sábado, 5 de abril de 2008
O DIA EM QUE MINHA SOBRINHA CHOROU - FIM.
sábado, 1 de março de 2008
O DIA EM QUE MINHA SOBRINHA CHOROU - 2º PARTE
... Há tempos não sentia o calor de um abraço, há tempos ninguem havia me demostrado tanto carinho e afeto, há tempos eu estava me sentido só... E foi ela, minha linda sobrinha de apenas seis anos de idade, que despertou em mim, esse lado carente, lindo e proibido de um espirito profano e imaculado capaz de seduzir e ser seduzido por uma alma tão ingenua e infantil, capaz de despertar desejos e libidos retraidos e esquecidos por mim, mas que com aquele abraço, se afloraram tomando conta da minha pele e corpo, e minha alma almejava como nunca, sentir o toque daquele corpo angelical no meu, e eu queria de alguma forma retribuir todo o carinho, afeto e demonstração de amor que minha sobrinha havia demonstrado para comigo; e mesmo abraçada com minha sobrinha sobre a cama, passei a alisar e tocar seus lindos cachinhos de cabelo, ao mesmo tempo que presionava seu fragil corpo contra o meu, sentia meu corpo cada vez mais quente, e uma excitação cada vez maior, e a medida que em que eu estava me afastando, ela veio e me deu um beijinho na bochecha e disse: venha titia, venha deitar comigo, respondi que tinha que vesti meu pijama, e que já estava indo dormir também, levantei da cama, respirei forte e profundamente e voltei a procurar algo para me vestir, enquanto revirava minha gaveta, percebi que minha menina não tirava os olhos do meu corpo, peguei rapidamente uma camiseta longa e muito fininha, porém confortavel e me vesti, não usava nada por baixo, odeio dormir com calcinha ou soutien, gosto de me sentir livre; virei em direção a minha cama e perguntei para minha sobrinha se podia apagar a luz? ela respondeu que gostaria que deixasse só mais um pouquinho acessa, corri então para a cama e me coloquei debaixo da coberta, nesse mesmo instante, minha sobrinha veio e me abraçou gostoso, e pude novamente sentir o calor e o perfume daquele corpo de menina, com meu rosto virado para seu lado, perguntei se ela tinha algum namoradinho na escola, ela sorrindo disse que não, mas os meninos ficavam querendo beijar sua boca na hora do recreio, eu logo disse que ela era muito novinha para beijar meninos, e que não podia, e ela rapidamente me perguntou: titia e se for beijinho de beija-flor? perguntei o que era beijinho de beija-flor? ela levantou seu rosto, e deu-me um selinho na boca, seguido de uma longa e gostosa gargalhada, respondi que beijinho de beija-flor podia, mas se alguém tentasse lhe dar um beijo de verdade, que ela devia contar para mim. Titia como é um beijo de verdade, perguntou? não sabia o que responder, como explicar a uma garotinha de seis anos como era um beijo de verdade? seus olhos brilhavam a medida que a resposta não vinha, passei as mãos sobre seu rosto e me aproximei, e subitamente como se estivesse enfeitiçada, aproximei meus lábios de sua boca e a beijei...
Meu Deus, eu sei o quanto estava errada fazendo aquilo, mas havia algo maior do que eu, que me impelia e me obrigava, a sentir o doce sabor dos lábios de minha sobrinha, com a boca aberta, toquei bem de leve naqueles pequenos lábios, e com minha lingua, abri espaço dentro de sua pequenina boca, despejando toda minha saliva e chupando ao mesmo tempo, sua pequenina e quente lingua, e como uma boa aluna, minha menina aceitava silenciosamente, todo e qualquer desejo que aflorava por todos os poros de minha pele, a medida que o tempo passava, eu serpenteava mais e mais, minha lingua por todos os cantos de sua boca, dando chupadas vigorosas em seus lábios e lingua, ao mesmo tempo que minhas mãos suspendião sua fina blusinha branca, com gola rendada, deixando amostra seu tronco e seios nus; sua pele clarinha emanava um perfume de criança e um calor ingênuo de pureza e inocência, seus olhos enormes me fitavam com ar de interrogação e dúvida, pois não sabia ou não entendia o que estava acontecendo, ela simplesmente cedia as minhas investidas e desejos. Neste momento passei a tocar e alisar a pele, ombros e costas da minha sobrinha, passava minhas mãos sobre seu corpo, como quem quer devorar por completo aquele banquete de pele branca e rosada, indefesa, e muito jovem; chupava sua boca vigorosamente, enquanto minhas mãos serpenteavam seu corpo, e aos poucos, tentava puxar para baixo com movimentos suaves, toda a roupa que cobria seu quadril e pernas, desci todo seu pijama, deixando minha sobrinha nua, completamente pelada, e pude então contemplar aquele frágil corpo, estendido sobre minha cama, completamente nua, sem marcas nem cicatrizes, desprovido de qualquer pelo pubiano, apenas uma pele muito branca e visivelmente tremula...
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
O DOCE SABOR DO AMARGO FEL.
sábado, 23 de fevereiro de 2008
MINHA IRMÃ É UMA CADELA.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
O DIA EM QUE A PUTA PAGOU.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
SOROPOSITIVO.
Sem nome, sem pátria, sem história...
ninguém sabe de onde veio...
do norte, do sul ou do estrangeiro quem sabe?...
sem nome nos hospitais, isolada, perdida, sem identidade
excluída pelo preconceito e pelo racional humano, sem nome
sem cultura, nem sonhos;
ali está ela sem ter ninguém para segurar-lhe a mão em seu último suspiro.
está só e continua sem nome.
Porque nós a deixamos assim...
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
SER PUTA OU NÃO SER... EIS A QUESTÃO?
