encontro dos rapazes, que já estavam visivelmente eufóricos; dois deles eram meus colegas de faculdade, havia uma garota ao lado do motorista com uma cara de quem comeu e não gostou, visivelmente descontente com minha presença, a pintura que usava na cara era tão forte e chamativa, que naquela ocasião mais se parecia com uma puta barata, enquanto eu "a verdadeira puta" estava tão linda e natural que despertava a inveja daquela vadia e os olhares de todos que ali estavam. Havia também ao meu lado, um garoto que eu não conhecia, amigo de um dos meninos, era alto, branco, magro, cabelos negros e curtos, usava óculos e era deliciosamente tímido, mal conseguia me olhar nos olhos, ficava sempre de cabeça baixa ou olhando para o horizonte atravás da janela, e quando eu fingia não perceber, notava que ele me comia com olhos olhando fixamente minhas pernas e coxas.
Pronto, apartir daquele momento, eu já sabia quem seria minha vítima, eu iria devorar aquele garoto todinho, e ensinar-lhe a arte da depravação e da luxúria pois podia jurar que era virgem ou no mínimo inocente e bobalhão.
Chegando na fazenda, notei que já tinham mais três carros estacionados na porta, e já era possível ouvir a algazarra que vinha de dentro da casa, descemos nossas bagagens e nos instalamos cada um a sua maneira, havia quartos só para casais e quartos onde iriam dormir apenas garotas e um outro que ficariam apenas os rapazes; escolhi ficar com as meninas, já que era solteira e não tinha namorado; ao caminhar pela fazenda, notei um enorme pomar com dezenas de frutas das mais diferentes qualidades, havia uma piscina de porte médio na lateral da casa e aos fundos um imenso lago de águas claras, tinha um tablado de madeira que adentrava uns cinco metros para dentro da represa e uma canoa de metal amarrada em uma das pilastras de sustentação deste tablado; a esquerda da casa, ficava um enorme galpão de madeira, usado para guardar mantimentos, adubos e rações e aos fundos ficava um pequeno estábulo com dois cavalos pangarés, mas que daria para quebrar o galho, pois eu amo cavalgar a cavalo.
Já estava escurecendo quando eu terminei de tomar meu banho, desci até o alpendre, onde todos já estavam bebendo, tocando violão, jogando truco e comendo churrasco, foi quando notei a figura do meu gostoso e tímido rapaz encostado no canto da parede, isolado com apenas um copo de cerveja e é claro, me comendo com os olhos de maneira disfarçada e marota. Peguei um copo e um prato e fui caminhando em direção ao meu jovem rapaz, como não havia mais lugares nas mesas e nem cadeiras, me aproximei do rapaz de óculos e perguntei se poderia me sentar ao seu lado, em uma mureta que circuncidava o alpendre. Ele prontamente me atendeu dizendo que sim, cabisbaixo, mal conseguia virar a cabeça em minha direção para me olhar nos olhos, imagina se aventurar em puxar uma conversa? decidi então tomar iniciativa e tentar saber um pouco mais sobre ele...
Não vou e nem poderia narrar o que e quais eram os assuntos que conversamos naquela noite, devo dizer apenas que conversamos muito, nos conhecemos e ao contrário do que eu pensava, ele era muito inteligente e bem educado... até que decidimos ir ao estábulo onde eu disse haver dois cavalos, mais que até aquele momento ele não tinha nem mesmo notado o enorme galpão de madeira a esquerda da casa.
