sexta-feira, 12 de setembro de 2008

O DOCE GOSTO DE UM "CABAÇO"

Seu nome era ... Bem, seu nome não importa, o que realmente importa, é o que esta pessoa significou em minha vida, eu estava com mais ou menos 17 anos, quando conheci esta garota, ela era evangélica, e me lembro como se fosse ontem, a primeira vez que a vi... Ela estava descendo a escada lateral de uma grande igreja desta cidade, era uma festa que estava tendo e eu resolvi acompanhar minha irmã mais velha naquele dia, lembro-me que aquela garota usava um longo vestido de cor creme, bem colado no corpo, e que corpo, ela estava tão sensual e ao mesmo tempo tão natural, que sua pessoa chamava a atenção de todos que ali estavam, não só pelo lindo rosto perfeito, nem tão pouco pelo escultural e formoso corpo que se mostrava por completo dentro daquele vestido apertado e transparente, mas acho que era sua naturalidade diante dos muitos olhares e elogios que a ela eram dirigidos... Até aquele exato momento, eu jamais havia reparado uma mulher, até aquele exato momento eu jamais havia cobiçado uma mulher, até aquele exato momento eu jamais havia desejado uma mulher... Não sei o porque aquela garota na flor da idade, havia me chamado tanta aminha atenção, e olha que eu nem sou muito chegada aos crente, pois muitos se fazem de santos só para esconder o demônio dentro deles, mais sei que isto também ocorre, e muito, com católicos, ateus, budistas, espiritas...








A única certeza que eu tinha, era que por algum motivo, aquela garota mechia comigo, e instintivamente, sem pensar ou refletir, eu disse para mim mesma: Ahhhhh, eu vou conhecer aquela garota, ela vai ser minha... Foi ai que eu percebi que algo estava errado, eu jamais havia gostado de outra mulher, eu sempre me relacionei com machos, e desde meus 14 anos, jamais deixei de ter um homem dentro de mim, e aquelas palavras que eu havia acabado de sussurar, me fizerão extremecer e me derão medo, por isso decidi sair do lado da minhã irmã que estava conversando com uns "irmãos de igreja" e comecei a caminhar pelas muitas "barraquinhas" que estavam vendendo de tudo um pouco, dentro do estacionamento daquele templo, eu estava quente, com um calor que percorria todo meu corpo, como um alerta ou uma premonição de que algo ruim estava prestes a acontecer, a figura daquela garota havia deixado meu corpo febril, decidi então tomar um sorvete, foi quando percebi que estava sem nenhum "puto" no bolso, foi então que resolvi procurar minha irmã para que ela pudesse me emprestar algum, comecei então, a caminhar no meio daquela multidão, quando me deparei derrepente com minhã irmã, e adivinha só quem estava conversando com ela...








É isto mesmo, era aquela garota de rosto lindo que havia chamado tanto a minha atenção, ela estava conversando com minhã irmã e um outro homem alto e aparentemente forte que trajava calça social, terno preto e gravata, decidi aguardar ao lado, enquanto eles conversavam, eu estava bem ao lado daquela garota, foi ai que percebi, o quanto ela era linda, seu corpo era fenomenal, percebía-se pelo contorno do vestido, que ela tinha uma cintura fininha e uma bunda enorme e usava uma calcinha minuscula, percebia-se também que seus seios eram pequenos e durinhos, pois ela também não usava soutien, e meus olhos não paravam de olhar seu decote e os biquinhos dos seus seios que esticavam o fino tecido de seu vestido, o perfume exalado pela pele e cabelos daquela garota, me faziam exprementar um sentimento diferente de tudo aquilo que eu já havia exprementado, era um misto de pecado, sentimento homossexual e desejo profundo, eu queria conhecer aquela menina, eu queria ser como aquela menina eu queria exprementar aquela menina...








Estava tomada de desejos e fantasias, quando derrepente sinto uma mão de dedos macios e delicados tocar meu braço, e uma voz suave chama por mim, era aquela menina que estava sendo apresentada para mim, pela minha irmã, ela estava segurando delicadamente meu braço e sorrindo para mim, foi quando percebi que ela tinha perguntado meu nome e eu mergulhada em meus pensamentos, não tinha percebido que ela estava conversando comigo...








Que voz meiga, que sorriso lindo, começamos a conversar e a nos conhecer, ela era evangélica desde o dia em que nasceu, e agora fazia parte da juventude daquela igreja, ela participava do conjunto e da escola dominical, tinha milhares de amigos e adorava frequentar aquela igreja, e apartir daquele dia, nos tornamos amigas, eu passei a frequentar aquela religião e a cada dia que passava, ficavamos mais próxima, mais amigas, mais intimas... eu sabia tudo sobre ela, eu era sua confidente e parceira, e com o tempo, ela passou a frequentar minha casa, estavamos sempre juntas, falavamos sobre garotos e possiveis namorados, e ela me contava sobre seus desejos e fantasias, e eu permanecia em silencio, alimentando aquele sentimento e aquele desejo silenciosamente, na esperança de que algum dia ela pudesse sentir por mim, algo mais do que nossa amizade...








Era tarde de um sábado, dia 12 de junho, dia dos namorados, eu estava acabando de chegar do meu serviço e me preparava para entrar dentro de casa, quando vejo minha linda amiga sentada na calçada chorando... me aproximei rapidamente dela e me sentei ao seu lado,ao mesmo tempo em que ela me abraçou forte chorando copiosamente, ajudei-a a se levantar e caminhamos rumo a minha casa, e ao adentrar, sentamos no sofá e calmamente pedi para ela me contasse o que havia acontecido, qual o motivo de todo aquele desespero, meu coração estava pequeno e apertado por ver aquela garota linda, com os olhos vermelhos de lágrimas e o peito repleto de dor... Ela então me contou o que havia se sucedido... o garoto que ela tanto amava, tinha feito a maior desfeita da vida dela, justo naquele dia, no dia dos namorados.... ela havia comprado uma porção de presentes para o garoto e estava levando para a casa do "infeliz" quando derrepente, sem mais nem menos, ele resolveu terminar o namoro que os dois tinham firmado, o "viado" tinha acabado de terminar o namoro justo no dia 12 de junho, justo naquela data tão importante e memoravel para uma garota apaixonada, ela simplesmente virou as costas, deixou os presentes com a vizinha do "viado" e saiu com a cabeça baixa e os olhos cheios de lágrimas em direção a minha casa.




Tentei conforta-la naquele momento tão triste, mas nada do que eu dissesse, iria melhorar ou minimizar o fato de ter sido rejeitada justo naquele dia, e justo pelo homem que ela tanto amava... Naquele instante, passei meus dedos em seu rosto e enchuguei suas lagrimas, ao mesmo tempo em que retirava alguns fios de seu cabelo que estavam em sua boca, e dizia a todo o momento o quanto ela era linda e que não devia chorar por ninguém, que existiam pessoas que dariam tudo na vida, para poder tê-la ao seu lado, que existiam pessoas que também estavam sofrendo por ela... Neste instante, ela parou de se lamentar e me olhou com ar de interrogação, e me perguntou se eu estava sabendo se tinha alguem interessado por ela? nesta hora, um frio percorreu toda minha carne, este era o momento de contar toda a verdade, esta era a hora de tirar este peso das minhas costas, e dizer o quanto eu me sentia atraída por ela, e o quanto eu a desejava... Mas ao mesmo tempo, eu poderia por tudo a perder, principalmente nossa amizade, ela poderia ter nojo de mim, e nunca mais querer olhar para minha cara, mas aquela situação já estava insuportável, eu precisava desabafar, eu precisava saber se o que estava acontecendo comigo era loucura, curiosidade ou paixão, foi então que decidi abrir o jogo para ela, e procurando encontrar as palavras certas, comecei a dizer o que estava acontecendo...