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
O DIA EM QUE MINHA SOBRINHA CHOROU.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
FUI CAVALGAR, E ACABEI SENDO CAVALGADA.
Eu usava uma mini-saia jeans, com uma blusinha de tecido fino azul que mostrava perfeitamente o contorno dos meus seios durinhos e pequenos, cujos mamílos esticavam o tecido de forma extremamente sensual, minhas pernas são longas e bem torneadas, e minha bundinha, nossa... é simplesmente um tesão, tenho a popança grande, branquinha e durinha, não existe "jumento" neste mundo que não queira penetra-la.
Despedi da minhã irmã mais velha com quem morava, fechei a porta e fui ao encontro dos rapazes, que já estavam visivelmente eufóricos; dois deles eram meus colegas de faculdade, havia uma garota ao lado do motorista com uma cara de quem comeu e não gostou, visivelmente descontente com minha presença, a pintura que usava na cara era tão forte e chamativa, que naquela ocasião mais se parecia com uma puta barata, enquanto eu "a verdadeira puta" estava tão linda e natural que despertava a inveja daquela vadia e os olhares de todos que ali estavam. Havia também ao meu lado, um garoto que eu não conhecia, amigo de um dos meninos, era alto, branco, magro, cabelos negros e curtos, usava óculos e era deliciosamente tímido, mal conseguia me olhar nos olhos, ficava sempre de cabeça baixa ou olhando para o horizonte atravás da janela, e quando eu fingia não perceber, notava que ele me comia com olhos olhando fixamente minhas pernas e coxas.
Pronto, apartir daquele momento, eu já sabia quem seria minha vítima, eu iria devorar aquele garoto todinho, e ensinar-lhe a arte da depravação e da luxúria pois podia jurar que era virgem ou no mínimo inocente e bobalhão.
Chegando na fazenda, notei que já tinham mais três carros estacionados na porta, e já era possível ouvir a algazarra que vinha de dentro da casa, descemos nossas bagagens e nos instalamos cada um a sua maneira, havia quartos só para casais e quartos onde iriam dormir apenas garotas e um outro que ficariam apenas os rapazes; escolhi ficar com as meninas, já que era solteira e não tinha namorado; ao caminhar pela fazenda, notei um enorme pomar com dezenas de frutas das mais diferentes qualidades, havia uma piscina de porte médio na lateral da casa e aos fundos um imenso lago de águas claras, tinha um tablado de madeira que adentrava uns cinco metros para dentro da represa e uma canoa de metal amarrada em uma das pilastras de sustentação deste tablado; a esquerda da casa, ficava um enorme galpão de madeira, usado para guardar mantimentos, adubos e rações e aos fundos ficava um pequeno estábulo com dois cavalos pangarés, mas que daria para quebrar o galho, pois eu amo cavalgar a cavalo.
Já estava escurecendo quando eu terminei de tomar meu banho, desci até o alpendre, onde todos já estavam bebendo, tocando violão, jogando truco e comendo churrasco, foi quando notei a figura do meu gostoso e tímido rapaz encostado no canto da parede, isolado com apenas um copo de cerveja e é claro, me comendo com os olhos de maneira disfarçada e marota. Peguei um copo e um prato e fui caminhando em direção ao meu jovem rapaz, como não havia mais lugares nas mesas e nem cadeiras, me aproximei do rapaz de óculos e perguntei se poderia me sentar ao seu lado, em uma mureta que circuncidava o alpendre. Ele prontamente me atendeu dizendo que sim, cabisbaixo, mal conseguia virar a cabeça em minha direção para me olhar nos olhos, imagina se aventurar em puxar uma conversa? decidi então tomar iniciativa e tentar saber um pouco mais sobre ele...
Não vou e nem poderia narrar o que e quais eram os assuntos que conversamos naquela noite, devo dizer apenas que conversamos muito, nos conhecemos e ao contrário do que eu pensava, ele era muito inteligente e bem educado... até que decidimos ir ao estábulo onde eu disse haver dois cavalos, mais que até aquele momento ele não tinha nem mesmo notado o enorme galpão de madeira a esquerda da casa.
Abri a enorme porta de madeira que fechava o galpão e adentramos, como estava muito escuro, tentei encontrar o interruptor das luzes que ficava em uma viga bem no centro galpão, acendi e caminhamos rumo ao estábulo, eu já estava um pouco alta, ele ao contrário, havia bebido muito pouco e se encontrava sóbrio, calmo e estranhamente confiante e seguro, falava sempre baixo, tocando de leve sempre que podia minhas mãos e não tirava os olhos do meu rosto. chegamos até o estabulo e ficamos um bom tempo encostado na cochera apenas olhando os cavalos e conversando, conversando muito, até que derrepente, ele aproximou-se por traz, encostou seu corpo em minhas costas, segurou minha cintura com uma das mãos enquanto a outra virava meu rosto de encontro ao seu, sem pedir licença ou permição, beijou-me calorosamente, serpenteando sua lingua dentro da minha boca, e a única coisa que eu fui capaz de fazer, era retribuir aquele beijo, introduzindo também minha lingua e sorvendo sua saliva; eu estava molhada de tesão e queria mostrar aquele jovem, o significado de uma trepada inesquecivel, porém foi ele que começou a tomar conta da situação, mesmo eu estando de costa para ele, o safado já havia retirado minha camiseta, descido o meu short e estava massageando e apertando os bicos dos meus seios, enquanto a outra mão chegava minha calcinha para o lado e meu grelo ia sendo dedilhado pelos seus dedos. A minha surpresa foi realmente grande, quando virei de frente para ele, rasguei sua camiseta branca e desci sua calça jeans, havia ali uma enorme "jeba" dura, chegava a ser desproporcional ao restante do seu corpo franzino e aparentemente delicado, sempre tive sorte (ou azar - não sei) em relação ao tamanho dos pénis que me comem, estava boquiaberta com aquela linda ferramenta tocando minha barriguinha, meu primeiro impulso, foi me agachar e mamar aquela manjuba grande, dura e grossa, babava e salivava como uma cadela no cio, colocava aquela vara bem no fundo da garganta e sugava vigorosamente aquele mastro, era um cacete tão gostoso, que mesmo tendo ansia de vómito no momento em que ele tocava fundo minha garganta, eu não resistia e não conseguia parar de mamar naquele cacete.