Abri a enorme porta de madeira que fechava o galpão e adentramos, como estava muito escuro, tentei encontrar o interruptor das luzes que ficava em uma viga bem no centro galpão, acendi e caminhamos rumo ao estábulo, eu já estava um pouco alta, ele ao contrário, havia bebido muito pouco e se encontrava sóbrio, calmo e estranhamente confiante e seguro, falava sempre baixo, tocando de leve sempre que podia minhas mãos e não tirava os olhos do meu rosto. chegamos até o estabulo e ficamos um bom tempo encostado na cochera apenas olhando os cavalos e conversando, conversando muito, até que derrepente, ele aproximou-se por traz, encostou seu corpo em minhas costas, segurou minha cintura com uma das mãos enquanto a outra virava meu rosto de encontro ao seu, sem pedir licença ou permição, beijou-me calorosamente, serpenteando sua lingua dentro da minha boca, e a única coisa que eu fui capaz de fazer, era retribuir aquele beijo, introduzindo também minha lingua e sorvendo sua saliva; eu estava molhada de tesão e queria mostrar aquele jovem, o significado de uma trepada inesquecivel, porém foi ele que começou a tomar conta da situação, mesmo eu estando de costa para ele, o safado já havia retirado minha camiseta, descido o meu short e estava massageando e apertando os bicos dos meus seios, enquanto a outra mão chegava minha calcinha para o lado e meu grelo ia sendo dedilhado pelos seus dedos. A minha surpresa foi realmente grande, quando virei de frente para ele, rasguei sua camiseta branca e desci sua calça jeans, havia ali uma enorme "jeba" dura, chegava a ser desproporcional ao restante do seu corpo franzino e aparentemente delicado, sempre tive sorte (ou azar - não sei) em relação ao tamanho dos pénis que me comem, estava boquiaberta com aquela linda ferramenta tocando minha barriguinha, meu primeiro impulso, foi me agachar e mamar aquela manjuba grande, dura e grossa, babava e salivava como uma cadela no cio, colocava aquela vara bem no fundo da garganta e sugava vigorosamente aquele mastro, era um cacete tão gostoso, que mesmo tendo ansia de vómito no momento em que ele tocava fundo minha garganta, eu não resistia e não conseguia parar de mamar naquele cacete.
Nesta hora ele me levanta pelos braços e me puxa até um canto onde estava um amontoado de sacos de linho, contendo farelos e sementes, ele me levanta e me deixa deitada sobre os sacos, fecha minhas pernas e desce minha calcinha, e nesta hora, arreganha minhas pernas deixando minha bucetinha bem a vista, é quando sinto um prazer imenso ao ser tocada bem no fundo por sua lingua quente e aspera, era um prazer indescritivel, ele serpenteia, suga, chupa, lambe introduz... sua lingua tudo ao mesmo tempo, me fazendo gozar como uma louca, uma puta vadia, uma égua safada; aos poucos ele vai subindo e metendo toda aquela tora dentro de mim, sem dó e sem compaixão, ele bombeia vigorosamente aquele colosso, sinto as paredes do útero sendo estocadas violentamente por aquele homem, e no meio daquele frenessi intenso, não me importo se alguem vai nos pegar ali, não me importo com preservativo, não me importo com nada, a não ser que quero gozar novamente, com aquela rola dentro da minha racha; ele continua por vários minutos tirando e colocando aquele cacete de dentro de mim, com movimentos firmes e profundos, cada vez mais forte e mais rápido, nesta hora, ele pega minha perna esquerda levanta e coloca sobre seu ombro, retira seu cacete de dentro da minha xoxota e posiciona no rumo do meu buraquinho, como eu havia dito, homem nenhum resiste ao meu rabo, e com aquele cacete completamente lubrificado pelos meis líquidos vaginais, de uma só véz, em uma única estocada, força entrada pelo meu anus me fazendo ver estrelas, eu dou uma gemida forte e profunda, tão profunda quanto o alcance de sua "jeba" em meu cú, estou suando e gemendo muito, o safado se parece com uma máquina não para nunca, e cada vez mais acelera os movimentos dentro de mim, seu pau desliza gostoso e suave pelo meu intestino, aos poucos ele vai diminuindo o rítimo, retirando completamente seu cacete de dentro de mim e voltando a introduzi-lo profundamente, e esta sensação de algo imenso entrando e saindo do meu rabinho, alargando e distendendo minhas pregas, me