Olha, não sei como dizer, mas, acho que tem uma pessoa que esta muito confusa em relação a você, já faz algum tempo que esta pessoa não consegue tirar você do pensamento, e ela anda sofrendo muito por isso, esta pessoa já tentou várias vezes te contar, mas ela não teve coragem, pois tem medo da sua reação e principalmente, medo de perder sua amizade... Enquanto eu dizia aquelas palavras, minha amiga havia esquecido a dor que a alguns minutos atráz a atormentavam e agora estava afoita e interessada em saber que era a pessoa que estava apaionada por ela, percebia-se claramente, o quanto ela estava curiosa em saber o nome daquela pessoa, e o porque ele ainda não tinha chegado nela para conversar? respondi que era porque o que esta pessoa sentia por ela era errado e que ela jamais iria aceitar ter um relacionamento com esta pessoa... Nesta hora ela disse acenando a cabeça em sinal de reprovação, Aiiiiii, não me diga que ele é casado? eu jamais vou namorar um homem casado... Meu coração batia cada vez mais forte, principalmente depois destas palavras, pois se ela abominava homens casados, o que dirá então em relação a uma mulher... Não havia outro jeito, agora era tudo ou nada, olhei para ela e com minha mão direita em seu rosto, eu disse que não era um homem casado, era muito pior, pois a pessoa que não conseguia tira-la da cabeça era eu mesma... Acredito que ela não tenha compreendido o que eu acabava de confessar, pois ela franziu a testa e ficou aguardando eu dizer alguma coisa, e novamente eu disse, é isto mesmo, já faz muito tempo que eu tenho pensado em você, pra ser sincera, desde o primeiro dia em que te vi, e desde então, não consigo tira-la da minha cabeça, eu sei que depois disto, jamais poderemos ser amigas novamente, me perdõe, mas eu não consegui te esquecer, eu até tentei, mas acho que te amo demais para isto... Abaixei meus olhos, retirei minha mão do seu rosto e comecei a chorar baixinho, e pedir para que ela me perdoa-se, neste instante, ela levantou meu rosto e disse: Calma amiga, não precisa chorar, claro que podemos e seremos amigas para sempre, eu só não sinto o mesmo que voce, voce sabe que é errado uma mulher se relacionar com outra mulher, assim como é errado um homem gostar de outro homem, mas eu amo você como minha melhor amiga, como minha irmã, e é este amor que a bíblia nos ensina a ter um pelos outros... O problema, disse eu, é que eu te amo como mulher, não como minha amiga, eu te desejo como nunca desejei alguém nesta vida, eu acho voce a pessoa mais linda meiga e perfeita do mundo, e ficar ao seu lado, sabendo que voce ama outra pessoa, é muito triste, e mais triste ainda é saber que voce jamais poderá ser minha... Neste momento criei coragem e levantei meu rosto e decidi olhar em seus olhos, mas agora era ela que estava de cabeça baixa, com as mãos sobre sua saia, e semblante pensativo, continuei então a falar, que não sabia realmente o que eu estava sentindo, talvéz fosse apenas curiosidade de ver e sentir o corpo de uma outra mulher, quem sabe talvéz, eu quisesse apenas realizar uma fantasia, ou então eu nem estivesse apaixonada de verdade, eu estava apenas encantada com o lindo corpo que ela tinha, quem sabe? nesta hora ela levantou seu rosto e com um pequeno sorriso nos lábios ela disse, por que voce fica falando que eu tenho o corpo bonito? eu adoro quando voce me elogia, mas não precisa exagerar... Haaaa se ela soube-se o poder que aquele corpo exercia sobre minha pessoa, com certeza ela não diria aquilo, e eu mais do que imadiatamente respondi, não é exagero, é a mais pura verdade, voce é a garota mais cobiçada da igreja, possui o rosto mais harmônico e perfeito, de toda a mocidade, e mesmo assim, você é a pessoa mais humilde que eu conheço, e hora nenhuma sua beleza é ofuscada pela sua vaidade, é por isso que eu digo que é impossivel resistir a você... Neste momento, nossos olhos se cruzarão, e cada uma de nós tranzia em seu rosto, um pequeno sorriso nos lábios e a certeza de que uma adimirava muito a sinceridade e a beleza da outra, e quase que por instinto, nossas mãos novamente tocarão um o rosto da outra, em sinal de afeto e carinho, como quem agradece o simples fato daquela pessoa existir, e por um brevíssimo momento, nossos olhos continuaram fixos um no outro, até que ela se aproximou do meu rosto e disse: Obrigada amiga, obrigada pelas gentis palavras e agradeço a Deus por tê-la ao meu lado, e dito estas palavras se aproximou ainda mais do meu rosto e tocou minha boca com seus lábios, me dando o beijo mais doce e terno de toda minha vida, eu não resisti, e naquele momento, abri minha boca e coloquei minha lingua dentro da sua pequena e febril boquinha, despejando e sugando cada gota da mais pura saliva, chupando e serpanteando a lingua mais macia e aveludada que minha boca já exprementou, minhas mãos seguravam forte a nuca da minha minha amiga, pois eu queria que aquele momento durasse para sempre, eu forçava cada vez mais seu rosto e sua boca contra a minha, num desejo desesperado, de beber todo o mel que saía daquela boca de hálito fresco e gosto doce, e no meio de todo aquele frenesi, dei vazão a toda minha paixão e desejos, e aos poucos fui descendo minhas mãos sobre aquele corpo lindo e morno, apalpando e apertando aqueles seios por sobre sua blusa, e aos poucos, botão por botão de sua blusinha forão soltos, deixando a mostra um sutiem de cor branca com bojo que guardava os mais lindos, pequenos e pontudos seios, que imediatamente foi por mim arrancado, expondo aquele peito, completamente nú diante de mim, e sem perder tempo, desci minha boca em seu rumo e chupei violentamente aqueles bicos rosados e pontudos, mamava e mordia todo aquele peito, colocava-o todo em minha boca e chupava fortemente, arrancando suspiros e gemidas de extremo tesão e prazer da minha amiga, seu corpo estava completamente arrepiado, os finos pelinhos que recobria seu braço, peito e pernas, estavam completamente eriçados, e sua pele tomada por milhares daquelas pequenas saliencias que recobrem nosso corpo quando estamos com frio... Minha amiga permanecia imovel, apenas gemendo e suspirando de prazer a cada mamada e mordida que eu dava em seus seios, e minha mão, mais do que depressa, continuou sua jornada por aquele corpo tão cobiçado por mim, continuei descendo, alisando e apalpando, cada centimetro, cada curva, cada saliência daquele macio e perfeito corpo, até que, minhas mãos alcançaram suas pernas, passei então a alisar sua coxa, e instintivamente, minhas mãos começarão a subir por sobre suas pernas, alisando e apalpando cada pedacinho daquele delicioso par de pernas, e quando minha mão alcançou sua calcinha, meus dedos se depararam com ela completamente ensopada, ela usava uma calcinha de cor clara e de lã, e ela estava completamente molhada, confirmando assim, que minha amiga também havia se entregado ao pecado dos desejos carnais, meu primeiro impulso foi de chegar sua calcinha para o lado e abocanhar com vontade aquela bucetinha que eu tanto queria, mas ao alisar sua "xana" percebi que havia uma grande quantidade de pêlos pubianos, e diferente de mim, que adoro estar sempre depilada, minha amiga tinha os maiores e mais macios pelos que eu já havia tocado, decidi então conferir de perto sua bucetinha, parei então de chupar seus seios e levantei sua saia com ajuda das minhas duas mãos, e sem demora, desci sua calcinha, expondo pela primeira vez, o objeto do meu desejo, o objeto da minha obcessão e fantasia, e pela primeira vez, pude contemplar a bucetinha da minha amiga, recoberta por uma vasta quantidade de pêlos pubianos, que cobriam toda sua xana e se espalhavãm pela cava e virilha, tenho por mim, que ela nunca havia se depilado, não naquele lugar, mas eu estava encantada com o perfume exalado pelos seus pelos e mais ainda, pelo fato deles estarem completamente úmidos e encharcados daquele líquido transparente e viscoso, que exalamos quando gozamos, e não resistindo aquela linda visão, me coloquei ajoelhada no chão da sala, enquanto abria completamente suas pernas, levantando-a para cima e para o lado, e neste exato momento, confirmei o que eu já disconfiava, MINHA AMIGA ERA VIRGEM, sua bucetinha completamente fechadinha, estava lacrada por uma pele que unia seus lábios vaginais, deixando apenas uma pequena abertura, na parte posterios de sua "xoxota", e um misto de tesão e felicidade tomarão conta de mim, por saber que eu estava tendo o previlégio de ver e sentir, toda a pureza de uma menina, eu seria a primeira a sentir toda a doçura presente em uma virgem, eu seria a primeira a desabrochar aquela pequena flor... Lentamente me aproximei de sua bucetinha, e com minha boca e minha pequena lingua, abocanhei deliciosamente sua bucetinha, chupava e lambia vorazmente sua racha, bebia todo o suco que emanava de seu buraquinho, que delicia sentir o doce mel de uma virgem, dela só se ouvia os gemidos de prazer, seu corpo se contorcia todo, e quanto mais eu chupava, mais ela abria sua perna e se oferecia, forçando sua bucetinha contra minha lingua, aquele momento foi tão marcante para mim, que mesmo agora, eu posso sentir o gosto e o cheiro daquela menina, daquela mulher, chupei tanto a sua xoxota, até meu maxilar começar a doer, passei então a massagear a parte superior de sua xana com meus dedos, bem próximo do seu clítoris, apertava e lambia seu grelinho, e aos poucos, fui colocando meu dedinho indicador dentro dentro daquele pequeno orificio de sua vagina, e o forçava lentamente para dentro, nesta hora ela segurou meu punho e pediu para eu parar de introduzir meu dedo, ai para, para, para... não faz isto não, vamos parar, disse ela... Mas eu estava tomada de tesão e desejo, e queria de qualquer forma, arregaçar aquele "cabaço", sentir o gosto de seu sangue, sentir a carne de sua buceta ser dilacerada, ouvir a dor do seu gemido, quando sua xota fosse penetrada... Então passei a chupar mais forte sua buceta e a enfiar mais rapido e mais profundo meu dedo dentro de sua apertada "racha", enfiava meu dedo e tirava, colocando-o em minha boca só para sentir o gosto de sua bucetinha, passei a masturbar aquela menina, cada vez mais forte, enfiando meu dedo indicador violentamente dentro de sua racha, aproveito que meu dedo indicador esta repleto de seu líquido vaginal, e enfio dois dos meus dedos em sua racha, bem devagar vou penetrando minha menina, neste momento ela tenta segurar minha mão, tentando impedir que eu retire seu cabaço, mas é tarde, pois de uma só vez, em um movimento mais brusco e forte, introduzo meus dedos em sua bucetinha, fazendo com que seu cabaço se rompa, e um pequeno filete de sangue começa a surgir nas laterais de seus lábios vaginais, neste instante percebo que minha menina começa a chorar, creio que não seja de dor, mas de arrependimento, quem sabe? mas meu desejo por aquela fêmea é maior que meu remorcio, e continuo a penetrar sua bucetinha, cada vez mais forte e mais profuno, e quanto mais ela se debate e tenta retirar minha mão e meus dedos de dentro dela, mais dedos eu introduzo e mais profundo eu os enfio, ela esta agora completamente preenchida pelos meus dedos, tenho três deles, completamente dentro dela, eles estão ligeiramente sujos de sangue, mas posso sentir contrações vigorosas daquela bucetinha apertarem e estrangularem freneticamente meus dedos, aproveito este momento para sentir o gosto daquela mulher, retiro meus dedos e rapidamente introduzo minha lingua o mais fundo possivel dentro de sua rachinha, sinto um gosto forte de sangue na boca, mas isto não me impede de continuar a chupar e lamber todo o interior daquela mulher, minha saliva, volta a lubrificar novamente aquela xoxota, que já se encontra toda vermelha e esfolada pelos meus dedos, minha amiga continua com os olhos vermelhos e com residuos de lágrimas que escorrem pela sua face, subitamente, ela empurra meu corpo com seus pes, e me afasta, fazendo com que minha boca e minha lingua saia de dentro da sua xoxota, imediatamente ela fecha suas pernas, e começa a se vestir novamente, colocando seu sutiem e fechando os botões de sua blusa, ela rapidamente se levanta do sofá e pega sua calcinha que esta no chão e começa a murmurar, dizendo: Meu Deus, o que que eu fiz, preciso sair daqui, meu Deus, meu Deus... ligeiramente ela sai pela porta da sala, com o mesmo desespero em que ela havia entrado horas atrás.
Resultado... Nunca mais voltamos a nos ver, nossa amizade se perdeu naquela tarde de sábado, a alguns anos atrás, quando eu ainda fazia faculdade, eu a via na UFU esporadicamente, mas nunca voltamos a nos falar, ela nem mesmo me comprimentava, acho que este foi o jeito que ela encontrou de seguir em frente esquecer o que um dia aconteceu entre nos duas, esquecer o dia em que uma mulher, a fez mulher pela primeira vez, esquecer que um dia ela gozou na boca de sua melhor amiga... Fiquei sabendo, pela boca de outras pessoas, que ela a muito tempo, saiu da igreja, e nunca mais voltou, deixou de fazer parte daquela mocidade e de frequentar a escola dominical, hoje ela se formou, trabalha e atualmente esta namorando um simpatico rapaz.
Eu, como voces já sabem, continuo sobrevivendo, um dia de cada vez, depois deste dia, nunca mais deixei de exprementar novas coisa, já tive todos os tipos de homens e mulheres que voces possam imaginar, já fiz e realizei todas as fantasias que são humanamente possíveis, já senti o gosto de outras virgens em meus lábios, só que nenhuma, foi tão itensa, marcante e doce, quanto o gosto do meu primeiro cabaço.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

PAREI, OLHEI E VÍ, A MAIOR PUTA DE TODOS OS TEMPOS.

Já faz algum tempo que tive o "prazer" de conhecer a maior vagabunda, vadia, puta e safada do mundo, eu estava em meu quarto, havia acabado de sair do banheiro, estava me aprontando quando derrepente olho para o lado, em um dos lados do meu quarto e avisto aquela figura medonha e ao mesmo tempo inesquecivel... Me aproximei mais da parede, para que pudesse ver melhor, e eis que a maior vadia de todos os tempos estava ali, parada, imovel me fitando de cima em baixo, percorrendo seus olhos lacivos em cada curva do meu corpo, eu pudia sentir o cheiro do seu halito, e peso de sua maquiagem, eu podia ver em sua pele as marcas deixadas pelos muitos e muitos amantes violentos, eu podia até mesmo sentir o gosto nojento dos incontaveis homens que violentaram e usufruiram daquele corpo, eu podia sentir a dor da infermidade tomar conta de todo aquele ser, eu podia ver a vergonha e o repudio que as pessoas sentiam daquela mulher imunda, eu a fitava e não conseguia desviar meus olhos daquela criatura de corpo franzino, cabelos ralos e channel, olhos esverdeados, labios tingido de batom, e um cheiro forte de perfume barato, que tentava de todas as formas esconder o fedor daquele corpo pestilento e recoberto de perebas e feridas... Nesta hora, recobrei meus sentidos, voltei a realidade e percebi que estava diante do ESPELHO, vendo minha própria imagem refletida e divagando sobre minha própria pessoa... E nesta hora percebi que eu era a maior PUTA de todos os tempos.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

PUTA QUE PARIU!

No mês que vêm, farei aniversário novamente, só não sei se conseguirei aguentar firme por mais um longo e doloroso ano, acho que não sou tão forte assim, mas há também quem diga que, vaso ruim não quebra, neste caso então, viverei por mais 100 anos... Brincadeira a parte, mas em Outubro de 1977, nascia em uma pequena cidade do interior de Minas, uma linda garotinha, que ao crescer, tornou-se mais linda ainda, pena que a beleza não dure eternamente... E hoje eu sei que o que me resta é um seio flácido, uma bunda murcha e uma vagina um tanto quanto frocha e distendida, mas tudo bem, o maior dos meus problemas não é meu corpo, bem... pelo menos não externamente, mas sim, o que esta escondido por detrás desta pele enrrugada, malcheirosa e virulenta, tenho por mim, que a dor que as vezes sinto, vêm do fundo da alma, rasgando e cortanto minha carne, tirando minha paz, dilacerando minhas viceras e revirando todo meu intestino, minha dor é intermitente, minhas feridas não sarão, meu hálito forte revela o gosto putrido das minhas chagas, ainda existem lágrimas em meus olhos, ainda existe esperança em minha mente...
No mês que vêm, farei aniversário novamente, mas não farei festa, não farei bolo, haverá apenas a alegria de poder abraçar meu filho e quem sabe meu homem... Pois como se alegrar, se sabemos que a cada dia que passa, é um dia a menos, aqui neste mundo... Sou mesmo contraditória, ao mesmo tempo em que almejo uma morte rápida e indolor, meu espirito, corpo e alma, chora por um pouco mais de vida, por um pouco mais de tempo, por um pouco mais de...
A possibilidade de voltar atráz, já não existe mais, por isso mesmo é que quero que todo o mundo vá para A PUTA QUE PARIU!

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

RELATOS DE UM FUDIDO.

No passado eu quis transar,

Hoje eu já não quero mais...

Minha ex disse estar grávida,

Lamento muito, mas vou ser pai...

Vou pagar sua pensão,

Mesmo não tendo condição,

Enquanto isso minha ex...

Alimenta o Ricardão,

Pra piorar minha desgraça

Peguei siflis, cancro duro e algo mais...

Meu "amiguinho" já não levanta,

Nem com reza ou erva santa...