Nesta hora ele me levanta pelos braços e me puxa até um canto onde estava um amontoado de sacos de linho, contendo farelos e sementes, ele me levanta e me deixa deitada sobre os sacos, fecha minhas pernas e desce minha calcinha, e nesta hora, arreganha minhas pernas deixando minha bucetinha bem a vista, é quando sinto um prazer imenso ao ser tocada bem no fundo por sua lingua quente e aspera, era um prazer indescritivel, ele serpenteia, suga, chupa, lambe introduz... sua lingua tudo ao mesmo tempo, me fazendo gozar como uma louca, uma puta vadia, uma égua safada; aos poucos ele vai subindo e metendo toda aquela tora dentro de mim, sem dó e sem compaixão, ele bombeia vigorosamente aquele colosso, sinto as paredes do útero sendo estocadas violentamente por aquele homem, e no meio daquele frenessi intenso, não me importo se alguem vai nos pegar ali, não me importo com preservativo, não me importo com nada, a não ser que quero gozar novamente, com aquela rola dentro da minha racha; ele continua por vários minutos tirando e colocando aquele cacete de dentro de mim, com movimentos firmes e profundos, cada vez mais forte e mais rápido, nesta hora, ele pega minha perna esquerda levanta e coloca sobre seu ombro, retira seu cacete de dentro da minha xoxota e posiciona no rumo do meu buraquinho, como eu havia dito, homem nenhum resiste ao meu rabo, e com aquele cacete completamente lubrificado pelos meis líquidos vaginais, de uma só véz, em uma única estocada, força entrada pelo meu anus me fazendo ver estrelas, eu dou uma gemida forte e profunda, tão profunda quanto o alcance de sua "jeba" em meu cú, estou suando e gemendo muito, o safado se parece com uma máquina não para nunca, e cada vez mais acelera os movimentos dentro de mim, seu pau desliza gostoso e suave pelo meu intestino, aos poucos ele vai diminuindo o rítimo, retirando completamente seu cacete de dentro de mim e voltando a introduzi-lo profundamente, e esta sensação de algo imenso entrando e saindo do meu rabinho, alargando e distendendo minhas pregas, me proporciona um prazer incrivel, e já não aguentando mais, gozo novamente, fazendo com que meu cú exerça contrações vertiginosas naquele cacete; e por incrivel que pareça ele ainda quer mais, retira seu pau de dentro do meu rego e levanta-se, me colocando de pé e de costas para ele, apoiada com uma das pernas sobre os sacos de sementes, ele arrebita minha bundinha para traz e novamente volta a penetra-la, só que agora, devido a esta posição, sinto seu "cajado" tocar muito fundo dentro de mim, como se tivesse cutucando meu estomago, começo a ter medo de que ele venha ferir meu intestino, e novamente ele continua cadenciadamente retirando seu cacete completamente e voltando a penetrar profundamente a minha bunda, minhas pernas estão tremulas, eu já estou toda inchada pois já faz mais de uma hora que começamos a transar, e ele não traz em seu rosto, nenhum sinal de cansaço ou de que quer parar de me fuder, novamente ele começa a diminuir o rítimo até tirar completamente seu cacete de dentro do meu cú, ele senta nos sacos e me puxa para cima dele fazendo com que eu fique de costas para ele e sentada em seu colo, sua manjuba esta toda suja e melada, mas isto parece não o incomodar, ele me segura pelo quadril, levanta minha anca e me faz assentar sobre aquele cacete extremamente duro, minha bucete é novamente castigada, ele me obriga a cavalga-lo forte, subindo e descendo até seu cacete tocar meu útero, enquanto isso, uma de suas mãos começam a deslizar sobre minhas costas e descem até o meu rego, com os dedos ele começa a penetrar meu rabo todo melado, enquanto sua vara entra e sai da minha buceta, ele força cada vez mais seus dedos dentro de mim, procurando enfiar três, quatro dedos inteiros dentro do meu cú, sinto uma dor descomunal, afinal de contas estou sento duplamente penetrada; derrepente, ele me puxa com muita força para baixo, fazendo com que seu cacete arregace meu útero e seus dedos rasguem meu cú, e uma enchorrada de porra escorre pela minha buceta, aliviando a dor das paredes vaginais e uterinas esfoladas pelo atrito constante daquela manjuba sedenta e insaciavel.
O estranho é que a primeira vista, aquele garoto magro, de óculos e tímido, parecia não saber nada sobre depravação e degeneração sexual, e eu que pensava ser professora, acabei aprendendo a ser cavalgada como uma égua insandecida.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
UMA VAGABUNDA QUE SONHA EM SER SANTA.
COMO ME TORNEI UMA PUTINHA - FIM.