proporciona um prazer incrivel, e já não aguentando mais, gozo novamente, fazendo com que meu cú exerça contrações vertiginosas naquele cacete; e por incrivel que pareça ele ainda quer mais, retira seu pau de dentro do meu rego e levanta-se, me colocando de pé e de costas para ele, apoiada com uma das pernas sobre os sacos de sementes, ele arrebita minha bundinha para traz e novamente volta a penetra-la, só que agora, devido a esta posição, sinto seu "cajado" tocar muito fundo dentro de mim, como se tivesse cutucando meu estomago, começo a ter medo de que ele venha ferir meu intestino, e novamente ele continua cadenciadamente retirando seu cacete completamente e voltando a penetrar profundamente a minha bunda, minhas pernas estão tremulas, eu já estou toda inchada pois já faz mais de uma hora que começamos a transar, e ele não traz em seu rosto, nenhum sinal de cansaço ou de que quer parar de me fuder, novamente ele começa a diminuir o rítimo até tirar completamente seu cacete de dentro do meu cú, ele senta nos sacos e me puxa para cima dele fazendo com que eu fique de costas para ele e sentada em seu colo, sua manjuba esta toda suja e melada, mas isto parece não o incomodar, ele me segura pelo quadril, levanta minha anca e me faz assentar sobre aquele cacete extremamente duro, minha bucete é novamente castigada, ele me obriga a cavalga-lo forte, subindo e descendo até seu cacete tocar meu útero, enquanto isso, uma de suas mãos começam a deslizar sobre minhas costas e descem até o meu rego, com os dedos ele começa a penetrar meu rabo todo melado, enquanto sua vara entra e sai da minha buceta, ele força cada vez mais seus dedos dentro de mim, procurando enfiar três, quatro dedos inteiros dentro do meu cú, sinto uma dor descomunal, afinal de contas estou sento duplamente penetrada; derrepente, ele me puxa com muita força para baixo, fazendo com que seu cacete arregace meu útero e seus dedos rasguem meu cú, e uma enchorrada de porra escorre pela minha buceta, aliviando a dor das paredes vaginais e uterinas esfoladas pelo atrito constante daquela manjuba sedenta e insaciavel.
O estranho é que a primeira vista, aquele garoto magro, de óculos e tímido, parecia não saber nada sobre depravação e degeneração sexual, e eu que pensava ser professora, acabei aprendendo a ser cavalgada como uma égua insandecida.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
UMA VAGABUNDA QUE SONHA EM SER SANTA.
COMO ME TORNEI UMA PUTINHA - FIM.
... E com a rola lubrificada, meu irmão posicionou seu cacete no rumo do meu anus, e bem lentamente e com muito cuidado, tentava sem sucesso colocar aquela manjuba dentro de mim, parece que só ele não via a impossibilidade daquela cabeçorra enorme e grossa, entrar dentro de um buraquinho tão pequeno e delicado, a cada tentativa de penetração, meus braços e pernas gelavam como gelo, eu suava frio literalmente procurando de todas as maneiras possíveis, desvencilhar daquele pesadelo, eu já estava completamente exausta, de tanto me debater, gemer e berrar, na esperança de escapar daquilo, foi quando ele disse que se eu ficasse calma, seria mais facil e menos doloroso a penetração, naquele momento minhas pernas já não tinham forças, foi quando derrepente senti algo se rompendo seguido de um ardor muito forte, era como se estivessem rasgando minha carne, soltei um berro ensurdecedor ao mesmo tempo que senti percorrer um líquido muito quente pelas minhas pernas; em um primeiro momento, achei que não tinha suportado a dor e havia me sujado toda, foi quando olhei para baixo e para traz e notei uma grande quantidade de sangue que saía do meu anus, compreendia agora que meu irmão acabava de rasgar todas as minhas pregas, pude sentir então aquela cabeçorra gigantesca, sendo estrangulada pelos meus musculos anais, Deus como ardia... havia uma sensação enorme de tentar expelir tudo que estava dentro de mim para o lado de fora, mas havia algo gigantesco impedindo a saída. Queria que aquele pesadelo acabasse logo, mas sabia que estava apenas no começo, pois meu irmão havia colocado apenas a cabeça do seu mebro dentro de mim, havia ainda mais de 18 cm. de rola a me penetrar; foi quando ouvi ele dizendo para que eu tivesse calma, pois o pior já havia passado...