Me resta ainda o Viagra,

Pra consolo das putaiada,

Tudo bem se eu chorar...

Não posso mais voltar atráz

Se pudesse, continuaria virgem

Me masturbando e nada mais.

Encontrei na internet, estas lindas palavras de um poeta anônimo, acredito que apesar de simplória e engraçada, estas palavras possuem um significado muito forte, afinal de contas, quando somos adolescentes, a coisa que mais queremos na vida é transar, mais depois que as consequências batem as nossas portas, o que realmente desejamos, era que permanecessemos puras e imaculadas.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

QUEM DISSE QUE TOMAR "PAU" NA ESCOLA, É RUIM?

Mete, Mete esta jeba preta em minha buceta, Me deixa gozar neste cacete imenso meu garanhão negro... Forão estas as palavras que eu proferia no auge do prazer, na primeira vez que transei com um negro.


Eu estudava no Colégio Anglo, aquele da Cessario Alvim, próximo do UTC, trabalhava o dia todo em uma loja na Floriano Peixoto e estudava a noite, e havia naquela escola um professor que eu admirava muito, ele era alto e lindo, apesar de ser negro, eu nunca havia transado com um negro, sinceramente eu nem mesmo gostava de pretos, nunca namorei um, mas aquele homem era tão inteligente e seguro, sabia que ele era casado, mas eu não conseguia deixar de pensar de como seria transar com um negro bonito e elegante como aquele. Lembro-me que apesar de adorar a aula dele, eu estava indo de mal a pior, pois nunca gostei de estudar e honestamente, a matéria era um saco, e com o passar do tempo, minhas dúvidas só almentavam, até que certa noite, no intervalo da aula, me aproximei do professor, e falei que estava completamente perdida em sua matéria, e que não iria conseguir prosseguir, eu falava tudo isto, com muita calma e serenidade, porém meus olhos repletos de malícia, olhavam fixamente para seus olhos, eu nem sequer piscava, e acho que aquilo o deixava sem jeito e sem ação, percebi o quanto minha presença mexia com o safado, pois ele procurou de todas as formas descobrir qual era o meu problema e minha dificuldade, notei que ele também me olhava sempre com um pequeno sorriso no canto da boca, e seus olhos não conseguiam disfarçar o seu tesão por mim; eu dizia que achava a matéria muito complicada, e que o problema não era as aulas dele, mas sim eu que não estava conseguindo acompanhar a sala, ele então perguntou se eu tinha alguém ou algum grupo de alunos que pudessem me ajudar nos estudos? eu respondi que não, pois meus amigos, também trabalhavam e estavam piores do que eu... ele então fez um pequeno momento de absoluto silêncio, como quem esta prestes a decidir qual direção tomar, foi então que ele se aproximou bem perto do meu rosto, como quem quer lhe confessar um segredo e perguntou se eu gostaria de ter uma aula de reforço com ele? nossa, mas é claro que sim, respondi imediatamente a sua pergunta, e com os olhos fixo naquele olhos tão negros quanto a cor de sua pele, eu soube que, o que aquele negro queria, era muito mais do que me dar uma simples aula, ele então se protificou a me dar uma aula de reforço no próximo sábados após o almoço, pois eu trabalhava na parte da manhã até o meio-dia.


A semana não passava nunca, parecia uma eternidade, ele havia marcado um local público para que pudessemos estudar porém era um lugar sossegado e próprio para os estudos, iriamos então nos encontrar na biblioteca da UFU, no campus Santa Monica as 14:00. No sábado então as duas da tarde eu compareci para nosso estudo, estava euforica e com medo, pois eu queria saber como era estar com um negro? como devia ser ser "pau"? era mesmo grande como todos falam? eram tantas dúvidas e curiosidades, e eu estava disposta a sana-las por completo e de uma vez por todas, esperei o vagabundo por 30minutos, já estava quase indo embora quando o safado finalmente chega, nem mesmo se desculpou pelo atraso e foi logo pedindo para que eu o acompanha-se até o segundo andar, sentamos em uma mesa qualquer e ele foi logo me perguntando qual era minha dificuldade? respondi que todas, que não estava entendendo nada da sua matéria, ele abriu uma apostila e iniciamos desde o princípio, procurei me concentrar no que ele estava falando,mas não tinha jeito, minha mente não parava de pensar no "pinto" preto daquele macho, bonito e cheiroso. Derrepente, sem mais-nem-menos, avisei que era melhor parar, que não adiantava estudar pois minha mente estava em outro lugar, e eu não conseguia pensar nem raciocinar direito, enquanto estivesse com aquilo em mente... Assustado ele perguntou:


- O que te preocupa tanto para termos que parar de estudar? será que eu posso de algum modo te ajudar?


- Claro que não! respondi, como você poderia me ajudar se é você o responsavel pelas minhas noites mal dormidas e minha cabeça cada vez mais distante do meu corpo? com os olhos arregalados e um ar de espanto, aquele homem de rosto perfeito e corpo extremamente forte, abriu um sorriso enorme com aquela boca de lábios carnudos e escuros, como se não acreditasse no que acabara de ouvir, imaginado que eu estivesse, quem sabe, brincando ou simplesmente sendo sarcastica, a verdade é que quando acabei de dizer aquilo, me aproximei subtamente e dei-lhe um beijo na boca... Creio que agora ele notou o quanto eu falava sério,pois de uma só vez, ele se afastou de mim, levantou de sua cadera e olhou para os lados, confirmando se ninguêm havia presenciado aquilo, com um semblante fechado e rosto muito sério, ele disse baixinho, quase sussurando: -Você esta louca, como pode... se vôce não sabe eu sou casado, não viu a aliança??? que loucura...


Virei minha cabeça em sua direção erguendo meus olhos e disse: Claro que eu sei que você é casado, não estou lhe pedindo em casamento muito menos querendo algum laço afetivo com você, eu só quero transar, e queria que fosse você o primeiro negro a me comer... mas eu entendi que você não quer, então pode ir embora... vai!


Virei meu rosto para o lado e aji como se nada estivesse acontecido, e pior que isto, aji como se estivesse indiferente a sua recusa... Ele se aproximou novamente da mesa, pegou sua apostila, a feixou e falou baixinho, bem proximo do meu ouvido: Se você queria transar, era só ter pedido, levaria você para qualquer lugar... Menos num local público como este...


Retornei meu rosto novamente em sua direção e com uma carinha de garota sapeca e levada eu disse: Então me leva, e só hoje, faça o que você quiser comigo...


Vocês podem até não acreditar, mas neste momento, o meu professor pegou em minhas mãos e sem nehuma palavra, me levantei e saímos daquele local, sem nem mesmo olharmos para traz. Em seu carro, seguimos em direção a rodovia que vai para Araguari, e rapidamente chegamos ao CQsabe-motel, e lá pude acabar com todas minhas dúvidas e receios, medos e preconceitos, e naquele dia eu tive um dos homens mais bonitos e carinhosos dentro de mim... Aquele negro tinha um corpo lindo, e um "membro" grande, muito maior que aqueles que eu estava acostumada a receber na "lindinha". Ele não havia falado nada em todo o percusso até o motel, apenas balbuciava algumas palavras dizendo que aquilo era loucura, e me olhava de cima em baixo, como se não estivesse acreditando que ao seu lado estava sua aluna de pele clarinha e cabelos channel, com idade inferior aos 20 anos, e disposta a dar para ele... Ao chegar, ele me deu a chave e pediu para que eu fosse abrindo a porta enquanto ele trancava o carro e fechava a garagem, ao entrar, ele se deparou comigo em pé, ao lado da cama, completamente nua o aguardando, pedi para que ele fechasse a porta e dali mesmo retirasse toda sua roupa, queria ver como era seu corpo de longe e principalmente como era seu cacete... De peça-em-peça ele foi retirando toda sua roupa, ficando apenas de cueca, nesta hora ele fez mensão de se aproximar, e eu imediatamente balancei minha cabeça em sinal de negativa, como quem quisesse dizer, que ainda faltava uma peça de roupa a ser retirada, e com um sorriso sarcastico e ao mesmo tempo confiante, ele desceu aquela última peça de ropa, deixando a mostra um maravilhoso e negro orgão, que daquela distância já se podia ver aquelas calibrosas veias e nervos em torno daquele chumaço de carne que começava a dar sinal de vida... ele veio se aproximando e ao chegar bem perto de mim, arqueou seu corpo em minha direção e me beijou, colocando sua lingua em minha boca e chupando ao mesmo tempo minha pequenina lingua, senti quando ele me deu um forte abraço e minha barriguinha apertou seu cacete, que neste momento forçava forte meu corpo, num claro sinal de excitação e tesão, quando me afastei para poder ver e pegar aquele membro, me entusiasmei com o tamanho e a grossura daquele caralho, nossa, me lembro de ter achado aquela "vara" enorme, talvêz porque estava acostumada a trepar apenas com adolescentes, hoje eu sei que aquele era o tamanho médio de qualquer homem, mas naquele momento, era como se um terceiro braço estivesse no meio daquele corpo negro e musculoso, pronta para entrar em mim e me comer por completa, com suas mãos enorme, ele retirou alguns cabelos que estavam sobre meu rosto, enquanto eu contemplava aquele cacete preto, grosso e duro em minha frente, olhei para seus olhos e segurei firme aquele colosso em minhas mãos, ainda segurando e massageando aquele cacete, subi sobre a cama e fiquei de joelhos com meu rosto no rumo daquele badalo negro e grosso, e aos poucos, passei a chupar aquele membro, passando minha ligua sobre aquela cabeçorra roxa e inchada, aquele instrumento mal cabia em minha boca, e quanto mais eu chupava, mais grossa e lubrificada aquela rola se tornava, o safado estava morrendo de tessão, ele passou a segurar minha cabeça por tráz, forçando-a para que eu colocasse aquela jeba em minha garganta e a engulisse por inteiro, minha boca doía toda de tanto que eu a escancarava, e lágrimas saíam dos meus olhos, pois aquele colosso tocava fundo minha garganta, e já não aguentando mais, retirei aquela jeba da minha boca e com os olhos repletos de lágrimas eu disse: Vem cá meu negão, quero sentir sua lingua na minha buceta, me chupa gostoso, vem, vem... Deitei sobre a cama e abri minha pernas, ao mesmo tempo em que aquele homem caiu de boca sobre minha "xana" e me chupou ardentemente, sua lingua era grande e aspera, sentia aquele desgraçado chupar fundo minha buceta, lambendo e mordiscando cada pedacinho da minha racha, ele segurou minhas pernas e a abriu completamente, deixando minha xoxota depilada completamente exposta, o tesão era tanto que eu não tive outra alternativa se não gozar na boca daquele negro pervertido.

Eu gozava gostoso, enquanto minha buceta piscava em contrações vigorosas de tesão, neste momento aquele negro vem subindo pelo meu corpo serpenteando sua lingua pelo meu umbigo, chupando meus peitos e beijando minha boca, com aquela sua boca toda lambuzada com meus líquidos vaginais, posso sentir o próprio gosto da minha buceta impregnada em sua lingua e lábios, derrepente, aquele negro possiciona seu "cajado" no rumo da minha buceta e inicia uma deliciosa penetração, bem devagar e apoiado sobre seus braços, aquele homem me penetra de forma espetacular, sem pressa, sem violencia, apenas seu imenso corpo sobre o meu empurrando cadenciadamente meu corpo também para frente, em um único movimento, eu me entrego toda, sentindo cada centimetro do seu membro dentro de mim, eu passeio com minhas mãos por todo seu corpo, sentindo a força e a rigidez de cada musculo daquele perfeito corpo, seu cacete entra e sai vagarosamente da minha xana, sinto seu membro massagear cada parte da minha molhada vagina, meu clítoris está inchado de tanto tesão, e quando ele começa a acelerar os movimentos de seu quadril, enfiando cada vez mais forte e mais profundo sua "jeba" em meu âmago, eu não consigo mais me segurar e abraço forte aquele macho, segurando firme seus ombros por tráz e gozo novamente, com gemidas profundas e verdadeiras, meu corpo se estremece todo, minha buceta parece que vai explodir de tanto tesão, e quanto mais minha xana "pisca" no cacete daquele homem, mais forte e mais profundo aquele safado me invade, e eu no auge do prazer, começo a implorar para o safado... " mete, mete esta "jeba" preta em minha buceta, me deixa gozar neste cacete imenso meu garanão negro... Eu não acredito, mas eu já havia gozado duas vezes e aquele homem ainda estava me comendo, tirando e colocando aquele seu membro dentro de mim, derrepente, ele retira seu cacete extremamente duro e lubrificado de dentro da minha xana, e o segura com uma das mãos, fazendo mensão de que iria gozar naquele instante, eu não me segurei e cai de boca sobre aquele musculo preto, colocando toda aquela cabeçorra rocha dentro da minha boca e segurando forte aquele musculo negro em minhas mãos, nesta hora sinto jatos vigorosos de semem invadirem minha boca e garganta, era tanta porra que cheguei a engasgar tamanha era a quantidade daquele leite quente e grosso que invadia minha garganta, meus olhos encherão de lágrimas, devido o forte gosto e a imensa jeba que tentava se alojar no fundo da minha boca, bebi todo o semem daquele cacete, não deixei uma gota sequer sair da minha boca, e ao termino daquela maratona sexual, minha vagina estava extremamente ardida, minhas pernas ainda tremiam um pouco devido ao grande esforço de ter um cacete duro e viril no meios delas, ficamos deitados sobre aquela cama por mais ou menos 20 minutos, até nos recompormos e irmos tomar um banho naquele final de tarde de sábado, saímos daquele motel, prometendo guardar segredo sobre nossa gostosa aventura, e realmente nunca comentei com ninguém o ocorrido, até hoje é claro, mas fica ai um alerta.
Se voce é casada, cuidado, pois quando você menos espera, o "pau" do seu marido que pensava ser acima de qualquer suspeita, pode estar fazendo uma outra mulher feliz. E foi isto que aconteceu comigo, tive a buceta invadida pela primeira vez por um membro negro, graças ao meu lindo professor, que nem sequer se arrependeu de trair a confiança da própria esposa e dos filhos, só para fazer sua aluninha feliz.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

NÃO ESPERAVA SER FODIDO QUANDO ME FODEU.