... E com a rola lubrificada, meu irmão posicionou seu cacete no rumo do meu anus, e bem lentamente e com muito cuidado, tentava sem sucesso colocar aquela manjuba dentro de mim, parece que só ele não via a impossibilidade daquela cabeçorra enorme e grossa, entrar dentro de um buraquinho tão pequeno e delicado, a cada tentativa de penetração, meus braços e pernas gelavam como gelo, eu suava frio literalmente procurando de todas as maneiras possíveis, desvencilhar daquele pesadelo, eu já estava completamente exausta, de tanto me debater, gemer e berrar, na esperança de escapar daquilo, foi quando ele disse que se eu ficasse calma, seria mais facil e menos doloroso a penetração, naquele momento minhas pernas já não tinham forças, foi quando derrepente senti algo se rompendo seguido de um ardor muito forte, era como se estivessem rasgando minha carne, soltei um berro ensurdecedor ao mesmo tempo que senti percorrer um líquido muito quente pelas minhas pernas; em um primeiro momento, achei que não tinha suportado a dor e havia me sujado toda, foi quando olhei para baixo e para traz e notei uma grande quantidade de sangue que saía do meu anus, compreendia agora que meu irmão acabava de rasgar todas as minhas pregas, pude sentir então aquela cabeçorra gigantesca, sendo estrangulada pelos meus musculos anais, Deus como ardia... havia uma sensação enorme de tentar expelir tudo que estava dentro de mim para o lado de fora, mas havia algo gigantesco impedindo a saída. Queria que aquele pesadelo acabasse logo, mas sabia que estava apenas no começo, pois meu irmão havia colocado apenas a cabeça do seu mebro dentro de mim, havia ainda mais de 18 cm. de rola a me penetrar; foi quando ouvi ele dizendo para que eu tivesse calma, pois o pior já havia passado...
ficamos imoveis por mais de dois minutos, aguardando que eu me recomposse, pois tive a nítida sensação de que iria desmair na hora da penetração, meu sangue havia se extinguido do meu corpo, estava branca como vela e gelada como uma pedra de gelo, foi quando lentamente, meu irmão iniciou um vai e vem em um ritimo muito calmo e devagar, introduzindo centimetro por centimetro de sua longa rola, ao mesmo tempo que usava seus dedos para massagear minha vagina, aos poucos, a dor foi cedendo lugar a uma sensação de prazer, acompanhado de um forte sentimento de submissão e impotencia, pois não havia nada que pudesse fazer para mudar aquela situação, eu não conseguia me mover pois a cada movimento, por menor que fosse, sentia uma dor profunda, como se estivesse com uma ferida aberta dentro de mim; aos poucos aquela manjuba entrou toda dentro do meu rabo, sentia aquele cacete forçar passagem pelo meu intestino, empurrando para traz, tudo aquilo que queria sair, nesta hora os movimentos começaram a acelerar, meu irmão tirava seu cacete de dentro do meu cú, deixando apenas sua cabeça, logo em seguida colocava todo ele para dentro em uma única estocada, os movimentos agora eram rápidos e profundos, como aqueles que precedem uma ereção, implorei para que ele não gozasse, pois eu não tinha mais controle sobre meus musculos, e minhas pregas já não existiam mais, implorei para que parasse, pois já havia concretizado sua fantasia, e que me levasse até o banheiro, pois sabia que iria me lambuzar toda no momento em que ele retirasse aquela cabeçorra enorme de dentro de mim; minhas palavras não tinham mais efeito, meu irmão estava diferente, seus olhos estavam estranhos, foi quando ele me disse ofegante, vou gozar todo em seu rabo, como se fosse um cavalo, e se você lambuzar meu cacete com merda, farei você lambe-lo até ficar limpo, aquele, ja não era mais meu irmão, jamais ouvi palavras parecidas com aquelas, saírem de sua boca...
Derrepente, sinto jatos de semem invadirem meu intestino, a pressão provocada pela quantidade de porra era enorme, como se um rio escaldante estivesse prestes a se romper, meu irmão havia depositado litros de porra em meu anus, até a ultima gota, foi quando lentamente começou a retirar aquela extrutura grossa, inchada e cheio de veias calibrosa de dentro de mim, deixando apenas aquela cabeçorra na luz intestinal do meu anus, eu estava prestes a explodir, quando derrepente, de uma só véz, meu irmão retira a cabeça emperdigada do seu membro de dentro de mim, fazendo com que um canudo de merda, semem e sangue se projete para fora e para cima, aquele líquido amarelado de odor muito forte, saía aos jatos do meu anus, sentia aquela massa escorrer toda pelas minhas pernas, eu gemia e berrava como louca, devido a explosão e ao regaço que meu irmão havia feito ao retirar seu cacete, parte do meu intestino havia se projetado para fora, meu prolápso anál ardia como se tivessem mil láminas me cortando. Estava agora imóvel, frigida e de quatro em uma cama imunda ao lado de um homen que eu não mais conhecia; derrepente, meu irmão se aproxima de frente para mim, com aquele membro todo lambuzado e sujo de merda, e me obriga a chupa-lo agarrando forte minha cabeça pelos cabelos e pincelando aquela manjuba flacida e fétida em minha boca, obrigando-me a sentir o gosto das minhas próprias fezes...
Quando pensei que tudo havia acabado, o safado colocou-se novamente atráz de mim, e disse que iria colocar meu intestino novamente para dentro, e que apartir daquele dia eu nunca mais iria deixar de dar a bunda, neste momento ele força sem dó, todo o meu prolápso anal para dentro enfiando seu cacete novamente duro para dentro do meu rasgo; já não sinto mais dor, já não sinto mais nada, só não entendia como uma noite de amor havia se transformado em pesadelo...
Neste momento, vejo a porta do quarto se abrindo, e minha mãe em choque contemplando seu filho esfolar o cú da sua própria irmã.