ficamos imoveis por mais de dois minutos, aguardando que eu me recomposse, pois tive a nítida sensação de que iria desmair na hora da penetração, meu sangue havia se extinguido do meu corpo, estava branca como vela e gelada como uma pedra de gelo, foi quando lentamente, meu irmão iniciou um vai e vem em um ritimo muito calmo e devagar, introduzindo centimetro por centimetro de sua longa rola, ao mesmo tempo que usava seus dedos para massagear minha vagina, aos poucos, a dor foi cedendo lugar a uma sensação de prazer, acompanhado de um forte sentimento de submissão e impotencia, pois não havia nada que pudesse fazer para mudar aquela situação, eu não conseguia me mover pois a cada movimento, por menor que fosse, sentia uma dor profunda, como se estivesse com uma ferida aberta dentro de mim; aos poucos aquela manjuba entrou toda dentro do meu rabo, sentia aquele cacete forçar passagem pelo meu intestino, empurrando para traz, tudo aquilo que queria sair, nesta hora os movimentos começaram a acelerar, meu irmão tirava seu cacete de dentro do meu cú, deixando apenas sua cabeça, logo em seguida colocava todo ele para dentro em uma única estocada, os movimentos agora eram rápidos e profundos, como aqueles que precedem uma ereção, implorei para que ele não gozasse, pois eu não tinha mais controle sobre meus musculos, e minhas pregas já não existiam mais, implorei para que parasse, pois já havia concretizado sua fantasia, e que me levasse até o banheiro, pois sabia que iria me lambuzar toda no momento em que ele retirasse aquela cabeçorra enorme de dentro de mim; minhas palavras não tinham mais efeito, meu irmão estava diferente, seus olhos estavam estranhos, foi quando ele me disse ofegante, vou gozar todo em seu rabo, como se fosse um cavalo, e se você lambuzar meu cacete com merda, farei você lambe-lo até ficar limpo, aquele, ja não era mais meu irmão, jamais ouvi palavras parecidas com aquelas, saírem de sua boca...
Derrepente, sinto jatos de semem invadirem meu intestino, a pressão provocada pela quantidade de porra era enorme, como se um rio escaldante estivesse prestes a se romper, meu irmão havia depositado litros de porra em meu anus, até a ultima gota, foi quando lentamente começou a retirar aquela extrutura grossa, inchada e cheio de veias calibrosa de dentro de mim, deixando apenas aquela cabeçorra na luz intestinal do meu anus, eu estava prestes a explodir, quando derrepente, de uma só véz, meu irmão retira a cabeça emperdigada do seu membro de dentro de mim, fazendo com que um canudo de merda, semem e sangue se projete para fora e para cima, aquele líquido amarelado de odor muito forte, saía aos jatos do meu anus, sentia aquela massa escorrer toda pelas minhas pernas, eu gemia e berrava como louca, devido a explosão e ao regaço que meu irmão havia feito ao retirar seu cacete, parte do meu intestino havia se projetado para fora, meu prolápso anál ardia como se tivessem mil láminas me cortando. Estava agora imóvel, frigida e de quatro em uma cama imunda ao lado de um homen que eu não mais conhecia; derrepente, meu irmão se aproxima de frente para mim, com aquele membro todo lambuzado e sujo de merda, e me obriga a chupa-lo agarrando forte minha cabeça pelos cabelos e pincelando aquela manjuba flacida e fétida em minha boca, obrigando-me a sentir o gosto das minhas próprias fezes...
Quando pensei que tudo havia acabado, o safado colocou-se novamente atráz de mim, e disse que iria colocar meu intestino novamente para dentro, e que apartir daquele dia eu nunca mais iria deixar de dar a bunda, neste momento ele força sem dó, todo o meu prolápso anal para dentro enfiando seu cacete novamente duro para dentro do meu rasgo; já não sinto mais dor, já não sinto mais nada, só não entendia como uma noite de amor havia se transformado em pesadelo...
Neste momento, vejo a porta do quarto se abrindo, e minha mãe em choque contemplando seu filho esfolar o cú da sua própria irmã.
... Toda ação gera uma consequência, naquela mesma noite fui expulsa de casa trajando apenas a roupa do corpo toda suja, cagada e ferida, carregava em uma das mãos apenas minha carteira contendo meus documentos e mais 62 reais, e na outra, um buque de rosas vermelhas, lembrança de um homem que um dia conheci.