Nestes últimos dias, estou acamada por causa de uma forte gripe, acho que é por causa deste tempo seco, que inflige poeira e baixa umidade, proporcionando o almento de doenças respiratórias e alergicas, aproveito esta época para cuidar melhor de mim, e ir regularmente no H.C. verificar meu sistema imunológico, e tenho muito tempo para escrever minhas memórias, pensamentos, desejos e vontades, uso meu computador diariamente e entro em meu blog quase todos os dias, mas meu desejo mesmo, é sair da cama e aproveitar a noite, adoro sair e frequentar os diversos movimentos culturais de Uberlândia, recentemente estive no Uberlândia fest-folia e quero ir no triangulo music, adorei todos os dias de festa, e até conheci uma galera super legal, mas havia um carinha lindo, que estava ao meu lado no mesmo camarote, confesso que não consegui tirar os olhos dele, e nem ele de mim, mas tive que tomar muito cuidado, pois meu "marido" estava comigo, e flertar com outras pessoas, só mesmo quando ele estivesse caindo de bebado...


Não demorou muito para o rapaz se aproximar de mim, mesmo sabendo que eu estava acompanhada, e logo começar a puxar uma deliciosa conversa, mas eu sei o que ele realmente queria, pois quem melhor do que eu para saber as verdadeiras intenções de um homem, seus olhos não paravam de olhar o decote do meu "abadá" e enquanto dançavamos, suas mãos tocavam a todo momento, mesmo que de leve, por sobre meu minusculo short, esfregando e apalpando minha bunda, aquele safado queria me "comer" de qualquer maneira, e se eu deixasse, ele tiraria minha roupa ali mesmo... Não sou santa, e mesmo estando perto do meu "marido" eu sentia uma atração muito grande por aquele homem, ele era realmente muito lindo, aparentava ter entre 30 e 35 anos, e um sorriso fenomenal, mas o que me atraía no safado, eram suas pernas, mas que pernas... Eu precisava ficar a sós, nem que fosse por cinco minutos, com aquele rapaz... falei para meu marido que eu iria até o banheiro, e com a cara mais deslavada do mundo, comia aquele homem com os olhos, na esperança de que ele me seguisse até o toalete, não deu outra, o safado veio como um cachorrinho atrás de mim, e antes mesmo de chegar ao toalete, ele segurou meu braço e me arrastou para o banheiro masculino, aquele filho -de-uma puta queria mesmo me "comer", e sem pedir licença, foi logo me levando para o canto do banheiro no ultimo box e passou a me beijar e apertar deliciosamente meus seios por sobre a camiseta, eu sentia o volume de seu "cacete" por baixo daquele short, e a cada passagem de minha lingua em sua boca, sentia seu "pau" extermecer e se avolumar, tocando e roçando minha cintura e barriga, aos poucos, ele levantou minha camiseta e passou a chupar e morder meus mamilos, mordia e mamava meus bicos com um tesão sem igual, ao mesmo tempo que passava suas mãos e apertava minha vagina sobre o short; eu já não aguentando mais de tesão, enfiei minhas mãos por dentro do seu short e peguei aquele "mastro" extremamente duro e que eu tanto desejava, imediatamente desci sua calça e me agachei ficando de cara com aquela 'jeba" imensa e sem pensar duas vezes, abocanhei gulosamente aquele cacete, chupando e passando minha lingua sobre aquele "musculo de carne" de cabeça enorme e roxa, chupava e massageava aquela longa e grossa "vara", e sentia o gosto salgado dos seus líquidos lubrificantes, que eram expelidos aos poucos daquele imenso instrumento, como não podia me demorar, me levantei ao mesmo tempo em que o safado descia meu short e massageava minha bucetinha que já estava completamente lubrificada, nesta hora ele fez mensão de agachar e pegar um preservativo no bolso de sua calça, mas insisti que eu estava sem tempo e levantei minha perna direita colocando-a sobre a privada e falei para o otário: Lindinho, se você quiser me "comer" que seja agora, caso contário não me faça perder tempo, vi que ele ficou um pouco ressabiado, mas com minha mão direita, peguei seu vigoroso pau e aproximei-o da portinha da minha buceta e bem devagar comecei a introduzi-lo em meu buraquinho, nesta hora o safado deixou-se levar pelo tesão e não mais se importou com a falta da camisinha, eu gemia baixinho e gostoso em seu ouvido a cada penetrada dentro de mim, com minhas pernas escancaradas, recebia lentamente aquele vigoroso instrumente em minha racha, enquanto minhas mãos paseavam por todo aquele corpo perfeito e forte, massageando seu peito peludo, suas grossas pernas e seu bumbum enorme e durinho, enfiava minhas unhas com vontade naquela bunda gostosa, e recebia em troca, toda a sua "jeba" dentro de mim, derrepente, ele segura minha bunda por baixo e me suspende, deixando minhas duas pernas no ar e minhas costas colada na parede, com seus braços por baixo das minhas pernas e segurando forte minha bunda, ele passou a ter controle total sobre minha buceta, enfiando agora, sua vara de maneira violenta e rapida em minha vagina, com movimentos profundos, seu cacete toca fundo minha buceta, sinto sua vara ferir meu utero, aquele instrumento grosso, entrando e saindo de dentro de mim estava me levando a loucura, e no auge do climax, gozo desesperadamente, gritando e arranhando as costas do filho-de-uma puta, que descarrega em mim, todo seu esperma, inundando o interior da minha racha que pulsa e pisca violentamente em volta daquele gostoso caralho, nossa como é bom gozar... devo ter ficado uns dois minutos naquela posição sentindo apenas as vibrações do seu cacete dentro de mim e da minha bucetinha sobre seu cacete, bem devager ele me abaixou novamente e retirou seu cacete de dentro de mim; ainda saía "porra" de dentro da minha buceta, quando me preparava para colocar meu short, peguei então um pedaço de papel e enrolei colocando-o sobre a calcinha, desta forma, evitaria que mais semem escorresem pela minha perna no decorrer da noite, e antes de sairmos do banheiro, pedi para o safado não dar "bandeira" e nem comentar com ninguêm sobre o ocorrido, pois meu marido poderia desconfiar, e causar algum problema para nós... saimos do banheiro e retornamos cada um para o seu canto, meu esposo já estava mais bebado do que um gambá, e apesar da demora no banheiro, acredito que ele não tenha desconfiado de nada, voltei a dançar e apreciar o show como se nada tivesse acontecido, quando novamente percebo que o safado se aproxima de fininho, e fica a mais ou menos 5 metros de distancia de onde eu estava, e ao contrário do que eu havia pedido a ele, ele estava agora com mais dois amigos cochichando e olhando para mim... pronto, a besteira estava feita, o filho-de-uma puta, não se conteve e teve que espalhar para seus amigos, que acabara de traçar uma gostosa no banheiro masculino, comecei a ter medo, pois seus amigos além de bebados e euforicos, poderiam se aproximar de mim e querer me chantagear, para que eu transasse com eles também... Mas antes que o pior acontecesse, parei de dançar e comecei a andar em direção aos safados, e cheguei bem perto do "viado" que havia me "comido" e disse em alto tom, para que seus amigos também pudessem ouvir:
Sua mãe não te ensinou que não se deve transar sem camisinha? É perigoso...
E com uma espressão de garota sapeca e indiferente á aquela situação, me virei e fui me afastando, com um sorriso malicioso nos lábios... É naquele momento eu soube que acabara de foder com a vida de quem um dia quis, de toda maneira me foder.

terça-feira, 29 de julho de 2008

DEIXE-ME GOZAR NESTE MUNDO CÃO

Há quem acredite que o "Demônio" é o causador de todo e qualquer mal que assola o mundo. Eu não acredito em Capeta, Demônio ou Satanás, Pois não são eles que estupram as mulheres, não são eles que violetam as crianças, não são eles que que tirão a vida dos pais de família em uma rodovia, não são eles que brutalizam o corpo de jovens virgens, não são eles os responsaveis pelas atrocidades cometidas nas guerras, não são eles que queimão os corpos de nossos filhos em sinal de vingança e rivalidade, não são eles que exploram o trabalhador até sua última gota de sangue e suor, não são eles que viciam nossos irmãos e amigos, não são eles que abusão sexualmente de nossos anjinhos, não são eles que propagam a doença e a invalidez nos mais velhos, não são eles que apodrecem nossos corpos e os infestão de doenças malditas e incuraveis, não são eles...
Os homens, são os verdadeiros culpados de toda atrocidade e maldade existente no mundo, são eles a personificação da maldade, do incesto, do malígno, da virulencia, do algoz... são eles que violam nossos corpos com desdenho e brutalidade, são eles que nos obrigam a carregar sua prole fétida e mal formada, são eles que disceminam toda sorte de peste e cancer sobre nossa carne, são eles que me fazem "gozar" nas frias noites de inverno e me levam ao "climax" nas mornas manhãs de verão.
É fácil perceber então, que o demônio ou o capeta, não está perto ou dentro de nós... Nós mesmos somos o capeta em corpo e alma, nós mesmos somos os geradores de toda podridão e devastação que aqui há, nós mesmos somos as vítimas e os responsáveis pela dilaceração de nossas carnes e corpos. Mas se me perguntarem se eu quero um mundo perfeito, com a ausência deste ser malígno e atróz, um mundo apenas de santos e ovelhas, um mundo onde o amor impera sobre a dor, eu digo que não... Pois sem ele, como vou exercer meu santo e sagrado direito de gozar?

sábado, 26 de julho de 2008

EM MEU CAMINHO HAVIA UMA PUTA. HAVIA UMA PUTA EM MEU CAMINHO.


Este fato que se sucedeu, poderia até ter como título "ESPELHO", pois o que vemos através dos olhos, é o que a alma esta disposta a dizer, e se vocês tivessem a oportunidade de me conhecer, saberiam o que meu espirito esta tentando a todo custo esconder, mas meu olhar não consegue mentir.


Aprendi que o melhor exemplo esta em casa, nos espelhamos sempre em nossos pais, então como explicar a vida que levo? De quem é a culpa então? Sou o reflexo de quem? Acredito que a maior culpada pelos meus erros seja eu mesma, mas me lembro claramente do dia em que conheci "verdadeiramente" a pessoa mais ordinaria do mundo, a pessoa mais dissimulada e traidora que eu já conheci, a verdadeira personificação da mentira e do engano, e acreditem, quem a conhece acha que é uma santa, um exemplo de mulher trabalhadora e honestidade, mas eu tive o desprazer de flagrar uma puta na casa da minha mãe.