... Toda ação gera uma consequência, naquela mesma noite fui expulsa de casa trajando apenas a roupa do corpo toda suja, cagada e ferida, carregava em uma das mãos apenas minha carteira contendo meus documentos e mais 62 reais, e na outra, um buque de rosas vermelhas, lembrança de um homem que um dia conheci.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
COMO ME TORNEI UMA PUTINHA.
tornei-me escrava sexual do meu irmão, não conseguia dizer não as suas fantasias e fetiches, e a cada dia que passava, eu me tornava cada vez mais promíscua e degenerada. Nas madrugadas em que eu ia para o quarto do meu irmão, eu chegava, trancava a porta em silêncio e já ia em sua direção descendo a calcinha e colocando minha bucetinha no rumo de sua boca, ao mesmo tempo que tentava abocanhar seu mastro já duro e emperdigado, fazendo um gostoso 69. ficavamos nesta posição por uns cinco minutos logo depois, virava ao contrário e introduzia minha lingua com todo o tesão do mundo na boca do meu irmão, onde nos beijávamos desesperadamente, buscando sorver um a saliva e a lingua do outro; ao mesmo tempo, bem devagarinho, eu sentava sobre seu membro e aos poucos ia forçando minha bucetinha em direção aquela cabeça inchada e vermelha, na firme intenção de ter todo aquele mastro de pouco mais de vinte e três centímetros dentro de mim.
meu irmão com a experiencia de um garanhão, pincelava a abertura de minha racha, com seu membro tremendamente duro e aos poucos colocava a enorme cabeça e posteriormente o restante do corpo até ele ficar completamente escondido dentro da minha xaninha, a vontade de gritar e gemer era enorme, mas abafava a dor e o tesão, mordendo os peito e braços do meu irmão, apartir dai, iniciava uma deliciosa cavalgada sobre aquele imenso mastro, eu delirava de tesão, levantava e descia meu quadril em movimentos ritimados, levantava minha bundinha até quase seu pau sair de dentro da minha gruta e abaixava novamente, fazendo-o se esconder completamente até tocar a entrada do meu útero, quando estava prestes a gozar, eu ficava parada e ele mesmo por baixo, me dava estocadas vigorosas em minha bucetinha, até sentir aquele caldo flamejante escorer por entre as pernas, e ficavamos parados até o fim das contrações e por fim, retirava seu mastro de dentro de mim, e dava uma última chupada em seu pau, recolhendo os últimos residuos de semem que saiam de sua cabeçorra.
nossas noites de sexo ardente, perduraram por mais de seis meses, mesmo após um aborto, consequencia uma gravidez indesejada com meu irmão, não conseguia deixar de trepar com ele, era vício, doença, loucura...
Eu já estava com meus 15 anos, quando meu irmão disse que neste final de semana a casa iria ficar vazia pois minha mãe iria fazer uma viagem para brasília, pois ela vendia poupa de frutas para fazer sucos e iria ver não sei bem o que na capital do país; ele disse que iria INVENTAR uma viagem de serviço, só para que eu e minhas irmãs arrumassem um lugar para passar o final de semana, pois ele queria a casa vazia neste final de semana porque queria fazer algo novo, e precisaria que a casa estivesse vazia, sem minhas irmãs, somente eu e ele...
Ao perguntar o que ele tinha em mente, a única resposta que tive, era que ele iria fazer algo que há tempos ele estava com vontade de fazer e que não iria passar deste final de semana, e que precisava da casa vazia pois eu iria gritar e gemer muito, mais iria gostar a ponto de não conseguir ficar mais sem fazer...
No sábado então, falei para minha mãe que dormiria na casa de uma amiga, enquanto cada uma uma das minhas irmãs já haviam arrumado tambem um lugar para passar o final de semana; meu irmão já havia se despedido na madrugada de sexta-feira da minha mãe, pois saíria muito cedo, a ponto de ninguem ver a que horas ele havia levantado, mas eu sabia que ele estaria em casa apartir das 22:00, e que eu devia espera-lo para nossa noite de muita depravação e degeneração sexual... A tarde de sábado parecia não passar nunca, e eu estava morrendo de medo do que iria me acontecer, pois mesmo ele não me contando, eu já fazia uma idéia do que ele queria, e sinceramente, eu acho que não iria dar conta de ralizar aquela sua fantasia... Minhas irmãs já haviam pegado uma muda de roupa e saído cada uma para seu rumo, a viagem da minha mãe estava marcada para sair as 20:00 da rodoviária, aproveitei, e acompanhei ela eté o setor de embarque e disse que já iria para casa de minha amiga e que ela fizesse uma boa viagem, saí com o coração batendo forte deixando minha mãe na sala de espera, enquanto caminhava apresadamete para o rumo de minha casa, tinha que tomar banho e me preparar para a chegada do meu irmão.
Já se passava das 21: 30, quando vi a porta sendo destrancada e meu irmão adentra com um lindo buque de rosas vermelhas eu uma das mãos, vôo ao seu encontro e beijo seus labios e queixo, passando minha lingua por todo seu rosto enquanto ele diz que hoje será um dia inesquecivel para mim... Me entrega as flores e diz que há tempos me deseja dar, mas que não podia para não levantar suspeitas de nossa família, coloca uma das mãos no bolso e tira um pequeno frasco com um liquido e diz que que será necessário me lubrificar todinha pois hoje ele iria comer minha bundinha... Meu medo havia se concretizado, pois como havia dito anteriormente, eu já disconfiava, agora aquelas palavras vieram apenas confirmar meus receios e temores. disse que não precisávamos fazer aquilo, e que o que fazíamos já era muito gostoso, e mesmo me penetrando na vagina, eu sentia uma dor enorme devido a grossura da cabeça de seu pau, que eu não aguentaria aquilo por traz. ele me pegou no colo e foi me conduzindo ao seu quarto dizendo que aquela seria a última fronteira, pois apartir daquele dia eu seria sua para sempre, e nenhum homem seria capaz de me fazer mulher como ele me faz, e que eu não tivesse medo, pois tinhamos a noite inteira e ele seria a pessoa mais gentil e carinhosa do mundo, mas que iria me penetrar todinha, bem gostoso e fariamos de tudo, até nossos corpos não aguentarem mais...