Tudo começou quando eu fui expulsa de casa pela minha própria mãe, ao me flagrar cometendo incesto com meu próprio irmão, eu tinha apenas 15 anos. Vim para Uberlândia para morar com parentes e amigos, e aos poucos fui me reestabelecendo novamente, encontrei trabalho e passei a estudar, e com o passar dos messes, o ódio que minha mãe nutria por mim, foi se esmaecendo até que passamos a nos perdoar e voltarmos a ser como éramos antes, mãe e filha. Eu estava com 18 anos quando voltei para minha cidade natal em uma visita de final do ano, estava de ferias e minha família iria se reunir para comemorar o natal e a passagem de ano todos juntos, eu me lembro que todos ficaram encantados comigo, pois agora eu estava muito diferente daquela adolescente magricela que todos conheciam, eu tinha agora corpo de mulher, e uma vaidade mesclada com uma beleza intrigante, eu trazia estampado em meu corpo, curvas e linhas sedutoras e meu rosto uma delicadesa jovem e maliciosa e meus olhos gritavam por desejo e satisfação... Minha mãe conversava normalmente comigo, mas com uma falta de afeto e uma frieza de quem esta conversando com um estranho, mas tudo bem, eu me contentava só de poder estar perto daquela mulher forte e severa, e ao mesmo tempo, sofrida e batalhadora novamente. Andar por aquelas ruas novamente, me traziam lembranças há muito esquecidas, minha infancia, minhas alegrias, meus pecados, meu irmão... Mas agora eu estava mudada, estava mais forte, havia aprendido a pegar tudo aquilo que eu queria, deixei de ter medo de tudo, passei a viver a vida com mais intensidade, deixei de ser usada pelos outros, e passei a usar as pessoas para proveito próprio, só eu sei o que um rosto bonito e um corpo perfeito podem fazer...


Passamos um natal reunidos com muita comida e bebida " a bebida que falo era refrigerante" pois minha família, como todo bom cristão, não bebia bebidas alcoolicas, aquele tinha sido um bom natal, e já que estava de férias, fiquei também para comemorar a passagem de ano, na casa da minha mãe, ali só moravam ela e minha irmã caçula, a mais velha já tinha se mudado também para Uberlândia, e havia quartos de sobra naquela velha casa. Eu queria de todas as formas, resgatar novamente o amor de minha mãe por mim, por isso passava a maior parte do tempo, dentro de casa, ajudando com os trabalhos domesticos o máximo possível, já que minha mãe trabalhava com a fabricação e venda de polpa de frutas, e aquilo lhe tomava muito do seu tempo.


Acho que vocês notaram que momento algum eu falo do meu pai, isto porque eu não fui criada com ele, meu irmão e minha irmã mais velha é filha do primeiro homem da minha mãe e eu mais minha irmã caçula, somos filha de seu outro casamento, "ambos" a largaram e ela teve que criar sozinha seus filhos, ela era uma mulher de estatura média-baixa, com cabelos compridos geralmente enrolados sobre a cabeça em forma de "coque", e com uns quilinhos acima do peso, nós nunca tivemos o hábito de andar nua ou estar desnuda perto uma da outra, por isso eu nunca ví minha mãe pelada e imagina-la tendo relação sexual com alguém, era inimaginável. Mas o inimaginável sempre acontece... Não me lembro bem que dia da semana era, mas lembro-me que era um final de tarde, e minha irmã caçula tinha o hábito de passar a noite na casa da minha tia juntamente com nossa prima da sua idade, sempre naquele dia da semana, eu resolvi que também iria para a casa da minha tia, peguei apenas uma blusa e seguimos caminhando, eu e minha irmã rumo a casa da minha tia, minha mãe ficara sozinha em casa fazendo seu trabalho na preparação de sucos e polpas, e acredito que estava satisfeita por mim ter saído de casa e de perto dela, já que notei que minha presença ainda incomodava e desagradava minha mãe.


Minha tia era uma mulher muito simples mais muito gentil, foi logo me dando um abraço de boas vindas e me pedindo para entrar, sua casa estava repleta de gente, seus filhos e netos estavam reunidos para também passar a passagem de ano juntamente com ela, comprimentei meus primos, tio e demais parentes, e logo percebi que não seria possível passar a noite por ali, já que a casa estava lotada de pessoas que iriam dormir espalhadas por todos os comodos daquela pequena casa, mas tudo bem, não me importava de retornar para casa da minhã mãe, afinal a cidade era pequena e muito calma, e a casa da minha mãe ficava apenas a alguns quarteirões de distância, uma média de 1,5 km. Já passava das 22:00 horas quando eu me levantei do sofá para ir embora, minha tia até que insistiu para que eu ficasse, mas não, eu preferi ir embora, meu tio também se prontificou a me acompanhar pois já era tarde, mas eu não deixei, falei que não tinha problema, a cidade era calma e a rua ainda tinha um movimento considerado de pessoas transitando de um lado para outro.


Calmamente segui ruma a casa da minha mãe, lembrando do passado e das loucuras que tinha feito até ali, reconhecendo os velhos casarões e os mesmos vizinhos, olhares e cabeças voltavam toda hora em minha direção, assovios e elogios eram dirigidos a todo momento para minha pessoa por pessoas estranhas que passavam de carro ao meu lado, era como se meu corpo já estivesse predestinado a ser cobiçado e usofruido por muitos e por estranhos, já estava chegando em casa quando notei que havia um carro estacionado bem em frente a casa da minha mãe, pensei que poderia ser algum amigo da família ou cliente da minha mãe, mas ao me aproximar, percebi que as luzes estavam apagadas e a porta da frente trancada, peguei a chave da porta que minha irmã havia me emprestado e entrei silenciosamente em direção ao meu quarto, quando derrepente passo a ouvir sussuros e geminos vindos do quarto da minha mãe, assustada, caminho vagarosamente em direção ao seu quarto e pela fresta da porta entreaberta, vejo um rapaz muito jovem, com não mais de 30 anos, transando com minhã mãe. Meu primeiro impulso foi, sair imediatamente dali, e caminhar silenciosamente até a porta e voltar para casa da minha tia, mas o que eu iria dizer? pensei então em entrar para meu quarto e fingir que não havia ouvido nada, mas minha mãe com certeza iria desconfiar, o jeito era eu encarar aquela situação com naturalidade e da maneira menos constrangedora possível. Sorrateiramente fiquei olhando minha mãe deitada na cama completamente nua, com um homem com metade da sua idade, sobre ela, chupando e mordento seus seios, enquanto sua mão massageava vigorosamente sua vagina coberta de grandes pêlos pubianos, ela segurava forte aquele jovem pelos cabelos enquanto permanecia com suas pernas abertas, ao mesmo tempo em que dava suspiros profundos e pequenos gemidos de prazer, aquele moço masturbava cada vez mais forte e mais rápido a vagina da minha mãe, introduzindo seus dedos de forma vigorosa e sem nenhuma dó, e com o tempo, ele foi introduzindo mais dedos e cada vez mais profundo, e os gemidos tornavan-se cada vez mais alto e evidente, sinalizando daquela forma, um principio de grande dor, notei que aquele homem estava com todos os seus dedos dentro daquala buceta peluda, e forçava cada vez mais forte, porém em rítimo mais lento, com a firme intenção de alojar toda sua mão dentro daquela "racha", minha mãe escancarava o máximo possível suas pernas, deixando sua buceta bem a mostra, quando derrepente, com um pequeno grito e um arqueamento súbito de seu corpo, minha mãe teve a buceta completamente tomada pelas mãos daquele homem, seus dentes rangiam a medida que aquele jovem forçava seu braço para frente e para tráz, em movimentos lentos e miúdos, tocando fundo a vagina arregaçada da minha mãe, apesar de conhecer desde cedo a promiscuidade e a perversão, aquilo me chocava e muito, primeiro porque quem estava naquele quarto, era minha própria mãe, um modelo de santidade e puresa, segundo, jamais tinha presenciado uma mulher daquela idade tendo relações sexuais com um homem com a metade de sua idade, e terceiro, a depravação de ter a buceta invadida completamente por uma mão inteira, era algo marcante. Neste momento, o jovem vagarosamente começa a retirar sua mão de dentro daquela racha, é possível ver, o quanto as paredes de sua buceta esta distendida e muito avermelhada, e derrepente de uma só vez, como se estivesse expelindo para fora, a mão daquele homem sae de dentro daquele buraco, extremamente enlarguecido e avantajado, imediatamente ele começa a lamber os lábios vaginais e introduzir sua lingua dentro daquela buceta, ao mesmo tempo que ouço minha mãe esbravejar palavrões com aquele jovem, dizendo que ele havia regaçado sua buceta e que agora ele devia cuidar e muito bem dela... Jamais imaginei ouvir ou presenciar tamanha atrocidade sexual, aquilo despertou em mim um sentimento de descrença e raiva, passei a acreditar que todo o mundo era podre e imoral, o ódio que eu sentia não era pelo que tinha acabado de presenciar, mas pela hipocrisia de uma prostituta velha e arregaçada, que "pousava de santa" e que na verdade era uma sodomita, pervertida que mantinha relações sexuais extremamentes indecentes e profanas com um rapaz que poderia ser seu filho devido a pouca idade.



Hoje tenho consciência dos meus atos e erros, mas não posso levar a culpa sozinha por tudo que já aconteceu comigo, afinal de contas, em meu caminho havia uma puta, pra ser sincera, sempre houve uma puta em meu caminho.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

A PUTA QUE SOU, MOSTRA A VIDA QUE LEVO.

Certa vez, ainda muito jovem, conheci uma garota que assim como eu, tinha sonhos e fantasias, quanto ao futuro, quanto a namorados, escola, casamento... Nos freqüêntavamos a mesma igreja, porém adoravamos um Deus diferente, ela acreditava e tinha fé em um Deus único e verdadeiro, eu acreditava no homem e no poder que emana do seu corpo, ela retida em sua santidade, orava e pedia bençãos para sua vida e seu futuro, enquanto eu, ajoelhava nos fundos da igreja e "chupava" todos aqueles que me desejavam, ela venerava sua virgindade e preservava a pureza de espirito e a não violação do seu corpo, eu trazia as marcas da adulteração e da promiscuidade em todos os poros da minha carne e a certeza do sexo facil em meus olhos, ela rogava perdão divino todos os dias de sua vida, eu implorava por satisfação e clamava por prazer quase todas as noites...
O tempo passou, eu saí da igreja e nos distanciamos até a total separação, eu mudei, meus sonhos e fantasias ficaram para tráz, meus objetivos não são mais aqueles da minha juventude, e a nossa amizade só vigorava nas minhas lembranças... Até o dia em que eu a reencontrei inesperadamente, no Hospital de Clinicas de Uberlândia, ela era aluna residente do corpo médico, e eu interna na ala de M.I. (molestia infecciosa). Senti um misto de surpresa, vergonha e inveja, na hora meu rosto ficou corado e minhas mãos suavam frio devido o desconforto que a presença daquela pessoa me proporcionava, tentei disfarçar minha presença, virando meu rosto para o lado e fingindo não tê-la reconhecido, mas a pompa e a altivez que aquela figura impunha naquele quarto, me causava raiva e rancor, inveja pura e simples, desdenho e amargura... Com aquele ar seguro e a certeza de ter vencido na vida e atingido seus objetivos, aquela criatura se aproximou de mim com um sorriso desdenhoso e me chamou a atenção, me comprimentando e certificando-se de que nós nos conhecíamos e de que eramos grandes amigas no passado.
Disfarcei naquele momento, fingindo surpresa e alegria em tê-la reencontrado, mas notei que por tráz daquele sorriso fingido e desdenhoso, havia uma pessoa incomadada, receosa e com nojo de abraçar-me, ou comprimentar pegando minha mão, e quem sabe, até mesmo em respirar o mesmo ar pestilento que eu exalava. Com a mesma apatia, comprimentei-a e perguntei como ela estava? Com uma resposta positiva, ela também perguntou pela minha saúde e como eu estava passando? Não tão bem como você, respondi.
Após uma consulta rápida e informal, ela se retirou do quarto, com uma alegria estampada no rosto, muito maior e mais evidente do que quando entrara, pelo fato, quem sabe, de ter reencontrado sua ex-amiga em uma situação humilhante, depreciativa e vergonhosa por ter contraído um mal que só as putas, mais rameiras e vagabundas, destituidas de qualquer pudor e conhecimento intelectual podem sofrer e contrair, comprovando definitivamente a vida vadia que eu levo e a rapariga que sou.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

RASGARAM MEU ÚTERO E EU RASGUEI VOCE.

Muitos momentos marcantes que fizeram parte da minha vida, já foram aqui postadas, porém existem algumas histórias que ainda não foram publicadas, devido ao seu conteúdo extremamente chocante e impróprio, cuja a perversão sexual, os atos libidinosos e a degeneração sádica das relações sexuais, degradam não só a minha pessoa, mas toda a natureza humana como a conhecemos.





Um momento impar da minha vida, aconteceu quando eu ainda estava grávida do meu filho, estava com oito meses de gestação, e minha barriga estava enorme, meus seios estavam começando a ficar inchados e as auréolas que circulam os bicos as vezes doiam muito, mas apesar de barriguda, eu estava linda, eu me sentia linda e as vezes, em raros momentos, feliz... Apesar de estar faltando apenas um mês para o parto, eu tinha desejos sexuais muito mais apurados e a flor da pele, do que anteriormente, tinha dia que eu estava louca para transar, chegava a bater uma siririca umas três vezes ao dia, tamanho era meu tesão, e já que estava morando com o "pai" do meu filho, deixei de trepar com os amigos da faculdade e com os garotos das baladas, tive então que me contentar com que tinha em mãos, as vezes, aquele homem com quem morava dava conta do recado, mas na grande maioria do tempo, eu tinha que me satisfazer sozinha. Esta situação perdurou até o dia em que tive uma discussão com meu "marido", e falei que ele era o homem mais froxo que eu havia conhecido, e que meus dedos davam mais no coro que seu pequeno pau...