Já na cama, ele tirou toda minha roupa e me deixou deitada completamente nua, e como eu sabia que ele adorava me ver depilada, tirei todos os pelos pubianos, ficando com a bucetinha branquinha e lisinha enquanto ele devorava ela com a lingua e com os dedos, derrepente ele me coloca de quatro e começa a pincelar meu grelo com sua vara, e dar estocadas profundas em minha buceta, tirando completamente e colocando seu pau dentro de mim, que tesão, eu rebolava e enpinava a bunda forçando seu cacete até a entrada do meu útero, ao mesmo tempo que ele passava aquele liquido na portinha da minha bundinha e se aventurava colocando apanas a pontinha do dedo indicador em meu anus. Eu apesar do tesão, estava morrendo de medo, pois aquele cacete iria arregaçar meu cuzinho virgem, e naquele vai e vem gostoso, meu irmão acabou colocando um dedo inteiro em meu cu, ardia muito, principalmente devido a presença de seu cacete em minha buceta, que causava um atrito desagradavel em meu anus e uma vontade loca de fazer coco, não sei bem porque, mas tinha medo de não suportar e lambuzar todo meu irmão no momento em que fosse gozar... Não satisfeito com apenas um dedo em meu rabo, voltou a lubrificar bastante meu anus, introduzindo agora, dois dedos ate o talo... Dei uma gemida forte, lembro-me que suava frio, pois sentia uma dor imensuravel, e um medo ainda maior de me sujar toda...
Neste momento meu lindo e gostoso irmão retirou seu cacete duríssimo de dentro da minha bucetinha inchada e começou a lubrifica-lo com aquele produto; comecei a chorar e pedir que não fizesse aquilo, pois iria doer muito; mas isto só parece ter acendido ainda mais o demonio que estava dentro dele, foi quando ele abriu bem minhas pernas e pediu para que eu empinasse bem o bumbum, e com a rola lubrificada...
VIRGINDADE PERDIDA - FIM.
apesar de não querer acreditar no que estava acontecendo, não conseguia me mover, não conseguia dizer não, nem mesmo consegui virar meu rosto para o lado na tentativa de impedir aquele beijo, estava atonita como pedra, foi neste instante que senti sua lingua invadindo minha boca, foi estranho pois já havia beijado muitos meninos da minha idade, já havia desejado muitos garotos lindos da minha escola, mas nunca tinha sentido uma lingua tão quente como aquela, era como se estivesse febril, e neste momento o gelo que estava em mim, foi quebrado e substituido por uma sensação diferente daquela que há pouco instante atráz me atormentava, agora não estava mais com receio nem medo, nem mesmo com o peso da culpa em minhas costas, ao contrário, me sentia leve, excitada... E aos poucos fui introduzindo minha lingua em sua boca, fechei meus olhos e comecei a sorver toda a saliva que emanava da boca do meu lindo e gostoso irmão, levantei meus braços e abraçei seu corpo e pude sentir o quanto ele tremia, seu corpo vibrava como o de uma criança tomada pelo medo, ao mesmo tempo em que um calor imenso tomava conta do meu corpo, me fazendo tremer igual ou pior que meu irmão...
neste instante, senti suas mãos percorerem delicadamente e vagarosamente por sobre minha blusa de tecido fino, meus seios ainda pequenos, doiam como se necessitasem de serem despojados de toda e qualquer cobertura que tocava meus mamilos... Senti os dedos de meu irmão, abrindo os botões da blusa, mas quando instintivamente pousei minhas mãos sobre as suas na tentativa de impedir que ele continuasse; já era tarde demais, pois não haviam mais botões para serem abertos, estava agora com meus seios nus, ao alcance de seus olhos e mãos, foi quando senti sua boca ir de encontro aos meus mamilos, nossa que tesão... Até hoje posso sentir o toque de sua lingua e dentes em meus seios, ele mordiscava meus mamilos que a esta altura estavam inchados e tremendamente pontudos, devia ter quase dois centimetros só de bico, mas que delicia... nesta hora, enquanto ele chupava e mordia meus mamilos, uma de sua mãos, pegou minha mão direita pelo punho e colocou-a para dentro da coberta de lã indo de encontro a sua cintura, e nesta hora pude sentir seu membro tremendamente duro, não tinha noção até aquele momento, de como era um penis de verdade, e pela primeira vez na vida, olhei fixamente para aquela parte tão linda da anatomia do homem, era enorme, ultrapassava seu umbigo, e tinha a grossura dos meus punhos, mas o que me chamou a atenção, era o tamanho e a forma da cabeça do seu membro, lembro-me de ter pensado naquele momento, como era possivel aquilo entrar dentro de uma mulher? sei que em mim, aquilo jamais caberia, nunca. Pois era enorme, grosso e rocho, parecia uma mão fechada só que muito lisa e lustrosa...
No momento em que segurei seu mastro, senti minha calcinha inundar, estava toda molhada e lantejando, minhas pernas tremiam muito e não obedeciam mas as minha vontades.
Neste momento, meu irmão parou de chupar meus seios e beijou minha boca, retirou a coberta que cobria parte de suas pernas e pude contemplar pela primeira vez, meu lindo irmão completamente nu, ao mesmo tempo que ele me segurando pela cintura, fez me ficar de pé e desceu o ziper da minha saia que ficava do lado direito da minha roupa, deixando-me completamente imovel e usando apenas uma calcinha minuscula e de cor branca, que deixava transparecer meus pelos pubianos devido ao liquido que havia saido da minha vagina e molhado completamente minha calcinha, chegando a escorrer pelas pernas...