Acho que aquelas palavras foram fortes demais, acho que não deveria ter sido tão injusta com ele, até porque aquilo não era totalmente verdade, já que, foi ele quem decidiu cuidar de mim e de nosso filho, mesmo sabendo quem eu era, ele nunca pensou em me abandonar e o sexo com ele, antes de engravidar, era extremamente prazeroso e repleto de fantazias e fetiches. Mas acredito que com minha gravidez e com os resultados de sangue terrivelmente devastador, meu homem nunca mais havia sido o mesmo, ele era triste e a cada dia que passava, eu via em seus olhos o horror e o medo em sua alma, e isto o estava matando, e eu apesar de chorar constantemente, era forte e jamais me entregaria ao desespero e a depressão sem antes lutar... por todos estes motivos, acredito que tinha sido extremamente egoista e perversa com meu "marido", e aquelas palavras só o fizerão ficar mais triste e deprimido. Decidi então reverter aquele quadro, e brindar meu homem, com um final de semana inesquecivel...









Naquele fim de semana, havia planejado ficar em casa e não sair para casa dos amigos ou da minha irmã, tomei um longo e demorado banho, e vesti uma roupa extremamente sensual, composta de uma cinta-liga e um fio-dental de cor preta e um soutien também preto com uma fina borda vermelha. deixei no quarto, dentro do criado, uma surpresa para meu marido, era um enorme vibrador de borracha, o "consolo" devia ter mais ou menos uns 27 centimetros era preto e muito grosso, havia pegado emprestado de uma amiga, e queria que meu homem me sodomizasse por completo naquela noite... Já passava das 18;00 horas quando meu marido chegou do trabalho, ele retirou seu sapato e seguiu rumo ao banheiro como de costume, e ao retirar sua roupa para tomar banho, fui logo abordando meu homem por tráz e procurando sua boca para beija-lo, ele estava visivelmente surpreso, pois já havia muito tempo que ele não me via de lingerie, e há tempos eu não o abordava tão bonita e disposta a trepar com ele; ao mesmo tempo que beijava sua boca, minhas mãos tocava seu cacete numa lenta e gostosa massagem, punhetando aquele membro que apesar de endurecer com facilidade, não era muito grande e nem muito grosso, acho que era de tamanho normal para um homem, ao perceber que ele me queria naquele momento, disse bem baixinho em seu ouvido: seja ligeiro neste seu banho, pois eu estarei te aguardando em nossa cama com uma surpresa... dei as costas e fui saindo de mansinho do banheiro, enquanto meu homem toma seu banho mais do que depressa.






Estava deitada sobre a cama, quando meu homem apareceu com sua toalha enrolada sobre a cintura e visivelmente atordoado e surpreso pelo fato de eu estar querendo transar com ele, pela primeira vez desde que fiquei grávida e soube dos resultados de sangue. Eu estava deitada com minhas costas apoiadas na cabeceira da cama, e com minhas pernas completamente abertas, mostrando minha minúscula calcinha de renda preta, estava sedenta para trepar com aquele homem, talvéz pelo fato de estar com minha consciencia pesada ou quem sabe aquela era minha maneira de pedir desculpas, a única certeza que eu tinha, era que eu estava louca para sentir todos meus buracos sendo preenchidos por cacetes, quer sejam de verdade ou de borracha... Minha "xana" estava úmida de tesão, não via a hora de ter um membro dentro de mim, para que eu pudesse esquecer dos problemas que me assolavam; Neste momento, meu homem desenrola a toalha de sua cintura e sobe de joelhos sobre a cama, vindo em minha direção com sua vara dura e levantada para cima, aproxima-se bem devagar e coloca sua "jeba" no rumo da minha cara, imediatamente eu a coloco toda em minha garganta, abocanhando com vontade aquele mastro duro e começo a chupar vigorosamente aquele cacete como há tempos não fazia, seguro seu cacete com minha mão direita e vou massageando aquele mastro ao mesmo tempo que serpenteio minha lingua sobre aquela cabeça vermelha e inchada, vou sorvendo com toda minha força aquele cacete ao mesmo tempo em que minha mão esquerda percorre a cintura e a bunda do meu homem, e toda vez que aproximo meus dedos do seu anús, percebo que o tesão do safado aumenta, passo então a massagear com a ponta do meu dedo indicador a portinha do seu cú peludo, dando pinceladas no seu anús, tirando e colocando meu dedinho em seu rabo... Enquanto isto, meu homem já esta com sua mão dentro da minha calcinha, massageando e colocando seus dedos dentro da minha "racha", rapidamente fico ensopada com a visão do meu homem ajoelhado na minha frente, tendo o cacete todo em minha boca e o cú esfolado pelos meus dedos, chego a delirar quando penso naquele dia, confesso que foi um dos melhores dias da minha vida. Meu homem começa a gemer forte de tesão, percebo que ele está no limite, pronto para gozar, retiro então seu cacete da minha boca e meu dedinho do seu cú, que a esta altura, estava todo interrado em seu rabo; Imploro então, para que ele chupe minha "racha", que esta piscando de tesão, e ele prontamente deslisa sobre a cama e vêem de encontro a minha "xaninha", com força e violência, ele desce minha calcinha, rasgando as ligas da cinta que estou usando, e imediatamente sinto sua lingua invadir minha buceta, chupando e mordiscando minha carne, sugando e pincelando com sua lingua, todo o meu interior; aquilo me levava as núvens, e não aguentando mais de tesão, peço para ele me comer bem gostoso, e que queria que ele colocasse além do seu cacete dentro de mim, o consolo que eu havia colocado no criado ao lado da cama. Estendo meu braço direito para o lado e abro a gaveta do criado, pegando o grande, grosso e negro pênis de borracha e o coloco na boca, lubrificando com minha saliva todo aquele instrumento; Neste momento, meu homem me coloca de quatro, com minha barriga enorme voltada para o cochão e passa a lamber e a chupar meu cú, Deus sabe o quanto eu gosto de ter o cú chupado, comido e arregaçado, e não deu outra, o vagabundo estava com seu cacete duro feito aço, e sem dó nenhuma, enfiou de uma só vez seu membro em minha buceta, senti seu cacete se alojar no fundo da minha "racha" e logo em seguida ele iniciou um gostoso vai-e-vem dentro de mim, colocando e tirando sua "jeba" em minha buceta, ao mesmo tempo, a safado pegou o "consolo" e começou a enfia-lo em meu rabo, nossa como doía, eu pedi para que ele fosse carinhoso e que colocasse devagarinho, e quanto mais eu pedia, mais o safado me maltratava e forçava sem dó aquela jeba preta dentro de mim, quando dei por mim, estava com o cú completamente preenchido por aquele consolo de borracha, e a buceta tomada pelo caralho daquele homem, eu gritava de prazer, e quanto mais eu chingava o safado, mais violento o covarde se tornava, enfiando com brutalidade aquele colosso em meu anús, ele inseria com rapidez e força aquele cajado em meu cú, até não caber mais, depois retirava deixando apenas a cabeça do consolo dentro de mim, ao mesmo tempo, sua vara com movimentos lentos, invadia minha "xana"; O cacete do meu homem, perto do consolo de borracha, era mínimo, porém sua estrutura dura e viril, arrombava minha buceta me proporcionando um orgasmo duplo, primeiro porque seu cacete massageava fundo minha bucetinha segundo estava tendo o cú completamente esfolado por um vibrador imenso, há tempos não gozava daquele jeito, meu corpo tremia todo tamanho o orgasmo que estava tendo, minha racha piscava e pulsava forte expelindo liquidos vaginais. Pedi para que meu homem retirasse o consolo do meu cú, e bem devagar ele foi puxando para fora até a saída completa daquele mastro negro do meu rego, meu anús estava em brasas, queimava e ardia de tanto ser violentado por aquela estrutura negra e grossa, neste instante, ele retirou também seu cacete de dentro da minha buceta e me colocou deitada novamente com a barriga para cima sobre a cama; peguei o mastro de borracha e aproximei do rosto do meu marido e pedi para ele chupar o cacete e sentir o gosto do meu cú, notei que ele recuou e num primeiro momento ele não quiz tocar no vibrador, mas minha persistência foi maior e quando dei por mim, o safado estava mamando e limpando todo o consolo que estava enterrado em meu rabo, e no meio daquela depravação, pedi para que meu marido enfiasse aquele consolo todo em minha buceta, mas que eu queria tambem sentir o gosto do seu cuzinho, foi então que eu pedi para que ele se deitasse na cama e ficasse com as pernas abertas, enquanto eu ficava agachada sobre ele, com minha buceta no rumo do seu rosto; ele prontamente obedeceu, e bem devagar introduzia aquele colosso negro em minha buceta, ao mesmo tempo que dava pinceladas em meu cú com sua lingua, sentia ele forçando passagem com sua lingua pera o interior do meu rabo, sugando e lambendo as paredes arregaçadas e feridas do meu anús; eu mais do que depressa, enfiei meu dedo indicador da mão esquerda dentro do seu rabo, ao mesmo tempo que minha mão direita punhetava seu cacete, quanto mais ele forçava aquele colosso negro em minha "racha", mais fundo e forte eu enfiava meu dedo, até que resolvi colocar dois dedos em seu cú, foi quando ele deu uma gemida forte e profunda, acabava de descobri que meu marido adorava um "fio-terra", ele estava amando a idéia de ter o cú esfolado, passei a introduzir meus dedos cada vez mais forte e profundo... Ao mesmo tempo em que eu comia o cú do safado com meus dedos, ele enterrava aquela jeba de borracha todinha em minha buceta, eu estava toda ardida e pedia para ele ir com calma, pois tinha medo de que aquele instrumento pudesse machucar meu útero, e quanto mais eu pedia, mais profundo e forte o viado me invadia, enfiando de maneira brutal aquele instrumento em minha buceta, lagrimas começaram a escorrer pelo meu rosto, o medo de que algo pudesse acontecer com o filho que eu estava esperando almentaram ainda mais minha ansiedade e dor, pedi então para que ele retirasse aquele pau de borracha de dentro de mim, foi quando senti meu utero ser aberto por aquele colosso imenso... A dor foi tanta, que cheguei a "defecar" no rosto do meu homem, no exato momento em que ele estava chupando e lambendo meu cú, minha bolsa havia rompido, litros de água escorreram pela minha buceta, meus dedos que estavam enterrados no cú daquele viado, chegaram a contrair, ferindo e rasgando o intestino do infeliz, a dor era enorme, mal consegui me mover para sair de cima do meu marido, não tivemos nem mesmo tempo para tomar banho, vestimos uma roupa e corremos para o hospital de clínicas de Uberlândia, onde meu filho apesar de nascer prematuro, hoje leva uma vida normal e com saúde.
Jamais esquecerei o dia em que meu homem rasgou meu útero e eu em contra partida rasguei seu cú. Vocês que acreditam que carinho e compreenção é importante na hora da transa, eu concordo plenamente, mas uma trepada violenta, promíscua, suja, com muito sadismo e tesão, repleta de luxúria e depravação... É INESQUECIVEL.




terça-feira, 1 de julho de 2008

UMA VADIA COMO AS OUTRAS

Algumas pessoas acreditam que este blog é escrito por um VIADINHO e suas fantazias sexuais, outras acham que eu sou uma PUTA desde o dia em que nasci, mas ninguem acredita que sou uma garota como qualquer outra, com desejos e fantasias iguais a de toda mulher, a diferença é que eu resolvi satisfazer todos os meus desejos, me entregar a todos os meus devaneios, me abri a novas aventuras e descobrir os mais sordidos e profanos desejos carnais. Isto não faz de mim o DEMÔNIO em pessoa, não sou uma prostituta em busca de algum trocado, não, pois a princípio, frequentei uma faculdade federal, tenho família e até um filho. O que me torna diferente das outras garotas, é que eu não sou hipocrita ao ponto de dizer que sou santa; como muitas vadias fazem.






Não me arrependo das coisas que já fiz, só não queria que as consequências fossem tão duras, e deixassem marcas para sempre em minha vida, mas tudo bem, tem pessoas que viverão uma eternidade sem nunca expremientar a metade dos prazeres que já tive nesta curta vida, tem mulheres que jamais conhecerão o prazer de uma gostosa trepada, tem garotas que jamais saberão o que é "gozar" gostoso depois de ser penetrada, tem pessoas que passarão a vida inteira na ignorancia de nunca ter sido comida por tráz e ter chupado um cecete extremamente duro e grosso depois de um violento sexo anal.






Eu lamento por estas mulheres tristes e infelizes, que levam suas vidas recalcadas, fazendo apenas papai-e-mamãe, e tendo a certeza de que estão sendo traídas por seus maridos, e não tem a coragem de abocanhar o membro de seus esposos com vergonha de que eles façam mau juizo delas, e passam a vida sem saber o gosto de uma porra na boca, a satisfação de levar pau no cú, e o delírio de ser penetrada todas as noites por um membro diferente. A faculdade é repleta de putas baratas, que dão em qualquer lugar e para qualquer um quando estão chapadas, e são exatamente estas vadias que apontam seus dedos em minha direção e me acusam de meretriz.

domingo, 15 de junho de 2008

"HAPPY DAY"- não é o mesmo que "DEI FELIZ".

Era noite de domingo, estava na praça clarimundo carneiro, em um orelhão ligando para meus amigos que ainda não haviam aparecido, este dia estava sendo especial, era meu aniversário e havia passado a maior parte do dia com aquelas pessoas que tanto gosto, queria agora fechar o dia, o melhor, a noite com chave de ouro, esperava meus amigos para podermos ir para um barzinho aqui do centro da cidade e curtir as baladas, amigos e homens que a madrugada poderia me proporcionar.


Estava sedenta para extravasar toda minha alegria e felicidade, não é sempre que as coisas vão bem em minha vida, mas aquele dia era meu, era especial, não porque era meu meu aniversário, mas porque eu estava apaixonada e feliz, qual mulher nunca se sentiu completa, extremamente feliz e apaixonada por estar namorado o homem que tanto ama? eu me sentia assim.



Mas a demora dos meus amigos começa a me incomodar, e já passava das 20:00 horas, e não tinha nehuma noticia de meus amigos ou namorado, por isso resolvi ligar para eles, mas não estava conseguindo entrar em contato com nenhum deles, resolvi então me sentar na praça e aguardar mais um pouco, a praça estava vazia, poucas pessoas estavão por ali, algumas no ponto de ônibus e outras próxima de um barzinho, atual "sibipiruna".



Estava usando uma longa saia indiana, e por baixo uma minuscula calcinha de cor clara, meus seios esticavam o fino tecido que contornavam minha pele esculpindo um lindo perfil de todo meu corpo, meus cabelos "escovados" estavam acima do ombro, bem no inicio do pescoço, eu fico muito bem de cabelos channel, e para finalisar, usava uma sandália linda feita artesanalmente.



Enquanto aguardava meus amigos no banco da praça, notei que haviam dois rapazes "lindos" conversando próximo de mim, do lado do "sibipiruna" ambos com um copo de cervaja, notei que eles não tiravam os olhos de mim, aquilo elevava meu ego nas alturas, um era moreno, alto cabelos curtos e corpo extremamente atletico, o outro era branco, cabelos cacheados e negros, parecia ser um pouco mais magro que seu amigo, porem tinha o rosto de um deus, com um queixo extremamente sexy.



Procurei não ficar olhando para os rapazes, para evitar qualquer constrangimento, porém derrepente, eis que se aproxima aquele homem moreno de corpo escupildo por mãos divinas na minha frente, ele se aproxima e se apresenta dizendo se chamar "Alberto" e pergunta se eu gostaria de beber alguma coisa e se gostaria de fazer companhia a ele e seu amigo, para comemorar seu aniversário? fiquei surpresa e fui logo dizendo que hoje também era meu aniversário... ele com um ar de interrogação pergunta se eu estou brincando... Pego minha bolsa, abro minha carteira e mostro minha identidade; Pasmado, ele olha para tráz e chama seu amigo, e imediatamente mostra minha identidade para o outro homem que se aproxíma e diz: veja só a data de nascimento dela... Seu amigo logo diz: nossa, mais que coincidência, voces dois fazem aniversário na mesma data! Começamos então uma gostosa conversa naquela praça, Alberto me apresentou seu amigo, que disse se chamar "Roberto" e que ambos eram estudantes de Direito, e que estavam aguardando dar 22:00 horas para irem a um lugar especial pois Roberto havia preparado uma surpresa para Alberto.



Eu disse que estava preocupada, pois meus amigos haviam combinado de me encontrar naquela praça as 20:00 e já havia passado mais de 1 hora e eu não estava conseguindo falar com eles, disserão então para eu não me preocupar pois a qualquer momento eles poderiam pintar por ali, me proporam então para que eu fizesse companhia a eles lá no barzinho, pois já estava tarde e era perigoso ficar sentada sozinha na praça... agradeci e gentilmente recusei o convite, mas não poderia sair dali sem saber o que estava acontecendo com meus amigos. Roberto então disse: bom se voce não quer fazer companhia para gente, voce se importa que façãmos compania a voce, só até seus amigos chegarem? Claro que não, respondi, foi então que Alberto perguntou o que eu queria beber pois ele iria trazer bebidas, respondi que não queria nada, mais ele insistentemente foi dando as costas e dizendo que traria cerveja para todos, enquanto isto permaneci sentada na praça conversando com o Roberto.



Conversa vai, conversa vêm e dentro de alguns minutos Alberto chega com trés garrafas long-neck e distribui entre mim e o Roberto, nossa conversa estava interessantísima, não entendia, mais eles pareciam me conhecer tão bem, era como se já fossemos amigos a séculos, e por um breve momento me esqueci dos meus amigos que não chegavam... Comecei então a me sentir estranha, meu corpo estava muito leve e meus olhos começavam a pesar, como se eu estivesse precisando me deitar para apoiar minha cabeça em algum lugar, foi quando desconfiei de que alguma coisa estava errada, pois eu era acostumada a beber e beber muito, e aquilo jamais havia acontecido antes, um medo súbito apoderou-se de mim, pois imaginei que aquela bebida pudesse conter alguma droga... foi então que rapidamente tentei me levantar daquele banco, e com a mesma velocidade em que me levantei, tornei a cair novamente, minhas pernas já não obedeciam mais, não conseguia nem mesmo gritar, era como se estivesse tão cansada a ponto de não conseguir equilibrar meu corpo, só me lembro de ver os dois homens me apoiando e segurando meus braços, e então fechei os olhos...




Abri meus olhos e vi imediatamente ao meu lado, aqueles dois homens que havia conhecido na praça me olhando, assim que me viram abrir os olhos, eles foram logo me perguntando se eu estava bem, pois eu havia desmaiado e caído no chão, olhei para os lados e notei que estava em um quarto enorme, deitada sobre uma cama; comecei a chorar e a perguntar onde eu estava... os rapazes foram logo pedindo calma, pois estava tudo bem, como eu havia passado mal eles resolveram me trazer para a casa de um deles, e que já passava das 22;00 horas e que aquele era o momento de dar a surpresa do Alberto... Nesta hora, o Roberto com a ajuda do Alberto começou a subir minha saia até tira-la pela minha cabeça, eu não entendia nada, pois apesar de estar com olhos abertos, eu não conseguia me mover, era como se todo meu corpo estivesse "dormente" eu via tudo, mas não sentia nada; lembro-me de ter visto o Roberto se aproximar por baixo da cama e começar a descer minha calcinha, e imediatamente colocar sua boca no meio das minhas pernas e começar a chupar minha "lindinha", enquanto isso, Alberto chupava meus seios enquanto tirava toda sua roupa, derrepente ele desce a calça e tira para fora uma "pica" enorme, era bem escura e grossa, e segurando forte minha cabeça com uma de suas mãos, aproxima aquele membro do meu rosto e me faz coloca-lo na boca, eu escancarava toda a minha boca para que aquele membro emperdigado pudesse se alojar em minha garganta, lagrimas escorrem sem parar dos meus olhos, enquanto chupo aquele colosso de cacete, Roberto violenta minha vagina com sua lingua e dedos, ele chupa meu grelo com violência enquanto enfia seus dedos dentro de mim, me masturbando; Roberto agora retira sua boca da minha "xana" e desce sua calça, ao ver o tamanho do seu cacete, quase me engasgo com a pica do Alberto em minha boca, Roberto tem um cacete imenso e branco, e cheio de veias calibrosas espalhadas pelo corpo do seu cacete, parecendo muito o "cajado" que um dia meu lindo irmão me desvirginou...



Com aquele cacete duro e longo, Roberto coloca no rumo da minha xoxota e me penetra de forma covarde e brutal, violentando minha racha com estocadas profundas e vigorosas; ele fica vários e varios minutos com seu cacete dentro de mim, colocando e tirando sua vara de dentro de mim, não, sinto dor alguma, apenas um desconforto quando sua pica toca meu útero; neste momento Alberto tira seu membro de dentro da minha boca e muda de posição com Roberto, agora é ele que enfia sua "rola" lubrificada em minha vagina, e de uma só véz, enfia toda sua pica dentro de mim, enquanto Roberto se aproxima com aquela "pica" que acabara de me violentar e a coloca em minha boca, só agora sinto o gosto forte de sangue, que provavelmente seja da minha própria buceta.



Estou sendo estuprada por dois desconhecidos em um quarto qualquer, não consigo me mecher, é como se todos meus musculos não obedecessem as minhas vontades, apesar do medo e da violação do meu corpo imposta por aqueles homens, eu tinha ciência que estava sendo violentada por dois lindos homens e melhor ainda, donos de enormes cajados, que me proporcionavam um sentimento dubio de amor e ódio; a rola do Roberto esta totalmente enfiada em minha boca, aquele gosto de sangue, era apenas o vestígio do que aqueles cacetes haviam feito com minha buceta, apesar de não sentir dor, sabia que minha vagina estava sendo castigada violentamente por maravilhosas picas; Alberto com sua pica escura e grossa, permanece a me dar estocadas vigorosas e profundas, neste momento, ele pede para o Roberto tirar o cacete de minha garganta, e me coloca por cima, sentada em sua rola, me fazendo subir e descer sobre aquela rola escura, grande e grossa; Roberto como não é bobo, se posiciona atráz de mim, e sinto um calafrio percorrer minha nuca, no momento em que ele segura seu cacete extremamente emperdigado e aos poucos vai enfiando dentro do meu cú ... Não estava sentindo dor até aquele momento, mais acho que o efeito do remédio estava passando, e começo a sentir aquele pedaço calibroso de musculo, invadir meu anus vagarosamente, aquela cabeçorra enorme começa a entrar dentro do meu cú me esfolando toda, enquanto Alberto continua com sua pica dentro da minha buceta, impondo movimentos cadenciados e profundos em minha xota, no mesmo instante em que Roberto invade todo meu rabo com sua rola, e inicia um vai-e-vem gostoso em meu cú, sinto sua rola num vai-e-vem frenético, massageando meu anús com seu cacete de veias calibrosas, com movimentos rápidos e tambem profundos, Roberto me leva a loucura... estou sendo vitima de uma orgia regada a chupada e a dupla penetração, já havia transado com dois homens ao mesmo tempo antes, mas confesso que nunca tive o previlegio de ser serviciada por membros tão grandes e grossos.
meu anus estava ardendo, quando Roberto retira sua rola de dentro de mim, e mais uma vez me obriga a colocar aquele cajado enorme em minha boca, abocanho aquele membro de uma só vez, e chupo aquele mastro com vontade; neste momento, Alberto retira seu cacete da minha buceta e o coloca em meu rabo, e me faz assentar até o caule, meu anus engole aquele membro de uma so vez, e passo a mecher meu quadril em um sobe-e-desce gostoso, aproveitando cada centimetro daquela rola.
Neste momento, Roberto segura forte meus cabelos, forçando seu cajado o mais fundo possivel dentro da minha garganta, é quando sinto jatos de semem invadirem minha boca e tocarem fundo minha garganta, sua porra vai aos poucos enchendo toda minha boca e sem medo, vou engolindo todo aquele "leitinho", como se estivasse morrendo de sede... mal havia acabado de beber toda a porra do Roberto, quando o Alberto retira seu cacete do meu cú e se coloca sobre mim, com seu cajado todo lambuzado, e o coloca em minha boca, despejando mais e mais porra em minha garganta, chupo aquela pica até a última gota de porra; estou agora com a mandibula doendo de tanto escancará-la para poder alojar dois membros emperdigados dentro dela, mais estou satisfeita com a grande quantidade de porra que fui capaz de beber, e de ter feito dois lindos homens me comendo ao mesmo tempo... Estou sendo vítima de um estupro por dois desconhecidos, mas ao mesmo tempo, não me considero abusada nem violentada, pois hora nenhuma, aqueles homens foram violentos, não me bateram e nem sequer me chingaram, apenas usaram e abusaram do meu corpo, em busca de uma satisfação sexual que foi por mim também compartilhada.
Nesta hora, Roberto e Alberto se aproximam de mim, cada um em um lado da cama e me dão um beijo no rosto, e com um sorriso estranho, me desejam um feliz aniversário e perguntam se eu gostei do presente que meu namorado havia preparado para mim... Imaginem o quanto fiquei perplexa diante da notícia de que tudo aquilo havia sido planejado pelo meu namorado, não acreditava que o filho de uma puta havia contratado dois garotos de programa para usarem e abusarem do corpo de sua namorada.

domingo, 8 de junho de 2008

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Meu patrão me detonou! Pois quem com ferro fere com ferro será ferido.