Ele delicadamente, segura nas laterais da calcinha e começa a descer até deixa-la no chão, levanta uma de minhas pernas e coloca sobre a cama, deixando-me aberta e exposta, enquanto contempla minha vagina completamente molhada e pulsando, neste momento, ele vêem de encontro ao meu corpo e coloca sua boca em minha bucetinha, quando sinto sua lingua forçar entrada por entre meu buraquinho, não aguento e me molho toda novamente...
Sinto ele sugar e beber todo o líquido que sai de dentro de mim, minhas pernas não suportam o tesão e cedem, como sou magrinha e com apenas 14 anos, ele segura meu corpo e me coloca sentada em sua boca com os dois joelhos sobre a cama, totalmente aberta, segurando firme a cabeceira da cama enquanto sua lingua busca desesperadamente entrar fundo em meu corpo, sinto sua lingua percorer toda minha vagina, pelos e anus.
Agora, ele deslisa meu corpo para baixo, enquanto sua lingua sobe serpenteando minha barriga, seios e boca, e ao me colocar sentada em seu colo, sinto no meio das coxas, todo seu volume e um frio repentino percorre toda minha espinha, talvez pelo medo do que estava por vir, ou quem sabe receio pelo tamanho e grossura do membro que eu teria que alojar dentro de mim...
Neste momento, meu irmão gira seu corpo, colocando-me deitada sobre a cama enquanto seu corpo fica sobre o meu, com sua mão esquerda, segura firme meus dois braços pelo punho sobre minha cabeça, ele abre minhas pernas e se coloca no meio delas, ouço ele balbuciar algumas palavras, não sei o que ele dizia, pois estou concentrada no que estava para me penetrar, e neste momento ele segura firme seu membro enorme com sua mão direita, colocando-o no rumo da entradinha da minha bucetinha, e bem devagar vai introduzindo aquela cabeçorra enorme no meio das minhas pernas. A cada tentativa de estocada, sinto uma dor tremenda, começo a chorar e pedir para que ele pare pois esta doendo muito, mas meu clamor parece não fazer efeito, meu irmão, continua segurando seu potente membro e firmemente tenta penetrar com todas as forças a entrada da minha vagina, neste exato momento, sinto algo se dilacerando, parece que minha carne acaba de ser rasgada, e aos berros e prantos, percebo quando a cabeçorra enorme do meu irmão, rompe meu cabaço e penetra furiosamente minha buceta, a dor que sinto é indescritivel, minha vagina arde como se tivesse em brasas, e por um breve momento, perco o controle sobre minhas funções e musculos e percebo um caldo muito quente escorrer pelas minhas pernas, penso que não consegui me segurar e urinei toda, mas ao olhar para minhas coxas, vejo uma grande quantidade de sangue saindo da minha rachinha, ainda chorando e desesperada, peço para meu irmão tirar, mas ele na tentativa de me consolar, fala bem baixinho em meus ouvidos para me acalmar, pois o pior já havia passado, tente relachar, calma, calma , calma meu anjo...
depois destas palavras, eu parei de berrar e gritar, mas as lagrimas insistiam em continuar saindo dos meus olhos, minha buceta estava tremendamende inchada, mas a dor começava a dar espaço a um sentimento ainda maior, principalmente agora que meu irmão me abraçava forte e colocava sua lingua em minha boca. Com bastante carinho, ele voltou a mecher bem devagarinho seu membro novamente dentro de mim, sentia ele penetrar cada centimetro em minhas entranhas e em um movimento cadenciado, fui ficando mais relachada e quando dei por mim, seu enorme pau estava todo dentro de mim, tudinho mesmo, eu não acreditava no que estava vendo, como poderia aquele colosso estar todo dentro de mim?
A dor havia dado lugar ao tesão e ao prazer, e a medida que ele aumentava a velocidade, eu com a boca completamente aberta, com uma vontade imensa de chingar, gritar, morder, chupar...
estava pronta para gozar novamente como uma cadala; foi quando senti um jorro enorme e muito quente invadir toda minhas entranhas, era como se um líquido incandescente houvesse invadido meu útero e começasse a escorrer pelas laterais da minha vagina, meu irmão havia gozado como um cavalo, era tanta porra que eu nem acreditava, e a medida que ele ia gozando, não suportei mais o tesão e cedi juntamente com ele ao gozo imenso que emanava da minha xoxota, ao mesmo tempo em que sentia seu pau lantejar e expelir litros de semem em minha bucetinha...
Ele caiu desfalecido sobre meu corpo, completamente suado e ardendo como se tivesse febre, com seu pau ainda pulsando e duro, ele foi aos poucos retirando de dentro de mim, e novamente senti aquele mastro me rasgar quando a cabaçorra deixou meu corpo, que mistura de tesão, dor e prazer ao mesmo tempo, minha buceta estava muito vermelha e inchada, era como se tivesse saido para fora, como se um botão de rosa, houvesse se desabrochado, tinha agora me tornado mulher, femea e vadia, pois deste dia em diante nunca mais deixei de trepar, transava como uma louca sedenta por pau.
deste dia em diante, meu irmão começou a me foder diariamente, sempre que tinha oportunidade meu irmão me arreganhava com vontade, passei a fazer coisas que até o diabo duvida, eu e meu maninho passamos a fazer amor de todas as formas possiveis, até o dia em que minha mãe me pegou de quatro em seu quarto sendo penetrada vigorosamente por traz...
mas esta é uma outra história.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
VIRGINDADE PERDIDA - 2
Como havia dito anteriormente, meu irmão havia ido para a capital estudar para ser PADRE, isto abalou não só a mim, mas principalmente minhas irmãs...