Desde muito cedo aprendi a conseguir as coisas do modo mais fácil, bastava apenas abri minhas pernas e pronto, conseguia tudo o que queria, de forma rápida e sem burocracia, até o dia em que resolvi brincar com fogo, e saí dilacerada; neste dia então eu percebi que: "quem com ferro fere, com ferro sera ferido" .



Tinha aproximadamente 17 ou 18 anos, e trabalhava em uma loja de ferragens em uma das principais avenidas do centro da cidade; eu era vendedora e meu patrão, um homem de idade já avançada, devia ter mais ou menos 55 anos era casado e tinha filhos mais velhos do que eu; e não perdia a oportunidade de me passar a mão ou me passar uma cantada quando estavamos a sós, vivia me fazendo propostas indecentes e me oferecendo coisas em troca da minha buceta; ele era um homem realmente muito nojento, vivia me encochando com sua barriga enorme e seu pinto pequeno.





Eu sempre me recusei a tranzar com ele, até porque era um homem casado cujo filho trabalhava no escritório juntamente conosco, até o dia em que resolvi curtir com a cara do coroa e ver se podia arrancar alguma coisa daquele velho safado... passei então a me insinuar, vestir saias curtas e calças cada vez mais apertadas, deixava meu corpo sempre em evidência e com aquela carinha de garota sapeca, ficava sorrindo ao ser tocada e apalpada por aquele velho sem vergonha...



Nesta época, eu morava de aluguel em uma "tapera" de tres comodos e um banheiro no fundo de uma casa juntamente com minha irmã mais velha. estava realmente passando por um momento dificíl, já que o proprietário havia pedido a casa e eu e minha irmã teríamos que nos mudar com uma certa urgência, e para isto eu precisava de dinheiro, por este motivo estava disposta a fazer qualquer coisa para conseguir este dinheiro, até mesmo dar a bunda para meu patrão.





Resolvi que iria dar o golpe do baú no coroa, iria me oferecer para ele e depois chantagea-lo com com esposa, passei então a executar meu plano; certo dia ao ser acariciada pelo meu patrão em seu escritório, falei que estava com vontade de ir para uma fazenda em minhas férias, pois estava precisando esquecer os problemas... o velho prontamente respondeu que tinha uma chacara na bera do lago, e se eu quisesse, nos poderíamos passar um fim de semana inteiro lá; adorei a ídéia, mas como forma de pressionar o coroa, perguntei para ele o que sua esposa iria achar... ele com ar de malandro disse que ela e nem ninguem precisava ficar sabendo, e que iríamos só nois dois... Eu já sabia o que iria rolar naquela chacara, por isso fui logo perguntando: O que eu guanho com isto, afinal de contas se alguém desconfiar eu poderia até perder o emprego... o velho babão como não era bobo, foi logo respondendo: Se voce for boazinha comigo, e prometer cuidar de mim neste fim de semana, eu dou um jeito de resolver todos aqueles problemas que você esta passando e ainda te ajudo a pagar o cursinho pré vestibular no final do ano.





Agora sim, estava satisfeita e louca para chegar o final de semana para poder trepar com meu patrão e arrancar um bom dinheiro do safado; na sexta feira a noite, já estava de mochila pronta e aguardando o velho em minha casa, quando ouço a buzina da sua caminhonete tocar, entrei e seguimos rumo a BR 050 sentido Araguari, e já na rodovia, o desgraçado me apalpava toda, acariciando minhas cochas e dizendo uma porção de bobagens do que iria fazer comigo, e o que queria que eu fizesse com ele. Ao chegarmos na fazenda, apesar da noite escura e fria, notei que era um lugar muito lindo, cujo rio Araguari passava bem no fundo de uma pequena casa muito bem montada. Nos acomodamos e logo ele perguntou se eu queria comer alguma coisa? e safada como sou, fui logo respondendo que sim, mais queria algo grande, comprido e grosso... Lembro como se fosse hoje, o sorriso largo que aquele velho, filho de uma puta estampou em sua cara, ele foi logo colocando suas mãos por dentro da minha camiseta e apalpando meus peitos de maneira forte e violenta; o safado estava mesmo com tesão pois tirou rapidamente minha camiseta e pasou a dar chupadas fortes em meus seios, e quando dei por mim, estava apenas de calcinha sendo penetrada por dedos grossos enquanto desabotuava sua calça...




gostaria de deixar registrado aqui, que seu pau apesar de muito duro, era pequeno, e aquela barriga enorme juntamente com toda aquela banha me davam nojo, hoje vejo, que para uma mulher trepar com um gordo, ele tem que ter muito dinheiro, pois o sacrifício não vale a pena.




... seus dedos estavam por dentro da minha calcinha, massageando e explorando minha racha, enquanto sua lingua procurava se alojar no fundo da minha boca; eu como não sou santa, já fui logo abrindo sua calça, e massageando sua "pica", nossa como era pequeno, eu estava acostumada a ser brutalizada por cacetes enormes... mas o que eu não faço por dinheiro? fui então me abaixando até colocar seu pau em minha boca, abocanhei por inteiro aquela pica, mamei como se fosse a maior chupeta que já havia entrado em minha boca, pediu para que eu me deitasse no pequeno tapete que estava na sala, arrastamos a mesinha de centro e fui logo me abrindo, oferecendo minha bucetinha ao desgraçado, que imediatamente caiu de boca e passou a chupar e enfiar toda sua lingua dentro do meu buraquinho, depois de me dar um banho de lingua, meu patrão deitou-se sobre o tapete e me colocou sobre ele, introduzi aquela pequena pica dentro de mim e comecei a cavalgar bem devagar, evitando assim que seu cacete saísse de dentro de mim; subia e descia sobre aquela barriga enorme, fingindo estar delirando de tesão, e a cada cavalgava, meu patrão ficava com mais tesão e passava a falar palavrão e a me chingar de tudo quanto era nome; comecei a perceber que ele começava a parecer euforico, pois me fazia sentar cada vez mais forte em sua pica e a apertar com muita intessidade meus seios e bunda, ele começou então a dar palmadas em minha bunda e a me obrigar a ficar olhando para ele, enquanto ele falavra palavrão e me chingava de tudo quanto era nome, com sua mão espalmada, ele segurava forte minha cintura, fazendo eu me assentar e levantar sobre seu cacete, muito rápido e forte, até o momento que eu pedi calma para ele, pois aquilo estava me machucando, foi quando ele tirou suas mãos da minha anca e segurou forte meu queixo, me golpeando com um forte tapa em meu rosto, enquanto esbravejava um monte de palavrões e adjetivos que não merecem ser ditos aqui; fiquei muito assustada, pois não esparava aquilo, meu primeiro impulso foi tentar sair de cima daquele velho, foi quando ele segurou mais forte ainda meu rosto pelo queixo e me fez deitar sobre o tapete; usando de estrema força, ele se posicionou sobre mim, e passou a se movimentar com extrema força, enfiando seu cacete em minha bucetinha e me machucando com seu corpo pesado, nervosa e com lágrimas nos olhos, falei para sair de cima de mim, e quanto mais eu pedia, mais violento e sadico o velho se tornava, não comprendia o porquê do meu patrão me tratar daquela forma, afinal de contas eu estava dando gostoso para ele; neste momento meu patrão começou a me dar fortes tapas no rosto e a gospir em minha cara, me chamando de piranha vagabunda, e que ele não era besta de ficar bancando puta barata, e que hoje ele iria me ensinar a nunca mais ficar me insinuando para homem casado... assustada e com muito medo, continuei a ser penetrada vigorosamente, meu corpo já estava todo dolorido e marcado com vergões dos tapas, mordidas e apertos que meu patrão desferia sobre mim, foi quando notei que no quarto ao lado, cuja luz estava apagada, havia alguém na espreita nos observando. clamei então por socorro, na esperança de obter ajuda, foi quando ouvi uma voz feminina calmamente perguntar: é esta a vagabundinha que estava a fim de te dar o cú para arrancar seu dinheiro? é esta mesmo, respondeu meu patrão, foi quando no meio da penumbra do quarto sai a esposa do meu patrão, trazendo em uma das mãos uma barra de ferro cilindrico de mais ou menos 40 cm de tamanho com um diametro aparentemente da grossura de dois cabos de vassouras unidas; e ao se aproximar de mim, ela disse, vamos então dar a ela o que ela tanto quer, segura a safada que agora é minha vez de lhe ensinar como dar encima do esposo de outra mulher...

Meu patrão colocou meus braços ao lado do meu corpo e me abraçou forte, prendendo assim minhas mãos, rolou e deitou-se novamente sobre o tapete, me deixando sobre ele, completamente exposta, com minha bunda para cima enquanto seu cacete ficava alojado em minha racha, eu chorava muito, mas não conseguia me mover, pedia pelo amor de Deus para me soutar, queria ir embora, foi quando senti a esposa do meu patrão se aproximar e começar a introduzir aquela barra de aço em meu anus, nossa como ardia, ela começou a enfiar sem dó aquele ferro em mim, e pude sentir meu anus ser rasgado e dilacerado por aquela barra de ferro, e com penetrações cada vez mais profundas pude sentir o frio daquele aço atingir o fundo do meu intestino, meu patrão abria cada vez mais minhas nadegas para facilitar que meu rabo fosse arrombado pela sua esposa, e ela sem nenhuma dó, enfiava violentamente aquele instrumento em meu rego, ela devia ter colocado mais da metade daquele ferro em mim, foi quando senti que aos poucos ela passou a retirar aquele instrumento de dentro do meu cú, e foi quando ele finalmente saiu, que percebi o estrago que ele havia feito, pois senti meu patrão sorrir e festejar muito quando colocou quatro dedos de uma mão e quatro dedos da outra mão dentro do meu cú e abri-lo, sentia que a entrada do anus estava toda ferida, mas uma dor maior ainda vinha do fundo do meu intestino, ouvi então a esposa do meu patrão falar que iria colocar aquela barra de ferro toda suja em minha buceta, ele rapidamente retirou sua pica da minha buceta que imediatamente foi invadida por aquele aço extremamente grosso, aquela mulher estava me violentando com extrema crueldade, pois a violência com que ela me penetrava, abria feridas por onde aquele ferro passava, e sem demonstrar nenhuma compaixão, ela introduziu aquele ferro até não caber mais, sentia meu útero ser castigado por aquele aço, minha vagina estava inflamada e inchada devido a violência, e meu patrão permanecia me apertando e segurando forte para que eu não me movesse, até o momento em que sua esposa enfiou quase todo aquele aço dentro de mim e disse: agora sim, esta safada teve o que tanto queria, esta toda arregaçada e detonada, largue esta vagabunda e vamos embora para casa...

Meu patrão me jogou para o lado e ao se levantar, possicionou-se sobre mim e escarrou em minha cara e disse que se eu quisesse ir embora, eu mesma teria que retirar aquele instrumento de dentro de mim; não conseguia me mecher, minha vagina estava muito inflamada, eu não tinha forças para puchar para fora aquele aço da minha buceta, e a cada tentativa, uma dor imensa percorria minha vagina e entranhas, era como se minha buceta estivesse trancada, ela havia inchado muito e agora estava prendendo aquele instrumento de ferro dentro de mim, com dificuldade consegui me colocar agachada e desesperada, puxei de uma só vez aquele ferro de dentro de mim, que saiu todo lambuzado de sangue, minha buceta estava muito inchada e ferida, a dor tomava conta de todo meu corpo e eu não conseguia ficar de pé.

Meu patrão se aproximou de mim, me pegou pelo pescoço e me forçou ficar de pé, me jogou sobre o sofá, enquanto sua esposa pacientemente aguardava na porta, mandou que eu me vestisse e que apartir de segunda-feira eu poderia passar na loja para acertar com ele, pois estava sendo demitida, e que ele não cumpriria o que havia me prometido pois não gostava de ser enganado, e que chantagista deveria era morrer...

E é isto... Fui detonada pelo meu patrão, pois perdi meu emprego, fiquei sem dinheiro, tive a maior infeção de urina em minha vida e fui internada por causa de um rompimento intestinal.