Já haviam passado 6 messes desde que meu irmão fora embora, até que em uma tarde de terça feira o correio entregou uma correspondencia dizendo do retorno subto e inesperado de meu irmão. Apesar de estranhar seu retorno, eu estava euforica e apreensiva com sua volta, não via a hora de chegar sábado para poder ver, tocar e abraçar meu querido irmão.
No sábado, proximo do meio-dia, um jovem de aparencia triste, cabisbaixo e olhar frio, adentra porta adentro abraçando forte minha mãe, lagrimas corriam pelo seu rosto, só não sei ao certo o motivo, talvez felicidade em reencontrar a família, ou quem sabe um motivo ainda desconhecido por nós...
Todos nós nos abraçamos e nos alegramos por estarmos novamente juntos, porem aquela pessoa que estava ali conosco, não era mais o mesmo rapaz lindo, esbelto, alegre, e tremendamente charmoso que outrora conhecemos, estava ali conosco, uma pessoa amargurada, de olhos profundos e sem vida, um homem que ficava trancado em seu quarto horas e horas, mal se sentava a mesa para se alimentar e logo se retirava para o abrigo de seu quarto frio e enfadonho.
Algumas semanas se passarão desde sua chegada, e meu irmão não havia me dirigido uma palavra sequer; decidi então me aproximar dele para tentar compreender o motivo de sua reclusão e de tamanha tristeza que estava ao poucos consumindo sua vida.
Era uma noite de sexta-feira, e todos haviam saido para uma novena na casa de uma comadre da minha mãe, que ficava em um destrito próximo da nossa cidade; ficaram apenas meu irmão trancado em seu quarto e eu reclusa no meu quarto a espera de uma oportunidade para poder conversar com ele.
Bati levemente na porta e chamei-o pelo seu nome, ao mesmo tempo que, vagarosamente abria sua porta, mesmo sem o seu consentimento. Ele se encontrava deitado e coberto por uma grossa coberta de lâ, virou-se para o rumo da porta e pediu para que eu entrasse e viesse ao seu encontro; sentei na cabeceira de sua cama e pousei minhas mãos sobre seu rosto, ao mesmo tempo que indagava sobre sua tristeza e o motivo de tamanha dor, pois estava longe de ser aquele irmão alegre, feliz e vivaz que um dia eu conheci.
Com olhos mergulhados em lágrimas e sua cabeça em meu colo, ele aos poucos começou a balbuciar algumas palavras que num primeiro momento não faziam sentido, mas aos poucos, comecei a perceber a gravidade da situação...
Ele começou a desabafar sobre o motivo de não ter continuado seus estudos como SEMINARISTA, disse que estava preso a pensamentos e desejos extremamentes pecaminosos e abominaveis aos olhos dos homens e de DEUS.
Confessou que o motivo de sua viagem para a capital, era porque estava apaixonado por uma pessoa, e que este amor era proibido, pois se configurava em um pecado mortal e pior que isto, configurava-se em um INCESTO. Não entendia o que ele queria dizer com aquilo, apenas tentava amenizar a situação falando que ele não precisava sofrer por amor, pois todas as mulheres eram loucas por ele, e que ele poderia ter quelquer pessoa a seus pés. Foi neste momento, que ele levantou seu rosto, olhou fixo em meus olhos e disse:
Seria eu capaz de amar minha propria IRMÃ, e ser correspondido com este amor?
continua...
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
VIRGINDADE PERDIDA
o que vai deixar voce com os cabelos em pé é saber quem foi a pessoa que me comeu pela primeira vez. Antes de iniciar minha historia, tenho que expor um pouco da minha infancia.
Fui agraciada e previlegiada por nascer em um lar estavel, eu juntamente com minhas duas irmas uma mais velha e outra mais nova, adoravamos estar sempre perto do meu irmão o primogenito da família, ele era alto, atletico, lindo e tinha um bocado de garotas a sua volta.
porem, apartir dos 10 anos de idade, eu começava a me diferenciar das outras garotas da mesma idade, pois os brinquedos com bonecas nunca me agradaram, mas adorava brincar na rua, principalmente se havia meninos na brincadeira. Desde cedo minhas irmas já sabiam o que eu seria no futuro, pois quem melhor doque elas para me ensinarem o mal caminho???
Ao completar meus 14 anos, meu irmão se aproximou de mim e disse que eu era sua irmã preferida, e que ninguem iria me fazer mal algum, e com um forte abraço, beijou-me na face direita e me desejou MUITOS ANOS DE VIDA, dando-me os parabens pelo meu aniversário. senti-me a pessoa mais segura do mundo naquele momento, pois meu lindo e gostoso irmão havia dito que eu era sua preferida e que me protegeria de todo e qualquer mal...
Naquela época, ele estava com 20 anos de idade, e sua sexualidade podia ser sentido na pele, pois havia uma multidão de garotas interessadas por ele, muitas das quais faziam um esforço tremendo para serem minhas amigas, só para estarem próximas dele. A grande surpresa que me deixou perplexa - e ate hoje não compreendo sua escolha - Foi quando ele desistiu de tudo, trabalho, estudos, namoradas, família... só para ser SEMINARISTA, é isto mesmo, meu lindo irmão optou pelo celibato e foi estudar na capital para ser PADRE. Isto foi motivo de grande alegria para minha mãe, pois moravamos em uma cidadezinha do interior de Minas Gerais e esta decisão abalou todos a quem conheciamos...
continuação...
